segunda-feira, 11 de maio de 2015

Fachin é uma farsa

Foi descoberto que um site criado para apoiar a candidatura do petista e entusiasta do MST, Luiz Edson Fachin, ao STF foi pago por um publicitário do PT.
O sempre atento Luciano Ayan deu a notícia em primeira mão e logo vários portais mostravam mais uma fajutice da companheirada. O site "fachinsim.com.br" foi registado pelo designer Renato Rojas, da agência Pepper, responsável pela Agência PT de Notícias e que atuou nas redes sociais naquela campanha limpíssima e de alto nível de Dilma.
A história é mais ou menos a mesma dos robôs pagos pelo partido para simular apoio popular em caixas de comentários de sites de notícias e nas redes sociais: paga-se para mostrar que se tem o que não tem.
Na falta de militantes de verdade entram perfis automatizados hospedados no exterior que manipulam trending topics e dão a impressão de uma "disputa" que não existe, já que o PT é rejeitado por 70% da população brasileira.
Este site em apoio ao amigão do Álvaro Dias - senador do PSDB que por provincianismo ou algo pior mandou seu eleitorado às favas e chega a bloquear nas redes sociais quem OUSA questionar seu apoio ao nome do candidato bolivariano ao STF - segue a mesma linha: simular um apoio popular que não existe.
Isso presta para amanhã um jornalista companheiro colocar que a internet está polarizada em torno do nome de Fachin, enganando senadores, quando na verdade a rejeição é avassaladora: fosse o Senado uma rede social e o paranaense não seria aprovado nem para zelador de prédio.
Dilma já convidou Renan para fazer um passeio de avião com ela e assim pressionar o senador (ou seria pre$$sionar?). Ricardo Lewandowski rebaixou um pouco mais a própria toga e virou cabo eleitoral do homem que pode formar junto com ele, Dias Toffoli e Teori Zavascki, o STF do V, de Venezuela.
Lula também entrou na parada e lança mão de seus recursos políticos sempre muito limpos e que não dão prejuízo ao país e finalmente a rede petista paga com o dinheiro dos outros entrou na parada para fingir que existe alguém fora do próprio PT - e da cabeça de Álvaro Dias, o petista de plumas - que apoia Fachin.
O que fica de exemplo deste episódio é que mais uma vez o PT recorre a subterfúgios para tentar impor sua vontade ao país. Não bastaram as mentiras, calúnias, boatos e baixarias da campanha de 2014, agora a ordem na seita é aprovar o nome de Fachin custe o que custar.
Virou vício. O PT não sabe mais disputar nada sem apelar para mentira, trapaça, jogo sujo. Se não fizerem trampa não sabem o que fazer. E o fato de aceitar que esse tipo de coisa seja feita em seu nome diz tanto sobre Fachin - que hoje jura que será isento no STF - quanto dizia sobre Dilma Rousseff na campanha de 2014, quando prometeu que não faria tudo o que veio a fazer depois.
Acredita quem quiser. Ou quem tiver outros interesses que não sejam os do país em primeiro lugar.
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