segunda-feira, 24 de agosto de 2015

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Quantos de vocês ainda acreditam nessas histórias cheias de "lições" que ciclistas, gays ou ativistas de qualquer coisa postam no Facebook?
Tipo "estava na ciclovia e um sujeito de meia idade, branco, numa BMW passou e gritou 'sapata vagabunda!', daí refleti e pensei que ele é fruto dessa sociedade machista, consumista, capitalista e cheia de ódio e resolvi jogar flores no seu carro...".
Ou então "um garotinho estava na fila do cinema com a mãe e perguntou 'mãe, por que aqueles homens estão de mãos dadas?' e a mãe 'porque são duas bichas' e o filho "então bicha é alguém que se ama, mãe?".
Coisas assim, como se as metrópoles brasileiras fossem cheias de Mafaldas e Armandinhos que só por acaso babam de ódio quando se deparam com um "coxinha", mas na verdade são pessoas boas e do bem, que só querem um mundo melhor, fazem yoga e cumprimentam o porteiro.
Será que essas histórias são tão verídicas quanto um ciclista entrando num guarda-roupa e conversando com um leão falante?
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