quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ser de esquerda no Brasil é

Ser de esquerda no Brasil hoje se resume a:
- Virar advogado de porta de cadeia e sair por aí defendendo envolvido no mensalão, petrolão, BNDESão, etc.
- Dar faniquitos e se ofender com tudo, desde "brincadeiras machistas" até "reproduções de opressões", ainda que estas estejam num desenho do Popeye criado na década de 1930.
- Dizer que detesta a família tradicional, mas passar o dia pensando em como incorporar a união de dois homens, uma mulher, uma cabra e um sagui no conceito de...família tradicional!
- Detestar as grandes corporações enquanto toma um frappuccino no Starbucks com o pessoal do "coletivo".
- Virar vegano, encher o saco de todo mundo alertando para os "benefícios da vida saudável" e no entanto tomar drogas sintéticas no carnaval e na rave.
- Se comunicar usando expressões ridículas que servem apenas para te fazer sentir mais engajado-entendido-revolucionário e que dizem a mesma coisa que qualquer vocabulário de pessoa normal poderia dizer, como "problematizar" ao invés de discutir, garantir um "lugar de fala" ao invés de deixar a pessoa se expressar ou se definir sexualmente com bizarrices no estilo "impri-pangênero trans-queer não-binário".
- Ser a favor da tolerância e da diversidade pregando que todos que pensam diferente de você sejam censurados, surrados, processados, presos, extraditados e seus nomes apagados da face da Terra.
- Ser contra o financiamento empresarial de campanhas mas defender um governo que foi eleito com dinheiro sujo de empreiteiras corruptas que assaltavam os cofres públicos.
- Defender Cuba e esquerdar no Facebook, enquanto nenhum cubano pode sequer saber dessa sua "luta" porque na ilha prisão caribenha não há acesso livre à internet.
- Bancar o fiscal da indignação alheia e determinar que o cara não pode se indignar com a corrupção se não fizer nada contra o racismo, não pode falar contra a guerra no Iraque e não ir numa passeata contra os bancos e por aí vai.
- Militar pela liberdade das mulheres e no entanto determinar que só são livres as que deixam cabelo no sovaco, pintam o corpo com sangue menstrual, se vestem como o primo de 15 anos, viram sapatões, passam a odiar homens e usam sidecut. Do contrário são todas oprimidas.
- Não conseguir ir na esquina comprar um Chicabon sem brigar com o padeiro, o velhote na fila e o vendedor de balas porque alguém falou alguma coisa que te ofende e nenhum deles entende direito as opressões que você vive.
- Defender bandido, traficante, terrorista, genocida, ditador e dizer que faz tudo isso porque é mais humanizado do que os outros.
- Escrever num idioma irreconhecível e em constante processo de degradação, ora falando com "coleg@s", ora com "colegxs" e algumas vezes com "colegues".
- Ter certeza de que a razão está com quem berra e/ou interdita e/ou cerceia mais do que o outro.
- Fazer papel de palhaço e ser conhecido pelas costas como "o chato", "a histérica" ou "aquela mala que não consegue conversar cinco minutos sem dar lição de moral, corrigir alguém ou se ofender e sair berrando/chorando".
Ser de esquerda no Brasil hoje é ser alguém que só pode se relacionar num grupo restrito de pessoas, que pensam exatamente igual e têm as mesmas visões de mundo. É ser alguém que passa aos outros, como já li por aí, a sensação de que é impossível ser seu vizinho, seu colega de trabalho ou mesmo seu cunhado.
A "luta", finalmente, se resumiu a "não gosto de brancxs, homens, cis ou trans, de bigode e/ou depiladxs, de elite, que batem panela, estudam exatas, são coxinhas e mais alguma coisa que ainda não pensei mas vai me ofender daqui a pouco, enfim, só me dou bem com meus cinco amigos, sendo que um é imaginário".

