segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O cidadão Sérgio Moro


Na foto você pode observar o juiz malvado que se acha acima da lei e persegue pessoas que só andam em jatinho e área VIP esperando pacientemente na fila do passaporte junto com o resto do populacho, ou seja, nós.
Um juiz que vai receber homenagens e paga sua passagem e hospedagem do próprio bolso, anda de táxi, vai ao supermercado sem um séquito empurrando seu carrinho ou passando na frente dos outros na fila, investiga qualquer um, pune qualquer um, independente do currículo, da votação ou da conta bancária.
E agora ainda vai para a fila da polícia federal tirar passaporte? Onde é que nós estamos? Daqui a pouco esse cara vai dizer que todo mundo tem que parar no sinal vermelho, respeitar a lei do silêncio depois das 22:00 e gastar com responsabilidade do dinheiro do pagador de impostos.
Alguém prenda logo esse tal de Sérgio Moro, porque o exemplo que ele dá é perigosíssimo.
P.S.: Eu sei que a obrigação de todo agente público é se comportar dessa forma, sei que ninguém deve receber medalhas apenas por cumprir a lei e não se achar acima dos demais cidadãos, mas num país em que até guarda municipal e escrevente de repartição dá carteirada e age como "otoridade", onde os poderosos desprezam a igualdade constitucional e onde o mau exemplo é o exemplo corrente, devemos sim, em nome da cidadania, exaltar os bons exemplos. Não é nada mais do que a obrigação, mas quantos fazem? Por isso, parabéns para quem mesmo tendo oportunidade de fazer o errado, escolhe o menos cômodo, que é fazer o certo.

Mas e ele?

- Ele também roubou!
- Mas e o cunhado do Serra?
- E a lua de mel do Aécio?
- É golpe!
- Só pegam petista, por que será? 
- Nunca se fez tanto.
Desde o mensalão os argumentos que a direção do PT sopra para sua militância nas ruas, na internet e na sub-imprensa são os mesmos.
Invariavelmente o PT é vítima de perseguição não pelos seus esquemas mastodônticos de corrupção, mas pelas suas virtudes na "democratização" de tudo, desde o acesso dos mais necessitados à universidade até ao saguão dos aeroportos.
Concluí-se com esse raciocínio que os adversários do partido na sociedade - e veja que nem falo de partidos políticos - são pessoas que na realidade não se incomodam de serem roubadas e enganadas, mas de dividir a carteira universitária e a poltrona do avião com o seu porteiro ou a empregada.
Essa fábula que funcionou tão bem até aqui determina que os bons ladrões são melhores do que suas vítimas elitistas, rancorosas e preconceituosas.
O problema é que se tanto a suposta intolerância dos seus adversários quanto sua "competência" e "ação a favor dos pobres" são produtos de marquetagem de gosto duvidoso, os resultados de tantos anos de saques e falta de ação concreta e responsável são inexoravelmente reais.
O pobre está ficando mais pobre com tanta inflação, a nova classe média criada através de manobras estatísticas, crédito e propaganda está cada dia mais com medo de voltar à antiga situação, milhares de postos de trabalho são fechados por dia, obras estão paralisadas, o mercado imobiliário vive uma crise depois da loucura que foram os últimos anos, enfim, toda aquela alegoria carnavalesca de isopor, papel e espuma está se desmontando a olhos vistos, mas o petismo insiste em enfrentar a realidade fazendo e falando as mesmas coisas, esperando que algum resultado positivo saia disso.
É como se hoje uma tropa com mosquetes e espadas fosse a campo lutar contra drones e tanques da realidade.
Só porque deu certo um dia, não quer dizer que vai funcionar sempre.
O lado bom é que a derrota do petismo será a vitória do resto do país. É hora de andar para frente.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Quem?

Se o Lula achasse que os outros acreditariam, a essa altura já estaria dizendo que só conhece a Dilma de vista.
Primeiro foi um presidente de partido, depois outro presidente de partido, aí veio um tesoureiro e outro tesoureiro logo o seguiu. Deputados então resolveram fazer um bloco de sujos (literalmente) evoluindo para dentro da cadeia, até que chegamos a um senador - líder do governo - em pleno exercício do mandato.
Como disse mesmo a Dilma num dos debates de 2014? Todos soltos! Pois é, no partido dela estão quase todos presos. E ao que parece a cadeia ainda dispõe de alguns aposentos livres, nunca se sabe quem virará hóspede.

Obcecado pela síndrome do marco zero ("nunca antes"), Lula acabou produzindo ineditismos em série. Como o chefe, amigo, colega, companheiro que de repente nunca viu mais gordo um monte de gente que passou anos o cercando.
José Dirceu? Conheço de vista. Genoíno? Sei quem é. João Paulo Cunha? É um moço aí. Delúbio Soares? Parece que foi tesoureiro não me lembro onde. Paulo Roberto Costa? Nomearam usando minha caneta. Erenice Guerra? Coisa da Dilma. José Carlos Bumlai? Ia na minha casa, eu ia na dele, meus filhos dividiam um escritório com o homem, tinha passe livre no meu gabinete, mas amigo não, nunca foi meu amigo. E por aí vai.
No seu governo foram nomeados senão todos, praticamente todos os protagonistas do petrolão, mas ele se assustou como todo mundo quando soube do escândalo. Ingênuo esse Lula, quem disse pra ele que alguém se assustou?
Os empresários de sucesso de sua era, de Eike Batista a André Esteves, estão enrolados na justiça ou presos. A Forbes do PT é uma autêntica "Rorbes", mas a culpa, claro, é da imprensa.
Essa tímida, fraca, minoritária imprensa que cisma em "perseguir o PT" e que não faz parte da companheirada das redações.
Companheirada que transforma um cara como Delcídio do Amaral, que assinou uma ficha de filiação ao PSDB em 1998, nunca exerceu política no partido, entrou para o PT em 2001 e nunca mais saiu, em "meio tucano".
O mesmo Delcídio que vivia a tira-colo com o Lula e que agora o Lula diz que foi um "idiota". Daqui a uma semana ele perguntará "Delc...quem?".
Até o dia em que, vai saber, ele próprio vá
preso, chegue na cadeia, veja uma convenção nacional do PT no pátio, vire para todos e diga:
- Quem são vocês?

