quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bela, recatada, do lar e do "grelo duro"

É chato e repetitivo ficar denunciando o duplo grau de julgamento da esquerda o tempo todo, mas quem se cansa, perde, então é um trabalho sujo mas alguém tem de fazê-lo.
O regime militar acabou há 31 anos, enquanto as ditaduras de Cuba, Venezuela, Irã, entre outras - apoiadas e até financiadas pelo PT e seus apaniguados com o dinheiro dos outros - existem até hoje.
Sei que é difícil conviver nesse ambiente de federal/imprensa "pogreçista"-descoladinhos de internet sem se contaminar por essa indignação seletiva e esse progressismo de mesa de boteco, mas pelo menos tentem.

E vou dar só um exemplo, com outra situação, de como esse pessoal de esquerda é perturbado mental, canalha e cafajeste em qualquer questão.
Imagine só se fosse o Bolsonaro que tivesse dito o já famoso "grelo duro" que o Lula disse o escândalo que seria. No entanto esse pessoal está indignado é com uma reportagem que descreve a esposa de Michel Temer, Marcela Temer, como "bela, recatada e do lar".
Porque, lógico, bem melhor do que isso é ser uma bagaceira que pinta os pentelhos do sovaco, tenta invadir Igrejas com os seios de fora e participa da peça "Macaquinhos" (se não sabe o que é, procure no Google, é a cara desse pessoal).
Em fevereiro de 2014 a ditadura venezuelana jogou Leopoldo Lopez numa masmorra porque ele fez um discurso. Abusam da sua esposa, humilham seus dois filhos crianças, o surram na cadeia e o mantém em uma solitária.
Alguém, por favor, me mostre as reações indignadas da turma da lei Rouanet, do PC do B, da OAB, de ONGs, "movimentos sociais" e demais piolhos de esquerda sobre essa tortura em uma ditadura que não acabou há 31 anos como a brasileira, mas que existe neste momento, inclusive financiada com o dinheiro do pagador de impostos brasileiro pelos mesmos cafajestes que acham o que o Bolsonaro disse "imperdoável".
Mas além de toda essa polêmica sobre quem diz o que e o que se pode ou não dizer - coisa de país sequestrado pelo politicamente correto e pelos molestadores intelectuais de esquerda -, o fato é que gente que faz convenção com foto do Marx e do Lênin ao fundo não tem moral alguma para falar do Bolsonaro.
Só isso.
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