quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A rua não é da esquerda


Que a esquerda é hipócrita, incoerente, autoritária, ignorante, inconsequente e tem fixação em tudo que pertence aos outros não é novidade, mas o Brasil, sempre o Brasil, consegue elevar isso a níveis inéditos.


Tudo, literalmente tudo que os contrarie é taxado como "discurso de ódio" ou "preconceito" ou "fascismo". Esta última, aliás, foi tão usada pela esquerda de galinheiro que "fascista" virou uma palavra tão oca e babaca que ofende mais quem diz do que quem é o alvo.


Mas vamos em frente.


Um militante de esquerda típico é aquele néscio que vomita raiva e ressentimento acreditando que isso trará um tal "mundo melhor". Além disso ele está sempre disposto a redistribuir e reorganizar tudo.


"Vamos redistribuir riqueza", "vamos pagar a dívida histórica", "vamos oferecer compensações". E ainda "precisamos redefinir o conceito de família", "sexo é construção social", "vamos desconstruir reproduções burguesas" e etc., são conceitos típicos do militante zebroide.


O problema é que invariavelmente ele quer redistribuir a riqueza dos outros, pendurar a "dívida histórica" no cartão de crédito dos outros, compensar com o esforço do trabalho alheio. E seu problema com o "conceito de família" estará localizado entre pais que considera "opressores" ou no fato de não arrumar alguém sequer para namorar, que dirá formar um núcleo familiar.


É o caso da feminista que diz detestar homens e não precisar deles para nada - nem para oferecer apoio à sua causa - mas passa dias choramingando porque não consegue arrumar algum, colocando culpa na "ditadura da moda" ou outro espantalho qualquer.


O soronga esquerdista não abre mão de sua viagem à Europa, do seu smartphone, do quarto na casa da família com direito a comida quente, ar-condicionado, roupa lavada e uma empregada mensalista. E ele não deveria abrir mão de nada disso, como eles mesmos argumentam que "pra ser socialista não é preciso viver na pobreza".


O problema é que eles exigem que OS OUTROS abram mão. Esse é o ponto.


- Vamos redistribuir a riqueza começando com a do meu vizinho.


- Mas pera aí, porque não começa redistribuindo a SUA?


- FASCISTA!


Como não poderia deixar de ser, o pacóvio vermelho aplica o mesmo tipo de malandragem quando o assunto é "ódio" ou "agressividade". Vejam o caso do boneco do Lula inflado, o "Pixuleco", atacado e furado por uma tabaroa comunista com uma faca. 


A piriguete sai de casa com uma arma branca, vai num local onde pessoas estão exercendo seu direito constitucional de manifestação, cria um tumulto, agride os presentes e não se viu uma nota de reprovação da Manuela D'Ávila, Jandira Feghali, Jean Wyllys ou algum outro desses tratantes que só denunciam quem os desagrada.


O líder da seita dos velhacos ameaça com um tal "exército do Stedile", um patife sanguessuga da CUT diz que vai "pegar em armas", os estudantes profissionais da UJS avisam que usarão até zarabatanas porque "onde o boneco passar eles vão furar" e agressivos, fascistas e disseminadores de ódio são OS OUTROS?


Custa-me dizer isso, mas o problema é que até agora somente um lado dessa história foi agredido, ameaçado, difamado, caluniado, fora o fato de ser assaltado diariamente pelos parasitas que pilham o país.


Uma gente pacífica que é intimidada toda hora com avisos de "guerra civil", de "enfrentamentos" e o escambau e que até aqui tem respondido apenas com risos.


E se resolver parar de agir assim? E se achar por bem que é a hora de devolver o que vier na mesma moeda? Não desejo isso, mas penso o seguinte: agredir os outros por causa de política é coisa de bandido, mas ficar apanhando quieto é coisa de idiota.


Não aconselharia jamais alguém a dar a primeira porrada, mas aconselho fortemente que não permita que eles dêem a última. A rua não é deles e essa gente precisa entender que fora do debate e do embate de IDÉIAS, não há vitória possível, somente a derrota de todos.


Porque essa turma vermelha é muito boa em se vestir de mulher e fugir do país quando a coisa fica preta. O que, pra sorte deles, pelo menos agora poderão dizer que é apenas uma "construção social".
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