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Sua conta de luz

Quem já viu aquele mapa noturno de uma foto de satélite das duas Coréias pode imaginar bem como a energia é fundamental. De um lado Seul brilhando com um rabo de foguete, do outro Pyongyang mais escura do que a Santana do Agreste de "Tieta" antes da chegada do gerador.
E como falei em Jorge Amado, deixemos ambas as Coréias de lado e retornemos ao Brasil.
De 2013 para cá a política energética do país seguiu num ritmo de samba da Dilma doida. Depois de anunciar na TV que a conta de luz cairia, não teve mais uma cadeia nacional para comunicar os sucessivos aumentos de tudo.
Nem vou me preocupar com a cronologia. Teve aumento de luz, da gasolina, da luz de novo, do álcool, da luz de novo, do gás, da luz de novo e mais um pouquinho de aumento da luz.
Funciona assim: a geração de energia está baixa, eles te multam se você gastar demais. Aí como as distribuidoras venderam menos do que esperavam, eles te multam para cobrir o prejuízo que foi gerado pelo fato de te obrigarem sob pena de multa a economizar.
Chove muito, sobra energia? O valor sobe, porque as geradoras ficam entubadas. Chove pouco e falta? Sobe também, porque as termoelétricas geram energia mais cara. Mas aí quem tem uma hidroelétrica deixa de vender o que não tem. Sem problemas, mais um aumento para compensar.
Isso para não mencionar que o petróleo nunca esteve tão em baixa no mundo, a ponto da Petrobras se afundar cada vez mais em prejuízos, mas a gasolina continua subindo.
no fim a conclusão é só uma: não falta quase nada para cada brasileiro ter direito a uma lâmpada de 20w e um radinho de pilha.
Imagina só a foto do satélite.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Mandrake

Veja que coisa curiosa: o cada vez mais petista Rodrigo Janot tem em seu poder denúncias sobre diversos políticos, mas curiosamente escolhe o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para oferecer trinta e sete denúncias por semana.
Até aí nada demais, se foi citado e se estranhezas aparecem em sua vida bancária, tem mais é que ser investigado mesmo. O problema é a amnésia em relação ao Edinho Silva, ao Mercadante, ao Renan Calheiros e ao resto da petistada encalacrada - para usar o termo do encalacrado líder da seita - até o pescoço na sujeira da lava-jato.
E não é só isso.
A imprensa que não disfarça seu petismo esquece muito providencialmente da presidente eleita com dinheiro sujo e mentiras e se foca apenas no Cunha, que até ontem era o que a mesma imprensa chamava de "um líder do baixo clero". É como se a CIA esquecesse o Bin Laden para ir atrás do Romero Britto, que não deixa de cometer terrorismo com aqueles quadros.
Adiante.
Se há uns meses só se falava do impeachment da Dilma, se o seu governo incompetente e corrupto estava prestes a cair, hoje tem-se a impressão de que saindo Cunha, a moralidade estará restaurada, quando a maior imoralidade continua acontecendo bem ali ao lado, no palácio do Planalto.
No reboque da imprensa o PT lançou suas linhas auxiliares - PSOL e PC do B - para começar a gritaria e ordenou que suas milícias sindicais e estudantis fossem para a rua pedir o "fora Cunha", como se não fossem todos sustentados por gente muito pior.
O PSDB, esse PT que trocou o macacão vermelho e a pinga por fraque azul e Veuve Clicquot, resolveu que era hora de "abandonar Cunha" e entrou no jogo do PT, que agradece o prestimoso serviço, já que agora Dilma está livre para parar de se preocupar em salvar o próprio emprego e sair por aí defendendo a volta da CPMF, que acabará sendo aprovada em algum acordo sujo de bastidores.
É o crime perfeito: o petista Janot SÓ denuncia Cunha, o PT via imprensa começa a gritaria, os bate-paus vão para a rua e Dilma se livra. E ainda que não seja "crime" nem entre aspas, é de uma imoralidade sem aspas nauseante.
Se Cunha recebeu mesmo 5 milhões e mentiu na CPI, recebeu 5 milhões de um esquema sujo do PT que mentiu na eleição. Esse é o fato, mas Brasília, como sempre, vai resolver tudo sem resolver nada.
Cunha praticamente já caiu. Enquanto isso Dilma vai preparando as mentiras para que o cretino-em-chefe volte a assombrar o país em 2018.

Os truques de Brasília


Veja que coisa curiosa: o cada vez mais petista Rodrigo Janot tem em seu poder denúncias sobre diversos políticos, mas curiosamente escolhe o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para oferecer trinta e sete denúncias por semana.
Até aí nada demais, se foi citado e se estranhezas aparecem em sua vida bancária, tem mais é que ser investigado mesmo. O problema é a amnésia em relação ao Edinho Silva, ao Mercadante, ao Renan Calheiros e ao resto da petistada encalacrada - para usar o termo do encalacrado líder da seita - até o pescoço na sujeira da lava-jato.

