sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"



Costumo borrar os nomes dos prints que publico com asneiras aqui, mas dessa vez não, dessa vez todo mundo tem que aparecer com nome, sobrenome e fuça na internet (caso não sejam falsos, claro).

Um estudante negro está sendo AMEAÇADO na UNIFESP por ter dito em um vídeo ser contra cotas raciais.

A aberração funciona de uma forma curiosa: o rapaz é contra cotas, o rapaz, por acaso, é negro, logo ele precisa ser admoestado e reeducado (na base da violência física se bobear) para aprender a ser um "preto de verdade".

Porque um "preto de verdade" tem que se fazer de vítima, apoiar cotas raciais, falar em luta de classes, ser "revolucionário" ou então os playboys mimados (e geralmente brancos) se irritam e colocam o negrinho no seu devido lugar.

A partir de hoje terceirizem para os DCEs infestados de palermas e inúteis do PC do B, PSOL, PSTU, PCO e outras excentricidades cucarachas a emissão de "certificados de negritude".

Dessa forma quem não curtir funk, bateção de lata, marchas de maconha, de vadias e não ajam como se espera de um "preto de verdade" deverá sofrer as consequências.

Passar na concorrência ampla? Estudar? Se formar? Não ficar 10 anos numa universidade fumando maconha e vivendo de bolsa? Que isso! Isso é coisa de gente ruim, de "trouxa", "Datena Nigga" (pra quem não sabe "nigga" é CRIOULO, mas a turma progressista pode falar assim), uma "criação de branco" que precisa sofrer "ataques físicos".

Enfim, para não ser um "negro domesticado", ele precisa aceitar a domesticação de filhinhos de papai que estão querendo defendê-lo, ainda que ele não queira ser defendido, precisa aceitar ser exibido como peça de zoológico, para que a turma do bem possa aliviar o peso na consciência e posar de boazinha que luta por um mundo melhor.

Mundo melhor que pense IGUAL, claro.

Em tempo: será que o Ministério Público, a OAB ou a Secretaria da "Igualdade" Racial vão se manifestar? Vou esperar lendo todos os volumes do Tolkien.

Dica do Yuri Mello: https://www.facebook.com/yurimelloc.
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