quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Veja ou Vejx?

A Veja vai trocar de comando: sai Eurípedes Alcântara e entra André Petry. Se você, que lê a maior revista do Brasil, quer saber se é uma mudança boa ou ruim, te respondo com um fato: Petry já foi defendido pelo Brasil 247 como "jornalista progressista".
Contrário ao impeachment, à redução da maioridade penal e alinhado às idéias esquerdistas cheirando à naftalina, essa troca na direção de redação mostra a linha editorial que a revista possivelmente tomará: a de receber uma maior simpatia do PT e da esquerda farofeira e assim, quem sabe, receber mais anúncios de estatais que possam ter sido cortados como "castigo" pelo seu excesso de oposicionismo – leia-se, de liberdade.
Esperem mais capas como aquela peça ridícula sobre ideologia de gênero e "sexo fluido" e bem menos foco nas roubalheiras do PT e imposturas dos marxistas de galinheiro. No máximo uma tática morde e assopra: agradar o Jean Wyllys numa semana e a ala country club do PSDB na outra.
As saídas da Joice Hasselmann, do Ricardo Setti, do Rodrigo Constantino e a sutil mudança de estilo do Reinaldo Azevedo, que continua sendo um dos maiores colunistas conservadores do Brasil, mas parece não ter a mesma pegada de antes, já denunciavam que algo estranho acontecia na editora Abril.
Com essa mudança na redação, a Veja faz uma aposta arriscada, porque a esquerda de fanfarra não vai passar a gostar da revista e seus leitores habituais não passarão à esquerda de fanfarra, mas podem simplesmente abandonar a publicação.
Eu mesmo, que não entrava na internet sem conferir o site da Veja, já venho faz algum tempo até esquecendo de ir lá alguns dias.
Enfim, torçamos para que não, mas a Veja pode correr o risco de ir deixando de ser Veja e virando uma Veja Capital ou Vejx.

O PMDB

A propaganda do PMDB na TV falou de erros do governo, mudanças necessárias, de um "Plano Temer", um "Plano Temer 2" e até da necessidade de uma mudança estilo Maurício Macri no Brasil.
Quem assistir a peça de 10 minutos que conta até com a Marta Suplicy descendo o porrete no seu ex-partido pode concluir: agora o PMDB derruba a Dilma.
O problema é que quem assistiu o último programa de 10 minutos do partido que passou antes desse também saía com a mesma impressão.
Parece, espero estar errado, que o partido do vice-presidente cria dificuldades e manda avisos na TV para depois vender as facilidades no aconchego dos gabinetes.
Sabe como é, o impeachment tem o apoio da maioria da população e essa coisa da ética e da boa governança, mas o adesismo tem essas maravilhas que são cargos e verbas, sem ter o ônus de ser a cara do governo e consequentemente levar uns tapas de mão aberta da opinião pública de vez em quando.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A imigração no Brasil

Como vocês devem estar saturados de notícias, furos e opiniões sobre o mandado de prisão do marqueteiro-em-chefe do país, o vendedor de estrume João Santana, resolvi falar de outra coisa que me espantou muito durante minha última passagem por São Paulo.
A quantidade de imigrantes haitianos e africanos espalhados pelas ruas da cidade, dependendo de ajuda do governo, de ONGs ou instituições privadas e cidadãos é impressionante.
Isso é muito sério, é muito grave e muito errado.
Entenda, eu não sou um insensível que prefere ver seres humanos morrendo de fome em seus países do que emigrando e buscando uma vida melhor, meu único porém é: vida melhor onde?
O Brasil jamais poderia aceitar esse tipo de imigração. Alguém com uma profissão definida, que venha já trabalhar, empregar, pagar impostos - não interessa se angolano, muçulmano ou japonês - é uma coisa, mas gente que necessita até mesmo de educação formal, preparo profissional, sem contar até mesmo roupa e comida, não.
E me repito, não é por maldade que digo isso, é por justiça.
Um presidente do Brasil deveria ser o primeiro a vir a público e dizer:
- Este chão que eu piso ainda tem gente que não possui água encanada, esgoto sanitário, luz elétrica, saúde básica, educação mínima. Este país que agora presido foi incapaz de levar isso a todas estas pessoas e eu não tenho o direito de pedir que elas esperem mais uma ou duas gerações para ter uma torneira com água em casa, só para o seu presidente fazer proselitismo diplomático, receber elogios de chefes de estado estrangeiros e depois que terminar o mandato ser convidado para algum grupo de estudos ou ONG onde vai debater sobre os problemas que não foi capaz de resolver quando teve a oportunidade.
Este sim, mereceria o meu respeito. Porque não será logo o Brasil, porra, o BRASIL, que vai resolver o problema dos outros, quando não resolve nem os seus.
Não é o caso de deixar imigrantes passando fome fora das fronteiras para que nossos jovens educados e bem nutridos possam ter outro iPhone, mas de olhar pela multidão de miseráveis que está presa neste fim de mundo onde nasceu.
Mas quem teria coragem de falar e fazer isso?

