segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Existe algo mais dedicado a atrapalhar a sua vida e tomar o seu dinheiro do que o Detran?

Tudo bem, tem o PT, mas vamos continuar falando do Detran.
Esses dias uma amiga foi fazer uma daquelas provas que não são garantia de nada, porque se fossem o trânsito nas cidades brasileiras não se assemelharia a um autorama pilotado por chimpanzés.
Ora, você passa no minimo dezoito anos da sua vida proibido de pegar num volante, de repente vai numa auto-escola que finge que ensina, faz uma prova que finge que avalia e pronto, já pode sair por aí como a mais nova vítima da indústria da multa, dos DUDAs e do IPVA.
Fora tomar seu dinheiro como um cobrador de impostos medieval, os Detrans são mais uma das muitas formas do estado controlar a vida das pessoas. Sabem onde você está, qual carro dirige, quanto pagou, onde mora, etc., etc. Não servem para mais nada.
Uma gigantesca máquina estatal cheia de gente pendurada e mamando nas tetas do pagador de impostos com a única função de justificar sua existência criando dificuldades para vender facilidades.
Se amanhã essas repartições do atraso forem extintas e o serviço privatizado, ninguém vai sentir falta e a vida de todo mundo vai melhorar. Uma, duas, três agências que cobrariam para dar um atestado de que o sujeito está apto a dirigir, todas competindo através de preços, facilidades e prazos menores e sujeitas à fiscalização, multas e perda do direito de prestar esse serviço caso não sustentem um padrão aceitável.
O mesmo se daria com os automóveis, que seriam certificados e vistoriados pelas suas seguradoras e quem não quisesse comprar uma apólice procuraria uma agência semelhante às das carteiras de motorista para fazê-lo.
A pontuação na certeira serviria apenas para que bons motoristas tivessem desconto nas taxas e seguros, enquanto Dilmas do volante teriam que pagar outro carro se quisessem licenciá-lo ou segurá-lo.
Chega de gente levando multa porque passou a 25km/h numa "lombada eletrônica" que exigia a velocidade de 20km/h no meio de uma estrada deserta.
Tudo sem nenhum tipo de intervenção ou cobrança estatal, fora os impostos recolhidos relativos à atividade.
Mas a dúvida que fica é: quando algo assim aconteceria no Brasil?
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