quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


Olha como não tem como enganar um gênio! Ele descobriu que o "desespero" da oposição e dos coxinhas é porque o pré-sal é um bilhete premiado que a partir de 2016 vai transformar o Brasil nos Emirados Árabes, espantar a crise e fazer o pobre andar de Ferrari, por isso querem derrubar a Dilma com um "golpe", para se apropriar de tamanha realização do PT.
Me rendo, fui pego com a boca na botija. É exatamente por isso que defendo o impeachment e a cassação do registro do PT, não tem nada a ver com a roubalheira de bilhões de reais e o projeto de fazer do país uma Venezuela com acarajé e desfile de escola de samba uma vez por ano.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Se a Cachinhos Dourados participar de um arrastão, podem prender, por favor


Alguém, por favor, me responda: no que um "playboy" da zona sul "fumar" ou "cheirar" desculpa o fato de um rapaz pobre ir para a praia roubar os outros? E qual o nexo de justificar o ato de um marginal no fato de sua vítima supostamente ser uma "patricinha burguesa"?

Já ficou decidido por aqui - sim, eu decido o que eu escrevo - que a esquerda é a ideologia do fracasso ressentido, da inveja, do ódio travestido de justiça, da ausência de nexo. Mas certas coisas nos fazem repetir o que já dissemos uma, duas, três ou duzentas vezes.

E uma delas é a seguinte: o perfil de jovens que fazem arrastões nas praias do Rio de Janeiro é público e notório. É fácil saber qual é, basta ver as fotos dos jornais ou os vídeos que estão disponíveis na internet.

Isso quer dizer que TODOS os indivíduos que praticam arrastões são do sexo masculino, negros e das favelas ou da periferia? Não. Pode ser que exista uma menina loira de cachinhos, vestida de tirolesa e comendo apfelstrudel que de repente resolva participar de um arrastão e roubar telefones celulares, mas a descrição mais comum dos meliantes que cometem estes crimes não é essa.

Em qualquer lugar do mundo um pouco mais civilizado e onde a esquerda não tenha transformado o debate sobre qualquer coisa numa luta no esterco, é sabido que o combate ao crime se faz com prevenção e não existe melhor forma de prevenir do que, sim, observar atitudes e tipos habituais na prática deste ou daquele determinado crime e agir a partir daí.

Responda rapidamente: se você estiver na frente de uma escola e vir duas pessoas distribuindo balas para menininhas, qual das duas vai achar que é um tarado: outra menininha da mesma idade ou um sujeito suado, de sobretudo e olhando nervosamente para os lados?

A prova de que esse tipo de prevenção funciona é que diferente da semana anterior - quando por ação de uma defensora pública que não defende o público a PM ficou de braços cruzados - neste final de semana (26/09/2015) a polícia passou a revistar ônibus, recolhendo menores desacompanhados e gente sem documentos, viajando em bando ou fazendo algazarra e o número de arrastões foi zero.

Exigir que se "espere que algo aconteça" primeiro para só depois agir, a título de "não discriminar" ou "não ser preconceituoso" é o mesmo que ensinar para um filhote de antílope que nem todo leão é malvado, que ele não pode generalizar os leões, que sair correndo é politicamente incorreto.

Ora, "discriminar" quer dizer diferenciar, especificar. O antílope corre do leão porque o diferencia de outro antílope.

A polícia revista e observa jovens negros de favelas porque, sim, é esta a descrição mais frequente quando falamos de arrastões nas praias. A menina loira vestida de tirolesa pode estar no meio, lógico, mas procurar a Cachinhos Dourados fazendo arrastão só para não ofender o eleitorado do PSOL e as mentes molestadas dos DCEs da vida é dar bom dia para o leão.

Eles se quiserem que façam isso, mas não têm o direito de obrigar o resto da sociedade a fazer igual.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Discrimine sim, porque faz bem


O Olavo de Carvalho diz que "o remédio para o triunfo do mau-caráter chama-se DISCRIMINAÇÃO. Toda ordem social TEM de discriminar e marginalizar delinqüentes e psicopatas. Se ela se recusa a fazer isso, encoraja-os a sentir-se cidadãos de primeira classe isentos de todo dever e inflados de todos os direitos. Mas a sociedade brasileira vai até além desse ponto: protege quem a destrói e discrimina quem a defende".

Concordo totalmente com isso e vou além (quem sabe até mesmo a contragosto do autor): acho que todo mundo deve ser livre para discriminar quem bem entender pela razão que achar melhor.

Não entendo direito essa tara que algumas pessoas e grupos têm para serem aceitos por quem os detesta (ou, como adoram dizer, para obrigar os outros a engolir suas presenças). Ora bolas, eu quero mais é distância de quem não gosta de mim, seja lá porque razão for que se sintam assim.

Se não impedir meus direitos constitucionais (e dentre eles NÃO deveria estar o "direito" de comer em restaurante x ou y, de frequentar a boate y ou z ou de transar no motel x ou w), estou pouco me lixando.

Serviços e espaços públicos, acesso a bens universais, cuidar da saúde, ganhar honestamente o próprio sustento, tudo isso merece proteção legal. Comer um churros ou tomar um chopp não.


Não quero deixar meu dinheiro para o dono de um estabelecimento que só me atende porque a lei o obriga a isso. Quero é que ele se dane. Pessoalmente não comeria num lugar que impede a entrada de negros ou judeus, por exemplo, porque isso me ofende pessoalmente, ainda que eu não seja nem um e nem outro. 

Mas acho que um imbecil deve trilhar seu caminho rumo à falência sem que leis "anti-discriminatórias" o protejam de sua própria idiotice. Discriminação não é uma coisa totalmente ruim, é através dela que você pode manter os cretinos de um lado e você de outro.