O Brasil e a imigração

Como vocês devem estar saturados de notícias, furos e opiniões sobre o mandado de prisão do marqueteiro-em-chefe do país, o vendedor de estrume João Santana, resolvi falar de outra coisa que me espantou muito durante minha última passagem por São Paulo.
A quantidade de imigrantes haitianos e africanos espalhados pelas ruas da cidade, dependendo de ajuda do governo, de ONGs ou instituições privadas e cidadãos é impressionante.
Isso é muito sério, é muito grave e muito errado.
Entenda, eu não sou um insensível que prefere ver seres humanos morrendo de fome em seus países do que emigrando e buscando uma vida melhor, meu único porém é: vida melhor onde?
O Brasil jamais poderia aceitar esse tipo de imigração. Alguém com uma profissão definida, que venha já trabalhar, empregar, pagar impostos - não interessa se angolano, muçulmano ou japonês - é uma coisa, mas gente que necessita até mesmo de educação formal, preparo profissional, sem contar até mesmo roupa e comida, não.
E me repito, não é por maldade que digo isso, é por justiça.
Um presidente do Brasil deveria ser o primeiro a vir a público e dizer:
- Este chão que eu piso ainda tem gente que não possui água encanada, esgoto sanitário, luz elétrica, saúde básica, educação mínima. Este país que agora presido foi incapaz de levar isso a todas estas pessoas e eu não tenho o direito de pedir que elas esperem mais uma ou duas gerações para ter uma torneira com água em casa, só para o seu presidente fazer proselitismo diplomático, receber elogios de chefes de estado estrangeiros e depois que terminar o mandato ser convidado para algum grupo de estudos ou ONG onde vai debater sobre os problemas que não foi capaz de resolver quando teve a oportunidade.
Este sim, mereceria o meu respeito. Porque não será logo o Brasil, porra, o BRASIL, que vai resolver o problema dos outros, quando não resolve nem os seus.
Não é o caso de deixar imigrantes passando fome fora das fronteiras para que nossos jovens educados e bem nutridos possam ter outro iPhone, mas de olhar pela multidão de miseráveis que está presa neste fim de mundo onde nasceu.
Mas quem teria coragem de falar e fazer isso?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O partido novo

"(...) se ser de direita é defender a privatização, nós somos de direita. Mas, se é pregar a intervenção militar, um Estado mais forte, não.”
João Dionisio Amoêdo, presidente do partido Novo.
Com essa explicação - com a qual concordo 100% - eu, que já acusei o partido de ser uma bola - sem lado e oco por dentro - por conta do seu "incômodo" em ser rotulado de "direita", retiro minhas objeções e saúdo firmemente o partido Novo.
Também não tenho a menor paciência para quem pede intervenção militar, muito porque, permita-me recordar, durante aquele período houve sim, censura à opinião e houve, sim, um estatismo desenfreado que originou vários destes paquidermes que o PT hoje usa para saquear o país.
Creio que, inclusive, como muito bem disse o sempre brilhante Alexandre Borges, dos quadros do Novo pode surgir um Maurício Macri brasileiro, mas deixo um alerta: o Macri possuía uma ampla aliança - a "Mudemos" - com políticos e partidos fora do seu Pro (Proposta Republicana).
O caminho para libertar o Brasil da esquerda farofeira passa, sim, por iniciativas como a do Novo, mas também passa por uma união da parcela do país que presta, algo parecido com a MUD (Mesa da Unidade Democrática) na Venezuela, uma coligação de forças que possa conquistar uma maioria no congresso e assim barrar o bolivarianismo de galinheiro do PT.
Muito mais importante do que eleger um presidente - ainda que seja algo importantíssimo - é desmontar a coalizão de canalhas que domina as duas casas legislativas do país.
No mais, boa sorte ao Novo e aos bons que mesmo com muitas razões para largar o país da canalhice de mão, ainda buscam forças para lutar e provar que tudo pode ser melhor do que a Era da Mediocridade nos faz pensar a que estamos condenados.
Onde houver muito estado, não me chame, não quero participar do fuzilamento da minha própria liberdade.
Menos estado e mais cidadão.

