quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

To be or not to be golpista?


A petista Eleonora Menicucci disse que o povo não merece ser representado por Jair Bolsonaro. Qual povo, ministra? O pão com mortadela dependente?

Os maiores disseminadores de ódio na política brasileira sempre foram esquerdistas em geral e petistas especialmente. Toda a sua prática e seu discurso são baseados em "nós contra eles", com o outro sempre sendo rebaixado à categoria de monstro que precisa ser destruído a qualquer custo.

O que fizeram com Marina Silva e Aécio Neves na campanha presidencial de 2014 vai entrar para a história como o maior amontoado de canalhices jamais dito e cometido numa eleição.

Basta discordar deles ou ameaçar suas boquinhas que o adversário vira inimigo e passa a ser um fascista, machista, racista, homofóbico, etc., etc., que merece ser calado e eliminado.

Agora eles resolveram condensar todo o seu repertório de vitupérios em um só termo, o "discurso de ódio". É como um "leve vários e pague 1". Note-se que "discurso de ódio" na visão psicopata deles nada mais é do que um discurso que ELES odeiam.

O estelionato ideológico é o ramo profissional dessa gente, distorcer o que os outros falam, turbar a representação do "povo", transformar o algoz em vítima faz parte das habilidades que eles possuem.

Assim promovem uma escalada de reações ao discurso do deputado Jair Bolsonaro, que disse simplesmente que dona Maria do Rosário não merece ser estuprada. O fez de forma atabalhoada, mas não foi nada além disso.

Muitos me perguntam a razão de defendê-lo, já que seu "radicalismo" prejudica a direita. Simples: como muito bem observou o Flávio Morgenstern, ninguém quer ser "radical" no Brasil e assim a esquerda vai adicionando itens "radicais" na lista a ser "evitada".

Dessa forma, bater de frente com as barbaridades que diz a dona Maria do Rosário é ser "radical", logo devemos nos afastar de quem comete tal crime.

Me recuso a dar este espaço para que avancem mais na criminalização da opinião.

O mesmo acontece com o "discurso de ódio". Basta algum gênio da esquerda decidir que, por exemplo, dizer que companheiro corrupto deve ser preso é "discurso de ódio" que, pronto, cria-se o crime perfeito.

Finalizando, Bolsonaro foi estabanado no que disse, mas não disse nenhuma mentira. Terroristas de esquerda mataram inocentes no Brasil, dona Maria do Rosário votou contra penas mais duras para estupradores e o governo do PT está imerso em lama.

Uma ministra sem voto dizer que o deputado não pode representar o povo é apenas mais um elemento desse teatro do absurdo.

Quantos votos essa ministra teve mesmo para falar em nome do povo? Bolsonaro teve 464 mil.

Quem é o golpista?
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