quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"

Chega a ser divertido, mas a pessoa retratada neste print é uma feminista do "movimento negro", dessas que chamam quem se relaciona com brancos de "palmiteiro", mas note que a imagem de crianças com a foice e o martelo usada não mostra o estereótipo de dois africanos, haitianos ou brasileiros, mas russos ou alemães.

Só que comecei pela parte engraçada, tem a parte triste também que é o grau de estupidez que o sistema educacional brasileiro mete na cabeça das vítimas desses molestadores intelectuais que chamamos de professores.

A frase que ela usa para justificar a foto das crianças com a foice e o martelo é "por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres". Convenhamos, só mesmo uma educação precária e doutrinária - além da habitual desonestidade da esquerda - pode fazer alguém repetir sem ficar com vergonha o socialismo traz "liberdade".

Mesmo porque logo adiante a mônada tem a cachimônia de defender Marx e falar em "derramar sangue" pela "luta de classes" para terminar afirmando que "não é comunista muito menos marxista". Um chimpanzé consegue articular melhor suas idéias.

Quem pesquisa um pouco sabe que Marx não era só um embusteiro e falsificador, mas também permitia que sua família vivesse na penúria e foi sustentado por amigos. Quando um dado ou uma estatística não servia para confirmar suas teses, ele simplesmente desconsiderava estes dados. 

Talvez venha daí a tara esquerdista por mitos, mentiras e pedaladas.

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