É só problema de imagem

Inflação, carestia, corrupção, impunidade, caos, epidemias, descaso, incompetência, ah, mas vai que o PT caia do governo e chova fogo, né?
Vamos acreditar no João Santana, no Lula e na Dilma e deixar o PT aí onde está, senão vai que piora.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O governo do PT é um agente de lesa-pátria, um crime com mandato

Vamos aos fatos. O país não apenas enfrenta uma epidemia de um vírus transmitido por um mosquito que vence o governo há décadas como pode até mesmo ser o responsável por uma pandemia. O Brasil não é mais só exportador de commodities e música ruim, agora também exporta doenças.
No centro do Rio de Janeiro, cidade assolada pela violência, poluição, caos urbano e governos ineptos apoiados pelo PT a nível municipal e estadual, as lojas que ainda não fecharam e mandaram todo mundo embora exibem descontos de "50% em tudo" e mesmo assim continuam vazias, com os vendedores encostados olhando para fora com ar de assustados.
É a crise criada por Lula e vitaminada por Dilma, um furúnculo que instalaram no governo e que é, de longe, a pior presidente da história, corroendo o poder de compra e a qualidade de vida do cidadão.
Inflação, corrupção, exércitos de parasitas pendurados em cargos comissionados no governo, educação parada, saúde no caos, indústria retrocedendo a patamares anteriores ao plano Real, dólar disparado, bolsas caindo, obras superfaturadas paradas, a maior estatal do país quebrada pela roubalheira petista, uma classe política venal e imoral, enfim, um país que desaba aos olhos de todos.
Mesmo com tudo isso, mesmo com este cenário que sugere uma revolução ou a queda e a prisão de todos que exercem algum cargo público, a "presidenta" tem apenas duas preocupações: se agarrar ao cargo que usurpou contando mentiras e salvar seu chefe do mar de lama que o engolfa até o último fio da barba cheia de perdigotos.
Ao invés de se preocupar em limpar a imundice que faz há cinco anos, Dilma exonera um ministro da saúde para votar num pau mandado para líder do PMDB, coloca um ministro qualquer para bancar advogado de porta de cadeia do Lula, mente em pronunciamentos e entrevistas, chama o marqueteiro para preparar mais alguma propaganda enganosa paga com o dinheiro dos outros, se reúne com Lula para combinar versões, aparelha e coloca o estado a serviço de um partido e enquanto isso o país afunda.
Este governo deixou de ser nulo há muito tempo, hoje e já há muito é um agente de lesa-pátria, um crime com mandato.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O sub do sub do sub do sub

Invadiram com um bloco de carnaval o saguão de um aeroporto no Rio de Janeiro, porque, claro, quem chega na cidade "maravilhosa" tem que estar no clima da bagunça organizada, do barulho, da invasão do espaço alheio, do chato expansivo, do deboísmo mala, do batuque repetitivo, da gente que toma banho no próprio suor, da alegria mequetrefe de quem mora numa cidade onde o cocô bóia na maioria das praias, o lixo se espalha pelas ruas e a segurança urbana é digna de Bagdá, sem contar o comércio ilegal, o transporte público péssimo, os serviços abaixo da crítica e os preços surreais.
Mas tudo bem, deixa de ser chato e vamos para o bloco. E quem não gostar a gente OBRIGA a aturar, fecha as ruas, invade os lugares e esfrega a folia na cara deles. É o melhor carnaval do mundo, seja lá o que isso quer dizer.
Crise, inflação, uma cidade destroçada para obras superfaturadas de uma olimpíada pífia, serviços públicos inexistentes, impostos escorchantes, IPTU e IPVA imorais, mas vamos pro skindô-skindô, ser carioca é isso. Torrar numa praia e correr do arrastão, pingar de suar num bloco e correr do arrastão, ir para o aeroporto e correr do arrastão.
Sinceramente, é pro sujeito descer do avião e já chegar com certeza de que está no sub-sub-subdesenvolvimento.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Kim Kataguiri


