sábado, 30 de abril de 2016

Por gentileza, garçom, a minha escola eu prefiro sem partido

Já não era sem tempo todas essas iniciativas para abolir a doutrinação em sala de aula. Quem manda o filho para a escola espera que ele vá aprender conteúdo que o ajude a se tornar um cidadão e não um robô idiotizado que repete discurso de marxista fracassado que desconta suas frustrações e ressentimentos com a sociedade molestando intelectualmente o filho dos outros.
Quem quiser ver show de horrores deve ser previamente avisado sobre o conteúdo e pagar o ingresso caso se interesse. Crianças e adolescentes tem que aprender é matemática, biologia, português, física, química, história, geografia, etc., sem que enfiem uma "luta de classes" ou "desconstrução de opressão" até nas cuecas do Monteiro Lobato.
O professor que estiver com raivinha porque aprovaram uma lei que não permite mais messe tipo de curra ideológica em sala de aula é fácil resolver o problema. Esqueça a educação, sua praia é outra e tem mais a ver com recolhimento e compostagem de lixo.
Se for do ensino público, peça demissão e vá para a iniciativa privada. Se já for da iniciativa privada se manda e vá ser camelô. Tente vender na rua a porcaria que você enfia pela goela dos outros abaixo na escola e veja quantos reais vai arrumar.
Dica: é igual ao número países socialistas que já deram certo.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Percebam daí que eu percebo daqui

Todos estes que agora resolveram ressaltar e apelar para a pena alheia a um "lado humano" da Dilma que a própria sempre fez questão de esconder, debocham e pisam sobre as emoções da Janaína Paschoal, que é atacada sem dó em todos os aspectos da sua vida e personalidade por petistas.
Todos estes que te obrigam a achar um cabelo black power pintado de azul "lindo" são os mesmos que a chamam de "desgrenhada" e mandam procurar um pente ou um salão.
Os mesmos que, confrontados com qualquer crítica ao feminismo, dizem que você é "machista que deseja silenciar mulheres" são os que a mandam um "cala a boca, golpista" para a Dra. Janaína.
As mesmas peças que falam em "discurso de ódio" são as que espalham memes e montagens a comparando a endemoninhados, vampiros e monstros que, desumanos que são, merecem apenas a eliminação.
E os mesmos que a acusam de "civismo seletivo" são os que estão nas ruas e nas redes, queimando pneus reais ou imaginários, falando em "democracia" e empunhando a bandeira da "legalidade" enquanto defendem nada mais, nada menos do que a impunidade para seus corruptos de estimação, a perpetuação de suas ditaduras companheiras e a destruição do país para entregá-lo de porteira fechada para um partido que há muito tempo virou uma quadrilha.
E os outros é que estão sempre errados, claro.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Mr. e Mrs. Bumbum

Uma baita polêmica por causa das fotos da esposa do novo (e possivelmente breve) ministro do turismo, Alessandro Teixeira.
A "primeira-dama do ministério do turismo do Brasil", como a própria Milena Teixeira se intitula, resolveu relembrar o passado de "miss bumbum de Miami" e tirou algumas fotos sensuais no gabinete do marido.
Neste baile da Ilha Fiscal do petismo em que se transformaram as últimas semanas de Dilma Rousseff no poder já teve acusação de "golpe" no exterior seguida de um passeio num museu, gente se auto-nomeando para cargos e, finalmente, um ministro do turismo nomeado só para receber os seis meses de salário da quarentena transformando a sede do ministério numa espécie de estúdio fotográfico de booking.
A orgia entre o público e o privado que o PT praticou nos 13 anos da era da mediocridade não poderia terminar sem uma pornochanchada softcore, convenhamos (o hardcore eles deixam pra fazer dentro do cofre dos outros).
O Brasil vai precisar de muito tempo e muito trabalho para limpar toda a porcaria que o PT e seus apaniguados fizeram durante todo esse tempo.
Mas neste caso específico, sejamos justos, a esposa do ministro-relâmpago do turismo é uma bela mulher. E talvez seja a única coisa que preste que tenha passado pelo ministério nos dois governos de Dilma Rousseff, a medíocre, inteiros.
Não é pouca coisa. Mas também não é muito mais do que nada.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