Ditadura não é brincadeira

Sei que vou comprar briga, mas azar, enough is enough.
Sempre que vejo gente com cartazes pedindo intervenção militar desejo que fosse um desenho do Pica Pau e caísse uma bigorna na cabeça deles.
Pense bem: os rapazes e moças do Movimento Brasil Livre foram a pé de São Paulo até Brasília fazendo atos em cada cidade e protocolaram um pedido de impeachment de Dilma Rousseff que contém 3 mil páginas. Dentro da democracia fizeram mais contra o PT até mesmo do que eu e possivelmente do que você.
Só que no meio das reportagens sobre a chegada deles à capital o que vemos? Esses mesmos papagaios de pirata com cartazes toscos pedindo "intervenção militar já" ou uma imaginária "intervenção militar constitucional" que, diga-se de passagem, não está prevista da forma como eles juram que está na Constituição.
Dizem - não sou adivinho para ter certeza, mas compartilho dessa tese - que o regime militar de 20 anos livrou o Brasil de uma ditadura comunista de 50. E ainda que esteja correto - e o comportamento de Dilma, José Dirceu, José Genoíno e o resto da comunalha pós-redemocratização reforça isso - o fato é que tivemos, sim, um governo autoritário durante 20 anos.
Quem pediu intervenção em 1964 imaginava outra coisa. E os militares poderiam muito bem ter tirado o país do caos em que Jango o meteu e realizado eleições livres em 65, 66, 67, 68, 69, 70 - você entendeu o espírito da coisa - e assim por diante, ao invés de esperar até 1984, quando sua permanência no poder já era insustentável.
Fora isso, cabe lembrar que essa tara por um governo inchado e estatizante não só continuou como aumentou muito durante os governos dos militares. Aquilo nada tinha de liberal ou responsável economicamente, tanto que nos jogou numa hiper-inflação.
Quem pede que se rompa com a normalidade democrática hoje só pensa com a cabeça de quem deseja o PT fora do poder mais do que tudo e não com a cabeça de quem também deseja a democracia mais do que odeia o PT. Não duvide: eu detesto o PT. Mas não é agindo que nem criança birrenta que faz queixa e chama o primo maior que vamos resolver isso.
Enterrar o PT e seu esquema facínora de aparelhamento do Estado é tarefa de cada homem e mulher de bem deste país. Eles precisam ser surrados sim, mas na urna, na quantidade de gente na rua, nos panelaços, no Congresso e principalmente no coração e na mente das pessoas.
A preguiça é a mãe de todos os vícios e pedir intervenção militar sem que o PT efetivamente tente dar um golpe ou sem um cenário de guerra civil é preguiça de trilhar um caminho mais difícil, porém mais correto.
Por isso antes de pensar em sair por aí com um cartaz cretino desses na mão, lembre de novo do desenho do Pica-Pau e tente alguma loucura que só prejudique a você mesmo, como descer as cataratas num barril.
Despenque à vontade, mas vá sozinho. Deixe o país fora disso.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Acabou o dinheiro

Hoje o ministro da fazenda disse que os recursos do governo acabaram. Simples, direto: o Brasil está quebrado. Ou eles avançam mais no bolso do cidadão ou daqui a pouco Dilma terá que vender os lençóis egípcios do palácio no Mercado Livre.
Joaquim Levy foi claro: "o cofre está vazio". Você poderia dizer "e agora?", mas a pergunta relevante é: quem esvaziou o cofre? Algum mágico? Ou foi o PT gastando o que podia e o que não podia, superfaturando, desviando e fazendo uma correria no dinheiro dos outros que esvaziou o cofre?

Porque esse papo de "é a crise, pague" é muito confortável para quem criou a crise. Desse jeito o Joaquim Levy fica parecendo um gerente de banco que vem te avisar que VOCÊ está endividado porque o VIZINHO gastou muito dinheiro pagando bebida para a sua turma do botequim.
A realidade é que o PT é como um vizinho que risca seu carro, rouba seu jornal, defeca no seu jardim e ainda te manda as contas de luz, gás e telefone pra pagar.
Nenhum país se quebra sozinho, é preciso muita competência em ser incompetente para isso.
"Acabou o dinheiro".
Obriguem a Dilma a andar por aí com uma placa com isso escrito pendurada no pescoço.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

O governo "do povo"

Tira dinheiro da saúde mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro da educação mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro da infra-estrutura mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro do seu bolso mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro da compra de mês mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro da casa própria mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro da sua conta de luz mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro do FGTS mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro dos pensionistas mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro das viúvas mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro dos aposentados mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro do emprego com carteira assinada mas não corta um cargo comissionado. Tira dinheiro até da sua poupança mas não corta um cargo comissionado.
Mas é o governo "do povo".

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


Sem família, sem escola, pera aí, vou ali matar alguém por causa disso.

Certíssimo o coeficiente.

Estão vendo porque o método Paulo Freire e a doutrinação nas escolas são piores do que a peste, a fome e a guerra?

Taí o resultado. Cérebros baldios produzidos em série.