E não é só isso.
A imprensa que não disfarça seu petismo esquece muito providencialmente da presidente eleita com dinheiro sujo e mentiras e se foca apenas no Cunha, que até ontem era o que a mesma imprensa chamava de "um líder do baixo clero". É como se a CIA esquecesse o Bin Laden para ir atrás do Romero Britto, que não deixa de cometer terrorismo com aqueles quadros.
Adiante.
Se há uns meses só se falava do impeachment da Dilma, se o seu governo incompetente e corrupto estava prestes a cair, hoje tem-se a impressão de que saindo Cunha, a moralidade estará restaurada, quando a maior imoralidade continua acontecendo bem ali ao lado, no palácio do Planalto.
No reboque da imprensa o PT lançou suas linhas auxiliares - PSOL e PC do B - para começar a gritaria e ordenou que suas milícias sindicais e estudantis fossem para a rua pedir o "fora Cunha", como se não fossem todos sustentados por gente muito pior.
O PSDB, esse PT que trocou o macacão vermelho e a pinga por fraque azul e Veuve Clicquot, resolveu que era hora de "abandonar Cunha" e entrou no jogo do PT, que agradece o prestimoso serviço, já que agora Dilma está livre para parar de se preocupar em salvar o próprio emprego e sair por aí defendendo a volta da CPMF, que acabará sendo aprovada em algum acordo sujo de bastidores.
É o crime perfeito: o petista Janot SÓ denuncia Cunha, o PT via imprensa começa a gritaria, os bate-paus vão para a rua e Dilma se livra. E ainda que não seja "crime" nem entre aspas, é de uma imoralidade sem aspas nauseante.
Se Cunha recebeu mesmo 5 milhões e mentiu na CPI, recebeu 5 milhões de um esquema sujo do PT que mentiu na eleição. Esse é o fato, mas Brasília, como sempre, vai resolver tudo sem resolver nada.
Cunha praticamente já caiu. Enquanto isso Dilma vai preparando as mentiras para que o cretino-em-chefe volte a assombrar o país em 2018.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O gorila não quer saber de multiculturalismo


Conviver com o islã no seu país é como se trancar num quarto com um gorila. Tudo vai muito bem até que de repente não vai mais porque o gorila cisma com você e percebe que é o mais forte.
E como os muçulmanos se tornam mais fortes? Simples e muitos deles não têm a menor vergonha de admitir: casando com até quatro mulheres e emprenhando-as seguidamente até formar uma Al Qaeda só de filhos.
Como bem lembrou o sempre necessário Flávio Morgentern, o maior evento do islã não é a criação do mundo, um nascimento ou uma ressurreição, mas a migração de Maomé para Medina, de onde iniciou a expansão de sua seita na base da espada.
Uma rápida procura no YouTube encontra vídeos onde muçulmanos dizem coisas carinhosas como "sua filha vai casar com um muçulmano e ter 10 filhos muçulmanos" ou então "em alguns anos seremos maioria e o seu país vai se curvar ao islã", entre outras.
Mas tudo bem, a preocupação de grande parte do ocidente - contaminada pela paumolescência politicamente correta - é não ferir susceptibilidades de uma tal "maioria pacífica" que nunca dá as caras.
Uma notícia do Yahoo de 18/11/2015 dá bem a medida disso: enquanto num estádio da Turquia os alto-falantes pediam um minuto de silêncio pelos mortos nos atentados de Paris, as arquibancadas vaiavam e urravam "alahuakbar", que é mais ou menos um "shazam" dos cortadores de cabeça.
O fato que a esquerda progressista que ama automaticamente tudo o que odeia os EUA teima em esconder é um só: muçulmanos só são moderados quando o porrete está na mão dos outros. Nesse caso pedem tolerância, diversidade, multiculturalismo.
Porque quando são eles que detém a força, aí sai de baixo. Duvida de mim? Tente usar um crucifixo na Arábia Saudita.
No fundo só é vítima do islã quem quer: basta você se converter e fazer tudo que eles mandam que te tratam super bem.
Esses mesmos que hoje estão IMPLORANDO para entrar na Europa serão muitos dos que amanhã vão acusar a Europa de "islamofóbica" por não querer SE DOBRAR aos seus dogmas.
Não se esqueça: um dia o gorila sempre resolve que o quarto é pequeno demais para vocês dois.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O Brasil é um desastre ambiental de proporções continentais


"O Brasil é um país lindo". Quem nunca ouviu isso, ainda que em propaganda ufanista com foto de mulher de bunda de fora?
E em parte não deixa de ser verdade, só que não graças ao brasileiro, mas apesar dele. Ainda.
O país tem uma natureza linda e exuberante e só. Belas praias, serras, rios, florestas, fauna. Mas o que se construiu em volta é feio, de mau gosto, sujo e só presta para atrapalhar e destruir o trabalho da natureza.