Eu prefiro que o cara me discrimine, por qualquer razão, que não queira se misturar comigo, se dirigir a mim, sequer chegar perto, do que ficar perto de mim por força de alguma obrigação (social ou legal) contra a vontade e eventualmente vir encher a minha paciência.

Se o cara não gosta de mim, seja lá que razão ele tenha, eu pelo menos tenho que pensar com certeza que o filho da puta é ele, nem que isso seja única e exclusivamente pela total impossibilidade de cortar relações comigo mesmo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


A esquerda em geral e o PT em particular é um gigantesco chumaço de estopa ideológica esfarrapada e suja, embebida até a saturação em inveja, ressentimento, malandragem, cretinice, rancor, raiva, ódio, cobiça e espírito de porco, tudo isso atochado numa cabeça diminuta dentro de um cérebro baldio.

A lava-jato lá e aqui


Caso você viva no Brasil e ainda não tenha se dado conta, vou te dar apenas um vislumbre da indigência ética e mental, da escassez de vergonha na cara e da carência de expectativa de dias menos boçais que o cerca.
Enquanto o STF a partir do petista Dias Toffoli e com a ajuda da companheirada de toga fatiava e melava a operação lava-jato, em mais uma tentativa de salvar o PT e seus líderes do mar de lama que os cerca, enquanto bastiões da moral e da ética - além, é claro, da defesa do interesse do pagador de impostos - como, por exemplo, Paulo Henrique Amorim, Rui Falcão, José "assessor com dólares na cueca" Guimarães, o advogado Kakay, blogueiros que sobrevivem com anúncios de estatais, entre outros, comemoravam a manobra do STF não como a comprovação de inocência, mas como obstáculo à investigação, enquanto essa parte conhecida e notória do país chafurdava no alívio, sabe o que acontecia no outro extremo do continente?

Os procuradores da força-tarefa da operação lava-jato eram agraciados com o prêmio anual da Global Investigations Review na categoria "órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano", em Nova York, concorrendo nada menos do que com a Promotoria Pública de Nova York, o Departamento de Serviços Financeiros de Nova York, a Autoridade Norueguesa de Investigação e Promotoria de Crimes Financeiros e Ambientais, o Escritório de Fraudes Graves do Reino Unido e a Diretoria Nacional Anti-Corrupção da Romênia.
Digo isso e já me desminto do que disse no primeiro parágrafo. Você não é cercado apenas por indigência ética e mental, por escassez de vergonha na cara e por carência de expectativa, você também é cercado por gente que não desiste, mesmo que esteja nadando contra uma correnteza de esgoto político, infâmia, mentiras e de poder corrompido e usado para usurpar a fonte do verdadeiro poder, que é o cidadão.
Ainda existem procuradores no Brasil. Ainda existe um Sérgio Moro no Brasil. Tomara que eles, apesar de tudo, vençam, para que ainda exista algum Brasil que preste.
Parabéns, doutores.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


Porque, né, o ladrão tá no papel dele, errado é você querendo andar por aí com as coisas que trabalhou pra comprar.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Os verdadeiros delinquentes



Sempre achei que seria questão de tempo até os justiceiros sociais virarem quadrilheiros sociais. Quem ostenta com orgulho um pensamento delinquente, só pode terminar chafurdando na delinquência.

E antes que me acusem de calúnia, pelo menos até ontem fazer apologia à delinquência ainda era errado, e a menos que esses 13 anos da Era da Mediocridade tenham revogado isso, continua sendo errado.

Ou como eu poderia chamar a defesa entusiasmada de arrastões, roubos e assaltos disfarçada de "consciência social" ou "compreensão da dívida histórica"? Primeiro que essa tal "dívida histórica" já virou agiotagem faz tempo, depois porque crime sempre será crime, não importa o que digam os eternos relativistas de plantão.

Chegamos ao ponto onde uma cretina questiona se roubar é mesmo errado e onde um patife afirma que um marginal com menos de 18 anos está "certo" ao tomar um telefone celular de um "playboy". Em outra postagem compartilhada com gosto por justiceiros sociais de todas as cloacas imagináveis, um travesti faz poesia de chiqueiro defendendo que se distribua tapas na cara e arranhões nos "playboys cornos".

Alguém duvida que um pederasta desses é o primeiro a berrar "homofobia!" se receber um olhar torto? Mas nestes tempos em que vivemos ele pode sair por aí defendendo que "playboys" sejam roubados, de preferência debaixo de porrada.

Não vou reproduzir uma a uma todas as boçalidades ditas nas três justiçadas publicadas nas redes sociais, mas colocarei os prints disponíveis neste post, para que a canalhice fique para a posteridade.

O que preciso dizer é que a atuação da esquerda sectária nas salas de aula e na imprensa, com seu trabalho sistemático de disseminação da culpa sobre uma parcela da população e do sentimento de ser credor da sociedade sobre outra parcela, está criando essa esquizofrenia ética no país, esse duplipensar facínora que transforma o certo em errado.

Por essa lógica bestial, um grupo de Facebook declarar na sua página inicial que "branco não entra porque palmitos não são bem-vindos" é tão certo quanto chamar um goleiro de "macaco" no calor de uma partida de futebol é errado.

Na prisão mental politicamente correta onde tentam trancafiar as mentes do país, alguns moradores de um bairro se reunirem para dar uns sopapos em vagabundos que estão roubando nas redondezas é um crime terrível. "Justiça com as próprias mãos", "fascismo", "nazismo".

Mas uma gangue de favelados combinar pelas redes sociais que vai fazer do pescoço das "madames" sua vitrine, que vai tomar celular no tapa e "invadir a praia tocando o terror" é uma "manifestação de adolescentes marginalizados", é um "problema social", é "culpa da sociedade".