O desprezo das "autoridades" pelas vítimas da violência

Um casal de médicos foi assaltado em Santa Catarina. Como os "especialistas" recomendam, entregaram tudo, mas o criminoso atirou neles mesmo assim, tirando a vida de Mirella.
No hospital seu corpo foi fotografado e a imagem espalhada pelas redes sociais. O vilipêndio de cadáver entrou na era do Facebook, mas isso nem é o pior.
Seu marido, Jaime, foi à Câmara dos Vereadores cobrar pela verba prometida para lidar com menores infratores e com a criminalidade na região. Foi aconselhado por uma "excelência" a não guardar amargor, porque ele não era especial, já que "muitas famílias passam pelo mesmo".
Essa é a essência da forma como 99,99% das "autoridades" lidam com os problemas do país: você, cidadão que os sustenta, NÃO É ESPECIAL.
Dane-se sua segurança, sua propriedade, seu direito de defesa e, mais importante de tudo, a sua vida. Você é um voto e um contribuinte. Fora disso, não presta para mais nada.
Ontem, 21 de maio de 2015, mais uma pessoa foi esfaqueada na praça Paris, no Rio de Janeiro. Mas tudo bem, ao invés de tomar alguma atitude enérgica e mudar MESMO essa junção de sócio-construtivismo com coitadismo que norteia a nossa sociedade, vamos organizar mais algum debate para entender como "crianças", "negros", "pobres" e "oprimidos" têm razão em sair por aí assassinando os outros porque a vida não lhes deu o quinhão que achavam que mereciam.
Repito, como sempre faço, que não existe criminoso criança, pobre ou negro, existe criminoso. Essa gente TEM QUE SER PUNIDA severamente.
Para quem gosta de falar tanto em justiça social, eu vou dizer o que é justiça social: é a sociedade sendo protegida pela lei. A lei diz que o Estado deve retornar em serviços o que toma em impostos. A lei protege a propriedade. A lei DEVE garantir o direito de defesa e, novamente mais importante do que tudo, a lei deve tratar a vida como um bem sagrado.
A médica de Santa Catarina, o ciclista do Rio de Janeiro, a mulher na praça Paris, a dentista em São Paulo, todos, sem exceção, são as ÚNICAS vítimas.
E estas vidas merecem uma resposta de todos. Não é proibindo armas brancas como quer a OAB - entidade que enquanto não está lucrando com a aplicação de provas e emissão de carteirinhas se especializa em defender apenas o que não presta - ou justificando tudo através da "exclusão" que nós vamos deixar que essas pessoas descansem em paz e suas famílias tenham uma satisfação e a certeza de que são, sim, especiais.
Não há o que conforte algo assim, mas não fazer nada é, ainda por cima, pisotear sobre os túmulos desses inocentes.
Link para a página "Somos Todos Mirella", peço, por favor, que prestigiem. Os bons devem se unir e dar um basta, nem que para isso precisemos colocar esse país inteiro abaixo:

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Sala de aula não é cartola de mágico

Um crime de grande repercussão transforma logo todo mundo em sociólogo, criminalista ou no Gandhi.
Existe um mito no Brasil de que uma sala de aula é uma tenda mágica que transforma criminosos bestiais em anjinhos que vão passar a seguir a lei. A educação, claro, transforma vidas e dá oportunidades, é necessária e importante para aqueles que só precisam de um empurrão - ou de quem não atrapalhe - para superar sua própria condição.
Mas aulas de português, inglês, espanhol, história, geografia, matemática e demais ciências em geral não vão demover uma mente criminosa de cometer crimes. Quem tira a vida de alguém por causa de um celular ou uma bicicleta só merece estar num tipo de instituição estatal: o presídio.
A pobreza ou a "sociedade capitalista" não são justificativas para alguém optar por tirar a vida de um semelhante. A maioria pobre deste e de tantos outros países não opta pelo crime, mas pela dureza do dia a dia com coragem. Essa merece oportunidade. O criminoso não é um negro criminoso, um adolescente criminoso, um pobre criminoso, assim como não é um branco, um adulto ou um rico criminoso. São apenas criminosos. Ponto.
Não interessa a cor da pele, o sexo, a idade, a história familiar, a situação financeira. Você não tem o direito de matar outra pessoa a menos que seja em legítima defesa. Ainda mais sendo reincidente.
Vários atenuantes podem ser previstos em lei, mas não existe atenuante possível para você roubar alguém, a pessoa entregar seus pertences sem reação como recomendam os "especialistas" em transformar a sociedade em cordeiro de abate, e ainda assim você esfaquear a pessoa. Por quê? Por diversão? Porque você pode? Porque sabe que a justiça do país é frouxa e sempre haverá quem relativize seu crime?
Existem pessoas que não são ressocializáveis, existem seres humanos irrecuperáveis. Para estes há duas opções: aliviá-los do peso da própria existência ou trancafiá-los onde não possam fazer mais nenhuma vítima.
Eu concordaria em resolver essa questão num plebiscito. Mas será que a esquerda concordaria?
Veja o caso do ciclista da Lagoa. É a 16ª passagem pela polícia do animal de 16 anos que o matou para roubar uma bicicleta. A média de um crime para cada ano de vida, mas temos que sentir pena dele?
Não. Precisamos proteger todos de gente como ele.
Imagine só: quando as pessoas se encherem de ser esfaqueadas e começarem a andar na rua armados com peixeiras, canivetes e estiletes, sabe qual será a solução mágica proposta pela esquerda? Proibir o comércio de facas.
Não ria, não é algo tão impossível assim.
Finalizando, é preciso que sociólogos, criminalistas ou Gandhis de ocasião entendam que a primeira preocupação de todos não deve ser com os motivos do coitadinho matar alguém ou o destino do coitadinho depois de matar alguém, mas com as pessoas que não merecem virar vítimas porque o país está muito ocupado discutindo enquanto os criminosos agem.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Punir é preciso