Estou andando pela avenida Paulista, minding my own business, e de repente ouço um sujeito com pinta de revolucionário de apartamento dizer "ele é o mascote da direita".
Claro que não poderia ser eu, não sou conhecido assim e muito menos tenho idade para ser mascote.
Não precisei caminhar mais nem 5 metros para descobrir o alvo do comentário ferino do Che Guevara da Forever 21: Kim Kataguiri. Expoente do Movimento Brasil Livre, uma das caras da luta contra o PT e novo colunista da Folha.
Estava panfletando para divulgar a manifestação anti-Dilma e pró-vergonha-na-cara que acontecerá no dia 13 de março e que, por acaso, você que me lê neste momento está convocado a participar.
Agora pergunta se o Boulos, a Barbie da UNE ou algum outro mortadeleiro faria isso assim de graça, numa tarde chuvosa de São Paulo.
Tive que registrar o momento.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Rio 2016

Na sede do COI em 2009:
- Vamos dar essa olimpíada pra eles, o país está crescendo, a economia está forte, é impossível entrar em crise daqui até 2016, tudo bem que eles são corruptos e incompetentes mas também não deve ser tanto, o que pode dar tão errado?
- É mesmo, vamos levar os jogos para o Rio, vai ser tranquilo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Dilma no congresso

Essa semana, num ato de desespero, Dilma resolveu fingir que respeita as instituições e dá a mínima para a separação dos poderes e foi ao congresso apresentar a mensagem do governo para o ano legislativo.
Despejou platitudes, mentiu um pouco para não perder o costume e defendeu aberrações como aumentar a carga tributária. Levou uma merecida vaia.
Quando falou do surto do vírus zika no país como se não tivesse nada com isso, como se não fosse a responsável direta pelo caos na saúde brasileira, foi interpelada por uma deputada da oposição e perdeu o balanceio do topete.
Pela campanha suja que fez para se reeleger, pela pilhagem que seu partido promove no país, pela crise econômica que está falindo a economia, pela falência na educação e por todo o resto que o seu péssimo governo faz e deixa de fazer, merecia bem mais do que uma vaia.
Mas a crônica política brasileira, os "formadores de opinião" e, claro, a classe política mais imunda do planeta, achou a vaia um absurdo, uma falta de civilidade, um "desrespeito à instituição da presidência", uma falta de "liturgia".
Liturgia. Num plenário cheio de prontuários e mandados de prisão prestes a serem expedidos. Se não fosse nauseante seria até engraçado.
Então quer dizer que mentir, difamar, caluniar, se cercar de corruptos e quebrar o país tudo bem, mas vaiar quem faz isso é o fim?
Porque, claro, o brasileiro deve ser sempre cordial, não deve vaiar presidente, só matar gente no SUS com a corrupção e assassinar futuros num sistema de educação panfletário e inútil.
O país quebrado, o povo MORRENDO, um surto de MICROCEFALIA roubando vidas, desemprego, violência urbana, favelização, estatais loteadas e saqueadas, e tem cretino preocupado com "etiqueta parlamentar"? Com "respeito às instituições"?
Afinal, vamos respeitar a "instituição presidência" essa coisa abstrata que só serve pra te ferrar, sacanear e roubar de forma bem concreta.
Vou ser bem claro: enquanto houver um cidadão sequer deitado numa pia, numa maca ou no chão de um hospital, as instituições deste país não merecem respeito. Merecem é vaia e muito mais do que vaia.
E têm mais é que agradecer enquanto fica só na vaia.
P.S.: Saio de folga hoje e só retorno após o carnaval. Boa folia para quem for de folia, juízo, e bom descanso para quem for de descanso, você é do meu clube. Até a volta!

Vaia é lucro


Essa semana, num ato de desespero, Dilma resolveu fingir que respeita as instituições e dá a mínima para a separação dos poderes e foi ao congresso apresentar a mensagem do governo para o ano legislativo.

Despejou platitudes, mentiu um pouco para não perder o costume e defendeu aberrações como aumentar a carga tributária. Levou uma merecida vaia.

