segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A maior qualidade de Dilma é não ter qualidade nenhuma



Dilma Rousseff é, para todos os efeitos, a pior presidente da história do país. Taxas de crescimento, desemprego, queda da produção industrial, iminente perda do grau de investimento, infra-estrutura sucateada e superfaturada, governo inchado de parasitas que sugam todo o dinheiro do pagador de impostos. Não faltam dados desastrosos para provar como a ex-presidente em exercício pilota um Titanic.

O problema é que estamos dentro do navio e a orquestra não quer saber de nada, toca até baião em troca de mortadela.

E nem é só isso. Se há - e há - uma crise econômica sem precedentes, há também uma crise política que parece uma bomba prestes a estourar. Se a articulação do governo no Congresso fosse entregue ao ISIS, os terroristas seguidores de Maomé cortariam todas as cabeças e resolveriam o problema.

Se fosse entregue aos Trapalhões, a crise acabaria matando todos de rir. Só que Dilma não é corajosa - ao contrário do que o mito criado em torno do seu tempo como terrorista quer fazer os outros pensarem - e nem engraçada. É apenas uma péssima governante que não tem aptidão para a política. 

Essa que é a comandante do Titanic não gosta de navios, sente enjôo no mar, não entende nada de ventos ou tempestades, dorme se tentar ler uma carta de navegação e só pega num timão se for para bater com ele na cabeça de algum subordinado.

Alguns políticos são ótimos gerentes, outros são carismáticos, alguns possuem as duas características e por isso entram para a história. Dilma entrará para a história por não possuir nenhuma delas.

Mas mesmo assim, mesmo não servindo para sorrir para os eleitores, mesmo sem conseguir contar piadas e casos sem que pareça que ela está tendo um ataque, mesmo não prestando para planejar e executar nada, ou seja, mesmo sendo uma toupeira, a sua boçalidade é o melhor que poderia acontecer para o Brasil.

Porque, para o país, a maior qualidade da Dilma é ser uma toupeira. Imagine você uma incompetente, mitômana e autoritária como ela se ainda por cima fosse inteligente.

A maior obra de Dilma é a implosão do lulopetismo. Devemos esse agradecimento á ela.

domingo, 30 de agosto de 2015

O paraíso da bandidagem (na rua e nos palácios)

(Clique na imagem para ampliá-la)


Que "cidade maravilhosa" essa administrada pelo Luiz Fernando Pezão e pelo Eduardo Paes, os excelentes governantes da capital olímpica cercada de coliformes fecais, lixo, poluição do ar, favelas e bandidos.

A situação é tão ridícula que apenas num site criado para denunciar roubos de bicicleta pude contar dezenas de assaltos no Aterro do Flamengo, área considerada "nobre" e "turística". 

Nenhum bandido foi preso, nenhuma bicicleta recuperada. A título de curiosidade, nesta mesma região todo final de semana ocorrem blitzes da polícia para multar e rebocar carros com o IPVA atrasado. Aí eles não falham nunca.

Mas adiante.

Na cidade toda são mais de 400 roubos registrados somente neste site, com relatos que vão desde agressões físicas até bandos de marginais armados de facas e, pasme, ESPETOS DE CHURRASCO em plena luz do dia, aterrorizando e roubando pertences das pessoas.

O Rio de Janeiro é um lugarzinho tão miserável, retrato perfeito da maioria do país, que você não tem o direito de ter e nem de usar nada.

Se vai de ônibus passa desconforto e é destratado por motoristas que mais parecem cavalgaduras. Se vai de metrô ou de trem ficará mais apertado do que bunda em calça de strech. Se resolver tirar o carro da garagem permanecerá preso em engarrafamentos infernais e será achacado pelos "agentes da lei", sem contar que vai ter que arrumar um segundo emprego só para pagar a despesa com o estacionamento.

Nos táxis eles cobram o preço que bem entendem e ainda pensam que você está de carona. Por falar em pensar, nem pense em chamar o Uber, porque os sindicatos, os vereadores e o prefeitinho dizem que o transporte é "pirata".

Realmente, algo que presta um serviço decente a preços justos só pode ser mesmo considerado "pirata" na cidade da bandalheira.

Pra terminar se você vai de bicicleta deve evitar a ciclovia, porque esta pertence aos bandidos. O problema é que se usar as ruas fatalmente será atropelado no trânsito caótico.

Mas o importante é defender os direitos humanos, não constranger pessoas que perambulam pelas ruas bêbadas, tomando banho e morando nas praças, semi-nuas ou consumindo drogas, ter noção de que isso é um "problema social" que "só se resolve com educação" e finalmente, fazer de tudo - inclusive mentir, distorcer e falsificar dados e estatísticas - para manter o estatuto do desarmamento em vigor, porque imagine que horror se um cidadão saca um revólver e mata um ladrão que o está ameaçando com outra arma.


Ladrão que protege ladrão, se candidata na eleição.

Ah sim, não se esqueça de votar e pagar seus impostos em dia.

Link para o site: http://www.bicicletasroubadas.com.br/

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Os brasileiros que anunciaram um novo dia


Em janeiro de 2013, o PT ainda tentava manter as aparências de partido político e organizou em Brasília, numa galeteria, um jantar para arrecadar dinheiro para seus companheiros mensaleiros.

Naquele árido e sombrio período, quando o Brasil ainda se entregava ao canto da sereia bêbada e com língua presa do líder da seita, levantar-se contra o partido era mais do que um ato de contestação, mas um ato de coragem, que poderia submeter a pessoa aos constrangimentos, ofensas, perseguições e agressões que sempre foram direcionados aos adversários do partido.

Só que tudo tem um começo e assim como os 20 do MASP - cidadãos não aparelhados que se reuniram naquele mesmo ano de 2013 e foram precursores das multitudinárias manifestações de 2015 - uma corajosa advogada chamada Marília Gabriela Ferreira foi, junto com alguns poucos cidadãos, para a frente do restaurante onde a famíglia petista se reunia e, sozinha, empunhou um cartaz que dizia "Querem ajudar seus amigos? Dividam com eles parte da pena restritiva de liberdade".

