terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O fã-clube do Che Guevara te quer desarmado, mais um motivo para você se armar


Não se meta na vida dos outros! Se você não gosta de maconha, basta não fumar. Se você não é gay, basta não se casar com um. Etc., etc., etc.

Mas se você quiser ter uma arma na sua casa para proteger sua família, aí não, nesse caso nós nos metemos na sua vida "para te proteger".

São questões diferentes, claro, mas o princípio é o mesmo: justamente quem mais reclama do "Estado fascista" quando pede, por exemplo, a proibição da entrada da polícia nos maconhódromos de universidades federais, é quem defende que o "Estado babá" se meta na vida de todo mundo dependendo do assunto.

Essa questão do desarmamento então é emblemática. Gente do tipo de um Jean Wyllys, da turma do Viva Rio e demais esquerdopatas liberticidas não querem saber a opinião do "povo" a respeito.

Lutam por "participação popular" e "democracia direta", procuram de todas as formas enfiar plebiscitos bolivarianos pela goela do país abaixo, mas quando o povo foi às urnas e disse um sonoro "não" ao desarmamento, preferiram ignorar, já que, nesse caso, os "desinformados" não podem decidir sozinhos.

Hoje o Brasil tem uma população de ovelhas. O Estatuto do Desarmamento serviu apenas para inviabilizar que uma pessoa compre legalmente uma arma e munição para a própria segurança. Não quero dizer entrar num supermercado, pegar uma pistola numa gôndola, pagar e sair por aí bancando o Dirty Harry.

Falo da obrigatoriedade de possuir uma idade mínima, de ser aprovado num curso de tiro certificado, realizar exames psicológicos, da verificação dos antecedentes, da limitação do calibre e da quantidade de munição, enfim, de algo sério, responsável e que garanta o porte de armas a quem hoje não o possui, já que este está restrito às forças de segurança e aos bandidos, que, por força do seu ramo de atividade, não ligam muito para leis.

Um marginal que pule um muro no meio da noite, que aborde um motorista entrando na sua garagem ou renda os frequentadores de um churrasco tem quase 99% de certeza de que a maior resistência que poderá encontrar será a faca do churrasqueiro, que, caso se meta a besta, será abatido ali mesmo, tal qual o boi que foi parar na grelha.

Os próprios conselhos - corretos, na atual circunstância - que se dão à população são conselhos para ovelhas: entregue tudo, fale manso, não reaja, apanhe quieto e agradeça se sair dali com a vida.

É ou não é o paraíso dos protegidos pela Maria do Rosário e demais lesmas dos "direitos humanos"?

Agora, um delinquente que saiba que em qualquer lugar pode haver um cidadão armado e treinado - sublinhe e grife esta palavra, treinado - que irá mandá-lo fazer correria no inferno, pensará duas vezes antes de sair por aí barbarizando as pessoas. Se não pensar, tudo bem, uma hora será a hora dele.

Para todos os desvios já existe a lei.

O "desarmamento" do cidadão já é aplicado no Brasil desde 2003, neste período a criminalidade e os homicídios não diminuíram, pelo contrário, aumentaram a ponto de fazer o ISIS parecer brincadeira de criança. Passou da hora de nossos "pacifistas" e da "gente do bem" aceitarem que não funcionou.

Um povo desarmado só interessa a dois tipos de elementos: o marginal que deseja roubar seus bens e o tirano que além dos bens deseja roubar sua liberdade.

Uma população armada existe para defender bens, liberdade e a própria essência da democracia, que é o governo servindo aos cidadãos e não o contrário.

Não é por acaso que um dos maiores ícones da farsa do desarmamento - porque não houve desarmamento de fato, apenas a transformação do cidadão que cumpre as leis em presa - que é a riquíssima ONG "Viva Rio", usar um assassino e tirano como Che Guevara em sua campanha contra o porte legal de armas.

Che, ladrão de bens e liberdades, sabia bem que um sujeito armado reage, enquanto o desarmado se ajoelha.

Não nos ajoelhemos mais.
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