terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


A nova forçação de barra é a seguinte: Jesus era um comunista que provavelmente se vivesse hoje no Brasil seria fundador do PT, mas veria o PSOL com os olhos marejados de emoção, pois ali existe a "verdadeira utopia".

"O sentido do Natal é o amor e seu nome é socialismo", porque, lógico, Natal é aquela data onde podemos comemorar a prisão de opositores, o assassinato de dissidentes, o degredo dos indesejáveis, a censura contra a imprensa, o ódio de classes, o assalto à propriedade alheia, a inveja e o ressentimento como método de divisão e conquista, a mentira e aquelas frases pronunciadas pelos apóstolos em uníssono: Dirceu, guerreiro, do povo brasileiro! Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!

Porque "não matar", "não roubar", "não adulterar", "não furtar", "não dar falso testemunho", "não cobiçar coisa alguma do teu próximo", entre outros mandamentos são apenas detalhes.

O negócio é muito socialismo e mais amor, por favor. E quem não gostar é porrada, mensalão e paredão contra a opressão.
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