Leio que "dois adolescentes" esfaquearam e mataram um ciclista na Lagoa, Rio de Janeiro. Não, não foram dois "adolescentes", foram dois marginais, dois monstros, duas bestas-feras que continuarão soltas porque fazem parte do contingente de zumbis que a "justiça social" resolveu que são inimputáveis.
Outro dia eu estava assistindo ao programa da jornalista Greta Van Susteren que comentava a condenação à prisão perpétua do ex-jogador da NFL, Aaron Hernandez.
Dizia ela algo mais ou menos assim:
- A vida deste rapaz acabou. Eu já estive visitando um presídio desses e posso afirmar, aquilo não é vida. Mas não sinto pena dele, ele vai pagar pelas suas próprias escolhas.
A prisão onde o ex-astro do New England Patriots vai passar o resto da vida é equipada com celas onde o presidiário passa 23 horas por dia. Suas visitas são restritas, a comida é fornecida em três turnos e fora disso ele tem direito a gastar uma pequena quantia mensal que a família envia em uma cantina.
Há uma televisão com programação controlada, cama, mesa e uma latrina chumbadas no chão e, segundo o responsável pela segurança do presídio que foi entrevistado, a sensação constante que um presidiário ali experimenta é o tédio.
Não há programas de recreação, não há nenhuma atividade profissional, os banhos de chuveiro ocorrem a cada dois dias e a hora diária fora da cela é passada num caixote de concreto com uma grade no teto, sem contato com os outros presos.
O segurança terminou a reportagem dizendo:
- O objetivo aqui não é recuperar ninguém, é punir.
A princípio você, assim como eu, pode achar excessivo, mas pense bem, uma pessoa que estupra e/ou mata em série, que comete crimes bárbaros sem o menor sinal de arrependimento, que assassina alguém por causa de uma bicicleta ou um celular, esse tipo de lixo humano tem regeneração? Não perca tempo pensando, porque não tem.
Nesses casos a fronteira entre a humanidade e a bestialidade foi cruzada e este é um caminho sem volta. Cabe ao Estado, que já nos toma tanto, retirar esses marginais do convívio social.
O Brasil tem essa obsessão por "recuperar". Como se costurar bolas de futebol ou varrer o pátio da cadeia fosse transformar um psicopata em um cidadão seguidor das leis.
É preciso entender que há os que podem ser recuperados e há os casos perdidos. Não querem condenar à morte e poupar o pagador de impostos da despesa? Tudo bem. Mas gastem seu dinheiro direito e tranquem o marginal, sem chance de ver a luz do dia novamente.
Finalizando, idade é apenas um detalhe. Latrocínio, estupro, sequestro são crimes sem idade, quem os pratica merece punição severa independente de ter 30, 20, 16 ou 12 anos. A natureza hedionda do crime deve determinar a punição.
Criem um sistema onde o júri possa declarar o réu maior de idade dependendo do crime. Aumentem a capacidade do sistema carcerário. Só não venham dizer de novo e de novo para as vítimas que a culpa é delas ou da sociedade.
Não enquanto seus algozes continuam soltos por aí, não enquanto forem elas que morrerem diariamente na mão dos "coitadinhos".
Chega. Chega MESMO.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O jogo do oprimido

Se a razão fosse um videogame, funcionaria mais ou menos assim:
Mulher, acrescente 100 pontos.
Mulher trans (nasceu homem, é homem, mas diz que não é), acrescente mais 100 pontos.
Mulher trans-lésbica, mais 200 pontos.
Mulher trans-lésbica, feminista, combo de 500 pontos.
Mulher trans-lésbica, feminista e negra, some 1000 pontos.
Mulher trans-lésbica, feminista, negra, pobre, mais 200.
Mulher trans-lésbica, feminista, negra, pobre e favelada, toma mais 300 pontos aí.
Mulher trans-lésbica, feminista, negra, pobre, favelada e cotista, mais 100 pontos pro cofrinho.
Mulher trans-lésbica feminista negra, pobre, favelada, cotista e vegetariana, opa, parabéns! Vale mais 500 pontos.
Mulher trans-lésbica, feminista, negra, pobre, favelada, cotista e vegetariana que já tomou dura da polícia, mais 500.
Mulher trans-lésbica feminista negra pobre, favelada, cotista e vegetariana que já tomou dura da polícia NA ENTRADA DA FAVELA, você acaba de ganhar munição ilimitada.
Mulher trans-lésbica feminista, negra, pobre, favelada, cotista e vegetariana que já tomou dura da polícia na entrada da favela e carregava maconha na bolsa, você virou socióloga automaticamente mesmo sem nunca ter cursado uma universidade.
Mulher trans-lésbica, feminista, negra, pobre, favelada, cotista e vegetariana que já tomou dura da polícia na entrada da favela, carregava maconha na bolsa e voltava da reunião do coletivo de bicicleta, parabéns!
Você tem a capa invisível da imortalidade e da razão. Você pode opinar a merda que for em debates sobre liberação de drogas, maioridade penal, imigração, médicos cubanos, a questão racial no Brasil, voto distrital, paredões do BBB, a dança dos famosos e até decretar a revogação completa das leis de Newton, porque sempre haverá um homem, hétero, branco de classe média, que tem varanda gourmet, passou na federal porque estudou em colégios caros e anda numa "bike" de três mil reais, usa barba mas ainda assim parece um fresco que vai te dar razão.
Se não alguém vai surgir voando com uma capa onde se lê "Super Justiça Social" para mandar o opressor calar a boca.
Afinal, quando você fala, o mundo tem que ficar quieto.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A corte dos nobres da República e a previdência dos outros

