sexta-feira, 10 de abril de 2015

Chegou a hora de caírem as máscaras


Hoje uma nova fase da Operação Lava-Jato prendeu três ex-deputados - dentre eles o famigerado petista André Vargas - além do dono de uma agência de publicidade que tinha as contas da Caixa Econômica Federal, do Ministério da Saúde, do BNDES e da Petrobras Distribuidora.

Diretorias de marketing de estatais têm sido entregues na mão de companheiros desde o governo Lula e agora, ao que parece, foi descoberta a forma que o PT usava para levar esse dinheiro para os cofres do partido: através de contas de publicitários aqui e no exterior.


Porém mais do que identificar outra fonte da sangria dos cofres públicos e levar para a cadeia outros membros da quadrilha instalada na máquina estatal para pilhar o país, esta fase da devassa que o juiz Sérgio Moro faz nas catacumbas do petismo joga luz de uma vez sobre o esquema que sustenta ex-jornalistas transformados em mercenários na internet e veículos impressos de menor expressão.

Basta percorrer os sites que fazem sub-jornalismo, sites que se especializaram em ser louvaminheiros do lulopetismo, advogados dos ladrões do partido, disseminadores de versões, difamadores de adversários e defensores de toda e qualquer excrescência defendida e praticada pela companheirada para ver de onde sai o dinheiro que sustenta aquilo: do seu bolso.

Banners de estatais e ministérios são praticamente a única fonte de renda dessa turma, entusiasmada defensora do "controle da mídia" e do corte de verbas de publicidade para veículos da imprensa que critiquem o governo de Dilma Rousseff e do PT.

Com a cara de pau que só um parasita que se acha independente do hospedeiro pode ter, defendem que o governo pratique chantagem contra quem o critica, usando o dinheiro do pagador de impostos para promover uma censura econômica.

Tratam a verba de comunicação do governo como se fosse o dinheiro arrecadado num churrasco da CUT em alguma laje no ABC.

Precisam descobrir que o destino de quem faz isso é o ostracismo. Ou então um beliche de concreto dentro de um presídio.
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