O rio Doce já estava poluído e sofrendo antes que fosse destruído pela negligência das mineradoras e do governo (que inclusive é acionista da Vale e deu um golpe na diretoria utilizando fundos de pensão para fazer uma reestatização branca).
A Baía de Guanabara - que já teve diversas espécies marinhas e águas limpas - é um gigantesco penico a céu aberto.
O rio Tietê ou o rio Carioca ou o Capiberibe ou o Guaíba ou praticamente qualquer outro que você cite, não passam de valões para despejo de esgoto sem tratamento. A natureza sofre no Brasil.
A Amazônia é desmatada como se não houvesse amanhã; nas capitais, o mar é impróprio, as praias imundas, a ocupação urbana descontrolada.
O Brasil é um desastre ambiental de proporções continentais e as pessoas ainda perguntam por que o mundo não dá tanta atenção ao que ocorreu em Mariana? A resposta é essa: porque ninguém se espanta.
É exatamente o que se espera de um país conhecido por destruir a natureza que o cerca, por exaurir recursos naturais e por tratar questões sérias na base da demagogia e da propina.
Paris, Nova York, Berlim não são lugares onde você espera que aconteça um atentado terrorista. Beirute, Damasco ou Bagdá, sim. Por isso atentados nos primeiros são recebidos com uma maior comoção, com espanto, com choque.
O Brasil não passa de um Paquistão ambiental, de um Iraque da natureza, de um califado da imbecilidade, negligência, ignorância e corrupção.
Não é à toa que sua natureza está cada dia mais parecida com os escombros das cidades destruídas nas zonas de guerra.

Da série "as catacumbas de um cérebro baldio"


- Oi, sou uma idiota útil, essa dieta a base de farofa marxista e coliformes fecais ideológicos está prejudicando meu raciocínio que já não era muito brilhante, caso contrário eu não teria caído no conto do professor comunista molestador ideológico de criancinhas.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Meio-ambiente não é assunto para chato ou hippie, mas para quem não deseja que um dia tenha que se andar por aí numa roupa de astronauta


Como todos já estão a par, a polícia da comoção declarou que você não pode se solidarizar com as vítimas dos atentados em Paris se não demonstrar antes o mesmo grau de indignação com o crime ambiental que ocorreu em Mariana, Minas Gerais.

O que se tem na verdade é a mesma récua "progressista" de sempre tentando dominar e distorcer a narrativa, pela pura e simples impossibilidade de se falar de Paris sem lembrar que a patrulha do bem defendia (e ainda defende) a entrada descontrolada de imigrantes na Europa, facilitando dessa forma o trabalho da Jihad Express.

Sobre a imigração em massa de muçulmanos para a Europa, sobre o caráter deletério dos ensinamentos praticados nessa religião, sobre o mito da "maioria pacífica" que curiosamente nunca dá as caras, sobre o anti-semitismo que se camufla sob a defesa de "palestinos", sobre o amor que a esquerda sente por terroristas e marginais, tudo isso eu já falei exaustivamente, o arquivo do meu blog está de prova.

Por isso é que prefiro - e não por pressão da patrulha do bem - falar sobre Mariana agora, porque ela mostra bem como o estado é falido, ineficiente, criminoso, negligente, inútil e caro.

Mas calma, você vai dizer, a Vale e a BHP não são empresas privadas? A Vale não foi vendida na "privataria" tucana? Como pode então a culpa ser do estado?

Eu levantei a tese, então eu explico, pode deixar.

É verdade que são duas empresas privadas, movidas pela busca do lucro e pelas regras do mercado. É verdade que podem ser tão corruptas e irresponsáveis quanto qualquer estatal. Mas somente uma coisa garante que uma empresa privada respeite as regras do jogo: a fiscalização séria, eficiente, implacável e a penalização dura, líquida e certa.

Não acredito que alguém seja energúmeno o bastante para pensar que se a Vale fosse estatal - imagine a Petrobras quando visualizar isso - faria o manejo de rejeitos de mineração, a contenção de danos, a recuperação do meio-ambiente e a indenização aos afetados de forma melhor que uma empresa privada possa fazer.

Primeiro porque os próprios afetados pagariam sua indenização, já que dinheiro de estatal sai do bolso do pagados de impostos mesmo, depois porque tudo que depende da viúva - e não seja superfaturamento e corrupção - geralmente sai atrasado e mal feito.

E aí chego na culpa estatal: quem fiscalizava essas mineradoras? Fácil: um órgão estatal com verba contingenciada, atuação acochambrada, repleto de barnabés que não devem resultados a ninguém, cheio de gente pronta para fazer vista grossa.

Não havia plano de evacuação, não havia plano de emergência, a lama tóxica (ou altamente densa) que se espalhou vai dizimar o ecossistema da região, a recuperação de 80% de tudo é praticamente inviável, a poluição vai afetar até a vida marinha na foz do rio Doce, a população vai sofrer, vidas se perderam, atividades econômicas foram inviabilizadas e o máximo que o governo consegue fazer é aplicar multas a posteriori.

Pena que dinheiro não compra um rio novo.

Uma fiscalização séria, bem feita, comprometida, evitaria o problema porque atuaria na prevenção, coisa que claramente não houve.

O estado deve ter o poder coercitivo, a força. Minha sugestão é: privatizem a fiscalização também, punam os corruptos onde eles estiverem, cobrem resultados e caso uma mineradora se negue a aplicar métodos modernos e seguros, caso negligencie os danos a que sujeita a região onde atua, que seja simplesmente fechada na marra e sua atividade entregue para quem faça isso direito.

A lei deve ser simples: você é bem vindo para investir, explorar, ganhar dinheiro e lucrar muito, mas caso coloque em risco o legado que será deixado para as crianças deste país, você vai perder tudo o que investiu, porque vamos tomar sua empresa e DAR para outro, sem que você receba nada por isso.

Pode me chamar de "estatófilo" se quiser, mas a destruição de tudo o que nos cerca é, sim, um limite razoável.