Leio o seguinte no Globo: projeto de lei concede auxílio-educação de até R$ 2.860,41 para desembargadores e servidores com até três filhos entre 8 e 24 anos.
Primeiro o espanto: então um filho de desembargador com VINTE E QUATRO ANOS não tem como trabalhar e pagar os próprios estudos? Precisa ficar pendurado no meu bolso?
Só isso já seria imoral, mas o pior não é nem isso, por incrível que pareça.
Na mesma edição do jornal, em letras garrafais logo na capa, o destaque é para o "impacto" que as aposentadorias do INSS causam aos cofres públicos e como isso é um "perigo" para as contas do país.
A preocupação de PT, PSDB, economistas em geral e jornalistas é como o país vai pagar por isso. Vejamos: depois de um tempo de "contribuição" homens e mulheres podem requerer sua aposentadoria por tempo de serviço (parentese aqui para lembrar que feministas que defendem direitos iguais não reclamam das mulheres poderem se aposentar ANTES dos homens).
Depois de 35 anos de trabalho (homens) ou 30 (mulheres) os cidadãos fazem cálculos (que com o fator previdenciário geram perdas de até 45%) para saber quanto tem direito a receber. Quem contribui sobre um valor médio de R$ 2 mil passa a receber entre R$ 1.084 até R$ 1.700 por mês, como se nota, uma "fortuna" para mais de 30 anos de trabalho.
E é isso que vai quebrar o país?
Só para dar uma idéia, os mesmos desembargadores que terão direito a auxílio para o estudo dos seus bebês de 24 anos ganham em torno de R$ 25 mil mensais - fora os penduricalhos - dependendo do estado em que atuem.
Senadores, deputados, governadores, funcionários públicos e barnabés das mais diferentes esferas ganham em média muito mais do que R$ 1.700 por mês. E quando se aposentam não ficam pobres, pelo contrário.
De acordo com informações do portal transparência do Poder Judiciário, um desembargador aposentado, que tem como remuneração base R$ 24.117,64, recebe “vantagens pessoais” na ordem de R$ 11.657,54 e também “vantagens eventuais” de R$ 28.539,89.
Pergunto de novo: sabendo disso tudo, será mesmo que é a MERRECA que o INSS paga ao cidadão pagador de impostos que não se imiscuiu na farra do serviço público que pesa nos cofres do país?
O deboche já começa quando chamam algo pelo qual você pagou a vida inteira de "benefício", mas chega às raias do cuspe na cara quando dizem que DEVOLVER O SEU DINHEIRO é o problema e não o tanto que eles sugam em roubos e mordomias.
Podem ficar despreocupados com a previdência, excelências, o dinheiro é nosso mesmo. Assim como esse que sustenta todos os luxos da corte das bananas.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Não é pelos pobres coisa nenhuma

Crédito escasso e mais caro para a casa própria, juros do cartão de crédito chegando a bater 800% em alguns casos, cortes no Pronatec, cortes no FIES, instituições de ensino federais fechando e entrando em greve por falta de verba para segurança e manutenção, demissões, vendas despencando, inflação, cesta básica mais cara, alta de impostos, taxas e combustíveis, saúde abandonada, canteiros de obras em ruínas, sistema de transporte de massa ruim e caro, corrupção endêmica, o pobre endividado, o pobre sem casa própria, o pobre com medo, o pobre continuando pobre.
Convenhamos, a essa altura com o pobre só se ferrando e você aí continuando a defender o PT já dá pra cravar que o interesse não é o pobre, né, irmãozinho?
Continue sendo petista, continue votando 13 - afinal, dane-se o país, né? - mas não diga que é pelos outros.
É por você mesmo. Pela sua safadeza, pela sua cretinice, pela sua teimosia, pela sua vagabundagem, pelo seu orgulho, pelo seu interesse.
Deixe os pobres fora disso.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Não, quem bate panela não apóia a escravidão