Quando falou do surto do vírus zika no país como se não tivesse nada com isso, como se não fosse a responsável direta pelo caos na saúde brasileira, foi interpelada por uma deputada da oposição e perdeu o balanceio do topete.

Pela campanha suja que fez para se reeleger, pela pilhagem que seu partido promove no país, pela crise econômica que está falindo a economia, pela falência na educação e por todo o resto que o seu péssimo governo faz e deixa de fazer, merecia bem mais do que uma vaia.

Mas a crônica política brasileira, os "formadores de opinião" e, claro, a classe política mais imunda do planeta, achou a vaia um absurdo, uma falta de civilidade, um "desrespeito à instituição da presidência", uma falta de "liturgia".

Liturgia. Num plenário cheio de prontuários e mandados de prisão prestes a serem expedidos. Se não fosse nauseante seria até engraçado.

Então quer dizer que mentir, difamar, caluniar, se cercar de corruptos e quebrar o país tudo bem, mas vaiar quem faz isso é o fim?

Porque, claro, o brasileiro deve ser sempre cordial, não deve vaiar presidente, só matar gente no SUS com a corrupção e assassinar futuros num sistema de educação panfletário e inútil.

O país quebrado, o povo MORRENDO, um surto de MICROCEFALIA roubando vidas, desemprego, violência urbana, favelização, estatais loteadas e saqueadas, e tem cretino preocupado com "etiqueta parlamentar"? Com "respeito às instituições"?

Afinal, vamos respeitar a "instituição presidência" essa coisa abstrata que só serve pra te ferrar, sacanear e roubar de forma bem concreta.

Vou ser bem claro: enquanto houver um cidadão sequer deitado numa pia, numa maca ou no chão de um hospital, as instituições deste país não merecem respeito. Merecem é vaia e muito mais do que vaia.

E têm mais é que agradecer enquanto fica só na vaia.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O delegado do PT

O respeitadíssimo, relevante, sério e independente Paulo Henrique Amorim, aquele mesmo que nunca foi condenado por racismo, deu o "furo" no seu blog cheio de credibilidade: um delegado da polícia federal denunciou que a polícia federal está "perseguindo o PT".
Como o conhecido PHA é um cara que não distorce e nem inventa nada, logo em seguida você descobre que o delegado é, na verdade, um ex-delegado e que num depoimento "impressionante" este ex-delegado que "não é do PT" e “não gosta de muita coisa no PT”, descreve o que seria uma "guerra ao PT".

Não vou me alongar demais porque não sei como está o seu estoque de Engov, sal de fruta e Imosec em casa, mas a isenta e desinteressada matéria cita, claro, FHC, e resumidamente demonstra como Lula e famiglia, quer dizer, família, são inocentes perseguidos por coxinhas de direita e como o PT é vítima de "delegados aecistas" e "procuradores fanfarrões".
Só pode ser verdade, lógico, ainda mais dito por um delegado da polícia federal que é alguém "preocupado em ser equilibrado" e, lógico, não tem nada a ver com o PT.
Aí em menos de um minuto eu acho uma foto do delegado isento num evento do MST, com sua camisa vermelha e o punho cerrado erguido a la José Genoíno, José Dirceu e André Vargas.
Mas se saiu no PHA, que ao contrário do PIG (partido da imprensa golpista) não tem interesse algum em banner de estatal ou verba federal e não precisa bajular o PT para nada, melhor acreditarmos.

O Pelé do PT

Já perceberam como esse Instituto Lula falando pelo Lula é mais ou menos como o Pelé falando do Edson?