Meio-ambiente não é assunto para chato ou hippie, mas para quem não deseja que um dia tenha que se andar por aí numa roupa de astronauta.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Me dá cota, eu quero cota


Universidades do Rio de Janeiro - capital mundial do caviar e dos justiceiros sociais - agora oferecerão cotas para pós-graduação.

Não interessa se o sujeito já levou sua vantagenzinha esperta de Macunaíma na admissão para a graduação e se passou anos ali vomitando vitimismo - reação do oprimido, não sei o que do opressor blábláblá - e se frequentou as mesmas aulas e passou pelas mesmas provas dos demais, porque ele ainda é credor de uma dívida que não acaba nunca.

Depois disso cotas para concursos públicos e logo chegaremos à cota para vencedores da Mega Sena, afinal o oprimido precisa fazer a revolução, mas vida boa custa caro.

Mas tudo bem, façamos cotas para tudo.

Eu acho que os mais capacitados devem mesmo ajudar, por pena que seja, os incompetentes e idiotas. Se a pessoa faz uma graduação e ainda assim tem a humildade de admitir que é um incapaz e inferior academicamente aos demais, a sociedade tem o dever de abrir uma janelinha para o coitadinho pular e levar vantagem.

O PT é perde-perde


O pré-sal bateu um milhão de barris por dia, mas ainda assim a Petrobras teve um prejuízo de 3,8 bilhões no terceiro trimestre.
Uma das causas é o baixo preço do petróleo.
Tudo bem, mas mesmo numa época em que o petróleo está baixíssimo, a gasolina no Brasil é caríssima e ainda por cima batizada com álcool.
O que isso quer dizer além do fato que a Petrobras "é nossa" mas o prejuízo é mais "nosso" ainda?
Simples: que com o PT a coisa dá errado até quando aparentemente dá certo. E quando é pra dar errado, dá muito errado.
Pra eles é jogo de ganha-ganha como disse uns dos corruptos da lava-jato, para o resto da macacada fica só o perde-perde.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A saga de um usuário dos correios em tempos de PT


Imagine isso: você compra algo pela internet, paga o frete e é informado que em até quatro dias úteis sua encomenda chegará. O vendedor passa o código de rastreamento e no mesmo dia aparece o status como "postado".
Passam dois dias e você, otimista, entra no site dos Correios e checa sua encomenda: continua lá "postado". Tudo bem, você que se precipitou. Mais dois dias, ou seja, os quatro dias úteis combinados e você nem vai mais no site, chega na sua portaria e vai direto na caixa de correio. Nada.
Volta ao site e consulta de novo: postado.
Tudo bem, o site deve estar desatualizado, você é meio ansioso, se não chegou hoje é porque com certeza chegará amanhã. Mas nada. E no dia seguinte nada de novo e no outro dia a mesma coisa.
No sétimo dia útil após o prazo, você já está acessando o site dos Correios três vezes por dia, só para ver a mesma informação: postado.
Desiste de esperar e resolve ligar para a central de reclamações. Ali é orientado a fazer sua queixa pelo site, que só falta pedir o último exame de fezes seu e do remetente para, no final, dar erro. Liga outra vez e recebe a informação de que "por ali não podem fazer nada, melhor entrar em contato com o remetente".
Nesse momento, já se sentindo sortudo por viver num país tão eficiente, você pula algumas etapas e liga para a agência do seu bairro. É atendido por um funcionário:
- Correios.
- Bom dia, é que estou com uma encomen...
- Já sei - ele te interrompe - você e todo mundo está com o mesmo problema, ligue para esse número aqui e resolve lá com eles.
Tudo bem, você telefona e só dá ocupado ou chama e ninguém atende ou a ligação não completa, afinal, o sistema telefônico do país é tão bom quanto os Correios. De saco cheio vai até a agência pessoalmente, afinal, quem mais teria essa idéia brilhante de fazer o trabalho do carteiro?
A resposta está na fila de gente na central de distribuição. Contas, faturas, encomendas, tudo atrasado e as pessoas em fila para receber alguma informação.
Chega sua vez, pedem seu endereço, checam uma pilha de pacotes e lá está o seu, dormindo há dias no mesmo lugar. Te pedem sua identidade e liberam o pacote. Você está tão feliz que até agradece.
Aí no mesmo dia lê num jornal que os Correios têm um chefe para cada dois funcionários e nove mil estão de licença remunerada.
Preciso dizer mais alguma coisa?
P.S.: O caso aconteceu comigo, é claro e cabe deixar registrado que os funcionários que me atenderam na agência - todos provavelmente com salários bem menores que os parasitas que o PT colocou para quebrar a empresa - me atenderam com respeito e eficiência, ainda que aparentemente nada os ajude a trabalhar assim.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A esquerda portuguesa é tão mau-caráter quanto a esquerda em qualquer lugar