Mal sabia a doutora que o petrolão levaria vários petistas a compartilhar o destino dos mensaleiros dentro da jaula e que alguns daqueles protagonistas do golpe que o PT promoveu contra a democracia ao comprar votos no Congresso voltariam para a tranca de onde nunca deveriam ter saído.

Mal sabia também que a incompetência e inaptidão de Dilma Rousseff, junto com a malandragem de Lula, as mentiras e difamações do PT e o apetite da companheirada pelo dinheiro dos outros levariam um país inteiro a juntar-se a ela.

Marília não está mais só, hoje ela é milhões e milhões que não aceitam mais serem feitos de reféns de um projeto de poder corrupto e autoritário e que resolveram decretar que se nenhuma noite dura para sempre, é tempo do dia clarear novamente.

Ao PT e seus apaniguados, as catacumbas da história. Aos heróis que iniciaram a marcha que pode por um fim à Era da Mediocridade, o nosso eterno reconhecimento.

Obrigado, Dra. Marília.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Jerusalém e Palmira: quanta diferença


Vamos falar sobre "multiculturalismo", sobre a "terrível" existência de Israel e sobre a "religião da paz".

Muito bem, depois do domínio britânico e alguns conflitos, Israel passou a zelar por toda Jerusalém. 

Não vou entrar aqui em minúcias da história de uma cidade que data do 4º milênio a.C., o que precisamos saber no momento é: há 48 anos a polícia e as Forças de Defesa de Israel patrulham e guardam esta que é a terra santa de três grandes religiões.

Num espaço pequeno, dentro da já diminuta cidade velha, convivem o Muro das Lamentações, local sagrado dos judeus, a Mesquita de Al-Aqsa, terceiro lugar mais sagrado dos muçulmanos e a Igreja do Santo Sepulcro, local sagrado para cristãos.

Estive em Jerusalém e posso afirmar: lá você tem total liberdade não só de visitar os locais sagrados como, se for o caso, de rezar naquele que corresponde à sua religião sem o MENOR constrangimento por parte de quem quer que seja.

A cidade permanece aberta para todos e, tirando algumas medidas de segurança necessárias a um local tão visado por terroristas, você andará por onde quiser com a mesma sensação: de que é bem-vindo ali e de que pode sentir-se seguro.

Agora vejamos outra cidade histórica - obviamente sem chegar nem perto da importância, imponência e significado que tem Jerusalém - que é a cidade de Palmira, na Síria. 

Fundada no 3º milênio a.C., foi uma cidade-estado tão importante que chegou a achar que poderia desafiar o Império Romano. Derrotada numa guerra com Roma, passou a ser uma cidade daquele império e adotou um estilo de vida correspondente.

Possui edifícios públicos e sítios arqueológicos considerados patrimônio da humanidade e está, desde maio de 2015, ou seja, há mais ou menos três meses, sob domínio do ISIS, grupo terrorista muçulmano que deseja implantar um "califado" na região e viver de acordo com sua leitura do alcorão.

Pois alguns desses tesouros arquitetônicos já foram destruídos pelos tarados maometanos e nenhuma pessoa de outra religião deve ousar chegar perto do local, sob pena de ser morto a tiros ou explodir pelos ares ou ser queimado vivo ou ser jogado do alto de um prédio, entre outras formas de execução.

Você pode dizer: ah, mas é o ISIS, o ISIS não representa o islã.

Pergunte então sobre as igrejas da Arábia Saudita ou quantas sinagogas existem em Teerã. No Paquistão a destruição de igrejas é legalizada sob o manto da “Lei contra a Blasfêmia”, na Turquia um cristão convertido é acusado de "insultar a identidade turca" e somente em 2010 um tribunal europeu ordenou que o país deixasse de identificar a religião nas carteiras de identidade.

Exemplos de intolerância, perseguição, tortura e genocídio não faltam, mas a imprensa ocidental - sempre de cócoras - prefere denunciar Israel, onde apesar de haver, sim, uma minoria ortodoxa intolerante, há liberdade religiosa plena e total, amparada pelas leis.

E você nem precisa concordar comigo, basta não lutar contra fatos como este: se Palmira estivesse ocupada pelas Forças de Defesa de Israel, nada teria sido destruído e você poderia, amanhã, se quisesse, viajar para lá a turismo.

Mas como é a turma da "religião da paz" que anda por lá, você não pode. E nem deve.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Curriculum vitae, Dilma Vana Rousseff




Dilma Rousseff, sabe-se lá por que ironia ou castigo do destino, é a 36ª presidente do Brasil. 

Aliás, sabe-se lá não, porque as causas são conhecidas e envolvem mentira, difamação de adversários, campanhas milionárias regadas a dinheiro suspeito, bolha de consumo e a popularidade de um sujeito ególatra e autoritário que resolveu instalar um fantoche na presidência, para continuar mandando.

Mas isso é notório, qualquer um que vive e encara a crise que o lulopetismo jogou o país sabe que Dilma não é apenas péssima oradora, mas também uma péssima governante que possui todos os defeitos dos medíocres: a arrogância, a teimosia, a soberba.

Chegou ali, veja você, depois da seguinte trajetória: terrorista na época do regime militar, secretária de fazenda apagada da prefeitura de Porto Alegre, presidente de uma estatal gaúcha por favor prestado ao marido, secretária de Minas e Energia que não sabia diferenciar uma pilha de uma bateria, ministra das Minas e Energia do governo Lula que não conseguia nem mesmo operar um ventilador de teto, ministra da Casa Civil substituindo o mensaleiro e presidiário José Dirceu.

Depois disso ainda deu lugar à amigona Erenice Guerra, enxotada da Casa Civil depois de transformar o órgão numa loja de secos e molhados da sua família. Foi candidata criada por Lula para esquentar a cadeira de presidente por quatro anos esperando a volta do chefe, se fingiu de faxineira apesar de adorar viver chafurdada no meio do lixo, deu um passa-moleque no seu criador, insistiu em ser candidata à reeleição e jogou o país no buraco ao ignorar uma crise iminente para praticar estelionato eleitoral e vencer a qualquer custo.

