quinta-feira, 2 de abril de 2015

República Petista-Psolenta da Zona Sul


A esquerda no Brasil é uma minoria. Ponto. Idéias coletivistas, luta de classes transportada para os costumes, doutrinação nas escolas, tudo isso é repudiado pela maioria cada vez menos silenciosa.
A esquerda do país é formada por partidecos com pouco voto e muito grito como PC do B e PSOL e pelo PT que resolveu comprar os votos que nunca teve.
O fato é que tirando o barulho que fazem, sua representatividade na sociedade é pífia, daí a utilizarem artifícios como "movimentos sociais", sindicatos e ONGs, gente que vive para a militância e tem tempo de sobra - porque ganha pra isso - para impor a vontade dessa minoria e fazer crer ao resto que se trata de um "consenso" ou, no máximo, de um "país dividido" entre os progressistas e os "fundamentalistas retrógrados".
Mentira. O que aconteceu é que a minoria esquerdista nas artes, na imprensa e na academia passou 30 anos falando sozinha e confundindo o silêncio de cansaço da maioria com anuência.
Mas esse tempo passou e lentamente as pessoas vão dizendo "chega". E eles estão desconsolados por isso. Daí que pensei numa boa solução.
Como não são chegados em roça, mas numa prainha com choppinho no final da tarde, poderíamos pegar uma faixa de terra na Zona Sul do Rio de Janeiro e doar para que a esquerda PSOL fundasse ali um país independente. Eles chamariam seus amigos da nave-mãe (o PT) e seus parceiros do PC do B e governariam aquilo como sonham em fazer com o Brasil.
Propriedade somente com função social e uma reforma agrária no Jardim Botânico para acomodar o exército do Stédile. A Regina Casé seria ministra das favelas, a Maria do Rosário da justiça e a presidência exercida de forma rotativa pelo Marcelo Freixo, o Gregório Duvivier e o Chico Buarque.
Cortariam relações com qualquer país capitalista-burguês-imperialista e tornariam Cuba parceiro preferencial. Liberariam logo maconha, cocaína e crack, a maioridade penal seria de 90 anos e todo bandido ao invés de cadeia ganharia um chocolate Alpino e um abraço.
Qualquer religião seria banida (menos as que fazem sacrifício de animais), todo poder emanaria do "coletivo" e a Luciana Genro seria garota propaganda de shampoo. Sovacos cabeludos e tetas caídas desfilariam sem problema no calçadão.
Nas quintas-feiras haveria passeatas fechando as ruas, cada semana de um grupo diferente, com muitas bandeiras vermelhas, reivindicações lunáticas, palavras de ordem e bebedeira no final. Toda sexta-feira teria um happy hour na orla com direito a passeata gay.
O Jean Wyllys seria o ministro da tolerância e você seria livre para concordar com ele de todas as maneiras que quisesse. A mídia seria controlada e o ministro da informação Paulo Henrique Amorim pessoalmente daria as notícias do mundo pelo sistema de alto-falantes.
Todos só andariam de bicicleta e as coberturas da Vieira Souto seriam transformadas em lajes para churrascões com pagode e funk, sob patrocínio da ministra da cultura Valesca Popozuda.
Mais ou menos um ano depois eles talvez pedissem reintegração ao Brasil, faltaria comida, papel higiênico e até itens mais básicos como velas e fósforos para acender um baseado, isso porque o país teria que importar literalmente tudo e não haveria mais dinheiro, já que as contas expropriadas das agências bancárias da região estariam zeradas depois de patrocinar o centésimo décimo nono filme sobre pobreza alegórica com trilha sonora do Marcelo Camelo e 20 espectadores de bilheteria.
Como militância remunerada, filosofia de boteco e papo furado não são commodities, o país encerraria atividades e voltaria aos braços dos "fundamentalistas", que são das trevas e da idade média, mas produzem uma riqueza bacana e deliciosa de sugar.
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