Se o Paulo Henrique Amorim falou, está falado


O respeitadíssimo, relevante, sério e independente Paulo Henrique Amorim, aquele mesmo que nunca foi condenado por racismo, deu o "furo" no seu blog seríssimo e cheio de credibilidade: um delegado da polícia federal denunciou que a polícia federal está "perseguindo o PT".
Como o conhecido PHA é um cara que não distorce e nem inventa nada, logo em seguida você descobre que o delegado é, na verdade, um ex-delegado e que num depoimento "impressionante" este ex-delegado que "não é do PT" e “não gosta de muita coisa no PT”, descreve o que seria uma "guerra ao PT".
Não vou me alongar demais porque não sei como está o seu estoque de Engov, sal de fruta e Imosec em casa, mas a isenta e desinteressada matéria cita, claro, FHC, e resumidamente demonstra como Lula e famiglia, quer dizer, família, são inocentes perseguidos por coxinhas de direita e como o PT é vítima de "delegados aecistas" e "procuradores fanfarrões".
Só pode ser verdade, lógico, ainda mais dito por um delegado da polícia federal que é alguém "preocupado em ser equilibrado" e, lógico, não tem nada a ver com o PT.
Aí em menos de um minuto eu acho uma foto do delegado isento num evento do MST, com sua camisa vermelha e o punho cerrado erguido a la José Genoíno, José Dirceu e André Vargas.
Mas se saiu no PHA, que ao contrário do PIG (partido da imprensa golpista) não tem interesse algum em banner de estatal ou verba federal e não precisa bajular o PT para nada, melhor acreditarmos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

E quando é o homem que apanha da mulher?

E agora, José, João, Joaquim? E agora, resto dos "omis" do mundo?
Uma parte está por aí, emasculada e escrevendo no peito "sou vadia" em apoio à namorada (ou amiga colorida, dele e de mais três) que também escreveu no peito "sou vadia".
O resto vive na dúvida entre pagar ou dividir a conta.
Parece bobagem, mas se paga pode ser acusado de machista querendo comprar a mulher. Se divide é pão-duro, mão-de-vaca, deve ser algum pobretão.
Fora o resto da relação. Tarefas do lar divididas? Ela trabalha ou fica em casa? Se fica em casa, quem manda na família e no orçamento? Se for ele, é um "troglodita da sociedade patriarcal", mas se for ela que manda, depende. Pode ser um "excelente marido" ou então "aquele banana que merece levar um chifre".
Se o cara demonstra personalidade, é mandão. Se quer bancar o sensível demais, é frouxo.
E por aí vai o macho moderno, se equilibrando no fio de uma navalha que ainda por cima pode cortar-lhe o saco (já que raspar o sovaco é opressão).
Pensei nisso revirando velhas reportagens que guardo para ler depois e encontrando uma que foi publicada pela revista Época em 2011 intitulada "Elas batem. Eles apanham".
O primeiro parágrafo do texto da revista já é bastante eloquente: "no quarto do namorado da estudante carioca L.M., de 17 anos, há um buraco no armário. É resultado do arremesso de um cinzeiro, lançado por ela. O alvo não era a mobília, mas a cabeça dele. Aconteceu durante uma briga, no fim do ano passado. Eles estavam juntos havia seis meses. O namorado de L.M. implicava quando ela conversava com outros garotos ou passeava sozinha. Na véspera de uma viagem dele, ela comentou que sairia com uma amiga. Ele reclamou. “Tivemos uma discussão e, quando vi, estava atirando o cinzeiro”, diz L.M. Por sorte, a garota não tem boa pontaria. O objeto arranhou o braço do namorado e quebrou o armário. O relacionamento sobreviveu, também com arranhões".
Pois é. Em tempos de Lei Maria da Penha (surgida para coibir abusos e transformada em instrumento de ameaças das mais variadas), são as adolescentes que estão batendo nos seus namorados.
Na reportagem mesmo, a menina que atirou o cinzeiro no seu namorado diz orgulhosa que suas amigas "são mais "macho" que os namorados. Xingam, empurram. Não dão mole para eles".
Por serem mais fracas, abusam da paciência do mais forte que teme revidar e passar da conta.
Exemplos no lar (mães submissas), mensagens na TV e na internet, debates na imprensa, o progressismo doentio que assola a sociedade brasileira e mundial, tudo isso explica esse tipo de coisa.
Um experimento filmou um casal de atores brigando na rua. Quando o cara pega a mulher com força, todo mundo se mete, mas quando é a mulher que o agride, quem passa ri e faz piada do "frouxo".
Nelson Rodrigues já dizia que as feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado. Não sei se todas, mas as militantes da turma do mimimi, sim. E o que temos em nossa sociedade atualmente é exatamente mimimi em doses cavalares.
Sendo assim, já não basta que as mulheres sejam apenas machos mal acabados. Precisam ser daqueles machos bêbados que chegam em casa e batem na família.
Quem deve bater em quem? Ninguém, é claro. Mas para que isso aconteça é preciso que fique claro que equiparação de direitos não quer dizer extensão dos defeitos.
E tem gente que ainda acha que o mundo está ficando melhor, porque está mais "prafrentex". Você pode escolher o gênero e até a espécie (tem gente que abdica de ser gente para virar toupeira).
Só rindo para não chorar. Ou para não apanhar.

