sexta-feira, 18 de março de 2016

O Brasil que se dane


A imprensa - não vou usar aspas, porque virou um recurso manjado, mas merecia - insiste em dizer que o país está dividido. Não sei se essa gente aprendeu matemática no mesmo lugar onde a Dilma aprendeu oratória ou o Lula foi alfabetizado, mas só isso explicaria essa tese da divisão.
O país não está dividido. O que se vê é de um lado 90% da população, que trabalha, paga impostos e precisa viver no mundo real, e do outro lado gente pendurada no aparelho do estado para sugar o quanto pode e seus idiotas úteis presos pelo cabresto ideológico.
No dia 13 de março os opositores do cleptolulismo colocaram algo em torno de quatro milhões de pessoas na rua. O PT, a CUT, o MST e a UNE não tem 4 milhões para colocar, já que não há mortadela suficiente no mundo para comprar tal multidão, mas podem juntar 100, 200 mil pelas ruas do país e fazer barulho.
É gente profissionalizada nisso. Vagabundos de cargos comissionados, encostados em sindicatos e movimentos sociais, barnabés de repartição, estudantes profissionais, nenhuma dessas categorias vive no país real. É gente que vive em becos ideológicos, em cortiços partidários, em casas de tolerância sustentadas com o dinheiro dos outros.
Eles não defendem a democracia, o PT, Lula ou Dilma. Eles defendem a própria moleza a qual estão acostumados. E não se importam em jogar o país no abismo por isso.
E a maior prova disso são as conversas telefônicas interceptadas pela polícia federal com a autorização da justiça que flagraram o petismo in natura. Essa coisa bronca, baixa, canalha, hipócrita, cretina, suja, nauseante que antes só dava para perceber de soslaio através das atitudes e discursos batidos da sua militância, do seu marqueteiro enjaulado e de seus políticos obscuros.
Ficou tudo escancarado.
Seja Lula com Dilma, Lula com Jaques Wagner, Rui Falcão com Jaques Wagner, Lula com Rui Falcão, Lula com Vagner Freitas, Marisa com Lulinha, etc., você ouve a nata da merda do petismo falando em dar porrada nos coxinhas, em incendiar o país, em obstruir a justiça, em combinar versões estapafúrdias para refutar provas concretas, em organizar atos com bate-paus na rua e até em enfiar panelas no cu.
A única coisa que não se ouve, de nenhum deles em momento algum, é como ou o que fazer para ajudar o Brasil.
Não o PT, não Lula, não Dilma, não os aparelhos do partido na sociedade, não o próprio pirão nessa hora de pouca farinha, mas o Brasil.
Pra eles, o Brasil que se dane.
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