Ah, esqueci de sua incursão pela iniciativa privada: faliu uma loja de 1,99 em Porto Alegre. Isso mesmo, a "Pão&Circo" - nome que viria a ser o carro-chefe de sua atuação na presidência anos mais tarde - funcionou entre 1995 e 1996 e deixou Dilma entubada com cacarecos do Panamá.

Mas dentre todas as "qualidades" citadas, Dilma tem uma característica principal, que merece ser dita: ela detesta política.

Grosseira, auto-suficiente, avessa a negociações, péssima oradora, sem carisma, uma administradora medíocre, uma gerente que não tem visão para enxergar nem daqui a dois minutos. Não dá para entender por que Dilma fica adiando a sua saída do governo, como se o seu maior plano fosse apenas não cair.

A mulher detesta política, não demonstra o menor prazer ou aptidão no exercício da presidência, e quer continuar PRA QUÊ? Só por capricho mesmo.

Coisa de menina rica (que Dilma foi), que sonhava em ser comissária numa Cuba com samba, feijoada e de tamanho continental e acabou como uma presidente detestada e que detesta ser presidente, porque detesta a democracia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Pesquisa


Quantos de vocês ainda acreditam nessas histórias cheias de "lições" que ciclistas, gays ou ativistas de qualquer coisa postam no Facebook?
Tipo "estava na ciclovia e um sujeito de meia idade, branco, numa BMW passou e gritou 'sapata vagabunda!', daí refleti e pensei que ele é fruto dessa sociedade machista, consumista, capitalista e cheia de ódio e resolvi jogar flores no seu carro...".
Ou então "um garotinho estava na fila do cinema com a mãe e perguntou 'mãe, por que aqueles homens estão de mãos dadas?' e a mãe 'porque são duas bichas' e o filho "então bicha é alguém que se ama, mãe?".
Coisas assim, como se as metrópoles brasileiras fossem cheias de Mafaldas e Armandinhos que só por acaso babam de ódio quando se deparam com um "coxinha", mas na verdade são pessoas boas e do bem, que só querem um mundo melhor, fazem yoga e cumprimentam o porteiro.
Será que essas histórias são tão verídicas quanto um ciclista entrando num guarda-roupa e conversando com um leão falante?

Curriculum Vitae, Luiz Inácio Lula da Silva


Lula é talvez a figura mais onipresente dos últimos 30 ou 40 anos da vida política brasileira. Muitos como Sarney, ACM, Brizola, Maluf ou Collor iam e vinham, ainda que por curtos períodos, mas Lula não, ele e sua seita de seguidores sempre estiveram por aí, ora berrando contra o governo do momento, ora tomando o país de assalto em nome de seu degenerado projeto de poder.

Mas tal como um desses carros alegóricos de escolas de samba, Lula não passa de isopor, plástico amassado, jogo de luzes e fumaça. É um gigantesco engana-trouxa, um conto do vigário, um terreno comprado no alto do Pão de Açúcar, um golpe de marketing.

Começou a trabalhar em 1959 e dali em diante ficou em alguns empregos, se acidentou em 1964, perdendo um dedo da mão, em 1968 se filiou ao sindicato dos metalúrgicos, em 1972 foi eleito para a diretoria do sindicato, cessando suas atividades de operário.

Em 1978 liderou greves e segundo livro do ex-delegado Romeu Tuma Jr., chegou a ser informante do DOPS (polícia política do regime militar).

Em 1980 fundou o PT, concorrendo (e perdendo) ao governo de São Paulo em 1982. Em 1984 participou das "Diretas Já", mas em 1985 mandou o PT expulsar de seus quadros os deputados do partido que votaram em Tancredo Neves. Em 1986 foi eleito deputado federal constituinte por São Paulo, sendo favorável à limitação do direito de propriedade privada, à estatização do sistema financeiro e outras idiotices de esquerda.

Ao final da Constituinte se negou, juntamente com os demais deputados do PT, a participar da homologação da nova Constituição.

Em 1989 concorreu à presidência e perdeu. Ficou quatro anos fazendo oposição, inclusive se recusando a participar do governo de união nacional do presidente Itamar Franco, logo após o impeachment de Fernando Collor. Em 1994 concorreu à presidente novamente e perdeu, sendo contra o Plano Real a fazendo oposição raivosa ao governo de Fernando Henrique Cardoso.

Em 1998 concorreu de novo à presidência e mais uma vez perdeu. Meses depois da eleição o PT já estava nas ruas exigindo o impeachment ou a renúncia de FHC. A oposição aí foi então mais raivosa.

Em 2002 finalmente conseguiu se eleger presidente da República, sob tantas desconfianças que precisou assinar um documento - a "Carta do Povo Brasileiro" - se comprometendo a não transformar o país numa Cuba fora de época.

Tentou distribuir cupons de comida e fracassou. Manteve a política econômica do antecessor e teve sucesso. Juntou três programas sociais do antecessor - bolsa escola, vale alimentação e vale gás - e criou o "bolsa família", programa que levou renda às pessoas que viviam na miséria e que depois serviu, como observou o então senador Jarbas Vasconcelos, como o "maior programa de compra de votos do mundo".

Foi reeleito em meio ao escândalo do mensalão e terminou o segundo mandato com uma enorme popularidade ancorada numa bolha de consumo e em pesados gastos de propaganda. Em 2010 elegeu como sucessora a desconhecida, incompetente e incompreensível Dilma Rousseff, que hoje comanda este Titanic que é seu segundo governo, conquistado em 2014 com mentiras contra adversários e estelionato eleitoral.

Recebeu em torno de 30 títulos de "doutor" honoris causa, ainda que declare que "ler dá sono" e que sejam praticamente desconhecidos manuscritos de sua autoria. 

Hoje perambula pelo país fazendo a única coisa que fez a vida inteira: perseguir a presidência e falar mal de todos os demais que não fazem parte da seita que chamam de partido.