A rede de lojas Zara foi autuada novamente por não cumprir um acordo em que se comprometia a não recorrer mais ao trabalho escravo em qualquer parte da sua cadeia de produção.
Não preciso dizer que uma companhia espanhola que ainda pensa que está na época do Tratado de Tordesilhas deveria ser simplesmente falida por decreto, ter bens confiscados para pagar indenizações e ser expulsa do país, para servir de exemplo, tal punição seria até branda.
Mas o assunto é outro.
Alguém compartilhou essa notícia na timeline do amigo de um amigo de um amigo com o seguinte comentário: "bater panela é mole, quero ver deixar de comprar na Zara".
Juro que não sei como a lógica rombuda de tal afirmação não envergonha automaticamente quem a faz, mas virou moda entre petistas convictos, comprados e envergonhados justificar a roubalheira do partido usando gente que fura fila ou cola chiclete na poltrona do cinema. Para isso vivem repetindo absurdos como: "bate panela contra a Dilma mas não dá bom dia pro porteiro" e "fala da corrupção do PT mas colava na prova no colégio".
Digamos que uma coisa justificasse a outra - como se Auschwitz fosse automaticamente absolvido porque israelenses colocam muita pimenta na comida -, como poderíamos verificar?
Todo petista que repete essa bobagem já bateu na porta da casa de cada um dos milhões que bateram panelas ou saíram às ruas para verificar se eles jogam guimba de cigarro no chão?
Qual método científico foi utilizado para auferir se todos os que fazem parte dos 70% que rejeitam a organização criminosa com registro partidário olham pra mulher do vizinho ou soltam pum no elevador e colocam a culpa no cachorro?
Sinceramente creio que a maioria das pessoas que se levantam contra o governo corrupto e incompetente de Dilma Rousseff com certeza deixaria de comprar num lugar que pratica trabalho escravo.
Também não tenho como provar, mas é uma suspeita, já que caso contrário provavelmente votariam sem problemas no partido que ganha eleições fazendo terrorismo contra famintos, o que não deixa de ser outra forma de escravidão.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"



- Queria ler algo diferente do habitual, tenho lido muita coisa sobre socialismo, comunismo, coletivismo, já sei, vou ler GRAMSCI!

A tia Morena está cada dia mais auto-explicativa.

Fachin é uma farsa

Foi descoberto que um site criado para apoiar a candidatura do petista e entusiasta do MST, Luiz Edson Fachin, ao STF foi pago por um publicitário do PT.
O sempre atento Luciano Ayan deu a notícia em primeira mão e logo vários portais mostravam mais uma fajutice da companheirada. O site "fachinsim.com.br" foi registado pelo designer Renato Rojas, da agência Pepper, responsável pela Agência PT de Notícias e que atuou nas redes sociais naquela campanha limpíssima e de alto nível de Dilma.
A história é mais ou menos a mesma dos robôs pagos pelo partido para simular apoio popular em caixas de comentários de sites de notícias e nas redes sociais: paga-se para mostrar que se tem o que não tem.
Na falta de militantes de verdade entram perfis automatizados hospedados no exterior que manipulam trending topics e dão a impressão de uma "disputa" que não existe, já que o PT é rejeitado por 70% da população brasileira.
Este site em apoio ao amigão do Álvaro Dias - senador do PSDB que por provincianismo ou algo pior mandou seu eleitorado às favas e chega a bloquear nas redes sociais quem OUSA questionar seu apoio ao nome do candidato bolivariano ao STF - segue a mesma linha: simular um apoio popular que não existe.
Isso presta para amanhã um jornalista companheiro colocar que a internet está polarizada em torno do nome de Fachin, enganando senadores, quando na verdade a rejeição é avassaladora: fosse o Senado uma rede social e o paranaense não seria aprovado nem para zelador de prédio.
Dilma já convidou Renan para fazer um passeio de avião com ela e assim pressionar o senador (ou seria pre$$sionar?). Ricardo Lewandowski rebaixou um pouco mais a própria toga e virou cabo eleitoral do homem que pode formar junto com ele, Dias Toffoli e Teori Zavascki, o STF do V, de Venezuela.
Lula também entrou na parada e lança mão de seus recursos políticos sempre muito limpos e que não dão prejuízo ao país e finalmente a rede petista paga com o dinheiro dos outros entrou na parada para fingir que existe alguém fora do próprio PT - e da cabeça de Álvaro Dias, o petista de plumas - que apoia Fachin.
O que fica de exemplo deste episódio é que mais uma vez o PT recorre a subterfúgios para tentar impor sua vontade ao país. Não bastaram as mentiras, calúnias, boatos e baixarias da campanha de 2014, agora a ordem na seita é aprovar o nome de Fachin custe o que custar.
Virou vício. O PT não sabe mais disputar nada sem apelar para mentira, trapaça, jogo sujo. Se não fizerem trampa não sabem o que fazer. E o fato de aceitar que esse tipo de coisa seja feita em seu nome diz tanto sobre Fachin - que hoje jura que será isento no STF - quanto dizia sobre Dilma Rousseff na campanha de 2014, quando prometeu que não faria tudo o que veio a fazer depois.
Acredita quem quiser. Ou quem tiver outros interesses que não sejam os do país em primeiro lugar.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Eleições aqui e lá

