segunda-feira, 9 de março de 2015

A coração valente que se esconde debaixo das próprias saias quando a coisa aperta


Dilma Rousseff permitiu que em seu nome fosse feita a campanha mais suja da história do país. Aécio Neves foi acusado de drogado, traficante, espancador de mulheres, chamado por Lula de playboy cafajeste, sem contar as mentiras ditas pela suposta presidenta nos debates e programas de TV.
Naquele momento em que "fazia o diabo" para vencer, Dilma era uma cidadã, um CPF, uma candidata.
Bastou ser devidamente enquadrada por Aécio num debate e confrontada com suas próprias mentiras que fingiu um desmaio no final e o PT começou uma narrativa que a mostrava como uma "pobre mulher atacada por um machão".
A coração valente que aguentou "torturas" no regime militar desmaiava debaixo de esporro num debate. Falso como tudo o que vem do PT, mas colou pra muita gente. Quem não lembra dos cretinos e palermas colocando "não voto em candidato que bate em mulher" nas redes sociais?
Agora, com o panelaço do dia 8 de março de 2015 contra mais um desfile de lorotas de Dilma na TV, a companheirada novamente tirou a "perseguição contra a mulher" da cartola para acusar quem se opõe a um governo corrupto e incompetente de "machismo".
Vamos recorrer à história.
Há uns anos atrás Dona Ruth Cardoso foi espionada por arapongas do petismo a mando de gente do gabinete de Dilma Rousseff quando esta era ministra da Casa Civil. A intenção era, como sempre, difamá-la. Morreu com essa infâmia entalada na garganta.
Um notório puxa-saco do PT desejou que Rachel Sheherazade fosse estuprada. Petistas nas redes sociais dizem as maiores barbaridades da esposa de Aécio Neves.
Fora isso, em 1992, no auge da campanha petista pelo impeachment do hoje aliado Fernando Collor, a mãe deste foi internada num hospital. Os bate-paus do PT descobriram e foram para a porta do local berrar impropérios.
Como bem disse Marlos Ápyus na sua conta do Twitter, a melhor homenagem à mulher Dilma Rousseff é tratá-la exatamente como um homem seria tratado na sua situação. Igualdade é isso.
No mais, fica a dúvida: Ruth Cardoso, Rachel Sheherazade, Letícia Weber e dona Leda Collor (internada e em COMA na época), merecem o mesmo respeito que Dilma "por serem mulheres" ou o fato de não serem da seita dá licença para que sejam tratadas com a habitual canalhice petista?
Dilma não é impopular e tem milhões pedindo sua saída por "ser mulher", mas por chefiar um governo ruim, enganador, inapto, com arroubos autoritários e onde a corrupção campeia.
O resto é apenas mais um rugido do kraken do mimimi que o PT libera quando está em apuros.
0 Comentários