Resumindo todo esse notável currículo acima, Lula foi um sindicalista que é acusado por alguns de ter sido pelego, líder trabalhador que não trabalhou nem por 15 anos, foi X-9 do Tuma, deputado de um mandato, perdedor de eleições, presidente de escândalos que só deu certo no que copiou de quem antes falava mal, criador da Dilma e um doutor que não lê e nem escreve.

Com isso podemos concluir que o Lula inflável nos céus de Brasília foi mesmo o ponto alto de sua carreira. Literalmente.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Escola sem partido sim



Todo mundo já está cansado de saber que escola no Brasil serve mais como igreja para doutrinar idiotas úteis para a esquerda do que local para formar cidadãos. A junção de esquerdismo de galinheiro com o método Paulo Freire criou estes repositórios de ches guevara do sorvete na testa, sempre prontos a aderir à UJS, UNE, PSOL, PC do B e outras excentricidades ainda mais insignificantes.

E não poderia ser diferente, afinal, a maioria dos professores do ensino médio e universitário do país são projetos de revolucionários que se perderam no caminho entre o campo de treinamento da guerrilha e o botequim da esquina. Gente que faz greve, continua recebendo o salário em dia e acha isso normal, tem um sério problema de caráter. 

Talvez esta seja a razão de acharem perfeitamente aceitável usar sua posição de superioridade - crianças e jovens ainda não aprenderam que o professor geralmente é uma besta e acreditam que nada falado ali tem segundas intenções - para molestar intelectualmente o filho dos outros. A educação brasileira na mão desses tarados ideológicos de esquerda é um Titanic rumo a um iceberg de chorume.

Por isso setores da sociedade civil - a verdadeira e não essa comprada com cargo, patrocínio estatal e pão com mortadela - resolveram se unir e combater a criminosa doutrinação que acontece nas escolas, criando o movimento Escola Sem Partido.

A partir daí um sentimento difuso foi sendo direcionado e as madraças dos tarados intelectuais de esquerda começaram a ser denunciadas. Todo pai e mãe deve ficar ciente do que se passa, deve fiscalizar, cobrar, denunciar e combater estes Jim Jones da educação. 

Se quiserem se entupir de Kool-Aid, que o façam, mas não levem crianças e jovens junto para esse suicídio mental.

Essa gente tem, sim, que ser exposta, chamada à responsabilidade, admoestada e, em último caso, afastada do magistério. Quem não estiver satisfeito que abra uma seita, que é o local mais adequado para pregação fanática.

A reboque da sociedade alguns políticos resolveram agir, propondo leis para coibir e até criminalizar a doutrinação em sala de aula. Nada além do que clama o cidadão, que exige o direito de criar seus filhos de acordo com suas convicções e não de acordo com o que um aiatolá de esquerda quer.

Lógico que as reações foram e continuarão sendo raivosas. Essa gente retira das escolas o material humano para o galinheiro em que transformaram o cenário político brasileiro. Partidos de esquerda, sindicatos, movimentos sociais e demais parasitas necessitam deste tipo de situação, porque quando o jovem cresce, começa a trabalhar, vira gente e fatalmente abandona a cartilha imbecilóide da esquerda, novas vítimas já estão saindo do forno.

É uma produção em série de Josés Dirceus.

Num post do Facebook um desses professores-militantes argumentou que os que não quiserem que seu filho seja doutrinado em escolas públicas - veja, sustentadas com o dinheiro do pagador de impostos - devem "procurar uma escola particular". Como se fosse aceitável o cretino tratar uma instituição paga pelos outros como se fosse o seu quintal.

Na cabeça confusa do mulá-paulofreireano, ensinar conteúdo programático para seus alunos deve ser o de menos, importante é ensiná-los a ir às ruas "lutar pelo que tenham direito".

Quer dizer, o direito à educação é negado em nome da "luta" pelos "direitos" que o sujeito vai enfiar nas suas cabeças, porque ELE acha que é isso que eles têm direito.

No final termina com uma ameaça: continuará doutrinando, fará a multiplicação dos palermas e no que lhe diz respeito, o que é um retrato do tipo de educação que andam fornecendo aos jovens, "foda-se essa lei babaca".

Não, "companheiro", fodida está é a educação e assim continuará enquanto gente do seu tipo estiver agindo impunemente nas salas de aula.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Angela Merkel junto com Dilma Rousseff, em Brasília


 É o equivalente em seriedade e competência a colocar a Jennifer Lopez ao lado da Regina Casé.

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


 P-o-l-P-o-t-n-ã-o-e-r-a-d-e-e-s-q-u-e-r-d-a. 

Saloth Sar, mais conhecido como Pol Pot, líder do Khmer Vermelho (Partido COMUNISTA da Kampuchea), revolucionário, primeiro-ministro cambojano, COMUNISTA e genocida - pleonasmo, mas tudo bem - NÃO era de esquerda. 

Provavelmente era "neoliberal", votou no FHC e batia panela na "varanda gourmet". Também era racista, afinal, onde os negros estão representados no Camboja?

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O melancólico fim do lulopetismo



Quando, em janeiro de 2013, 20 cidadãos - segundo a Folha, o que quer dizer que provavelmente eram uns 60 - se reuniram no vão do MASP para protestar contra o PT e pedir a investigação das supostas traficâncias de Lula, eles representaram o início de algo.

Foram alvo dos deboches e grosseria habituais da tropa de choque paga com dinheiro estatal e/ou sujo porque "cabiam numa Kombi", já que naquele tempo a presidente mais mentirosa e incompetente da história ainda nadava em popularidade e o embuste petista apenas começava a ser revelado.


Mas aqueles 20 - os 20 inesquecíveis heróis do MASP - se tornaram milhões e o PT virou esse gueto de patetas, psicopatas ideológicos, parasitas, indiciados, réus e gente que se esconde atrás da porta quando ouve uma sirene.