o Rio em dois tempos


Uma construção de 1920 está ali há quase 100 anos, sobrevivendo a todas as ressacas que aconteceram durante esse tempo.
Outra inaugurada em janeiro não resistiu à força das ondas que, desde que o mundo é mundo e estas paisagens foram destruídas com a construção de uma coisa chamada Rio de Janeiro sobre elas, batem naquele costão quando o mar está mais forte.
O mar é o mesmo, meus caros, os governantes é que incrivelmente foram piorando.
O que era feito para durar foi substituído pelo que é feito para todo mundo lucrar, menos quem paga por aquilo.
O Rio de Janeiro não é um belo cenário onde até poderiam ter construído uma cidade bonita, mas uma cidade feia e caótica que destruiu um belo cenário e desperdiçou tanta natureza.
E pessoas.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bela, recatada, do lar e do "grelo duro"

É chato e repetitivo ficar denunciando o duplo grau de julgamento da esquerda o tempo todo, mas quem se cansa, perde, então é um trabalho sujo mas alguém tem de fazê-lo.
O regime militar acabou há 31 anos, enquanto as ditaduras de Cuba, Venezuela, Irã, entre outras - apoiadas e até financiadas pelo PT e seus apaniguados com o dinheiro dos outros - existem até hoje.
Sei que é difícil conviver nesse ambiente de federal/imprensa "pogreçista"-descoladinhos de internet sem se contaminar por essa indignação seletiva e esse progressismo de mesa de boteco, mas pelo menos tentem.

E vou dar só um exemplo, com outra situação, de como esse pessoal de esquerda é perturbado mental, canalha e cafajeste em qualquer questão.
Imagine só se fosse o Bolsonaro que tivesse dito o já famoso "grelo duro" que o Lula disse o escândalo que seria. No entanto esse pessoal está indignado é com uma reportagem que descreve a esposa de Michel Temer, Marcela Temer, como "bela, recatada e do lar".
Porque, lógico, bem melhor do que isso é ser uma bagaceira que pinta os pentelhos do sovaco, tenta invadir Igrejas com os seios de fora e participa da peça "Macaquinhos" (se não sabe o que é, procure no Google, é a cara desse pessoal).
Em fevereiro de 2014 a ditadura venezuelana jogou Leopoldo Lopez numa masmorra porque ele fez um discurso. Abusam da sua esposa, humilham seus dois filhos crianças, o surram na cadeia e o mantém em uma solitária.
Alguém, por favor, me mostre as reações indignadas da turma da lei Rouanet, do PC do B, da OAB, de ONGs, "movimentos sociais" e demais piolhos de esquerda sobre essa tortura em uma ditadura que não acabou há 31 anos como a brasileira, mas que existe neste momento, inclusive financiada com o dinheiro do pagador de impostos brasileiro pelos mesmos cafajestes que acham o que o Bolsonaro disse "imperdoável".
Mas além de toda essa polêmica sobre quem diz o que e o que se pode ou não dizer - coisa de país sequestrado pelo politicamente correto e pelos molestadores intelectuais de esquerda -, o fato é que gente que faz convenção com foto do Marx e do Lênin ao fundo não tem moral alguma para falar do Bolsonaro.
Só isso.

