sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A guerra do ócio com o dinheiro dos outros


Esses debilóides e militantes a soldo do PT são perigosos, não tenha dúvida disso, mas também chegam às raias do ridículo com bastante frequência. A seita liderada pelo filho de pai e mãe que já nasceram analfabetos é uma espécie de exército de Brancaleone de posse de uma maleta nuclear. Um traque nuclear, mas ainda assim um traque potencialmente danoso.

Mas o assunto é esse, só que não apenas esse. Fiquei ontem imaginando que coisa louca deve ser viver nesse mundo de gente que lê Paulo Henrique Amorim, o gênio que acha que para tirar o país do atoleiro é preciso criar a "Construbras", uma empreiteira ESTATAL sustentada pelo BNDES. Pensa que coisa, você quer curar uma dor de cabeça levando uma dedada no olho.

Fora ele tem quem acompanhe peças como a Socialista Morena, a Lola Aronovich (segundo ela a mulher empoderada de hoje deve ter mais medo de sair na rua do que a minha avó, que era do lar), Blog da Cidadania, Brasil 247 (6x40 mil), Paulo Moreira Leite, entre outros menos cotados (mas nem por isso menos horríveis).

Nessa última semana de fevereiro de 2015 o Lula comandou no Rio de Janeiro um ato pela defesa do direito de saquear a Petrobras. Lá convocou o "exército de Stedile", do MST, para a "guerra". Ora, o MST, essa milícia do campo que não tem nem endereço e nem CNPJ, é um perigo para a democracia, mas os animados militontos do PT superestimam o que os trabalhadores rurais que pensam que uma enxada só presta para enfrentar a polícia podem fazer.

Lembremos que onde não estão armados lutando contra oponentes de mãos limpas, os esquerdistas são especialistas mesmo é em fugir às pressas levando o dinheiro do colchão. Já dormem calçados pra acordar correndo, e basta ouvir alguém pisando mais forte que já saem em desabalada carreira. Tanto que o ídolo maior revolucionário valentão super comuna deles foi abatido pelo exército BOLIVIANO.


Mas mesmo assim os caras estão por aí falando em ir pra "trincheira" fazer "guerra" como se guerra fosse uma roda de jongo cheia de ripongas usando saia de tia velha na plenária da UNE.

É aquele mesmo tipo de gente que não lê a Veja, que odeia a Veja, mas que reclama quando a Veja não noticia algo que eles querem:

- Por que a Veja não fala sobre isso? Hein? Hein?

- Pronto, aí, a Veja falou, lê a reportagem.

- Nem vou ler, já sei que só tem mentira.

Encontram uma tal elite branca americanizada golpista raivosa ajudada pela CIA até no pipoqueiro da porta do colégio dos filhos que acha a Dilma uma mentirosa. Daí estão prontos para a "guerra" contra os "entreguistas que planejam roubar o pré-sal e levar pra Miami".

Alguém precisa avisar a eles que o "líder" nunca foi muito de combate, o negócio dele é insuflar e depois dormir no sofá do delegado, como narrou o Romeu Tuma Jr. no seu livro. Porque, sério, visualize o Lula num bunker de São Bernardo, QG do comando petralho-revolucionário, perguntando:

- E o exército do Stedile?

- Estão em Brasília ocupando um Mc Donald's.

- E os guerreiros da CUT?

- Num navio a caminho de Aruba.

- Como assim? Todo mundo já correu? Prepara aí meu disfarce de Lady Gaga.

Por isso eu digo: deve ser emocionante viver num mundo imaginário onde coxinhas midiáticos tentam sugar o pré-sal no meio da noite para entregar aos estadunidenses, onde a "mídia" conspira contra super-heróis bolivarianos 27 horas por dia, precisando conferir se não tem um agente da CIA escondido embaixo da cama ou se a frota americana não está na banheira pronta para apoiar o "golpe", que nunca acontece mas é sempre iminente.

Dizem que cabeça vazia é oficina do diabo. Como se nota, essa gente não tem só a cabeça vazia, mas o horário do expediente também. Se tivessem algum trabalho de verdade, lutariam a guerra diária de todo brasileiro e não as batalhas imaginárias do doutor honoris causa que nunca saiu do Ensino Médio.
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