A incompetência sobre trilhos

Quando você e qualquer outro bípede com polegares opositores e postura ereta pensa em "operação especial", com certeza o que vem à mente é algo extraordinário que será executado para responder da melhor forma possível a uma situação especial.
Sendo menos prolixo: será alguma coisa que vai facilitar a sua vida, que vai agilizar algo, priorizar, enfim, ser melhor do que o normal.
O problema é que o metrô do Rio de Janeiro é uma associação da burrice operacional, com a ineficiência estatal e com o descaso em relação ao usuário.
Como não há concorrência - ônibus sem ar-condicionado numa cidade engarrafada que faz 50 graus na sombra não contam - eles literalmente cagam para o usuário, que neste caso está mais para vítima.
Por essas e outras é que este serviço, ao contrário de algumas paragens mais civilizadas, tem um traçado em formato de minhoca que não cobre várias áreas que poderia (e deveria cobrir) e nem é integrado aos aeroportos ou à rodoviária da cidade, além de só funcionar até as 00:00, quando os ônibus também passam a circular a cada quatro horas e meia mais ou menos.
A desculpa da concessionária é que precisam "limpar os trens e os trilhos". O problema é que Nova York, por exemplo, tem um metrô com 416 km de extensão e 469 estações funcionando 24 horas por dia, enquanto o ridículo trenzinho de parque mafuá do Rio tem 36 estações e 41km de extensão que necessitam de 6 horas por dia para serem "limpas".
Nem que desse para "comer no chão" ali valeria a pena.
Mas voltando ao início, uma "operação especial" para o metrô do Rio de Janeiro é, ao contrário do que alguém que não possui polegares opositores nos pés imaginaria, uma oportunidade para sacanear ainda mais o usuário-vítima.
Ao invés de abrir todas as estações o dia inteiro no carnaval ou réveillon, quando alguns malucos vão fazer turismo numa cidade sem estrutura nem para os seus moradores, eles FECHAM várias estações, oferecendo como opção que a pessoa vá a pé até outra a vários quarteirões dali.
É ou não é uma beleza?
Agora imagine se existisse um equivalente ao Uber sobre trilhos o que aconteceria?
Dica: muito provavelmente o metrô do Rio de Janeiro entraria na justiça tentando proibir e ameaçaria o concorrente de "porrada".

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

E quando é o homem que apanha da mulher?


E agora, José, João, Joaquim? E agora, resto dos "omis" do mundo?

Uma parte está por aí, emasculada e escrevendo no peito "sou vadia" em apoio à namorada (ou amiga colorida, dele e de mais três) que também escreveu no peito "sou vadia".

O resto vive na dúvida entre pagar ou dividir a conta.

Parece bobagem, mas se paga pode ser acusado de machista querendo comprar a mulher. Se divide é pão-duro, mão-de-vaca, deve ser algum pobretão.

Fora o resto da relação. Tarefas do lar divididas? Ela trabalha ou fica em casa? Se fica em casa, quem manda na família e no orçamento? Se for ele, é um "troglodita da sociedade patriarcal", mas se for ela que manda, depende. Pode ser um "excelente marido" ou então "aquele banana que merece levar um chifre".

Se o cara demonstra personalidade, é mandão. Se quer bancar o sensível demais, é frouxo.

E por aí vai o macho moderno, se equilibrando no fio de uma navalha que ainda por cima pode cortar-lhe o saco (já que raspar o sovaco é opressão).

Pensei nisso revirando velhas reportagens que guardo para ler depois e encontrando uma que foi publicada pela revista Época em 2011 intitulada "Elas batem. Eles apanham".

