domingo, 4 de janeiro de 2015

Tudo o que for contrário ao PT será a favor do país

O PT cismou em censurar a imprensa livre e viciar o processo eleitoral ao mesmo tempo. Querem "controle" de tudo que é lado, desde que a companheirada não precise se controlar e nem ser controlada por ninguém. 

De um lado procuram "democratizar" a democracia obrigando o financiamento público de campanha, sistema pelo qual além de obrigar o pagador de impostos a arcar mais ainda com a suruba da democracia (festa acontecia antes), possibilitará ao PT concentrar as verbas e perpetuar-se no poder através de acesso privilegiado aos recursos de campanha (fora o caixa 2).

De outro lado o partido quer "desconcentrar" a influência do que chama de "mídia", censurando-a através de um conselho aparelhado (imagine uma Anvisa da imprensa), imitando a Argentina e fatiando grandes grupos para entregar a empresários companheiros e aplicando um garrote econômico, onde puxa-sacos ficarão ricos elogiando o que só merece uma escarro dos homens de bem.

Mas já que eles querem tanto "discutir com a sociedade" - e supondo que "sociedade" não seja apenas os vagabundos da CUT, do MST ou da UNE - tenho, como parte da tal sociedade, uma boa proposta: fazer tudo ao contrário do que pretende o PT.

Por um lado nada de financiamento público ainda mais distribuído usando como critéroo a concessão de privilégios a "grupos de pressão", onde quem tem o marqueteiro que mente mais ganha mais votos e mais dinheiro na próxima eleição. Deixem que os partidos captem na iniciativa privada, de forma devidamente registrada e transparente, o que sua competência permitir.

E por outro lado tornar o gasto publicitário do governo, ou seja, o gasto do dinheiro dos outros, condicionado a uma regra simples: tiragem, vendagem e audiência determinam o montante máximo que cada veículo pode receber. Nada de blogs sujos e obscuros ou revistas de fachada recebendo grana que não condiz com sua relevância.

O cara PRIMEIRO conquista o cliente (leitor, ouvinte, espectador) e depois recebe dinheiro gordo do poderoso de ocasião.

Quanto tempo o PT sobreviveria a tais regras? Talvez o mesmo que levaria a dizer não a cada uma dessas propostas e dizer que a pessoa que as fez não é "sociedade".
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