E agora, em agosto de 2015, quando 200 pelegos regados a churrasco de pelanca e cerveja quente se reuniram na frente do Instituto Lula para demonstrar "apoio" ao chefe, ao contrário dos 20 do MASP eles representaram o melancólico fim de algo.

Ônibus fretado, churraquinho, pagode, cerveja quente e a multidão reunida para defender uma curiosa democracia onde só o PT é legítimo era maior do que uma Kombi, mas caberia muito bem numa boa cela de cadeião.

Desorientados, os petistas buscam algo em que se agarrar para manter boquinhas e sinecuras que tomaram para si desde 2003. Não se pode mais acusar seus opositores de "sulistas", porque o Nordeste também os rejeita.

Não se pode acusar de "elite", porque até caixas de supermercado, estas testemunhas oculares da volta da inflação, passaram a detestar o partido da mentira. Não podem acusar a oposição de intolerante - ainda que tentem - porque é deles que partem ameaças de luta armada e guerra civil.

O que resta é uma farsa, como tudo o que sempre cercou o PT, que tenta recontar a história e fingir que o partido mais raivoso e golpista que jamais existiu - e o seu ex-dirigente, Eduardo Jorge, está aí para provar isso quando diz que "éramos a favor do impeachment de todo mundo" - é agora vítima de "golpe", quando nada do que a imensa multidão nas ruas pede está fora da Constituição.

Recorrem também à falácia de que urna absolve canalhas, mentirosos ou corruptos. Esquecem que a mesma legitimidade concedida pelo voto é perdida tanto na mentira quanto na atuação à margem da lei.

E nada disso cola. O cidadão ficou tão saturado das mentiras do PT, que hoje não acredita mais em petista nem quando pergunta as horas.

Sobra então o bom e velho papel de vítima. De repente o partido que apoia e é apoiado pelos delinquentes do MST, pelos arruaceiros do MTST e pelas milícias da CUT virou a "vítima" de delinquências, arruaças e terrorismo de milícias imaginárias.

Uma bomba jogada sabe-se lá por quem - e pode ter sido até por alguém a mando do partido - abre um buraco no portão do Instituto Lula pelo qual não passa um hamster. Logo depois alguém "invade" o diretório do partido e não leva nada.

Tudo para "provar" - que fique claro que são provas com tanta credibilidade quanto um programa eleitoral do João Santana - que o PT está sendo "perseguido". Logo eles, que sempre perseguiram e perseguem quem os contesta.

Resta a dúvida: qual vai ser o "ataque" que o PT sofrerá amanhã? A direita golpista vai atirar com pistolas d'água na sede do partido? Jogarão livros num evento da UNE? Carteiras de trabalho num congresso da CUT? Oferecerão emprego aos "militantes" do MST?

Pode ser também - e já não duvido de mais nada - que Lula ou Dilma inventem alguma doença. Mas isso não importa, pois sabemos que vem mais empulhação por aí.

O contraste entre as multidões em paz e as milícias cuspindo raiva entre bocadas em nacos de carne de segunda é a prova mais visível de que o PT acabou, mas tal como um zumbi de filme de terror vai ficar por aí até levar o golpe democrático de misericórdia.

Acabou, mas se quiser não precisa acabar, basta mudar de ramo. Pode virar uma empresa de dedetização que ao invés de exterminar, compra o apoio dos insetos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A favela como política de Estado




Assistindo o noticiário mostrando mais um dia da guerra urbana entre a bandidagem e o cidadão desarmado pelo Estado, algo ainda mais bizarro conseguiu chamar minha atenção: no Rio de Janeiro existe uma favela que se chama "César Maia".

Isso mesmo, um crime aconteceu na "Favela César Maia".

Numa cidade que fica cada dia mais feia, inóspita, caótica e violenta - muito por culpa da sua favelização, já que o Rio é um imenso favelão - o nome de um prefeito, um cargo que teoricamente deveria zelar pela ordem urbana, batizar uma favela é o atestado de que a degradação da ex-cidade maravilhosa é, sim, fruto de uma política de Estado.

Desde Leonel Brizola nos anos 80 até Pezão hoje, nada se fez para remover e limitar favelas, pelo contrário, os governantes fazem questão de manter aqueles repositórios de votos fáceis, disponíveis para compra na liquidação do assistencialismo.
A cidade e o cidadão que se danem.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O golpe já está em andamento e ele é contra você



Você imagina um parasita de sindicato ameaçar os Estados Unidos com uma luta armada em plena Casa Branca sem sair dali já de macacão laranja? Pois é, eu também não imagino.

Pois o presidente da CUT, Vágner Freitas, fez exatamente isso em Brasília neste 13 de agosto de 2015 e ficou por isso mesmo. Depois o guerrilheiro vermelho amarelou e disse que falou em "armas" no sentido figurado. Mais ou menos como a CUT e seus sindicatos "defendem" trabalhadores no sentido figurado. 

Só mesmo numa República dominada e rebaixada pela galinhagem política do PT é que um sujeito fala em pegar em armas no palácio presidencial, na presença do presidente da República, e não sai dali preso.

E fora este absurdo, temos também o deboche que foi o patrocínio estatal para um verdadeiro cerco à capital federal feito pelos milicianos do MST e demais apaniguados de movimentos sociais. O evento se chamava "marcha das margaridas", mas na verdade só tinha maria-sem-vergonha, dinheiro-em-penca e tiririca-do-brejo.

O perigo real desta gente que há 13 anos engorda com picanhas e rodízios largar o conforto e ir para o pau é praticamente nulo, mas há, sim, a possibilidade de levarem o caos e a baderna ao país através dos miseráveis que orbitam ao seu redor em troca de migalhas. Para uma guerra civil propriamente dita esses exércitos vermelhos não prestam para muita coisa, afinal não se pode confiar numa tropa que se o inimigo jogar uns sanduíches de mortadela pro alto sai correndo pro avanço e esquece da guerra.

Mas para tumultuar o país e sequestrar as instituições até chegar ao ponto onde a sociedade não pode mais reagir, tal qual acontece na Venezuela, eles podem servir, e é aí que mora o perigo. Ou se age agora ou será cada vez mais difícil se livrar desses carrapatos.

