quinta-feira, 23 de julho de 2015

Macacos me mordam, mas não me operem


Você quer saber como o país chegou neste cenário? Nessa situação de "filme de terror" conforme o Financial Times descreveu o segundo mandato de Dilma Rousseff?

É simples e não precisa ser cientista político, economista, sociólogo, filósofo ou engenheiro espacial, basta ter imaginação e pensar numa sala de cirurgia onde um neurocirurgião realiza uma delicada operação.

De repente acaba o tempo que ele tinha para operar e chamam um babuíno (ou chimpanzé, você escolhe) viciado em tubaína para o seu lugar.

A cirurgia ia muito bem até ali, o foco da doença fora removido, os sinais melhoraram e faltava apenas estabilizar o paciente e fechar o acesso cirúrgico. Algo fácil, desde que você entenda de neurocirurgia, o que não era o caso do babuíno (ou chimpanzé, você escolhe).

O macaco preferiu roubar a touca de uma enfermeira, se pendurar na luz de foco da sala, jogar os instrumentos no chão, dar um show e depois ainda chamou um outro macaco (ou macaca, você escolhe) para "dar continuidade" à sua brilhante cirurgia.

Lógico que o paciente descompensou. Lógico que só podia dar em filme de terror. 
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