Horas depois de encerrada a votação nas eleições gerais no Reino Unido (07/05/2015), o país ainda não conhecia o resultado final. Como o voto é distrital, os resultados iam chegando aos poucos, conforme as cédulas de papel eram contabilizadas.
Outros países desenvolvidos como Alemanha, França e Bélgica também não confiam o resultado de suas eleições exclusivamente ao voto eletrônico. Mas pra que exagerar e citar apenas esses? Nem o EQUADOR achou prudente utilizar as geringonças brasileiras e adotou modelos de segunda geração que imprimem um comprovante para recontagem posterior.
sabendo disso, podemos ter duas reações. A primeira é achar que o mundo é mesmo muito atrasado e que todos ainda chegarão nesse grau de excelência brasileiro, onde o Toffoli trancado com os resultados numa sala proclama Dilma vencedora em poucas horas e o resto da macacada que acredite no resultado.
A segunda é ver que se algo só existe no Brasil - note que nem a VENEZUELA tem a cara de pau de utilizar apenas o voto eletrônico sem comprovante em papel - e não é jabuticaba, com certeza é alguma saúva genética e politicamente modificada, logo é melhor se livrar dela.
Para se ter uma idéia, já existem urnas eletrônicas de terceira geração onde o voto é escaneado e criptografado com recursos técnicos que permitem ao próprio eleitor acompanhar e conferir a correta apuração do seu voto, independente de confiar no software. O voto pode ser acompanhado como "contado e não modificado", mas não é possível o eleitor usar o sistema para "provar em quem votou", garantindo sigilo absoluto.
Mas com certeza seria atraso demais, né? Vai que fazem chantagem com o eleitor em troca de alguma bolsa, logo no Brasil, país onde nunca aconteceu isso?
Finalizando e mudando só um pouco de assunto, a eleição do Reino Unido deu aos Conservadores de David Cameron uma vitória maiúscula. O massacre foi tão grande que num intervalo de 48 minutos os líderes de três partidos opositores renunciaram aos seus postos.
Aqui no Brasil dirão "o perigo do atraso e do conservadorismo assola também o Reino Unido", já que para nossa imprensa companheira e nossa academia presa no século XIX, progressismo é o MST, a CUT, o Lula alterado berrando num palanque e um governo que loteia estatais e quebra o país.
Com esse resultado no Reino Unido, vemos o cenário mais ou menos assim: Israel, conservador. Reino Unido, conservador. Alemanha, conservador. Canadá, conservador.
Mas ohhhhh, conservadores são um "atraso". Bom mesmo são esses colossos de desenvolvimento e democracia como Venezuela, Bolívia, Equador.
E - por que não? - o Brasil.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Imprensa isenta é ilusão (ou mau-caratismo)

Nos Estados Unidos e na Inglaterra (deve haver mais países, mas falo destes dois porque acompanho sua política mais de perto) os veículos de imprensa não só têm preferência por um ou outro partido como declaram apoio abertamente nas eleições.

O brasileiro médio, entorpecido pelas próprias ilusões, realmente acredita na existência de algo como uma imprensa isenta. Daí se irrita com a Globo, com a Veja e acredita mesmo que a tal "mídia progressista" quer apenas defender os interesses do povo contra as tais grandes corporações.

Quero ver essa gente viver de blog depois que o PT sair do governo.

Mas o fato é que não existe isenção e nem deve existir. Ser "isentão" o tempo todo é como ver o "outro lado" de uma história onde só um deles é errado. É procurar os defensores da varíola para falar contra a medicina e assim não ser tendencioso.

Exagero? Claro, mas nem tanto, nem tanto.

Hoje no Brasil existe um e só um partido que assalta o erário público e possui planos de eternização no poder, com recurso à violência e à supressão de liberdades para chegar a este objetivo. Para eles, a lei só vale para os adversários. Caminhoneiros fechando estradas? Força Nacional e porrada neles! O MST fechando estradas e incendiando pedágios e destruindo propriedades e agredindo pessoas? Ah, a récua a soldo do companheiro Stedile pode tudo.

Logo é totalmente plausível condenar a violência excessiva da polícia do Beto Richa, mas é pilantragem intelectual comparar a situação do Paraná com o exército de ocupação que o PT representa na estrutura pública do Brasil.

Não há como tratar coisas tão diferentes como iguais, só mesmo na cabeça idiotizada de militantes, nas mentes malandras da companheirada que vive como uma corte de Luis XVI e na imprensa companheira, saudosa dos tempos em que ser esquerdopata estava na moda.

Por mais que o PSDB e demais partidos de oposição tenham defeitos - e os tem aos montes - nada hoje se compara à destruição provocada pelo PT. Isso é um fato, contestar isso é procurar o "outro lado" que defende a revogação da lei da gravidade.

Por isso tem muito colunista político brasileiro que acha que brincar de pêndulo é ser isento. Bate no PT hoje e daí a uns dias dá uns tapas no PSDB, só pra se limpar.

