terça-feira, 6 de outubro de 2015

Diversidade, multiculturalismo, tolerância e empoderamento


A esquerda-progressista-justiceira-social é expert em pegar qualquer palavra inofensiva (ou não) e transformá-la na representação verbal e escrita de um pé no saco.

Por exemplo, veja o caso de "diversidade". Diversidade pode ser um saco de Skittles, um rodízio de churrasco, uma viagem com 6 destinos diferentes. Mas de uns tempos pra cá virou uma palavra usada para te dizer o que você é OBRIGADO a gostar, aturar e agir como se fosse tão legal quanto um saco de Skittles.

Depois que a palavra "diversidade" acasalou com o termo "multiculturalismo" e trouxe à luz uma ninhada de filhotes politicamente corretos, ela virou parte da defesa desde lunáticos muçulmanos até música ou qualquer outra arte ruim.

O mesmo se deu com "preconceito", "feminismo", "coletivo" e até "urbano" e "social". Quem não sente falta de quando "construção" era apenas um monte de homens trabalhando com cimento, brita, tijolos e fazendo acabamentos no final? Nada de "construção social" ou "construção de consenso". E não poderia esquecer jamais de "tolerância", essa palavrinha mágica que passou a querer dizer "engula quem não te engole".

Mas talvez nada seja mais asqueroso atualmente, mais até do que "democratização" ou "problematização" do que "empoderamento".

Empoderar significa basicamente "dar poder a quem não tem", mas isso seria apenas caso valesse o que está escrito no pai dos burros.

O que a esquerda-DCE conseguiu vai bem além disso. Para essa gente empoderar é mais ou menos o mesmo que agir como um louco com mania de perseguição, ser agressivo, escroto, hipócrita, incoerente, mitômano, usar argumentos mequetrefes, desconhecer ironia e passar os dias chorando por aí sobre como se acha injustiçado e sofre preconceitos, mas fazendo isso de forma a cometer ainda mais injustiças e sendo mais preconceituoso do que aqueles que acusa.

Resumo: "empoderamento" é uma merda.

Aliás, não, a esquerda-progressista-justiceira-social é que é.
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