terça-feira, 17 de maio de 2016

O charme, a elegância e o "grelo duro"


Falei outro dia da miséria mental a qual o petismo condenou o Brasil e hoje já preciso me repetir: que miséria, que miséria, meu amigos.

Essa mentalidade boçal de ouvir uma piada e, ao invés de procurar a graça, procurar o ofendido virou esporte nacional da parte do país que se revolta pela extinção de um ministério que nos deu maravilhas como a peça "macaquinhos" e a turma do Capilé.

Por isso mesmo as "mulheres" - não são todas, mas ainda assim falam como se representassem cada uma delas - se revoltaram quando um colunista social de Brasília disse que a primeira-dama, Marcela Temer, representaria "o charme e a elegância da mulher brasileira" no governo.

Talvez o colunista estivesse ironizando as críticas que o presidente recebeu por não adotar cotas de sexo ou melanina para nomear ministros, ficando o primeiro escalão sem mulheres, talvez falasse sério, não importa, se ainda vivemos numa democracia dizer que alguém representa "o charme e a elegância da mulher brasileira" não deveria ser nada mais do que é: uma opinião.

Mas como nada é tão simples, petistas e seus apaniguados que passaram 13 anos dizendo que o Brasil virou a Suécia e que agora se dedicam a criticar o número de calcinhas ou turbantes no ministério, a nova logomarca do governo ou até o filho de 7 anos do presidente, entraram em desarranjo mental e se ofenderam porque tais palavras "diminuiriam" a "mulher" brasileira.

Jornalistas do próprio veículo afirmaram terem "sentindo na carne" a dor de tamanha ofensa e, suspenso do jornal, o colunista foi obrigado a postar um vídeo no YouTube se desculpando entre lágrimas e auto-flagelações morais.

Não preciso dizer o quanto isso é ridículo, tacanho, boçal ou típico dessa era da mediocridade que levará décadas para dissipar toda a carga de coliformes mentais que polui o ambiente, basta apenas que dê um singelo exemplo:

Todas essas feministas, esquerdopatas e justiceiros sociais que acharam imperdoável e "digno de vômito" dizer que a primeira-dama representa "o charme e elegância da mulher brasileira", não só aceitaram de bom grado como - em suprema prova de escravidão e submissão mental a um analfabeto corrupto - passaram a se auto-denominar e se referir aos outros como mulheres de "grelo duro".

É ou não é um cenário de miséria mental?
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