quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O bunker petista

A queda do PT parece cada dia mais iminente. Conforme a lava-jato, a zelotes e a crise avançam, mais o partido frequenta páginas policiais e é retratado em notícias sinistras do que sua notória capacidade de mentir e distorcer fatos é capaz de dar conta.
Se as hostes e hordas bem adestradas do partido parecem com as tropas do fascismo, se o lulopetismo tem seu próprio "fuhrer", se possui até um Goebbels de Feira de Santana que materializa em propaganda a falta de pudor do PT em difamar adversários e enganar eleitores e se suas vitórias eleitorais conquistadas na base da blitzkrieg do assistencialismo e da militância paga faziam a companheirada parecer invencível, essa queda também tem mostrado todos os elementos da derrocada do reich alemão.
E nem tente abanar a Lei de Godwin na minha frente, não estou dizendo que petistas são nazistas, apenas que o ridículo dessa era da mediocridade brasileira ainda será lembrada com tanto horror quanto é lembrada a era da atrocidade na Europa.
O Instituto Lula é um brunker e o que resta do capital político do partido é uma Berlim arrasada. Em volta soldados esfarrapados, lunáticos apegados a uma grandeza que não existe mais, áulicos prontos para esconder a realidade e agradar, oportunistas tentando fazer um saque de última hora, covardes que só ficam porque não têm para onde fugir.
Veja que até a defesa dos petistas envolvidos nas gatunagens do Petrolão e de seus apaniguados - e a do fuhrer, claro - na imprensa e no congresso ficou a cargo de Wadih Damous, um sujeito que organizou um ato de desagravo a José Dirceu na OAB e que foi colocado na câmara através de arranjos, já que não teve votos para se eleger.
É o Helmuth Weidling - último comandante da defesa de Berlim - da companheirada, escolhido porque, a esta altura do campeonato, ainda tem a cachimônia de dizer por aí que fazer justiça é golpe.
Depois da destruição quase completa da cidade, do suicídio do fuhrer, de Goebbels e de grande parte da cúpula do regime, Weidling se rendeu em nome da Alemanha.
Sorte que o lulopetismo, apesar de também estar destruindo o Brasil, só precisa de um impeachment, uma renúncia ou uma sentença judicial para virar esta página da sua história.
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