terça-feira, 19 de abril de 2016

Em nome de quem suas excelências votam

Se eu fosse deputado não citaria o Santo Nome em plenário a menos que fosse para agradecer por algo.
Não faria isso porque não acho que Seu Nome deva ser invocado por aí a troco de coisas menores ou tão terrenas quanto aquela votação.
Tem gente que sai por aí dizendo "meu D'us" ou "graças a D'us" por qualquer coisa. Não as culpo e nem as recrimino, apenas não as repito.
Mas quando vemos gente que vota "pelo MST", "pelos movimentos sociais" (braços armados do petismo), "por Marighella" ou "pelos guerrilheiros de 64", entendo a extensão e me assusto com o grau da lavagem cerebral que a educação sequestrada pelo socialismo de galinheiro implantou no Brasil.
Então homenagear ideologias liberticidas, genocidas e que defendem abertamente a supressão de setores inteiros da sociedade é aceitável? Fosse o Brasil um país menos canalha nem existiria um PC do B, cuja existência em nada difere da excentricidade mórbida da existencia de um PN do B, Partido Nazista do Brasil.
Fosse o Brasil menos cínico e ninguém levaria a sério quem ousa juntar socialismo e liberdade na mesma sigla, quanto mais se deixar pautar por um grupelho sem voto como esse dessa forma.
Daí que retorno às declarações de voto dos deputados e desculpo até aqueles que mencionaram O Nome que nossas bocas são indignas de mencionar.
Ou os que dedicaram seus votos à família, aos valores morais, à decência, ao respeito total pela inocência da infância.
Melhor isso do que esses macabros celebradores de tudo o que não é humano, porque tudo o que é coletivizante é inumano por natureza, já que reduz o indivíduo a mero detalhe.
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