Diário da Cloaca do Mundo


(Clique nas imagens para ampliá-las)

As duas imagens anexas são de textos do, vá lá, jornalista Paulo Nogueira, capo do DCM Online, um desses diários oficiosos do PT na internet.
É uma gente com opinião sólida, abalizada, imparcial, altamente séria e com credibilidade. Não dizem nada que não pensam, não fazem nada para agradar o petismo, não ousam nem por um segundo serem chapas-brancas que supostamente servem de pena de aluguel.
Ambos os textos falam do também, vá lá, jornalista Thomas Traumann. No primeiro ele assumia a SECOM, poderosa secretaria que distribui as verbas publicitárias do governo para órgãos de imprensa e para a turma da internet.
No segundo Thomas aparece como assessor ou algo que o valha do vice e futuro presidente Michel Temer.
Assim de "uma excelente aquisição para a Secom (...) um jornalista competente e um homem de caráter", ele passou a ser um jornalista limitado que perdeu o cargo na Época e "uma das maiores demonstrações da miséria moral do golpe e dos golpistas".
Como podem notar, é análise pra se confiar.

Um pode, o outro não

É chato e repetitivo ficar denunciando o duplo grau de julgamento da esquerda o tempo todo, mas quem se cansa, perde, então é um trabalho sujo mas alguém tem de fazê-lo.
O regime militar acabou há 31 anos, enquanto as ditaduras de Cuba, Venezuela, Irã, entre outras - apoiadas e até financiadas pelo PT e seus apaniguados com o dinheiro dos outros - existem até hoje.
Sei que é difícil conviver nesse ambiente de federal/imprensa "pogreçista"-descoladinhos de internet sem se contaminar por essa indignação seletiva e esse progressismo de mesa de boteco, mas pelo menos tentem.
E vou dar só um exemplo, com outra situação, de como esse pessoal de esquerda é perturbado mental, canalha e cafajeste em qualquer questão.
Imagine só se fosse o Bolsonaro que tivesse dito o já famoso "grelo duro" que o Lula disse o escândalo que seria. No entanto esse pessoal está indignado é com uma reportagem que descreve a esposa de Michel Temer, Marcela Temer, como "bela, recatada e do lar".
Porque, lógico, bem melhor do que isso é ser uma bagaceira que pinta os pentelhos do sovaco, tenta invadir Igrejas com os seios de fora e participa da peça "Macaquinhos" (se não sabe o que é, procure no Google, é a cara desse pessoal).
Em fevereiro de 2014 a ditadura venezuelana jogou Leopoldo Lopez numa masmorra porque ele fez um discurso. Abusam da sua esposa, humilham seus dois filhos crianças, o surram na cadeia e o mantém em uma solitária.
Alguém, por favor, me mostre as reações indignadas da turma da lei Rouanet, do PC do B, da OAB, de ONGs, "movimentos sociais" e demais piolhos de esquerda sobre essa tortura em uma ditadura que não acabou há 31 anos como a brasileira, mas que existe neste momento, inclusive financiada com o dinheiro do pagador de impostos brasileiro pelos mesmos cafajestes que acham o que o Bolsonaro disse "imperdoável".
Mas além de toda essa polêmica sobre quem diz o que e o que se pode ou não dizer - coisa de país sequestrado pelo politicamente correto e pelos molestadores intelectuais de esquerda -, o fato é que gente que faz convenção com foto do Marx e do Lênin ao fundo não tem moral alguma para falar do Bolsonaro.
Só isso.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Como eu votaria

Se você fosse deputado, como você teria declarado seu voto? Só um sim ou não? Faria alguma dedicatória?
Se eu fosse votaria assim:
"A definição de loucura é fazer tudo igual e esperar resultados diferentes. Erramos em 2002, erramos em 2006, erramos em 2010, erramos em 2014. Agora chegou a hora de acertar. Não existe noite que dure para sempre, por isso eu voto sim".
Meio pernóstico, eu sei, mas fazer o quê?
E você, sério, como votaria? Me conta aí.