Não quero aqui justificar milícias à margem do Estado, racismo, demofobia, etc. A maioria das pessoas que sai das favelas e subúrbios e vai para as praias da Zona Sul está apenas atrás de alguma diversão na única parte da cidade do Rio de Janeiro que não parece com um lixão ou com a Síria ou Bagdá pós-guerra.

O Rio é uma cidade feia, favelizada, sem opções de lazer e algumas das poucas coisas que não custam mais do que valem são as praias, que são de graça. Sujas, superlotadas, com transporte público caótico, mas de graça. Todos têm o direito de frequentá-las.

O que ninguém tem o direito é de sair por aí roubando e assaltando os outros só porque se considera "injustiçado". Este indivíduo pode ser mesmo vítima de um Estado que só cobra e nada devolve, mas nem por isso tem o direito de fazer outras vítimas.

E piores, muito piores do que esse ignorante brutalizado que apela para o crime são aqueles que, ao contrário dele, recebem algo do Estado. Recebem educação em universidades públicas, bolsas de iniciação e monitoria, bolsas de mestrado e doutorado, salários como funcionário público em troca de muito pouco trabalho e ainda têm a cachimônia de relativizar e defender ataques contra a mesma sociedade que o sustenta com seus impostos.

Esses são os piores delinquentes de todos. Não roubam cordões nem celulares, mas molestam as mentes de um país e deformam o ethos do seu povo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Lugar de vagabundo não é na praia


Bastaria uma lei - sendo cobrada e cumprida com rigor - determinando que qualquer cidadão que tiver solicitado o seu documento de identidade e não o apresente seja conduzido à delegaria onde poderá ser retido por até 12 horas para averiguação, e metade do problema dos "arrastões" no Rio de Janeiro estaria solucionado.

É bem simples, o cidadão está ali perambulando pelos pontos de ônibus ou viajando sem camisa junto com um bando fazendo algazarra:

- Boa tarde, cidadão, sua identidade, por favor. - Diria o PM.

- Ih, mané, cumpádi, bróder, tenho essa porra não.

- Tudo bem, então queira entrar na viatura.

Caso o elemento se recuse, não vai por bem, mas vai por mal.

Todos, literalmente todos os casos de roubos - e você pode ver as fotos deles nas manchetes de toda segunda-feira que segue um final de semana de sol - têm mais ou menos a mesma característica: bandidos que a imprensa chama de "adolescentes", sem camisa, sem dinheiro nem para pagar a passagem, que ficam ali como feras numa savana africana atrás de presas fáceis. 

Pode dizer que é preconceito, higienismo, demofobia, não ligo, mas não é possível aceitar que, em nome de um tal "espaço democrático" que seria a praia, cidadãos sejam roubados e agredidos pelas eternas vítimas do sistema.

Uma defensora pública que alega estar recebendo ameaças pelas redes sociais - oh, que surpresa - é a responsável por um habeas corpus preventivo que impede a polícia de deter maiores ou menores de idade que estejam em atitude suspeita.

A polícia só pode agir reativamente, ou seja, quando o crime já foi cometido, caso contrário estaria tirando dos "jovens" - que já não têm educação, lazer, inclusão e blá, blá, blá - seu direito de frequentar as praias da cidade.

O problema é que aos olhos de sociólogos de botequim e freixetes - as chacretes do Marcelo Freixo - de zona sul, o direito às praias parece se estender ao direito de roubar e atazanar a vida dos outros.

A leniência com a bandidagem romântica, com o malandro alegórico e com o "menino" de rua é o que levou o Rio de Janeiro até esse estágio onde se encontra: uma cidade suja, feia, favelizada e impossível de uma pessoa normal andar pelas ruas sem parecer um filhote de antílope cercado por hienas.

Só existe uma maneira de atacar o crime: atacando o criminoso.

Se o Estado não faz isso, os "justiceiros" se juntam e fazem ao seu modo, geralmente atabalhoado e atingindo gente que não tem nada a ver com isso.

Qualquer policial com um ano de casa sabe só pelo olhar quem é vagabundo e quem é um garoto do subúrbio que está curtindo um dia de sol.

Confundir um garoto com o outro não é um erro apenas dos tais "justiceiros", mas também dos "progressistas" que, para negar o direito da sociedade se defender de um, acaba misturando-o no mesmo saco com o outro.

Lugar de vagabundo não é na praia.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

Chega a ser divertido, mas a pessoa retratada neste print é uma feminista do "movimento negro", dessas que chamam quem se relaciona com brancos de "palmiteiro", mas note que a imagem de crianças com a foice e o martelo usada não mostra o estereótipo de dois africanos, haitianos ou brasileiros, mas russos ou alemães.

Só que comecei pela parte engraçada, tem a parte triste também que é o grau de estupidez que o sistema educacional brasileiro mete na cabeça das vítimas desses molestadores intelectuais que chamamos de professores.

A frase que ela usa para justificar a foto das crianças com a foice e o martelo é "por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres". Convenhamos, só mesmo uma educação precária e doutrinária - além da habitual desonestidade da esquerda - pode fazer alguém repetir sem ficar com vergonha o socialismo traz "liberdade".

Mesmo porque logo adiante a mônada tem a cachimônia de defender Marx e falar em "derramar sangue" pela "luta de classes" para terminar afirmando que "não é comunista muito menos marxista". Um chimpanzé consegue articular melhor suas idéias.

Quem pesquisa um pouco sabe que Marx não era só um embusteiro e falsificador, mas também permitia que sua família vivesse na penúria e foi sustentado por amigos. Quando um dado ou uma estatística não servia para confirmar suas teses, ele simplesmente desconsiderava estes dados. 