E a razão é simples: há uma semana Dilma estava a um espirro de ser devidamente enxotada da presidência. Hoje tanto ela quanto a rede de sanguessugas que gira em torno do PT afirmam que "o pior já passou". Mas por quê?

O que ocorreu no país para a crise "arrefecer"? Dilma virou uma oradora diferente do estilo papagaio-que-exagerou-no-rum habitual dela? O PT parou de roubar? A inflação caiu? O governo empapuçado de malandros em cargos comissionados desinchou? Ou "grandes negócios" de bastidores compraram o sono da pior, mais mentirosa e mais detestada presidente da história do país?

O que estará acontecendo nas catacumbas do poder em Brasília, onde carradas de corruptos temem ser o próximo alvo da operação lava-jato e por isso querem abafar tudo e de preferência logo, para que essa paz comprada tenha brotado de repente?

Vejamos: o ministro do STF Roberto Barroso - o mesmo escalado para o tribunal bem a tempo de melar a condenação de petistas pelo crime de formação de quadrilha no mensalão - vai a um jantar com Dilma e no dia seguinte retira da Câmara a competência de julgar as pedaladas fiscais, entregando essa prerrogativa a Renan Calheiros, que se ilude achando que vai escapar da lava-jato e talvez recebeu algumas promessas de Lula e Dilma que andaram cortejando-o.

Blogueiros sujos empoleirados em galinheiros sustentados com verbas estatais comemoram o fato da grande imprensa - que eles chamam de golpista - ter baixado o tom em relação à Dilma e andar abafando alguns absurdos que acontecem diariamente. Como você sabe - e se não sabia, passa a saber agora - o governo é o maior anunciante e quem praticamente sustenta os grandes grupos de comunicação.

No país do vale tudo, quem tem toga amiga tem tudo. Quem tem um Renan no bolso tem tudo. Quem tem a imprensa na outra algibeira tem tudo. Reuniões e tratativas obscuras com a cúpula de todos os poderes, com empresários e com a grande imprensa e de repente a crise some? Desculpa, mas isso, sim, é golpe. 

A crise não passou, estão é tentando "celsodanielizá-la".

E uma dúvida final: toda essa fanfarra petista que ameaça "pegar em armas" e é a favor do desarmamento tem porte ou compra os revólveres e fuzis que vão usar na "guerra contra a burguesia" no mercado ilegal mesmo?

Como você pode ver, esteja atento e cuide do que é seu, porque no que depender dessa gente em Brasília, você está mais abandonado do que carteira de trabalho em fundo de baú de petista.

Apesar da crise

Apesar da crise a inflação vai bem.
Apesar da crise o desemprego só cresce.
Apesar da crise o crescimento está de férias.
Apesar da crise a roubalheira só dá lucro.
Apesar da crise não tem um banqueiro pobre.
Apesar da crise todo dia tem banquete no Planalto.
Apesar da crise as estatais não param de investir em blogs que ninguém lê.
Apesar da crise nenhum companheiro perdeu seu cargo comissionado. 


Você é que é pessimista.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Não precisa inventar, basta não me roubar




Durante o primeiro governo de Leonel Brizola no Rio de Janeiro, o vice-governador Darcy Ribeiro entendeu que com fome e/ou doente ninguém aprende nada na escola. Daí surgiu o projeto dos CIEPs (Centros Integrados de Educação Pública).

Os CIEPs eram escolas feitas de concreto pré-moldado que dispunham de consultório médico e odontológico, piscina, biblioteca, cozinha, refeitório, salas de aula, descanso e recreação. As crianças entravam de manhã, tomavam café, assistiam aulas até mais ou menos meio-dia, almoçavam, descansavam, iniciavam atividades no período da tarde e às 17:00 voltavam para casa já depois de jantar e de tomar banho. 

Longe de mim ser brizolista. Pelo contrário, inclusive acho que o melhor jeito de fornecer educação à população é distribuindo vouchers para que estes escolham onde querem estudar no sistema privado. Mas já que no Brasil tomam meu dinheiro com a desculpa de "investir na educação pública", então dentro deste paradigma este foi um projeto que, enquanto funcionou, deu mais ou menos certo.

Talvez, inclusive, seja a única ideia do brizolismo - além da favelização - que tenha ido em frente, mesmo que depois tenha sido usada como outdoor para as pretensões presidenciais de Brizola, que passou a construir unidades na beira de estradas e locais de maior visibilidade, ao invés de utilizar critérios mais técnicos. Mas isso não tira o mérito do projeto em si.

Pois em 1986, o governador eleito Moreira Franco resolveu trocar os CIEPS - que eram chamados de "brizolões" - por unidades menores, que ele mesmo batizou de "moreirinhas". Resumo: os brizolões foram sendo sucateados, os moreirinhas nunca saíram do papel e já em 1991 o então presidente Fernando Collor quis aproveitar o projeto dos CIEPs, mas, ao contrário do que pretendia Moreira Franco, com unidades ainda maiores, que seriam chamadas de CIACs (Centros Integrados de Atendimento à Criança).

A despeito de críticas pela extrema atenção ao modelo arquitetônico - eram prédios modernosos - em detrimento do planejamento pedagógico, ao todo foram construídos 500 CIEPs e 400 CIACs. 

Com o tempo essas instituições foram perdendo a característica de escolas de tempo integral e os prédios passaram a ser utilizados em dois e até três turnos, aproveitando o atual - e falido - modelo de educação pública brasileiro. Brizola mesmo, em seu segundo governo no Rio de Janeiro, não deu mais a mesma atenção à sua principal vitrine, talvez desiludido em suas pretensões presidenciais.

O que desejo contando essa história? Simples: mostrar como o personalismo, a falta de continuidade de políticas públicas e de compromisso de governantes com a eficiência joga o dinheiro do pagador de impostos no lixo.