O primeiro parágrafo do texto da revista já é bastante eloquente: "no quarto do namorado da estudante carioca L.M., de 17 anos, há um buraco no armário. É resultado do arremesso de um cinzeiro, lançado por ela. O alvo não era a mobília, mas a cabeça dele. Aconteceu durante uma briga, no fim do ano passado. Eles estavam juntos havia seis meses. O namorado de L.M. implicava quando ela conversava com outros garotos ou passeava sozinha. Na véspera de uma viagem dele, ela comentou que sairia com uma amiga. Ele reclamou. “Tivemos uma discussão e, quando vi, estava atirando o cinzeiro”, diz L.M. Por sorte, a garota não tem boa pontaria. O objeto arranhou o braço do namorado e quebrou o armário. O relacionamento sobreviveu, também com arranhões".

Pois é. Em tempos de Lei Maria da Penha (surgida para coibir abusos e transformada em instrumento de ameaças das mais variadas), são as adolescentes que estão batendo nos seus namorados.

Na reportagem mesmo, a menina que atirou o cinzeiro no seu namorado diz orgulhosa que suas amigas "são mais "macho" que os namorados. Xingam, empurram. Não dão mole para eles".

Por serem mais fracas, abusam da paciência do mais forte que teme revidar e passar da conta.

Exemplos no lar (mães submissas), mensagens na TV e na internet, debates na imprensa, o progressismo doentio que assola a sociedade brasileira e mundial, tudo isso explica esse tipo de coisa.

Um experimento filmou um casal de atores brigando na rua. Quando o cara pega a mulher com força, todo mundo se mete, mas quando é a mulher que o agride, quem passa ri e faz piada do "frouxo".

Nelson Rodrigues já dizia que as feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado. Não sei se todas, mas as militantes da turma do mimimi, sim. E o que temos em nossa sociedade atualmente é exatamente mimimi em doses cavalares.

Sendo assim, já não basta que as mulheres sejam apenas machos mal acabados. Precisam ser daqueles machos bêbados que chegam em casa e batem na família.

E tem gente que ainda acha que o mundo está ficando melhor, porque está mais "prafrentex". Você pode escolher o gênero e até a espécie (tem gente que abdica de ser gente para virar toupeira).

Só rindo para não chorar. Ou para não apanhar.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Não tem mais como defender o PT e se dizer inocente

Nem que seja do fato de ser burro, teimoso ou orgulhoso demais para admitir um erro.
Quem vai abastecer um carro e paga o preço da roubalheira na Petrobras, quem anda no centro de qualquer cidade e vê as lojas fechadas, quem anda nos péssimos e caros transportes públicos, quem observa a poluição do ar e das águas, a falta de saneamento básico, a feiura de nossas cidades.
Quem vai ao supermercado e treme com o fantasma dos anos Sarney, quem não viveu os anos Sarney e deveria ter pavor de conhecer aquilo, quem assiste a "presidenta" ou seus ministros falando sempre em mais impostos e nunca em cortes de gastos inúteis.
Quem não está encostado em algum cargo comissionado, quem não tem contrato com algum ministério (superfaturado ou não), quem não vive de leis e incentivos fiscais, quem não é corrupto e está por aí se sustentando do sofrimento alheio.
Quem não passeia em jatinho de empreiteira, quem não ganha reforma de graça no apartamento, quem não vira empresário de sucesso depois que um progenitor vira presidente, quem não é comensal dos rega-bofes imorais de Brasília.
Quem não tem verba de gabinete, não anda em carro oficial, não ganha adicional só porque fez o que não passa de sua obrigação como comparecer ao trabalho, quem não faz piada com os indignados por pagar uma corte que só é eficiente em arrecadar e gastar.
Quem se compadece dos que não têm plano de saúde e precisam usar os açougues do SUS, quem se sacrifica para pagar mensalidades de colégios particulares para que seus filhos tenham alguma chance, quem assiste os telejornais falando de carnaval enquanto um mosquito espalha doenças e parasitas carcomem o país.
Quem sofre deboches porque reclama do preço do dólar, que encarece desde o seu pão até suas férias, quem é chamado de "elite" porque vive do seu trabalho, quem não é filhote da lei Rouanet, quem não vive preso a ideologias falidas do século passado.
Quem não é jornalista estatizado, blogueiro pago com banner e propaganda do governo, músico que recebe cachê de prefeituras para tocar na quinquagésima inauguração da mesma obra, artista com carguinho na "cultura" ou patrocínio estatal.
Quem faz ou deixa de fazer tudo isso não tem como apoiar o PT a não ser por burrice ou teimosia. Porque o resto, este está todo comprado e vale muito menos do que o que recebe para se vender.