Talvez venha daí a tara esquerdista por mitos, mentiras e pedaladas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quando o oprimido fala...ninguém aguenta o monte de asneiras que sai



Em março de 2015, uma aula de microeconomia na USP foi interrompida aos berros por "militantes" do tal movimento negro. A aula era sobre economia, mas eles resolveram que todos os presentes seriam OBRIGADOS a falar sobre racismo.

No meio dos faniquitos uma descontrolada berrou "quando o oprimido fala o opressor cala a boca", invertendo a ordem dos valores de tal forma que o produto é exatamente a face de uma grande parcela do "movimento negro": um zumbi raivoso que vomita excremento.

Em setembro deste mesmo 2015, um debate na PUC-SP com a participação de Leandro Narloch, Eduardo Sulicy, Luciana Temer e José Maria Eymael e a presença de 300 pessoas foi interrompido por meia dúzia de mônadas que fazem parte do "coletivo de negros e negras da PUC", indignados por não terem sido chamados para o debate.

Como sempre aos berros e fazendo ameaças aos presentes, os justiceiros sociais não aceitaram o convite para escolher um representante para se juntar à mesa, preferindo ali permanecer aos berros até que decretaram: acabou o debate, ninguém mais vai falar.

Nas redes sociais então a situação é cada vez mais curiosa: militantes do afro-coitadismo vituperam contra "branquelos" que "têm mais é que morrer", criam grupos onde "branco não entra" e chamam negros e negras que se relacionam com brancos de "palmiteiros", uma gente desprezível que "suja" e "trai" a "raça".

Uma página no Facebook convocou negros a refundar o grupo terrorista Panteras Negras no Brasil e "organizarem milícias de auto-defesa". Sites de emprego, grupos de estudo, entre outras iniciativas "só para negros" aparecem aqui e ali. 

Qualquer semelhança com a retórica de babaquaras neonazistas não é mera coincidência, nada é mais fascista do que um justiceiro social e sua certeza de estar sempre certo sobre tudo.

Quanto tempo será que duraria algo parecido mas feito por brancos contra negros? Pense: "preto não entra" ou "não misture sua raça, você não é poleiro de urubu". Em quanto tempo a OAB, o ministério público e a imprensa não estariam destruindo a vida dos envolvidos em uma coisa dessas? Mas no caso dos eternos oprimidos, dos agiotas da dívida histórica, dos cafetões da culpa, nem o Facebook considera algo assim exagerado a ponto de tirar qualquer postagem dos justiceiros sociais do ar. 

Fica tudo ali, porque "quando o oprimido fala o opressor cala a boca". E assim a antipatia, a repulsa e a desqualificação generalizada vão atingindo importantes questões e demandas verdadeiras. 

Se o "problema racial no Brasil" fosse um produto, seus vendedores estariam no corredor de um shopping ou supermercado cuspindo nos clientes, berrando com eles, tentando rasgar suas roupas e os impedindo de lanchar ou ir ao cinema. Qual empresa não iria à falência com uma tática dessas?

Mas como o "movimento negro" geralmente vive do dinheiro que os outros pagam em impostos e chega até ele através de prendas estatais, seus militantes não precisam se preocupar com isso, basta encher muito o saco dos "opressores", se comportar como arruaceiros, postar as imagens na internet e pensar que com isso acabaram de "mudar o mundo".

Um apocalipse zumbi também mudaria o mundo, a única diferença é que pelo menos os zumbis comem cérebros, ou seja, usam a cabeça para alguma coisa.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


Entenda, coxinha: a culpa não é da Dilma, do Lula e muito menos do PT.
Vá estudar macroeconomia e aprenda que a culpa é dos pessimildos de plantão, dos paneleiros, dos pescadores de águas turvas, do Armínio Fraga, do Engavetador Geral da República, do helicoca, do FHC, dos que torcem contra, de quem não suporta pobre usando o perfume da madame pra estudar na universidade do avião.
Enfim, a culpa é de qualquer um que não ROUBOU, não DEIXOU ROUBAR, não SUCATEOU A PETROBRAS e nem ASSALTOU ESTATAIS, não QUEBROU O PAÍS PARA SE REELEGER.
A culpa é de todo mundo, MENOS de quem não tem um simples, pachorrento, ridículo, mínimo PROGRAMA DE GOVERNO feito nas coxas e escrito num papel de pão sequer.
O plano era: ganhar mais quatro anos para continuar fazendo correria no dinheiro dos outros, o problema é que que o dinheiro acabou.
Viu, a culpa é dos outros.

Por um partido de direita


Funciona assim: enquanto não houver no Brasil um partido que diga sem receio "somos de direita", sigo votando em pessoas e contra pessoas, mas continuo sem partido.
Gente pra dizer "não, não, não sou de direita" tem às baciadas em qualquer partido por aí, para me tirar dessa postura é necessário mais do que um discurso kassabista "nem de direita, nem de esquerda, nem de centro".
O nome disso é bola: sem lado e oco por dentro e eu estou sem lado por falta de quem me permita isso, mas tenho lado.

Ué, mas tudo não é "construção social"?


Então fraudar o sexo para sacar a estrovenga da calça num banheiro de mulher pode, mas se auto-declarar negro não pode?
Qual será o tribunal racial que vai decidir isso? Vão usar escala de cor ou vai ser decidido por votação?
Aliás, quem decide quem vai decidir isso? Vai ter cota também? Vai ter escala de cor também?
Continue você aí em looop até cansar, eu já cansei faz tempo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Sorria, você paga para ser espionado

(Clique na imagem para ampliá-la)

Nesses últimos dias a blogosfera petista - a versão digital da militância pão com mortadela - anda exibindo um nível ainda mais baixo de conteúdo, algo que parecia impossível, mas que eles fizeram questão de dobrar a meta.