Caso essas escolas funcionassem até hoje como foram pensadas, milhares de jovens que a esquerda cisma em dizer que são "vítimas da sociedade" não seriam vítimas de ninguém e muito menos fariam vítimas. Lula com suas universidades de papel e seus títulos de doutor de fancaria poderia ter retomado esses projetos, mas como? E dar crédito para outro?

E da mesma forma ocorre com o transporte público, com a despoluição das águas, com as políticas de segurança pública e saúde: nada tem uma continuidade, o país está sempre de tempos em tempos inventando a roda quadrada. Até o Plano Real, que o PT por medo manteve no primeiro mandato de Lula foi pouco a pouco mandado às favas, até chegarmos nessa crise que tem nome, sobrenome e uma carranca para chamar de sua: Dilma Rousseff.

O Brasil não precisa de inventores, precisa de gente que faça o simples e faça certo. De preferência sem roubar os cidadãos nesse processo.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Qualquer coisa é melhor do que a esquerda e ela sabe disso

(Clique na imagem para ampliá-la)

É cansativo repetir sempre que as universidades brasileiras se transformaram em madraças do esquerdismo de galinheiro, mas infelizmente as galinhas vermelhas sempre aparecem cacarejando ou deixando seu rastro de ideologia espalhado pelo chão para me obrigar a dizer outra vez a mesma coisa.

Como também já disse outras tantas vezes, a esquerda é boa de falatório - se for aos berros, então, melhor ainda - mas não presta quando o assunto é transformar idéias em ações que melhorem a vida dos outros. Nesse caso é até melhor que fracassem mesmo, que fiquem relegados a guetos de estudantes profissionais ou vagabundos vocacionais, porque quando obtêm algum sucesso o resultado são milhões de mortos ou bilhões roubados.

Só que isso não impede que pessoas com mais de dois neurônios que consigam fazer sinapse se preocupem e lutem contra o emburrecimento e a brutalização acadêmica que ocorre no país. Formam-se ali, a rigor e com raras exceções, bestas quadradas do marxismo. Gente de "luta", mas só luta inútil, equivocada ou então luta pela engorda do próprio bolso.

Sempre acreditei que basta um punhado - e não mais do que um punhado - de gente armada com argumentos e fatos para que a esquerda seja obrigada a fazer duas coisas: calar essas pessoas na marra ou então sair correndo como se tivesse visto uma carteira de trabalho.

Quando esse punhado de gente armada com fatos e argumentos encontra canais de interlocução com sua comunidade, a esquerda fica do tamanho do eleitorado do PSTU, do PC do B ou do PSOL, desse tamaninho. E foi o que aconteceu na UnB, quando alunos que têm por objetivo se formarem e serem cidadãos produtivos confrontaram os estagiários de piquete e tomaram no voto o DCE daquela universidade de suas garras.

Em pouco tempo ações começaram a acontecer e a esquerda, perdida como sempre, não tinha ao que recorrer além da habitual berraria, das ameaças e, lógico, da sabotagem.

Imagina! Um monte de coxinhas aparecem e começam a fazer coisas que mudam a vida das pessoas para melhor, onde é que nós estamos? 

Os "fascistas" fizeram parcerias com a iniciativa privada e instalaram bicicletários no campus, fizeram gestões junto à reitoria por melhorias na infra-estrutura (sem xingamentos e ameaças de ocupação), foram ao judiciário e conseguiram passe livre para os estudantes (sem piquetes ou quebradeiras), fecharam parcerias com fundações para realização de workshops, fizeram consultas diretas online para que todos os estudantes pudessem opinar sobre planos de obras e outras ações, doaram dinheiro arrecadado em festas para creches, enfim, dentro das limitações de qualquer DCE, escolheram o caminho do trabalho e da ação ao invés da berraria e do aparelhamento partidário e desde 2011, quando venceram por margem apertada, são reconduzidos à liderança do DCE com votações cada vez maiores.

Agora, mais recentemente, conseguiram a instalação de toldos nas paradas de ônibus do campus, possibilitando que as pessoas esperem sua condução ao abrigo do sol e da chuva. E o que a esquerda fez? Prometeu colocar abrigos melhores? Prometeu trabalhar melhor do que eles? Não. Foi lá e vandalizou um dos abrigos, assim como já havia pichado a entrada da sede do DCE e cometido outros atos de vandalismo.

A destruição do patrimônio é apenas uma das faces mais visíveis da destruição de mentes. Essa gente pede "mais amor, por favor", fala de tolerância, mas, no entanto, só têm ressentimento, intolerância e ódio para oferecer não só a quem pensa diferente, mas também a quem faz diferente e melhor.

Para que teoricamente serve um DCE? Para o mesmo que, teoricamente, serve um governo: melhorar a vida das pessoas. Resolver problemas e, principalmente, não atrapalhar.

O que os projetos de José Dirceu fazem nas universidades pelo Brasil afora com suas greves, suas invasões de aula para vomitarem abobrinhas, suas oficinas de cartazes e bateção de lata, seu discurso sempre ressentido e a recusa em admitir os méritos alheios é exatamente o que seus chefes nos partidões de esquerda fazem e sempre fizeram em relação aos seus adversários políticos: xingar, ofender, difamar, interditar e ser contra, mesmo que beneficie as pessoas.

O sucesso alheio é automaticamente associado por essa gente ao seu fracasso. E não deixam de estar certos, porque qualquer coisa é mesmo melhor do que eles.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A revolução dos bichos está completa na Venezuela


Nove entre dez petistas e esquerdistas em geral só têm elogios a fazer sobre o chavismo. Pode sair por aí perguntando para sindicalistas, estudantes profissionais da UNE, terroristas do MST, colunistas alugados, ex-jornalistas que hoje vivem em blogs que mais parecem galinheiros sustentados com verba estatal, fanfarrões de bairros nobres, artistas viciados em Lei Rouanet, etc. 

Sei que essa renca de estúpidos e malandros não é parâmetro, mas é um sintoma do tamanho do estrago mental feito na sociedade brasileira por um sistema educacional que não educa, mas doutrina e que emburrece e brutaliza os filhos das pessoas que confiam em professores quando seus filhos encontram, na maioria das vezes, molestadores intelectuais nas salas de aula.

