sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Escola sem partido sim



Todo mundo já está cansado de saber que escola no Brasil serve mais como igreja para doutrinar idiotas úteis para a esquerda do que local para formar cidadãos. A junção de esquerdismo de galinheiro com o método Paulo Freire criou estes repositórios de ches guevara do sorvete na testa, sempre prontos a aderir à UJS, UNE, PSOL, PC do B e outras excentricidades ainda mais insignificantes.

E não poderia ser diferente, afinal, a maioria dos professores do ensino médio e universitário do país são projetos de revolucionários que se perderam no caminho entre o campo de treinamento da guerrilha e o botequim da esquina. Gente que faz greve, continua recebendo o salário em dia e acha isso normal, tem um sério problema de caráter. 

Talvez esta seja a razão de acharem perfeitamente aceitável usar sua posição de superioridade - crianças e jovens ainda não aprenderam que o professor geralmente é uma besta e acreditam que nada falado ali tem segundas intenções - para molestar intelectualmente o filho dos outros. A educação brasileira na mão desses tarados ideológicos de esquerda é um Titanic rumo a um iceberg de chorume.

Por isso setores da sociedade civil - a verdadeira e não essa comprada com cargo, patrocínio estatal e pão com mortadela - resolveram se unir e combater a criminosa doutrinação que acontece nas escolas, criando o movimento Escola Sem Partido.

A partir daí um sentimento difuso foi sendo direcionado e as madraças dos tarados intelectuais de esquerda começaram a ser denunciadas. Todo pai e mãe deve ficar ciente do que se passa, deve fiscalizar, cobrar, denunciar e combater estes Jim Jones da educação. 

Se quiserem se entupir de Kool-Aid, que o façam, mas não levem crianças e jovens junto para esse suicídio mental.

Essa gente tem, sim, que ser exposta, chamada à responsabilidade, admoestada e, em último caso, afastada do magistério. Quem não estiver satisfeito que abra uma seita, que é o local mais adequado para pregação fanática.

A reboque da sociedade alguns políticos resolveram agir, propondo leis para coibir e até criminalizar a doutrinação em sala de aula. Nada além do que clama o cidadão, que exige o direito de criar seus filhos de acordo com suas convicções e não de acordo com o que um aiatolá de esquerda quer.

Lógico que as reações foram e continuarão sendo raivosas. Essa gente retira das escolas o material humano para o galinheiro em que transformaram o cenário político brasileiro. Partidos de esquerda, sindicatos, movimentos sociais e demais parasitas necessitam deste tipo de situação, porque quando o jovem cresce, começa a trabalhar, vira gente e fatalmente abandona a cartilha imbecilóide da esquerda, novas vítimas já estão saindo do forno.

É uma produção em série de Josés Dirceus.

Num post do Facebook um desses professores-militantes argumentou que os que não quiserem que seu filho seja doutrinado em escolas públicas - veja, sustentadas com o dinheiro do pagador de impostos - devem "procurar uma escola particular". Como se fosse aceitável o cretino tratar uma instituição paga pelos outros como se fosse o seu quintal.

Na cabeça confusa do mulá-paulofreireano, ensinar conteúdo programático para seus alunos deve ser o de menos, importante é ensiná-los a ir às ruas "lutar pelo que tenham direito".

Quer dizer, o direito à educação é negado em nome da "luta" pelos "direitos" que o sujeito vai enfiar nas suas cabeças, porque ELE acha que é isso que eles têm direito.

No final termina com uma ameaça: continuará doutrinando, fará a multiplicação dos palermas e no que lhe diz respeito, o que é um retrato do tipo de educação que andam fornecendo aos jovens, "foda-se essa lei babaca".

Não, "companheiro", fodida está é a educação e assim continuará enquanto gente do seu tipo estiver agindo impunemente nas salas de aula.
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