terça-feira, 13 de outubro de 2015

O Quaquá de Maricá é a maquete do PT do Brasil


Que o governo Dilma-PT se parece cada vez mais com aquele filme "A Queda" sobre os dias finais de Hitler no seu bunker é notório. Posso visualizar até a cena do führer aos berros trancado numa saleta com seus colaboradores mais próximos fazendo planos mirabolantes enquanto mocinhas choram do lado de fora.

Nesse caso o "führer" é o cruzamento de um barbudo que fala "menas" e de um poste de topete que saúda a mandioca. Além disso não há mocinhas chorando do lado de fora, apenas vagabundos encostados afanando as louças e a prataria antes da boa vida com o dinheiro dos outros acabar.

Mas saindo do mundo dos filmes e passando para a bizarra vida real da política brasileira, temos um exemplo do que é o PT in natura, em estado de guerra permanente e sem o escrutínio da grande imprensa bem à vista de todos, no pequeno município de Maricá, no Rio de Janeiro.

Ali um personagem que bem poderia estar em "O Ditador", de Sacha Baron Cohen, ou "Bananas", de Woody Allen, não só governa a cidade como dita os rumos do PT no estado. Conhecido pelo apelido de Washington "Quaquá", o prefeito de Maricá é o retrato da Era da Mediocridade que assola o país desde 2003.

Envolvido em denúncias e histórias tão bizarras quanto a de um viaduto que não só foi inaugurado duas vezes - com direito a shows de pagodeiros a milhares de reais o cachê - como depois foi transformado numa ponte. 

Isso mesmo, como o requisito para algo ser uma ponte é ter algum obstáculo natural passando por baixo, o Joseph Strauss das bananas mandou que retroescavadeiras aumentassem o tamanho de uma lagoa próxima, para que a sua água passasse embaixo do viaduto transformando-o numa ponte.

Crime ambiental e dinheiro dos outros jogado fora à parte, "Quaquá" também mandou que batizassem um hospital municipal com o nome de "Dr. Ernesto Che Guevara", ainda que o "Dr." no título do porco terrorista seja quase tão merecido quanto o do Dr. Kevorkian. O "quase" fica por conta do fato de que o Dr. Kevorkian só matava quem pedisse por isso.

"Quaquá" ficou mais ou menos famoso no cenário nacional ao pregar que petistas dessem "porrada" nos "coxinhas", ainda que tenha sido ele que levou um pescotapa de um pagador de impostos cansado da sua boquirrotice, como só se referir aos vereadores da oposição como "meninas".

Quer mais? O Kim Jong-un da Região dos Lagos resolveu prestar um serviço às unidades do Minha Casa, Minha Vida, um tal de "Centro da Cidadania e Cultura Popular", sigla: CCCP, o acrônimo russo para a falida União Soviética. O que seriam tais centros? Nada. Apenas polêmica pachorrenta, provocação e fanfarronice de alguém mais adequado a um picadeiro de circo ou a uma comédia pastelão.

O problema, como sempre, é que deixa de ser divertido quando você considera três aspectos: a palhaçada custa caro, essa gente se leva muito a sério e, finalmente, esse viveiro de esquisitices que é a prefeitura do "Quaquá" é uma maquete do que pensa e sonha a maioria esmagadora da companheirada.

No seu "mundo ideal" eles usariam o dinheiro dos outros para fazer o que bem entendessem (como doar 3 milhões da prefeitura para uma escola de samba), homenageariam genocidas, terroristas e ditadores, controlariam a imprensa e sufocariam a oposição.

O Brasil não é Maricá. Ainda. Mas não custa garantir logo de uma vez que jamais seja.
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