Brasil e Portugal são tão próximos e ao mesmo tempo distantes quanto as diferenças brutais do mesmo idioma falado aquém e além mar.
Por isso longe de mim querer me meter nos assuntos políticos das terras portuguesas, nenhum cidadão que tenha Dilma Rousseff como presidente pode dar conselhos ou repreender quem quer que seja, mas a essência da esquerda mundial - autoritária, mentirosa, mistificadora e golpista - merece, sim, ser exposta.
Imagine se o Brasil fosse uma República parlamentarista e a contagem das urnas desse ao PSDB 38% dos votos e o PT ficasse com 32%. Só que após a posse do governo que obteve a maioria, o PT fizesse uma coligação com o PSOL, a Rede e o PSTU, derrubasse o PSDB e reivindicasse o direito de formar um gabinete, porque "a maioria do povo decidiu".
Pois foi o que aconteceu em Portugal, onde o governo do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho foi derrubado por uma aliança dos socialistas com comunistas e demais setores da esquerda radical apenas 11 dias depois de tomar posse.
O legal e o moral são coisas diferentes. A Constituição do país permite tal manobra, ainda que em 40 anos de redemocratização ela nunca tenha ocorrido. O rompimento de uma prática não escrita que determinava que "aquele que ganha as eleições, governa" mostra mais sobre a moral da esquerda do que a análise puramente legal dos fatos pode indicar.
O fato, claro e inquestionável, é que os eleitores do país foram apresentados a uma série de opções e deram ao governo de centro-direita a maioria dos votos. Mas o que a esquerda argumenta é que se a coalizão pró-austeridade teve 38%, a esquerda somada obteve 51%, como se um eleitor do PT, um da Rede e um do PSTU votassem de acordo com os mesmos programas partidários.
E o mais grave é que a própria coalizão montada pela esquerda admite que sua união foi apenas para "derrubar" o governo, que a partir daí tudo será "negociado" ponto a ponto. Imaginem só os decibéis dessas reuniões.
Como se nota, é a Syrização de Portugal, que pode jogar quatro anos de sacrifícios pelo ralo. Até a reestatização de metrôs está sendo defendida pela nova coalizão.
Quatro partidos derrotados se uniram e formaram um bloco nominalmente majoritário, mas sem nenhum tipo de legitimidade moral. Dizer que o eleitor foi traído não é exagero, afinal, será que se novas eleições fossem convocadas ele referendaria o acordo de gabinete?
Mas o mais hilário foi ver as Lucianas Genros de Portugal dizendo que "agora sim, há democracia" ou que "a vontade do povo deve ser respeitada", isso depois de derrubarem um governo que obteve a maior votação nas urnas apenas 11 dias após a sua posse.
Ao romper um consenso de quatro décadas, a esquerda jogou o futuro político-eleitoral do país na incerteza. Daqui para frente quem garante que os resultados eleitorais importarão? Quem garante que, não interessa quem vença, acordos pós-eleitorais sobreponham-se à vontade do eleitor?
E se amanhã a centro-direita lançar mão do mesmo método? Será chamada de "golpista" pelos sequestradores das boas intenções, pelas eternas vítimas que sempre estão à esquerda?
O que fica provado é que, seja onde for, o golpismo e o autoritarismo estão gravados no DNA da esquerda. Se eles vencem - por bem ou por mal, jogando limpo ou "fazendo o diabo" - a democracia é linda e deve ser respeitada.
Por outro lado, se perdem, aí é outra história, nesse caso é preciso torcer e distorcer fatos e números até que estes digam o que eles querem ouvir.
Mas a melhor tradução para o que ocorreu em Portugal pode ser dada por uma manchete do jornal Correio da Manhã, onde se lia que o "Syriza estava muito satisfeito" com os acontecimentos lusitanos.
Pode acreditar: se o Syriza está feliz com qualquer coisa é porque o bom senso não tem razão nenhuma para sorrir.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Ódio correspondido


O PT se criou no ódio, fomentou o ódio, usou o ódio para crescer e se apoderar do governo e ali permanecer, mas curiosamente agora reclama ser "vítima do ódio". O PT conhece bem, mas quer que o resto do país esqueça da sua própria história.
Só que sou chato e faço questão de lembrar.
Nem vou me preocupar muito com a cronologia e muito menos em relatar todos os casos que ocorreram - teria que me dedicar a escrever um livro para isso - mas vou tentar aqui elencar algumas notórias agressões de petistas aos seus adversários e atentados à democracia.

Só quem nasceu ontem não lembra das agressões físicas sofridas pelo então governador Mário Covas na praça da República ou da invasão de uma fazenda do então presidente Fernando Henrique em Buritis, quando milicianos do MST vandalizaram a propriedade.
Mas não precisa ir tão longe no tempo, quem pode esquecer das cenas de agressão na frente da ABI, no Rio de Janeiro, quando militantes a soldo do PT e parasitas da CUT baixaram o pau em cidadãos que ousaram vaiar o líder da seita que fazia mais um de seus discursos cheios de ameaças?
Dizer que vai "pegar em armas" como fez o pelego-em-chefe da CUT, Vagner Freitas, ameaçar chamar o "exército do Stedile" como o próprio Lula ameaçou, afirmar que deseja "fuzilar" a oposição como declarou o professor comunista da UFRJ, Mauro Iasi, ou ainda pagar o salário de um assessor que perseguiu e ofendeu Joaquim Barbosa num restaurante, como fez a deputada Erika Kokay e seu palhaço de estimação, um tal de Rodrigo Pilha, tudo isso não pode ser considerado "ódio"?
Enviar milícias a soldo para a porta da casa de Eduardo Cunha e ofender seus vizinhos e familiares, isso é amor?
Alguns políticos do PT andam reclamando porque estão sendo vaiados em locais públicos. Vaiados e xingados, mas até agora nenhum apanhou como apanharam e apanham os adversários do partido. Quer dizer, não aguentam nem 10% do que fazem com os outros.
Eu pessoalmente não vaiaria ou xingaria político em restaurante porque detesto barraco, mas entendo perfeitamente quem faz isso.
Os caras assaltam o país, loteiam, saqueiam e quebram estatais, metem a mão no seu bolso, pretendem tomar até as suas liberdades e ainda querem AMOR?
Esse tal "ódio" do qual eles tanto reclamam - e que também é cansaço e saco cheio - foram eles mesmos que plantaram durante uns 30 anos. Odiar o PT é a reação natural de qualquer um que não se locupleta com o PT.
Passaram 30 anos odiando o mundo e agora estão reclamando só porque foram correspondidos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A república das bananas bizarra e desolada


Mais um dado da crise que não existe: após acumular uma alta de 56% em 2015, a conta de luz dos clientes do Rio de Janeiro deve ser reajustada novamente em 16% em novembro.

