quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O politicamente correto, a solidariedade e a islamização da Europa


O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, declarou que a atual crise imigratória na Europa é "problema da Alemanha". E curiosamente ele tem razão e não tem razão.

Segundo o governante do país que está construindo uma cerca para impedir a entrada de ilegais no país, nenhum imigrante quer ficar na Hungria, na Eslováquia, Estônia ou Polônia, todos querem apenas chegar na Alemanha. 

O governo húngaro pretende levar estes refugiados para instalações provisórias onde serão documentados, analisados caso a caso e aí sim, prosseguirão seu caminho rumo ao país de Angela Merkel, a chanceler que eu admiro muito mas que não tem a mínima noção da estupidez que está cometendo ao escancarar seu país para essa verdadeira invasão.

Por isso Viktor Orban está certo e errado. Sim, é um problema alemão, mas também é um problema europeu, porque, uma vez dentro da Europa, as fronteiras desaparecem e todos esses imigrantes poderão ir para onde bem entenderem, fazendo o que bem entenderem.

Quem acompanha notícias da França ou mesmo da Alemanha sabe porque digo isso. Bairros inteiros se transformaram em califados, onde ocidentais são agredidas e ameaçadas por andarem nas ruas sem véu e por ali já existem mais mesquitas do que igrejas. Muitos imigrantes árabes não chegam para se integrar ao país de destino, mas para exercer uma espécie de colonização cultural e demográfica. 

Além disso, qual a garantia que existe de que no meio de toda essa gente - necessitada e refugiada por conflitos que as próprias idiossincrasias da sua religião causam - não existam terroristas do ISIS ou da Al Qaeda infiltrados? Quem garante que daqui a alguns anos a Alemanha não vire uma espécie de "Deutschlandistão"?

Concordo que é desumano deixar todas essas pessoas, seres humanos iguais a nós, se afogarem no Mediterrâneo ou morrerem de fome em postos de fronteira. Mas a solução para cada um deles deve ser obrigatoriamente TEMPORÁRIA, ou seja, uma vez normalizada a situação nos seus países, todos devem retornar para lá.

Caso contrário não vejo razão alguma para que o seu destino necessariamente seja a Europa, continente com cultura totalmente avessa a deles, que não é propriamente amante das liberdades individuais, da imprensa livre e muito menos da democracia, igualdade ou "tolerância".

Digo novamente: a crise imigratória é uma tragédia? Sim. Mas por que esses imigrantes, na maioria árabes e/ou muçulmanos, não são acolhidos por árabes-muçulmanos como os de alguns dos países do Golfo que são ricos e nadam em petróleo?

Por que não são recebidos na Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes, entre outros, países com idioma e cultura totalmente compatíveis com a desses refugiados? Não é por falta de dinheiro, com certeza.

Mas a imprensa, as ONGs, a esquerda mundial e o cidadão-médio impressionável cobram uma solução de quem não tem a menor obrigação de solucionar nada. Não dá para entender por que países ÁRABES e RICOS não são cobrados para receber esses refugiados.

Aliás, dá pra entender sim, é por conta do politicamente correto que, como sempre, subverte valores. O politicamente correto é mais destruidor do que qualquer arma e a prova é essa atual situação na Europa, que caso se dobre à gritaria - e está se dobrando - em breve será dominada pelos muçulmanos sem estes darem um tiro sequer.

Tratam os países europeus como se estes fossem mais responsáveis por cidadãos sírios, tunisianos ou líbios do que a Síria, a Tunísia e a Líbia. É como se a polícia batesse na sua casa para te prender porque o seu VIZINHO espanca a mulher DELE. Essa é a paranoia politicamente correta.

A foto de um menino afogado numa praia é realmente triste, dilacera nosso espírito, nos faz pensar no desperdício de toda uma vida que foi perdida décadas e décadas antes da hora. Mas um menino SÍRIO encontrado numa praia TURCA não é "culpa do Ocidente".

Aquele menino foi morto pelo ISIS, pelo governo do seu país que não soube cuidar do seu povo, pela pusilanimidade deste mesmo Ocidente em lidar com o terrorismo islâmico. Mas o politicamente correto, este cavalo de Tróia da civilização ocidental, joga toda a culpa sobre ombros sempre prontos a receber mais culpa, porque são doutrinados para isso.

No final de tudo, se não fizer nada, o Ocidente só será culpado mesmo é da sua própria destruição. 
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