Entre ameaças de guerra civil e derramamento de sangue caso a Constituição seja respeitada e Dilma Rousseff sofra um processo de impeachment, todo tipo de absurdo e teoria política de galinheiro vem sendo lançada, em tentativas sucessivas e desesperadas de mudar a narrativa da história.

O PT se acostumou tanto a mentir - e a pagar para que mintam para ele - que hoje já não toma mais o brasileiro médio como o crédulo habitual, mas como uma completa besta quadrada.

Sim, porque para achar que os outros vão acreditar que afastar do poder por vias legais uma presidente incompetente, mentirosa, cercada por gente despreparada e por esquemas de corrupção é "golpe", você precisa ser um palerma ou pensar que os outros o são.

A parte boa do destempero é que eles foram perdendo os poucos filtros e limites sociais que ainda possuíam e passaram a não esconder mais suas verdadeiras intenções, como emular o regime chavista em suas piores características ou jogar o país no caos, se for preciso, para não perder a vida boa que o poder garante.

E uma dessas confissões é que você é monitorado pela presidência da República em tudo o que diz na internet, a ponto de uma brincadeira entre amigos ter o potencial de levar a polícia federal à sua porta.

Um desses sites que se especializam em transformar fatos em fábulas "noticiou" que uma funcionária de um buffet será investigada pela PF por suspeita de "ameaçar envenenar Dilma". As evidências? Um post na sua página em uma rede social e brincadeiras dos amigos em resposta.

Releve o factoide - iriam envenenar Dilma Rousseff com o que, uma injeção de neurônios, juízo? - e o fato do seu dinheiro ser torrado em banners de estatais - como esse da Petrobras que aparece na imagem - nesse tipo de cloaca, o foco é: o PT usa aquilo que te toma em impostos para te espionar.

Dilma diz que "não sabe por onde cortar despesas". Que tal desmontar esse núcleo dos James Bonds das curtidas alheias? É um bom jeito de economizar o dinheiro dos outros.

Parar de jogar dinheiro fora em anúncios estampados nas catacumbas da internet é outro.

Pronto, aí está minha ajuda "propositiva" ao pior governo da história.

Eu te disse


Conforme cansei de avisar aqui mesmo, já apareceu uma bandeira do ISIS no meio dos "refugiados" durante uma confusão com a polícia da Alemanha.

Mas sejamos tolerantes e respeitemos a diversidade e o multiculturalismo, não podemos confundir os fiéis da religião da paz que são extremistas com os fiéis da religião da paz que assistem passivamente os extremistas fazerem o que bem entendem e ainda usam suas atitudes para pagar de "malvadões".



- Somos da paz, mas não contrarie nossa religião senão...

domingo, 13 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


Alternativas ao socialismo? Me deixa pensar. Já sei!

Tem a peste negra, o ebola e o apocalipse zumbi.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Rodízio da zoeira


(Clique nesta imagem para ler os diálogos)

Uma churrascaria percebeu que a maioria da sociedade não aguenta mais a polícia do politicamente correto e resolveu usar essa nova onda a seu favor. Anunciou em seu perfil no Facebook que praticaria preços diferenciados para homens e mulheres.

Mulheres comem menos, logo pagam menos e assim a família pode economizar e comer lá. Sensacional, mas nada inovador já que vários lugares - como boates, por exemplo - adotam essa prática, a diferença foi a abordagem bem humorada e nada politicamente correta deles, que mereceu a minha - e de mais um monte de gente - atenção imediata.

"Feministas, podem protestar", assim terminava o anúncio.

É claro que não demorou a começaram a aparecer as justiceiras sociais, com sua espada em forma de vagina dentada em punho:

- Churrascaria usando opressão para ganhar likes! Nessas horas fico feliz por ser vegetariana do que ser atraída para um lugar para ser isca de macho. - Bradou uma justiceira.

E a ela outras se seguiram.  

O mais legal é que a equipe da churrascaria levou a situação na esportiva, dando respostas que ficaram melhores do que o post original:

- Se for feminista da Dilma não entra nem pagando o triplo!
- Sai de casa, procure o amor! Quem sabe você encontra algo que ocupe melhor sua vida e seu coração?

E a melhor de todas:

- Homem não precisa de isca para vir em churrascaria, ele vem aqui para comer carne. Os lugares que você frequenta estão te deixando confusa.

Algumas mulheres normais, mental e socialmente concatenadas e que, muito provavelmente, praticam sexo com regularidade entraram na brincadeira, dizendo que adoraram aquele machismo lucrativo (para elas) e que as feministas só poderiam ir lá protestar se fosse com as "maminhas assadas" de fora.


A resposta da sociedade aos lunáticos e neuróticos do politicamente correto deve ser exatamente esta. Quando um deles te disser que "denegrir" é uma palavra racista ou que o Laerte deve poder usar o banheiro feminino porque tudo é "construção social", deboche deles e depois ignore suas idiotices.


Não é normal pessoas escrevendo usando "x" ou "@" no lugar de "a" ou "o", não é normal alguém achar boa idéia trocar "só pra esclarecer" por "só pra escurecer" numa frase e é totalmente palerma achar que um homem dar "bom dia" ou enviar flores é praticamente um estupro.

Essas pessoas têm muito tempo livre, geralmente alguém pagando as suas contas (quando não é você, via impostos, via federais, via bolsas de estudo) e estão impregnadas de uma ideologia psicopata que pensa poder fazer uma reengenharia social, criando um "novo ser humano" coletivizado, sem individualidade, neutro em tudo, menos no que não presta.

Sabe quem preconizou este tipo de coisa? Kim Il-sung, na Coréia do Norte. E o resultado todos conhecem.

