quarta-feira, 18 de março de 2015

Bibi de novo e a democracia israelense


Ontem Israel foi às urnas. Contra a pressão do anti-israelense Barack Obama e a má vontade da imprensa esquerdista mundial, Benjamin Netanyahu conseguiu uma vitória decisiva.

O Likud, seu partido, conquistou entre 29 e 30 cadeiras no Knesset, o parlamento israelense, tornando-o apto a formar um novo governo por mais quatro anos. Para se ter uma idéia da magnitude do feito, há uma semana era dúvida se o Likud sequer sairia na frente, no entanto Bibi Netanyahu venceu em 8 das 10 maiores cidades de Israel, incluindo Jerusalém.


Mas o que merece destaque além disso é a natureza da democracia israelense.

Para ultrapassar uma nova cláusula de barreira, vários partidos da minoria árabe - olha que coisa, eles até concorrem nas eleições - se uniram na "Lista Árabe" e conquistaram em torno de 13 cadeiras.

Dentro desses partidos, está o Balad, liderado pela parlamentar Hanin Zoabi, uma árabe-palestina que é contra - atenção - a EXISTÊNCIA do Estado de Israel, classificado por ela como "não democrático".

Veja que horror essa ditadura sionista! Não só permite que alguém que é contra a sua própria existência exerça livremente a política, como possibilita que a mesma chegue a ter um assento no parlamento.

Nem serei ingênuo de perguntar se existe algo semelhante - um partido judeu contra a própria existência do país - em lugares como o Irã, a Arábia Saudita, o Egito ou qualquer outro país dominado por muçulmanos.

Gostaria de saber apenas quantos cidadãos judeus livres, com direito à participação política, organização partidária e cidadania existem nesses países.

O número será igual ao de democracias árabes existentes na região.

P.S.: Gratz, Bibi! Gratz, Israel!
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