terça-feira, 11 de agosto de 2015

Qualquer coisa é melhor do que a esquerda e ela sabe disso

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É cansativo repetir sempre que as universidades brasileiras se transformaram em madraças do esquerdismo de galinheiro, mas infelizmente as galinhas vermelhas sempre aparecem cacarejando ou deixando seu rastro de ideologia espalhado pelo chão para me obrigar a dizer outra vez a mesma coisa.

Como também já disse outras tantas vezes, a esquerda é boa de falatório - se for aos berros, então, melhor ainda - mas não presta quando o assunto é transformar idéias em ações que melhorem a vida dos outros. Nesse caso é até melhor que fracassem mesmo, que fiquem relegados a guetos de estudantes profissionais ou vagabundos vocacionais, porque quando obtêm algum sucesso o resultado são milhões de mortos ou bilhões roubados.

Só que isso não impede que pessoas com mais de dois neurônios que consigam fazer sinapse se preocupem e lutem contra o emburrecimento e a brutalização acadêmica que ocorre no país. Formam-se ali, a rigor e com raras exceções, bestas quadradas do marxismo. Gente de "luta", mas só luta inútil, equivocada ou então luta pela engorda do próprio bolso.

Sempre acreditei que basta um punhado - e não mais do que um punhado - de gente armada com argumentos e fatos para que a esquerda seja obrigada a fazer duas coisas: calar essas pessoas na marra ou então sair correndo como se tivesse visto uma carteira de trabalho.

Quando esse punhado de gente armada com fatos e argumentos encontra canais de interlocução com sua comunidade, a esquerda fica do tamanho do eleitorado do PSTU, do PC do B ou do PSOL, desse tamaninho. E foi o que aconteceu na UnB, quando alunos que têm por objetivo se formarem e serem cidadãos produtivos confrontaram os estagiários de piquete e tomaram no voto o DCE daquela universidade de suas garras.

Em pouco tempo ações começaram a acontecer e a esquerda, perdida como sempre, não tinha ao que recorrer além da habitual berraria, das ameaças e, lógico, da sabotagem.

Imagina! Um monte de coxinhas aparecem e começam a fazer coisas que mudam a vida das pessoas para melhor, onde é que nós estamos? 

Os "fascistas" fizeram parcerias com a iniciativa privada e instalaram bicicletários no campus, fizeram gestões junto à reitoria por melhorias na infra-estrutura (sem xingamentos e ameaças de ocupação), foram ao judiciário e conseguiram passe livre para os estudantes (sem piquetes ou quebradeiras), fecharam parcerias com fundações para realização de workshops, fizeram consultas diretas online para que todos os estudantes pudessem opinar sobre planos de obras e outras ações, doaram dinheiro arrecadado em festas para creches, enfim, dentro das limitações de qualquer DCE, escolheram o caminho do trabalho e da ação ao invés da berraria e do aparelhamento partidário e desde 2011, quando venceram por margem apertada, são reconduzidos à liderança do DCE com votações cada vez maiores.

Agora, mais recentemente, conseguiram a instalação de toldos nas paradas de ônibus do campus, possibilitando que as pessoas esperem sua condução ao abrigo do sol e da chuva. E o que a esquerda fez? Prometeu colocar abrigos melhores? Prometeu trabalhar melhor do que eles? Não. Foi lá e vandalizou um dos abrigos, assim como já havia pichado a entrada da sede do DCE e cometido outros atos de vandalismo.

A destruição do patrimônio é apenas uma das faces mais visíveis da destruição de mentes. Essa gente pede "mais amor, por favor", fala de tolerância, mas, no entanto, só têm ressentimento, intolerância e ódio para oferecer não só a quem pensa diferente, mas também a quem faz diferente e melhor.

Para que teoricamente serve um DCE? Para o mesmo que, teoricamente, serve um governo: melhorar a vida das pessoas. Resolver problemas e, principalmente, não atrapalhar.

O que os projetos de José Dirceu fazem nas universidades pelo Brasil afora com suas greves, suas invasões de aula para vomitarem abobrinhas, suas oficinas de cartazes e bateção de lata, seu discurso sempre ressentido e a recusa em admitir os méritos alheios é exatamente o que seus chefes nos partidões de esquerda fazem e sempre fizeram em relação aos seus adversários políticos: xingar, ofender, difamar, interditar e ser contra, mesmo que beneficie as pessoas.

O sucesso alheio é automaticamente associado por essa gente ao seu fracasso. E não deixam de estar certos, porque qualquer coisa é mesmo melhor do que eles.
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