A única crítica que faço à churrascaria é ter apagado o post mais tarde, cansados que ficaram de responder e moderar comentários histéricos.

Não tiro a razão deles, porque cansa mesmo, mas é isso o que os justiceiros sociais munidos de espadas na forma de vaginas dentadas e estandartes no formato de tobas emitindo raios coloridos desejam: vencer pelo cansaço.

Canse eles primeiro, afinal, enquanto eles se irritam, a gente se diverte.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Ao herói


Um herói sem rosto e sem nome, morto salvando uma vida. A imprensa e a OAB especulam o destino do bandido e assim este herói continua sem rosto e sem nome.
Um site americano finalmente deu o enfoque justo para o caso: o do herói caído.
Dar sua vida para salvar outras vidas foi o que Nosso Senhor Jesus Cristo fez há dois mil anos, é o que cada policial honesto, cada médico abnegado, cada voluntário, cada protetor dos animais, cada profissional que usa sua individualidade para influenciar positivamente outras individualidades faz e eles merecem nossa gratidão eterna por isso.
Uns doam pequenos pedaços de vida na forma de tempo, recursos e até mesmo carinho e cuidado, outros, como esse herói da praça da Sé, doam tudo.
Seu lugar no céu ao lado do Pai e dos justos está garantido, meu irmão.
Muito obrigado pelo seu sacrifício. Que não tenha sido em vão.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Dilma, a golpista


O ministro da defesa, Jaques Wagner, assinará uma portaria devolvendo aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica poderes que foram subtraídos pelo decreto 8515 assinado há poucos dias pela ex-presidente da República em exercício.

O resumo da ópera de botequim é bem simples: Dilma Rousseff assinou um decreto subtraindo dos comandantes militares o poder de transferência para a reserva remunerada de oficiais, reforma de oficiais da ativa e transferências para o exterior. Grosso modo isso iria entregar ao petista Jaques Wagner a prerrogativa de aposentar, reformar e enviar militares ao exterior.

É óbvio que se trata de uma intervenção séria do petismo sobre o funcionamento e a administração das Forças Armadas, um primeiro passo na bolivarianização, petização e esculhambação de mais uma instituição do país.

Pior é que não é nem o mais grave, porque Dilma fez isso sem sequer comunicar aos comandantes militares. E nem isso é o mais grave, porque tal intervenção se deu durante uma viagem do ministro da defesa. 

O nome de Jaques Wagner foi usado pela secretária-geral do ministério, Eva Dal Chiavon, que aproveitou a ausência do ministro para desengavetar a proposta desse decreto que estava há anos esquecida. 

A Casa Civil mandou o decreto, Dilma assinou "achando" que tudo tinha sido combinado com os militares e agora a solução encontrada pelo PT é "devolver" através de uma portaria tais prerrogativas aos comandantes, o que sem anular o decreto significa que a qualquer momento elas podem ser retiradas novamente.

Mas agora é que a baixaria fica interessante: Eva, militante do PT, é casada com Francisco Dal Chiavon, que "trabalha" - o correto seria "atua" - ao lado de João Pedro Stédile no MST. Ou seja, esse é um caso bem mais sério do que parece, porque se trata de um conluio entre a presidente, o ministro da defesa e a esposa de um estafeta dos delinquentes do MST para dar um golpe nas Forças Armadas. 

Só não vê quem não quer que a venezuelização do Brasil está sendo acelerada às pressas, já que os companheiros sentem no ar a iminência do impeachment e do desmantelamento do esquema de aparelhamento e pilhagem do Estado implantado por eles. 

O que o PT sonha é governar o país por decreto, é exercer sobre a sociedade o mesmo tipo de controle que psicopatas e ditadores suspeitos de associação com narco-terroristas como Nicolas Maduro e Evo Morales exercem em seus países. A esposa de um sottocapo do MST tentar uma manobra dessa ousadia na calada da noite é um forte aviso disso.

Se puder, o PT fará aquilo que acusa todos que se atrevem a fazer oposição ao partido: dará um golpe para não desinfetar do poder.

As dúvidas que restam são: tal personagem obscura será demitida? Dilma Rousseff vai anular seu decreto golpista que intervém nas Forças Armadas? Caso a ex-presidente em exercício não o faça, terá o Congresso a coragem de fazê-lo? 

Ou...

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


- Kkkkkkkkkkk fala da operação zelotes, coxinha, fala, fala.
- Essa aqui onde pegaram a Erenice, amiga da Dilma e ministra do Lula?
- Não quero mais brincar.

República Federativa de Sucupira


O jornal O Globo publicou uma reportagem que denunciava a existência de várias "lava-jatinhos" nos estados brasileiros, com os mesmos esquemas de corrupção desbaratados no governo federal em andamento, só que em escala um pouco menor.

Quem poderia duvidar disso? Estados e municípios brasileiros são apenas as categorias de base do grande campeonato da pilhagem e desfaçatez que acontece em Brasília. Não que o nível intelectual e do debate em Brasília seja muito melhor, apenas os valores são mais escandalosos.

Basta assistir alguns minutos da TV Senado ou da TV Câmara para perceber que a política no Brasil geralmente é exercida por quem não tem talento ou competência para fazer mais nada além daquele teatro. O português de boteco cheio de anacolutos, plurais devorados, concordâncias estupradas e lógica mequetrefe provam que se Sócrates fosse brasileiro, os "reis filósofos" seriam no máximo uma banda de pagode.

E quem se assustar com a TV Senado ou Câmara convém passar longe de câmaras de vereadores de qualquer município, seja grande, médio, pequeno ou mesmo as capitais, porque o nível ali é ainda pior, como se isso fosse possível.

