segunda-feira, 9 de maio de 2016

Precisamos de normalidade


Sim, algo simples e que é impossível de se conseguir num país que vive há 13 anos em ritmo de campanha eleitoral. Acho o Temer uma maravilha? Não, tanto que não votei nele, quem votou foram os petistas, mas na atual conjuntura, pra qualquer coisa que remova as hordas de vagabundos fazendo comício no palácio presidencial e que se assemelhe a um governo funcional eu já estou dando match no Tinder político.
Um país não pode ser minimamente civilizado e menos boçal se for governado por gente que só tem um único plano: roubar tudo o que pode enquanto não larga o osso.

Não é normal o protagonismo que bandos de delinquentes e parasitas como o MST, a CUT, o MTST ou a UNE têm no Brasil.
Não é normal um governo tomar medidas preocupado não com as próximas gerações ou com os próximos cinco ou dez anos, mas com a próxima propaganda eleitoral mentirosa que vai jogar na TV para enganar otários e fornecer material para seus militantes parasitas espalharem por aí.
Não dá para pensar em futuro quando mais de 20 mil gafanhotos em cargos comissionados acordam e vão dormir pensando em se esmerar para ser obreiro dedicado do partido e manter assim o país sob sequestro e garantir suas boquinhas.
Essa esculhambação de encher de militantes presidências de estatais, diretorias, tribunais, de se afrontar ritos e leis e instituições sempre dependendo de quem vai lucrar com isso, essa relativização da porcaria como forma de ser e agir não pode dar em boa coisa.
Neste 9 de maio de 2016 quase um mês já se passou desde que a câmara aprovou a admissibilidade do impeachment e cá estamos nós ainda discutindo se Dilma Rousseff vai ou não desinfetar da presidência.
Como bem lembrou um cara que eu vi no Twitter, essa masturbação regimental com idas e vindas e reviravoltas dignas de Game of Thrones é exatamente o que enfrenta todo dia quem deseja empreender no Brasil.
Enquanto o MST que não tem nem CNPJ recebe baciadas de dinheiro do pagador de impostos, um pequeno empresário precisa fornecer até o exame de fezes da sua bisavó para conseguir um alvará ou um habite-se.
E assim o país vai afundando enquanto nada de útil se faz e apenas passamos os dias e as semanas e os meses e os anos discutindo o PT, essa praga que parece o Jason do Sexta-Feira 13 e não some.
E a economia cada dia pior com empregos sumindo, qualidade de vida despencando e negócios fechando.
Como um restaurante em Copacabana que existia desde 1957 e suportou, vejam vocês, a eleição e a renúncia do Jânio Quadros, o parlamentarismo relâmpago, o governo-baderna de João Goulart, o regime militar, as políticas econômicas do Delfim Netto, a morte de Tancredo, um governo Sarney inteiro, o Collor, um impeachment, o início caótico do governo Itamar, crise na Rússia, crise na Ásia, o escambau.
Mas não conseguiu resistir ao PT.
Até quando este país vai resistir?
0 Comentários