quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quando o oprimido fala...ninguém aguenta o monte de asneiras que sai



Em março de 2015, uma aula de microeconomia na USP foi interrompida aos berros por "militantes" do tal movimento negro. A aula era sobre economia, mas eles resolveram que todos os presentes seriam OBRIGADOS a falar sobre racismo.

No meio dos faniquitos uma descontrolada berrou "quando o oprimido fala o opressor cala a boca", invertendo a ordem dos valores de tal forma que o produto é exatamente a face de uma grande parcela do "movimento negro": um zumbi raivoso que vomita excremento.

Em setembro deste mesmo 2015, um debate na PUC-SP com a participação de Leandro Narloch, Eduardo Sulicy, Luciana Temer e José Maria Eymael e a presença de 300 pessoas foi interrompido por meia dúzia de mônadas que fazem parte do "coletivo de negros e negras da PUC", indignados por não terem sido chamados para o debate.

Como sempre aos berros e fazendo ameaças aos presentes, os justiceiros sociais não aceitaram o convite para escolher um representante para se juntar à mesa, preferindo ali permanecer aos berros até que decretaram: acabou o debate, ninguém mais vai falar.

Nas redes sociais então a situação é cada vez mais curiosa: militantes do afro-coitadismo vituperam contra "branquelos" que "têm mais é que morrer", criam grupos onde "branco não entra" e chamam negros e negras que se relacionam com brancos de "palmiteiros", uma gente desprezível que "suja" e "trai" a "raça".

Uma página no Facebook convocou negros a refundar o grupo terrorista Panteras Negras no Brasil e "organizarem milícias de auto-defesa". Sites de emprego, grupos de estudo, entre outras iniciativas "só para negros" aparecem aqui e ali. 

Qualquer semelhança com a retórica de babaquaras neonazistas não é mera coincidência, nada é mais fascista do que um justiceiro social e sua certeza de estar sempre certo sobre tudo.

Quanto tempo será que duraria algo parecido mas feito por brancos contra negros? Pense: "preto não entra" ou "não misture sua raça, você não é poleiro de urubu". Em quanto tempo a OAB, o ministério público e a imprensa não estariam destruindo a vida dos envolvidos em uma coisa dessas? Mas no caso dos eternos oprimidos, dos agiotas da dívida histórica, dos cafetões da culpa, nem o Facebook considera algo assim exagerado a ponto de tirar qualquer postagem dos justiceiros sociais do ar. 

Fica tudo ali, porque "quando o oprimido fala o opressor cala a boca". E assim a antipatia, a repulsa e a desqualificação generalizada vão atingindo importantes questões e demandas verdadeiras. 

Se o "problema racial no Brasil" fosse um produto, seus vendedores estariam no corredor de um shopping ou supermercado cuspindo nos clientes, berrando com eles, tentando rasgar suas roupas e os impedindo de lanchar ou ir ao cinema. Qual empresa não iria à falência com uma tática dessas?

Mas como o "movimento negro" geralmente vive do dinheiro que os outros pagam em impostos e chega até ele através de prendas estatais, seus militantes não precisam se preocupar com isso, basta encher muito o saco dos "opressores", se comportar como arruaceiros, postar as imagens na internet e pensar que com isso acabaram de "mudar o mundo".

Um apocalipse zumbi também mudaria o mundo, a única diferença é que pelo menos os zumbis comem cérebros, ou seja, usam a cabeça para alguma coisa.
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