É uma junção de esquerdismo farofeiro com o método Paulo Freire que transformou o Brasil numa nação de idiotas úteis, sempre prontos a repetir bordões que não querem dizer nada, como, aliás, é a essência do "pensamento" de esquerda.

Sendo assim, um país miserável, governado por um gorila que manda atirar em manifestantes nas ruas, que encarcera e cassa direitos políticos de opositores, censura a imprensa, vive sob escassez de tudo (menos da brutalidade estatal), que tornou-se um dos mais violentos do planeta, favelizado, atrasado e cada vez mais isolado, mesmo sentado sobre imensas reservas de petróleo, em suma, um país que vive um dos piores momentos de sua história sob qualquer aspecto que se analise, é considerado pela esquerda brasileira como exemplo, como uma nação que vive uma virtuosa "revolução" e que só não dá certo porque a "mídia", a "elite" e, claro, os "estadunidenses" sabotam.

Segundo Lula, o líder da seita dos macunaímas, na Venezuela existe democracia "até demais". E para Dilma, o estado-masmorra governado por Nicolas Maduro é um parceiro tão importante que mereceu até mesmo um golpe no Mercosul a seu favor.

Pois bem, tal ilha de prosperidade, desenvolvimento e avanço revolucionário atingiu mais um nível no pesadelo que o cidadão-médio daquele país vive diariamente nas garras da boliburguesia, a elite bolivariana do capital alheio que enriqueceu e vive como playboy internacional com o dinheiro dos outros.

Por falta de remédios, as pessoas estão recorrendo a produtos veterinários para se tratar. Não adianta ter dinheiro, porque a indústria arrasada pela estatização e a economia em frangalhos do país não são capazes de abastecer o mercado.

Assim, caso você tenha tosse, cure com o remédio do seu cachorro. Caso tenha dor de barriga, tome um comprimido do seu gato. Pneumonia? Injeção de cavalo. Espinhela caída? Tente alguma coisa que dão para os bodes.

Porque é isso que acontece quando um país voluntariamente se entrega ao domínio dos lobos e dos asnos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Você tem 24 horas por dia para cuidar da sua indignação, não venha fazer hora-extra na minha


Se tem algo - aliás, mais um - que faz a esquerda ser a olimpíada dos malas sem alça que é, trata-se da mania de ser fiscal da indignação alheia. Funciona assim: você não pode ser contra a roubalheira do PT se não for a favor do feminismo. Não pode ser a favor do feminismo se não se importar com a questão racial. Não pode ser a favor do feminismo e se importar com a questão racial se não for vegetariano. E nem adianta ser tudo isso se não for ciclista. E a tara goes on and on and on.


Eles não se contentam em ter 24 horas por dia para se indignar com tudo, querem fazer hora-extra na minha indignação.


E o pior é que tem muita gente da dita "nova direita" que anda embarcando nessa. Criou-se um tipo ideal de direitista. Não basta ser liberal na economia, tem que ser ultra-conservador nos costumes. Não basta ser liberal-conservador, tem que defender o tabagismo até num berçário. Não basta tudo isso, tem que, sei lá, comer bacon e contar pra todo mundo como se isso fosse coisa de bad boy. Tudo bem, essa última eu inventei, é que a "escola" ainda é nova e não teve tempo de diversificar as manias.


Digo isso porque o caso da morte do leão Cecil por um dentista americano numa caçada ilegal fez o mundo entrar em modo final de BBB. Todo mundo histérico e com uma super-opinião sobre o assunto. Todo mundo inclusive eu. E a minha opinião é bem simples: sou a favor de que a caça "esportiva" seja liberada no mundo todo, desde que os caçadores só possam usar as próprias pernas, mãos e dentes como armas.


Assim como eu, milhões de pessoas consideraram uma aberração que um animal fosse morto não com fins de manejo populacional, controle do ecossistema, proteção de pessoas ou para que alguém se alimentasse, mas pelo simples prazer mórbido de abater um bicho.


Cheguei a ver uma foto de outra caçada feita por uma espécie de Paquita versão Família Buscapé chamada Kendall Jenner em que a bombshell se exibia ao lado de uma zebra morta e comentava sobre o "belo animal". 


Afinal de contas, o que mais fazer com o que é belo além de ATIRAR para MATAR, né? Por sinal Kendall é bem bonitinha. será que ela gostaria de receber esse tipo de "homenagem"?


O fato é que não consigo encontrar justificativa plausível para a morte do leão e muito menos para esse tipo de caçada ilegal que atrai animais para fora de parques de proteção somente para que suas cabeças, peles, chifres, presas, etc., sirvam de troféu na sala de algum tarado.


E por pensar assim e externar isso recebi reprovações no estilo "se importa com um leão mas não se importa com os assassinatos de cristãos pelo ISIS". Hein? Creio que já escrevi uma meia dúzia de textos sobre a intolerância islâmica, sobre como o mundo não liga para cristãos e sobre os horrores do ISIS. A única coisa que falta para que eu me envolva mais nessa questão é me alistar no exército curdo e ir lá matar os cabeças de trapo do Estado Islâmico.


Mas o ponto não é esse, o ponto é que eu tenho o direito de me indignar com o que eu bem entender, onde é que já se viu? Não é como se eu estivesse agindo como um desses palermas que pensam que porque a suprema corte dos Estados Unidos legalizou o "casamento" gay que o mundo virou a Vila Sésamo.


Só que achar que não dá pra ser contra o ISIS e a caça furtiva e ilegal ao mesmo tempo é como afirmar que não dá pra andar e falar ao mesmo tempo.


Já me preocupo com genocidas e ditadores de esquerda além de terroristas islâmicos 23 horas por dia, será que você DEIXA eu me preocupar com o leão durante 1 hora só, sem querer caçar (sem trocadilhos) a minha carteirinha de reaça?


Desde já agradeço. Porque uma boa forma de ser contra a esquerda é começar por agir diferente dela.


Obrigado.