A política municipal brasileira é o retrato do país: mediocridade malandra por todos os lados. Não é de se espantar que não se realizem grandes debates e que parlamentares se tratem por "filho da puta" e "canalha" em pleno Congresso Nacional. Fazem isso porque aprendem desde cedo.

Contaram-me de um município - que obviamente não vou dizer o nome - que teve um prefeito que antes de ser alcaide tinha como ocupação conhecida ser ladrão de bombas d'água. Foi escolhido por um manda-chuva de ocasião como vice para "compor a chapa", o manda-chuva foi cassado e ele "herdou" a prefeitura.

Casos assim, de filhos, esposas e até mulheres sapiens eleitos com base na popularidade de líderes tão carismáticos quanto inescrupulosos existem às centenas. E assim a administração pública brasileira fica reduzida a um negócio de família ou a um acerto entre comparsas.

Prestem atenção em vários vereadores, deputados estaduais e prefeitos: não passam de energúmenos que só têm talento mesmo para roubar. Pode pesquisar, a maioria das câmaras dos municípios do Brasil é composta por vereadores com alcunhas tais como "Fulaninho do Gás", "Cicraninho da Sorveteria","Beltranão Bicheiro".

O Brasil é a República dos Sassás Mutemas, o bóia-fria personagem da TV que virou prefeito, só que os Sassás do Brasil real têm mais a ver com o Odorico Paraguaçu, outro prefeito criado pela TV, corrupto e mentiroso.

Não me arrisco a dizer qual é "a" solução para isso tudo, mas uma das soluções certamente passa pela melhoria do preparo intelectual e profissional de nossa classe política, que não pode continuar sendo o destino de muita gente que não deu pra mais nada na vida.

Elitismo? Mas elite é bom. Pelo menos seríamos roubados em português correto.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Entra o verde e amarelo, sai o vermelho-pixuleco


Agora verde e amarelo vai deixar de ser coisa de fascista, camisa da Seleção não vai ser mais roupa de quem apoia a corrupção e a bandeira do Brasil deixará de ser enquadrada como símbolo do racismo e do ódio da elite contra os pobres.

Contemplem o ridículo do PT largando o vermelho-pixuleco e adotando o verde-e-amarelo-coxinha pra não ser humilhado novamente na contagem de pessoas em apoio ou contra o governo mais impopular, incompetente e cercado de corruptos da história do Brasil.


P.S.: Com medo de repetir o Collor em 1992 e o povo todo ir às ruas de preto, a companheirada retirou a convocação. Só esquecem que eles não têm como repetir o Collor, porque já são muito, muito piores.

Mas fica a piada.

O politicamente correto, a solidariedade e a islamização da Europa


O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, declarou que a atual crise imigratória na Europa é "problema da Alemanha". E curiosamente ele tem razão e não tem razão.

Segundo o governante do país que está construindo uma cerca para impedir a entrada de ilegais no país, nenhum imigrante quer ficar na Hungria, na Eslováquia, Estônia ou Polônia, todos querem apenas chegar na Alemanha. 

O governo húngaro pretende levar estes refugiados para instalações provisórias onde serão documentados, analisados caso a caso e aí sim, prosseguirão seu caminho rumo ao país de Angela Merkel, a chanceler que eu admiro muito mas que não tem a mínima noção da estupidez que está cometendo ao escancarar seu país para essa verdadeira invasão.

Por isso Viktor Orban está certo e errado. Sim, é um problema alemão, mas também é um problema europeu, porque, uma vez dentro da Europa, as fronteiras desaparecem e todos esses imigrantes poderão ir para onde bem entenderem, fazendo o que bem entenderem.

Quem acompanha notícias da França ou mesmo da Alemanha sabe porque digo isso. Bairros inteiros se transformaram em califados, onde ocidentais são agredidas e ameaçadas por andarem nas ruas sem véu e por ali já existem mais mesquitas do que igrejas. Muitos imigrantes árabes não chegam para se integrar ao país de destino, mas para exercer uma espécie de colonização cultural e demográfica. 

Além disso, qual a garantia que existe de que no meio de toda essa gente - necessitada e refugiada por conflitos que as próprias idiossincrasias da sua religião causam - não existam terroristas do ISIS ou da Al Qaeda infiltrados? Quem garante que daqui a alguns anos a Alemanha não vire uma espécie de "Deutschlandistão"?

Concordo que é desumano deixar todas essas pessoas, seres humanos iguais a nós, se afogarem no Mediterrâneo ou morrerem de fome em postos de fronteira. Mas a solução para cada um deles deve ser obrigatoriamente TEMPORÁRIA, ou seja, uma vez normalizada a situação nos seus países, todos devem retornar para lá.

Caso contrário não vejo razão alguma para que o seu destino necessariamente seja a Europa, continente com cultura totalmente avessa a deles, que não é propriamente amante das liberdades individuais, da imprensa livre e muito menos da democracia, igualdade ou "tolerância".

Digo novamente: a crise imigratória é uma tragédia? Sim. Mas por que esses imigrantes, na maioria árabes e/ou muçulmanos, não são acolhidos por árabes-muçulmanos como os de alguns dos países do Golfo que são ricos e nadam em petróleo?

Por que não são recebidos na Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes, entre outros, países com idioma e cultura totalmente compatíveis com a desses refugiados? Não é por falta de dinheiro, com certeza.

Mas a imprensa, as ONGs, a esquerda mundial e o cidadão-médio impressionável cobram uma solução de quem não tem a menor obrigação de solucionar nada. Não dá para entender por que países ÁRABES e RICOS não são cobrados para receber esses refugiados.

Aliás, dá pra entender sim, é por conta do politicamente correto que, como sempre, subverte valores. O politicamente correto é mais destruidor do que qualquer arma e a prova é essa atual situação na Europa, que caso se dobre à gritaria - e está se dobrando - em breve será dominada pelos muçulmanos sem estes darem um tiro sequer.

