quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A esquerda "de luta"


Maduro resolveu fazer um plano para vencer a "guerra econômica" na Venezuela. Dilma mandou que seus ministros não deixem críticas sem resposta, eles não podem ceder espaço na "guerra da opinião pública". João Santana diz que "vence quem sabe atacar" e usa até expressões que remetem a campanhas militares como "ondas de ataque" para explicar como gerenciou a campanha presidencial mais suja da história do Brasil. Na Bolívia Evo Morales não cede espaço em sua "guerra contra a burguesia". No Equador a "guerra" de Rafael Correa é contra a imprensa. Cristina Kirchner vive em guerra com meio país.

Aí vemos Cuba, um país em estado de guerra há 60 anos ou a Coréia do Norte, que vive ameaçando o mundo com uma guerra nuclear ou o passado da União Soviética, a mão de ferro com que era governado o leste europeu na sua "guerra contra o capitalismo" e, claro, esses partidecos de esquerda no Brasil, sempre em pé de guerra e concluímos: a única coisa que a esquerda tem para oferecer é isso, guerra.

Não é a toa que são todos filhotes do psicopata alemão que entendia a sociedade como uma "luta de classes" e que não vençam uma eleição sequer em qualquer lugar do mundo sem que dividam as pessoas em pobres e ricos, negros e brancos, gays e héteros, nós e eles. Existe sempre um opressor a ser derrotado em nome dos oprimidos, ainda que pouca gente oprima tanto quanto estes defensores dos coitadinhos e do "mundo melhor".

A economia vai mal? É culpa da "herança maldita" DELES. A educação é ruim? É porque ELES não querem que o pobre estude. A Grécia quebrou por causa do perdularismo da esquerda? Culpa dos banqueiros. Crise energética? Boato que ELES espalham para desestabilizar o melhor governo da história do mundo. Desabastecimento na Venezuela? São ELES, os empresários, que estão contra o "povo".

E esse é um dos grandes porquês da esquerda atrair grande número de jovens desavisados e/ou idiotizados, psicopatas incuráveis e malandros irrecuperáveis: vivência traz sabedoria, desejo de estabilidade, de paz. E a esquerda só quer saber de briga, luta, destruição, desconstrução.

Está aí sua disfunção maior e a razão da falência de todo regime esquerdopata: o povo quer COMIDA, mas eles só oferecem GUERRA.

Uma hora cansa.
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