Em nome de quem suas excelências votam

Se eu fosse deputado não citaria o Santo Nome em plenário a menos que fosse para agradecer por algo.
Não faria isso porque não acho que Seu Nome deva ser invocado por aí a troco de coisas menores ou tão terrenas quanto aquela votação.
Tem gente que sai por aí dizendo "meu D'us" ou "graças a D'us" por qualquer coisa. Não as culpo e nem as recrimino, apenas não as repito.
Mas quando vemos gente que vota "pelo MST", "pelos movimentos sociais" (braços armados do petismo), "por Marighella" ou "pelos guerrilheiros de 64", entendo a extensão e me assusto com o grau da lavagem cerebral que a educação sequestrada pelo socialismo de galinheiro implantou no Brasil.
Então homenagear ideologias liberticidas, genocidas e que defendem abertamente a supressão de setores inteiros da sociedade é aceitável? Fosse o Brasil um país menos canalha nem existiria um PC do B, cuja existência em nada difere da excentricidade mórbida da existencia de um PN do B, Partido Nazista do Brasil.
Fosse o Brasil menos cínico e ninguém levaria a sério quem ousa juntar socialismo e liberdade na mesma sigla, quanto mais se deixar pautar por um grupelho sem voto como esse dessa forma.
Daí que retorno às declarações de voto dos deputados e desculpo até aqueles que mencionaram O Nome que nossas bocas são indignas de mencionar.
Ou os que dedicaram seus votos à família, aos valores morais, à decência, ao respeito total pela inocência da infância.
Melhor isso do que esses macabros celebradores de tudo o que não é humano, porque tudo o que é coletivizante é inumano por natureza, já que reduz o indivíduo a mero detalhe.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Contra todos os torturadores

Só tá liberado criticar a menção ao Ustra quem não apoiar e disseminar - inclusive para crianças em idade escolar - a mesma ideologia do Stalin, Che Guevara, Fidel Castro, Kim Jong-il, Pol Pot, Ceausescu, entre outros.
Além disso não pode dizer que na Venezuela tem democracia até demais, que bolivarianismo é luta do bem contra o mal e nem que os terroristas do MST que destroem propriedades e atacam empregados de fazendas só querem "reforma agrária".
Não pode também de forma alguma se vangloriar dos "peões" que vão "dar porrada nos coxinhas", achar bonito invadir palestra e sala de aula para proibir que ali se fale o que você não concorda e muito menos ameaçar "dizimar a elite burguesa" na "revolução".
Jogar negros contra brancos, homens contra mulheres, norte contra sul, etc. é altamente indesejável caso você também queira criticar quem elogia os militares de 64 e o Ustra.
Dizer que vai "pegar em armas", que vai "jorrar sangue" ou defender um canalha que afirma que quem se opõe a ele merece "um bom paredão, uma boa bala, etc.", também te desautoriza a se horrorizar com quem defende o regime militar.
Eu não faço nada disso, por esse motivo digo que foram de mau gosto e pouco inteligentes essas menções ali, numa hora em que a democracia de fato estava funcionando. Assim como foram de mau gosto menções à Carlos Marighella, um terrorista que pretendia instaurar uma ditadura comunista no Brasil.
Você, petista, socialista, comunista, etc., primeiro se limpe do cheiro de todos os cadáveres que o que você defende exala, inclusive o cadáver da liberdade, e depois venha criticar os outros.
Tenham um bom dia e tchau, querida.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O "partido do povo" com medo do povo

O PT se diz o partido do povo. Jura que representa milhões de votos contra uma minoria que não aceita perder. Exige que os 54 milhões de votos recebidos pela Dilma numa eleição suja, como se os votos outorgassem uma legitimidade absoluta.
Logo, quem deseja aplicar a lei e punir Dilma e o PT pelos seus crimes é "golpista" que não se conforma com o resultado. Logo o PT, que ignorou solenemente o resultado do plebiscito sobre o desarmamento porque, daquela vez, o "povo" não falou o que o partido gostaria de ouvir.
Caso o PT confiasse mesmo nessa sua força popular, aceitaria um recall no voto direto. De quanto será que perderiam?
Como não possui votos, o partido utiliza o que sempre teve: a estridência. Grupelhos sustentados com o dinheiro dos outros que agem como o braço paramilitar do partido.
Por isso às vésperas da votação do impeachment de Dilma Rousseff, o MST e outros satélites do PT fecham ruas, ameaçam invadir propriedades, queimam pneus. Para intimidar aqueles que já não caem mais nas mentiras do grande líder e do seu estafermo.
Essas badernas em vários locais do Brasil mostram que é urgente desmantelar essas milícias do PT disfarçadas de sindicatos e movimentos sociais.
Não é compatível com a democracia que um partido use dinheiro sujo pra montar exércitos de vagabundos para impedir que as instituições ajam e ameaçar a maioria da população que é pacífica, trabalhadora e ordeira.
Nada é mais golpista do que isso.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O cineasta e o Sérgio Moro

