segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A solidez do que presta

O PT levou 13 anos para destruir o que Itamar e Fernando Henrique construíram em 9.
Mesmo com toda a corrupção, aparelhamento e incompetência crescente do estado, pilhagem e desmanche em estatais, entrega de ministérios para incompetentes, agatunados e gente abaixo da média, mesmo com tudo isso o PT precisou se esmerar na inépcia e basculheira para trazer de volta o descontrole na economia e jogar o país de volta para 30 anos atrás.
Se a década de 1980 é conhecida como a "década perdida", esta era petista pode ser considerado como a "década tungada".
Também é notório o pavor que lulopetistas, chavistas, kirchneristas e bolivarianos da mesma grei sentem de perder o poder.
Estes projetos totalitários, cleptocratas e populistas não resistem fora do bolso dos outros, sem a máquina do estado a financiar seus braços na sociedade e sua militância remunerada.
Veja na Argentina, onde o presidente Mauricio Macri em apenas uma semana já levantou taxas e impostos absurdos, tomou medidas para atrair investidores e saldar dívidas, implantou o câmbio flutuante, determinou uma faxina na fábrica de estatísticas falsas do kircherismo, tomou medidas para revogar a lei de meios, um tipo de censura aprovada por Cristina Kirchner e agora está enxotando militantes de cargos no estado.
O que se vê, em resumo, é que se um projeto de país erguido sobre base sólida como o Real pode resistir até uma década sob ataque do populismo das pedaladas fiscais, projetos personalistas, irresponsáveis e demagogos de poder pelo poder caem em questão de dias, basta que seus chefes sejam defenestrados pelo eleitor.
Nota-se o porque do desespero deles, condenados que estão a ser apenas uma nota de pé de página na história e uma definição tal qual "década perdida" ou, quem sabe, "década do transe".
Acorda, América Latina.
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