Isso depois da estelionatária eleitoral que ocupa a presidência anunciar em 2013, numa peça de propaganda fajuta na TV, um desconto na conta, em mais uma de suas mentiras e empulhações sob medida para ser reeleita.

Mas não é sobre isso que pretendo falar, não vou fazer aqui mais um rol das mentiras e empulhações que o partido do mensalão, do petrolão, do eletrolão, do BNDESão e outros ãos se utilizou para continuar com a chave do cofre. O assunto é outro.

Não sei você, mas eu, mais do que asco ou ódio, estou cansando do PT. É um fastio de quem conviveu praticamente toda a sua vida adulta com essa presença nefasta que nunca passou de um contra-peso para o país.

Antes que me chame de tucano ou pense que eu acho que antes estava muito melhor, me deixe explicar: seja na oposição raivosa, seja no governo corrupto, o PT sempre privou o país de fazer escolhas saudáveis, equilibradas e sensatas.

Em 1989, milhões de pessoas votaram no Collor não porque se apaixonaram por aqueles belos olhos injetados e punho erguido dando uma "banana" para o mundo, mas para se livrar de Lula. Nas eleições seguintes, idem, até que em 2002 a mentira conseguiu fazer com que as pessoas acreditassem que o PT tinha deixado de ser o PT.

E de certa forma deixou mesmo. 

O "partido da ética" virou o partido da conversa ao pé do ouvido, da liberação de emendas em troca de votos, da corrupção instrumentalizada.

A partir daí o eleitor que quer se ver livre do PT começou a correr em direção a qualquer candidato que tivesse mais chance de derrotar o partido - qualquer um - sendo novamente privado da escolha saudável, equilibrada, sensata.

Entre impedir o PT de chegar ao poder e entre se livrar dos seus parasitas que se agarraram ao poder, gerações de brasileiros passaram a vida apenas votando contra algo. Contra os coxinhas, contra a elite, contra os pelegos, contra os ladrões, contra os bolivarianos, contra a elite branca, contra, contra, contra.

Porque o discurso divisivo e odiento do PT levou o país a não pensar em si, mas contra o outro. Hoje mesmo, no meio dessa crise que não existe mas que nunca passa, em Brasília só se fala em derrubar Dilma Rousseff ou salvar o mandato podre de Dilma Rousseff, em fugir de investigações, em salvar a própria pele, nada se fala sobre o que será do país além de taxar mais o já combalido bolso do cidadão.

Há mais de trinta anos somos reféns desses personagens, muito bem representados pela mediocridade política e intelectual de um Lula da Silva ou de uma Dilma Rousseff, com seus discursos repetidos, seus argumentos pilantras, suas falas peculiares, suas retóricas bizarras.

O Brasil foi sequestrado pela mediocridade e segue no cativeiro.

Uma união de forças da imprensa, com partidos e justiça, todos amarrados pelos mesmos laços obscuros, mantém o país nessa situação.

Não fosse o Brasil uma república das bananas bizarra e desolada, a dúvida não seria se essa gente teme ser cassada ou presa, mas quando esperaria ser solta.

Mas infelizmente o Brasil é. Até quando?

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O "gabinete igualitário" canadense


O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, um progressista contra oligarquias que é filho de um ex-primeiro-ministro, resolveu criar uma coisa chamada "gabinete igualitário". O tal gabinete é formado metade por homens, metade por mulheres.
Isso mesmo, é o gabinete rei Salomão: 15 ministros, 15 ministras.
É lógico que a esquerda mundial - apaixonada por símbolos e pouco afeita a resultados concretos - já se apaixonou por esse cruzamento de Fernando Haddad com Jean Wyllys, que, inclusive, já fez o habitual desfile de sua iniciativa na imprensa, devidamente replicada nas redes sociais.
Mas vejamos, essa atitude do primeiro-ministro é o suprassumo da inclusão, do respeito às mulheres ou seria o oposto?
Contratar mulheres por causa de sua competência - ex.: Angela Merkel é muito mais competente do que o Lula - é uma coisa, mas contratar só porque são mulheres apenas para exibir nesse tipo de evento é mais preconceituoso do que não contratar pelo mesmo motivo.
Qual o coeficiente para o gabinete ser meio a meio? Porque não 90% de mulheres caso estas sejam mais competentes? Por que não um gabinete só de mulheres?
Pra que tratar cada mulher como um indivíduo se você pode logo marcar um gol com um monte de gente botando todas no mesmo saco? O primeiro-ministro do Canadá é "a favor das mulheres", pronto. Como se todo o resto fosse contra. Como se uma Dilma valesse a mesma coisa que uma Carly Fiorina.
Ah, o coletivismo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A Europa está sendo invadida e conquistada


Na Alemanha, uma passeata de imigrantes muçulmanos bradava, para horror dos espectadores, "a Alemanha para alá". No mesmo país, alunas de uma escola próxima de um centro de "refugiados" foram instruídas a usar roupas "mais comportadas" para não "ofender" os moradores do abrigo e evitar estupros.