Fui conhecer esses dias um cineasta que já tem 30 filmes na sua filmografia, mas nada a ver com a sétima arte, é porque o sujeito resolveu dar uma de obreiro do PT e chamar o juiz Sérgio Moro de "medíocre".
Para usar essas metáforas com futebol que petistas adoram, é como se um beque de roça famoso por brigar em campo chamasse o Garrincha de perna de pau.
Mas vamos em frente.
Como hoje em dia defender o PT virou uma profissão - ou um anexo da profissão - uma rápida ida ao seu perfil no Facebook mostrou que o tal cineasta é sócio de uma "casa de cinema de Porto Alegre", uma produtora independente - risos - que mantém convênios com - atenção - "o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Partido dos Trabalhadores (PT)", entre outros.
Daí bastou ir no portal da transparência e descobrir que a conveniada do PT possui vários projetos com "convênios" no ministério da cultura. Um deles, ao que parece, liberou uns trocadinhos, mais precisamente 460 mil reais para a casa de cinema.
Esse Sérgio Moro é um medíocre mesmo, não é?

Obrigado, petistas, agora podem ir cuidar das suas vidas

Se o país está tão bem, a economia pronta para voar assim que a "crise internacional" parar de atrapalhar, se as estatais funcionam melhor do que relógios suíços, se a Petrobras vai transformar o Brasil num emirado do petróleo com samba e carnaval, se a saúde está perfeita com os médicos cubanos, a educação sensacional com as 300 universidades abertas e os filhos dos pedreiros e empregadas virando doutores, se a "senzala" virou palácio e a "elite" pirou, então nada mais resta a fazer.

Apenas, claro,  esse país deixar de ser egoísta e permitir que todos os milhares de petistas encostados, quer dizer, lotados no governo federal possam ir para a iniciativa privada prestar seus excelentes serviços.

Mais um motivo para a Dilma cair.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Da China passando pela Suécia até Curitiba mais rápido do que de Curitiba ao Rio


