quinta-feira, 16 de abril de 2015

A UERJ e a ditadura companheira

Um ato na UERJ em defesa da ditadura de Nicolas Maduro em si não me espanta, afinal estudantes profissionais e doutores em nada precisam mesmo ocupar seu dia com alguma coisa, qualquer coisa.

Claro que houve confusão, claro que houve gritos de "fascista", claro que não houve nenhum debate como jamais haverá num auditório lotado de idiotas úteis e espertos inúteis, essa é a essência da esquerda. Sem berraria e sem suprimir a fala do outro, seus argumentos não chegam ao final de uma apresentação de grupo na quinta série sem a ridicularização total.

Dito isto, preciso repetir: o que dizem na UERJ ou em qualquer outro madraçal federal é indiferente. Pouca coisa que saia dali presta mesmo e o pentelho do saco de um rato deve ser tão relevante pra Venezuela quanto o apoio da UERJ ao Maduro.

O problema é usarem o meu dinheiro para isso. O problema é que esse circo é sustentado com impostos que o Estado toma do cidadão supostamente para aplicar em algo que preste e termina parando no bolso deste tipo de coisa imprestável.

E pior: a maioria dessa turma que infesta federais faz literalmente o diabo para conseguir uma vaguinha de professor, pesquisador, bolsista. Quando podem usam toda a influência, conhecimentos e o compadrio possíveis para passar nos concursos e dar pedaladas nos outros concorrentes nas obscuras provas didáticas (as provas de aula) e no final - depois que entram - ainda acham que ganham pouco, porque vivem fazendo greves e reclamando do salário, das verbas, das condições.

Imagina! Pagar mais por isso! Dar valor ao que não vale nada? Não, obrigado. Preferia que o meu dinheiro fosse gasto alimentando pombos e não o produto da alimentação destes.
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