Só dois tipos de pessoas acreditam que isso é isenção: gente tapada demais ou gente esperta demais. Em ambos os casos, só há um beneficiado por isso: a varíola, quer dizer, o PT.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Sobre o programa do PT na TV




- Há 500 anos que...pléin, pléin, pléin, e nunca antes na his...pléin, pléin, pléin, hoje o pobre anda de...pléin, pléin, pléin.

Petistas falavam e tudo o que eu ouvia era pléin, pléin, pléin. 

Convenhamos, melhor do que as lorotas preparadas pelo João Santana para serem contadas pelos Pinóquios do PT.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Valente contra cristão, covarde contra muçulmano

(Clique na imagem para ampliá-la)


Um concurso de caricaturas de Maomé terminou com um tiroteio e dois terroristas muçulmanos mortos no Texas, Estados Unidos, neste domingo 3 de maio de 2015. 

Como todo mundo sabe, para os muçulmanos a religião deles deve ser respeitada a todo custo, enquanto a dos outros não vale nada (se duvida de mim procure no Google o que fazem com cristãos na Arábia Saudita). Logo a resposta adequada para uma caricatura de Maomé na concepção deles é matar a pessoa que fez o desenho.

Sorte que no Texas a turma do bem ainda não chegou, então o desarmamento não transformou cidadãos em alvos e os psicopatas molestadores de cabras foram encontrar suas 72 virgens mais cedo. Don't mess with Texas, já diz o aviso.

Em frente.

A notícia foi publicada por sites e portais brasileiros, gerando um tsunami de chorume nos comentários. Antes de começar a transcrever alguns deles, permita-me lembrar um dado: o Brasil é o país onde a menor menção de religião é recebida com berros de "o Estado é laico!" e onde não achar "normal" que feministas façam sodomia com imagens religiosas num evento com a presença do Papa é considerado "coisa de fundamentalista religioso".

Fica então esclarecido que afrontar o cristianismo, com especial atenção ao vilipêndio do catolicismo, é coisa não só tolerada como estimulada, afinal, "a religião dos outros não pode se meter na vida dos 'ativistas'".

Só que quando o assunto é o islã, queridinho dos doutrinadores de esquerda pelo simples fato de ser "inimigo" de Israel e dos Estados Unidos, tudo muda. Vamos então ao que disseram os inteligentes, ponderados, independentes e valentes brasileiros sobre o tiroteio:

- "Melhor não desenhar Maomé".
- "O atentado ao Charlie Hebdo mostrou do que eles são capazes (...) esses babacas americanos não compreenderam a mensagem".
- "Nego sabe que vai dar merda e insiste".
- "Respeitem a religião alheia".
- "GOSTAM DE ZOMBAR AGUENTEM AS CONSEQUÊNCIAS"(SIC).
- "Não respeita na paz, respeita na base da BALAAAA".
- "É pedir pra levar bala mesmo".
- "Porra, deixa Maomé quieto na dele...é sagrado pros caras...".
- "A liberdade de expressão acaba quando ofende os outros".

Esses são apenas alguns comentários, tem muito mais na página do Facebook do Globo (alguns estão na imagem que acompanha esse texto).

Mas o que se depreende disso? Primeiro que o brasileiro está sendo doutrinado para virar um bunda mole que enfia a viola no saco caso do outro lado alguém grite mais alto e ameace. Depois, que a ditadura dos ofendidos deixou sequelas no já combalido raciocínio do brasileiro médio: hoje o maior valor a ser defendido não é a liberdade, mas "não ofender" quem se ofende com qualquer coisa.

Fora isso aprendemos que o recurso à violência contra quem faz algo com o qual você não concorde - uma das bases do pensamento esquerdista - se tornou parte do modo de pensar nacional. O brasileiro realmente acredita que alguém que diga ou faça algo que o desagrade merece ser agredido, fuzilado, eliminado. Isso na terra da "tolerância" e do "mais amor, por favor".

Tudo bem que negros, mulheres, gays, muçulmanos e demais bezerros de ouro do "progressismo" possuem uma espécie de salvo-conduto para agir com truculência, porque "quando o oprimido fala, o opressor se cala". Mas não deixa de ser curioso que gente tão apaixonada pela "diversidade" e pelo "multiculturalismo" se renda tão facilmente ao atraso, mesmo para os seus padrões, que representa o radicalismo inerente ao islâ.

A lógica segundo a qual desenhar Maomé justifica tentar matar pessoas poderia até ensinar algo aos cristãos: sejam menos renovação carismática e mais cruzadas. A porrada gera o respeito.

Mas na verdade devemos pensar um pouco mais além: não se render ao politicamente correto, à ditadura dos oprimidos e muito menos a terroristas lunáticos que tentam impor ao mundo sua visão e seus valores.

A nome do jogo não é distribuir porrada, mas devolver porrada. Duas vezes mais forte, até que o outro lado entenda - por mal mesmo, se for preciso - que não tem como vencer essa guerra.

O Texas mostrou como se faz.