Nada como a experiência para provar ou não o que diz uma teoria.
Eu afirmo aqui, sempre que posso, que o PT não só rouba o país, como cria uma geração de idiotas úteis presos por uma coleira ideológica, rebaixa expectativas quanto à qualidade de vida possível e destrói tudo em que coloca as patas.
O brasileiro-médio dos sonhos do PT é aquele sujeito resignado, que aceita "a vida como ela é", que não reclama dos péssimos serviços públicos porque "antes era pior", que credita conquistas pessoais ao partido como "a casa que eu tenho graças ao Lula" e que se acostuma a ser sempre mal atendido.
O Brasil nunca foi uma ilha de excelência nesse tipo de coisa como saneamento básico, educação ou infra-estrutura, mas conseguiu piorar nas mãos da companheirada, ainda que a propaganda milionária paga com dinheiro sujo diga o contrário.
Um bom exemplo é a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, que antes do reinado dos medíocres era uma empresa confiável e respeitável.
Seu quadro funcional foi inchado, suas diretorias loteadas, seu fundo de pensão roubado e quebrado, seu serviço sucateado.
Quem não viu aquele vídeo de funcionários dos correios atirando as encomendas das pessoas como se fossem sacos de farinha? Ou quem não fica dias esperando alguma notícia sobre os rastreamentos que cada vez rastreiam menos?
Posso falar por experiência própria. Comprei um relógio num site chinês, fiquei desconfiado, mas vá lá, todo mundo elogia. Paguei por boleto bancário e em menos de um dia recebi a confirmação. Em quatro dias o pedido foi enviado através da Suécia e em dois chegou ao Brasil.
E está no mesmo lugar desde então, lá se vão 8 dias, sem previsão de quando algo vai acontecer.
Ou seja, uma encomenda saiu da China, passou pela Suécia e chegou em Curitiba mais rápido do que dali ao Rio de Janeiro.
No site "Reclame Aqui", consumidores fazem queixas e as empresas tentam resolver o problema. Quando precisa lidar com a concorrência, é do maior interesse da empresa resolver logo e ter boa fama. Mas das 34.101 reclamações que recebeu, sabe quantas a estatal se dignou a responder para seus clientes desesperados para saber onde estavam seus pertences confiados à ela?
Acertou quem respondeu zero. Isso mesmo, nenhuma. Os correios se lixam para quem utiliza seus serviços.
Por isso é que precisamos sempre dizer "privatização não". Os Correios são nosso patrimônio. Pra que mudar alto tão bom, não é mesmo?
Obrigado, PT.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O Brasil é um país de mafiosos

Táxis, cartórios, legislativo, judiciário, executivo, empreiteiras, planos de saúde, laboratórios, sindicatos, fiscais, instituições de ensino, refinarias, postos de gasolina, montadoras de automóveis, trens e metrôs, distribuidoras de energia, empresas de telefonia, camelôs, professores, flanelinhas, empresas de ônibus.
Pode ir enfileirando profissões e ocupações. Não existe uma "corporação de ofício" que não seja dedicada exclusivamente a maximizar lucros com péssima prestação de serviços, instituição e proteção de cartéis, manutenção de monopólios e invariavelmente lesar quem precisa - ou é obrigado a - fazer negócio com eles.
É um país burocrático, lento, desorganizado que só se organiza para multar e tarifar, ruim e caro. Entregue nas mãos dessas máfias que sequestram o dia a dia do cidadão quando bem entendem, seja fazendo greves, seja paralisando as cidades, seja metendo a mão no seu bolso na marra, seja criando dificuldade para vender facilidade.
O Brasil é uma Sicília de dimensões continentais, só que cercado de favelas, lixões, valas negras e pilhas de papel com "firma reconhecida".

Bolsonaro presidente?

O deputado Jair Bolsonaro foi recebido com festa no aeroporto de Vitória, no Espírito Santo. Gostem ou não dele, aprovem ou não suas idéias, isso é algo que todos vocês devem prestar atenção.
Sim, a esquerda distorce o que ele diz, a imprensa tem má vontade, a burritzia nacional o trata como puro fenômeno de internet, uma espécie de reality show online, mas um deputado que até pouco tempo tinha sua base eleitoral restrita a militares, ex-militares e a classe média do Rio de Janeiro pontuar em pesquisas nacionais com 7%, isso sem campanha eleitoral em curso, e ter esse tipo de recepção por onde anda no país é para se respeitar.
Nos Estados Unidos chamam esse tipo de movimento, que nasce na base da sociedade e ascende ao topo, de "grassroots", foi o que levou Obama à presidência, foi o que fez surgir o Tea Party que varreu as maiorias democratas do Capitólio e é o que está impulsionando Jair Messias Bolsonaro agora no Brasil.
Trata-se de um homem que esteve num dos partidos mais corruptos do país, o partido progressista, e mesmo assim saiu sem uma mancha sequer. Trata-se de um político com carisma, com história e que tem o que dizer, se as pessoas estiverem dispostas a escutá-lo.
E ao que parece as pessoas estão. Melhor para o Brasil, porque ninguém merece esse discurso único da esquerda de galinheiro e da esquerda de country club.
Bem vindo ao debate nacional, capitão.