Na Suécia, quarteirões inteiros são vedados aos cidadãos do país e até ambulâncias e serviços de entrega enfrentam problemas, porque tais espaços são considerados "domínio muçulmano". Fora isso, o número de crimes envolvendo imigrantes explodiu, com o estupro e o espancamento figurando entre os principais.

Na Inglaterra, bairros que já contam com maioria muçulmana ganharam uma estrovenga chamada "polícia da sharia", que "proibiu" o consumo de bebidas alcoólicas, músicas "profanas" e outras atividades "anti-islâmicas".

Ainda no país da rainha, vários presentes em uma palestra da comunidade islâmica concordaram que não existe algo como um "muçulmano radical", pois o que o ocidente considera radical é, de fato, um muçulmano de verdade. Fica combinado que é bem provável que eles apoiem os "muçulmanos de verdade" do ISIS ou da Al Qaeda.

Na Hungria, "refugiados" atiram a comida doada em trilhos de trens, porque não queriam comida, queriam é o seu "direito" a uma casa.

No entorno do Vaticano, sede da Igreja Católica, barbados com roupas islâmicas "patrulham" a região, "vigiando" se algum fiel de Maomé está ali frequentando "lugares profanos" e, de alcorão na mão, perguntando aos cristãos se eles desejam "conhecer Maomé".

Por toda a Europa o que se vê com algumas variações não é uma onda migratória e nem uma crise humanitária como a imprensa multiculturalista - a mesma que defende o banimento da posse de armas, travestis em banheiros femininos, cartilhas marxistas nas salas de aula, etc. - teima em dizer.

O que se vê é uma ocupação, é uma colonização através da demografia. Eles invadem em números absolutamente incríveis, se reproduzem num ritmo muito maior do que os europeus e terminam impondo seus costumes. Sem disparar um tiro, o califado mundial sonhado por muitos maometanos está se concretizando, em parte, no continente europeu.

Apenas na vila de Sumte, no interior da Alemanha, onde vivem 102 pessoas, o governo alocou 750 "refugiados". Ou seja, da noite para o dia eles passaram a ser a maioria do local. E adivinha o que geralmente acontece onde eles são maioria.

Você pode me chamar de islamofóbico (o que para mim é um termo que designa alguém razoável e prevenido), de xenófobo, do que bem entender, mas tenho uma proposta para você:

No dia em que houver missionários cristãos pregando nos arredores de Meca e de Medina, assim como aqueles que circulam no entorno do Vaticano, eu concordo em reavaliar tudo o que penso sobre o islã.

Até lá não será gente tão molestada intelectualmente pelo multiculturalismo, gente que chega a aceitar até a própria destruição para destruir o ocidente, que ditará o meu pensamento.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A força ou a queda


Na Venezuela Nicolás Maduro declarou que mesmo se perder as eleições parlamentares de dezembro, não vai "entregar a revolução". No Brasil, os cappos do PT exigem que a polícia federal e o ministério público tratem a família Lula da Silva como se esta possuísse alguma imunidade especial.

Fora isso, setores da sub-imprensa e políticos de segunda linha andam por aí chamando os defensores do impeachment - instrumento legal e constitucional - de "golpistas", "vagabundos", chegando a mandar suas milícias a soldo para agredi-los nas ruas.

O problema é que o PT hoje não precisa de militantes, mas de seguranças de bordel. As prostitutas, claro, estão todas nos altos escalões.

Mas esse não é o assunto, o assunto é esta necessidade que a esquerda - lunática, fanfarrona, mais ou menos honesta ou completamente bandida, tanto faz a vertente - tem de dividir a sociedade e governar na base do estímulo ao ódio de classes.

Se alguém defende algo, é porque na verdade está atacando algum direito de outra pessoa. Se critica algo, é porque está incomodado com algum "privilégio" que perdeu. 

Assim homens e mulheres, brancos e pretos, pobres e remediados, héteros e gays, etc., passam a travar uma batalha onde o objetivo não é elevar a sociedade como um todo, mas, nessa ordem, prejudicar o outro e garantir alguma vantagem particular.

Nesse processo pontes vão sendo queimadas, canais de interlocução somem, famílias, amigos, vizinhos passam a se detestar e a sociedade não consegue mais se reconciliar.

E enquanto métodos ilegais ou questionáveis funcionam para comprar apoios e garantir uma base que dê os 50% +1 dos votos para que continue a assaltar o país enquanto finge que governa, a esquerda insiste nessa divisão, tornando-se intragável para o "resto".

Quando o dinheiro acaba - e sempre acaba, porque eles entendem de torrar e não de criar - tudo se complica. Passam à minoria e já não possuem condições mínimas de pedir "união nacional" ou qualquer coisa parecida. O cidadão até topa se unir e fazer sacrifícios, mas não com eles, jamais por eles.

Nesse momento se chega onde a Venezuela já está e onde o Brasil parece cada dia mais querer chegar: um governo autoritário, que se impõe na porrada por total incapacidade e impossibilidade de convencer.

Censuram, suprimem a opinião alheia, perseguem, subvertem as leis e aparelham o estado para usá-lo a seu favor. Fraudam a democracia.

E este é o caso brasileiro hoje. A divisão e o ódio plantados pelo PT inviabilizam qualquer entendimento. Ao partido sobrs usar a força ou sumir do mapa. Não é questão de "se" vai acontecer, mas apenas de quando vai acontecer. 

Resta saber apenas qual dos dois acontecerá primeiro.