Tratam os países europeus como se estes fossem mais responsáveis por cidadãos sírios, tunisianos ou líbios do que a Síria, a Tunísia e a Líbia. É como se a polícia batesse na sua casa para te prender porque o seu VIZINHO espanca a mulher DELE. Essa é a paranoia politicamente correta.

A foto de um menino afogado numa praia é realmente triste, dilacera nosso espírito, nos faz pensar no desperdício de toda uma vida que foi perdida décadas e décadas antes da hora. Mas um menino SÍRIO encontrado numa praia TURCA não é "culpa do Ocidente".

Aquele menino foi morto pelo ISIS, pelo governo do seu país que não soube cuidar do seu povo, pela pusilanimidade deste mesmo Ocidente em lidar com o terrorismo islâmico. Mas o politicamente correto, este cavalo de Tróia da civilização ocidental, joga toda a culpa sobre ombros sempre prontos a receber mais culpa, porque são doutrinados para isso.

No final de tudo, se não fizer nada, o Ocidente só será culpado mesmo é da sua própria destruição. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O Uber e as toupeiras

Dilma afirmou que o Uber "tira o emprego de muitas pessoas".
Pronto, já podemos começar a multar e rebocar os carros pretos dirigidos por cães, gatos, robôs e cabras do Uber que estão "tirando o emprego das pessoas".
Já as toupeiras também tiram emprego das pessoas, mas estas estão todas no Palácio do Planalto e na Esplanada dos Ministérios.

A rua não é da esquerda


Que a esquerda é hipócrita, incoerente, autoritária, ignorante, inconsequente e tem fixação em tudo que pertence aos outros não é novidade, mas o Brasil, sempre o Brasil, consegue elevar isso a níveis inéditos.


Tudo, literalmente tudo que os contrarie é taxado como "discurso de ódio" ou "preconceito" ou "fascismo". Esta última, aliás, foi tão usada pela esquerda de galinheiro que "fascista" virou uma palavra tão oca e babaca que ofende mais quem diz do que quem é o alvo.


Mas vamos em frente.


Um militante de esquerda típico é aquele néscio que vomita raiva e ressentimento acreditando que isso trará um tal "mundo melhor". Além disso ele está sempre disposto a redistribuir e reorganizar tudo.


"Vamos redistribuir riqueza", "vamos pagar a dívida histórica", "vamos oferecer compensações". E ainda "precisamos redefinir o conceito de família", "sexo é construção social", "vamos desconstruir reproduções burguesas" e etc., são conceitos típicos do militante zebroide.


O problema é que invariavelmente ele quer redistribuir a riqueza dos outros, pendurar a "dívida histórica" no cartão de crédito dos outros, compensar com o esforço do trabalho alheio. E seu problema com o "conceito de família" estará localizado entre pais que considera "opressores" ou no fato de não arrumar alguém sequer para namorar, que dirá formar um núcleo familiar.


É o caso da feminista que diz detestar homens e não precisar deles para nada - nem para oferecer apoio à sua causa - mas passa dias choramingando porque não consegue arrumar algum, colocando culpa na "ditadura da moda" ou outro espantalho qualquer.


O soronga esquerdista não abre mão de sua viagem à Europa, do seu smartphone, do quarto na casa da família com direito a comida quente, ar-condicionado, roupa lavada e uma empregada mensalista. E ele não deveria abrir mão de nada disso, como eles mesmos argumentam que "pra ser socialista não é preciso viver na pobreza".


O problema é que eles exigem que OS OUTROS abram mão. Esse é o ponto.


- Vamos redistribuir a riqueza começando com a do meu vizinho.


- Mas pera aí, porque não começa redistribuindo a SUA?


- FASCISTA!


Como não poderia deixar de ser, o pacóvio vermelho aplica o mesmo tipo de malandragem quando o assunto é "ódio" ou "agressividade". Vejam o caso do boneco do Lula inflado, o "Pixuleco", atacado e furado por uma tabaroa comunista com uma faca. 


A piriguete sai de casa com uma arma branca, vai num local onde pessoas estão exercendo seu direito constitucional de manifestação, cria um tumulto, agride os presentes e não se viu uma nota de reprovação da Manuela D'Ávila, Jandira Feghali, Jean Wyllys ou algum outro desses tratantes que só denunciam quem os desagrada.


O líder da seita dos velhacos ameaça com um tal "exército do Stedile", um patife sanguessuga da CUT diz que vai "pegar em armas", os estudantes profissionais da UJS avisam que usarão até zarabatanas porque "onde o boneco passar eles vão furar" e agressivos, fascistas e disseminadores de ódio são OS OUTROS?


Custa-me dizer isso, mas o problema é que até agora somente um lado dessa história foi agredido, ameaçado, difamado, caluniado, fora o fato de ser assaltado diariamente pelos parasitas que pilham o país.


Uma gente pacífica que é intimidada toda hora com avisos de "guerra civil", de "enfrentamentos" e o escambau e que até aqui tem respondido apenas com risos.


E se resolver parar de agir assim? E se achar por bem que é a hora de devolver o que vier na mesma moeda? Não desejo isso, mas penso o seguinte: agredir os outros por causa de política é coisa de bandido, mas ficar apanhando quieto é coisa de idiota.


Não aconselharia jamais alguém a dar a primeira porrada, mas aconselho fortemente que não permita que eles dêem a última. A rua não é deles e essa gente precisa entender que fora do debate e do embate de IDÉIAS, não há vitória possível, somente a derrota de todos.


Porque essa turma vermelha é muito boa em se vestir de mulher e fugir do país quando a coisa fica preta. O que, pra sorte deles, pelo menos agora poderão dizer que é apenas uma "construção social".