domingo, 13 de março de 2016

Como não te amar, São Paulo?


A que nunca se entrega, a que nunca se rende, a que demonstra heroísmo até na retirada, a que trabalha e produz, a que não se vende, não se aluga e não se dá.
A que não é conduzida por ameaças, pela força e nem pelas maiorias burras, mas que conduz, que vai na frente, que bota a cara, que estufa o peito e diz: meus valores são inegociáveis.
São Paulo, onde a resistência à mediocridade, ao autoritarismo e ao arbítrio forma cada listra de sua bandeira.
Sem seus bandeirantes o Brasil não seria Brasil, sem seus filhos o Brasil com certeza seria pior.
Como não te amar, São Paulo?
Obrigado por existir.
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