quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A Europa está sendo invadida e conquistada


Na Alemanha, uma passeata de imigrantes muçulmanos bradava, para horror dos espectadores, "a Alemanha para alá". No mesmo país, alunas de uma escola próxima de um centro de "refugiados" foram instruídas a usar roupas "mais comportadas" para não "ofender" os moradores do abrigo e evitar estupros.

Na Suécia, quarteirões inteiros são vedados aos cidadãos do país e até ambulâncias e serviços de entrega enfrentam problemas, porque tais espaços são considerados "domínio muçulmano". Fora isso, o número de crimes envolvendo imigrantes explodiu, com o estupro e o espancamento figurando entre os principais.

Na Inglaterra, bairros que já contam com maioria muçulmana ganharam uma estrovenga chamada "polícia da sharia", que "proibiu" o consumo de bebidas alcoólicas, músicas "profanas" e outras atividades "anti-islâmicas".

Ainda no país da rainha, vários presentes em uma palestra da comunidade islâmica concordaram que não existe algo como um "muçulmano radical", pois o que o ocidente considera radical é, de fato, um muçulmano de verdade. Fica combinado que é bem provável que eles apoiem os "muçulmanos de verdade" do ISIS ou da Al Qaeda.

Na Hungria, "refugiados" atiram a comida doada em trilhos de trens, porque não queriam comida, queriam é o seu "direito" a uma casa.

No entorno do Vaticano, sede da Igreja Católica, barbados com roupas islâmicas "patrulham" a região, "vigiando" se algum fiel de Maomé está ali frequentando "lugares profanos" e, de alcorão na mão, perguntando aos cristãos se eles desejam "conhecer Maomé".

Por toda a Europa o que se vê com algumas variações não é uma onda migratória e nem uma crise humanitária como a imprensa multiculturalista - a mesma que defende o banimento da posse de armas, travestis em banheiros femininos, cartilhas marxistas nas salas de aula, etc. - teima em dizer.

O que se vê é uma ocupação, é uma colonização através da demografia. Eles invadem em números absolutamente incríveis, se reproduzem num ritmo muito maior do que os europeus e terminam impondo seus costumes. Sem disparar um tiro, o califado mundial sonhado por muitos maometanos está se concretizando, em parte, no continente europeu.

Apenas na vila de Sumte, no interior da Alemanha, onde vivem 102 pessoas, o governo alocou 750 "refugiados". Ou seja, da noite para o dia eles passaram a ser a maioria do local. E adivinha o que geralmente acontece onde eles são maioria.

Você pode me chamar de islamofóbico (o que para mim é um termo que designa alguém razoável e prevenido), de xenófobo, do que bem entender, mas tenho uma proposta para você:

No dia em que houver missionários cristãos pregando nos arredores de Meca e de Medina, assim como aqueles que circulam no entorno do Vaticano, eu concordo em reavaliar tudo o que penso sobre o islã.

Até lá não será gente tão molestada intelectualmente pelo multiculturalismo, gente que chega a aceitar até a própria destruição para destruir o ocidente, que ditará o meu pensamento.
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