quinta-feira, 9 de junho de 2016

Brasileiros e chimpanzés

Ideologia de gênero, gente que se ofende com termos como "tempos negros" ou "denegrir", banheiro unissex para marmanjos fantasiados de bloco das piranhas usarem o mesmo ambiente que adolescentes, gente que pensa que igualdade é detestar o outro seja ele homem/branco/hétero e passar os dias enchendo o seu saco, pessoas susceptíveis ao extremo que, se pudessem, criminalizariam a opinião e até as piadas.
Fora um país sabidamente quebrado por uma quadrilha de corruptos, marginais e parasitas que roubaram até o fundo de pensão dos carteiros ainda contar com um exército de boçais e palermas que os apoiam por serem serviçais de uma ideologia assassina, liberticida e idiotizante.
Um semi-analfabeto ladrão que traz numa coleira invisível professores universitários, ditos "intelectuais", artistas, estudantes e demais toupeiras que confundem esclarecimento e consciência social com culpa de classe.
Tudo à nossa volta destruído não por americanos, europeus ou loiros de olhos azuis, mas pelos próprios brasileiros, essa gente malemolente, miscigenada e que mora no "país do futuro", polui o ar e as águas, trata uns aos outros com o máximo de grosseria e agressividade e segue voluntariamente escravizado por uma das classes políticas mais imundas e asquerosas do mundo.
Educação inexistente, escolas transformadas em madraçais que cospem talibãs vermelhos repetidores de slogans em universidades piores ainda, saúde em situação crítica, infra-estrutura de quinto mundo, pobreza, favelização, cidades feias e caóticas.
E no final nos vemos patinando sobre discussões importantíssimas como o uso de shortinho por meninas nas escolas, kits gays para crianças, se funk é cultura (óbvio que não é), remoção de símbolos religiosos de prédios públicos ou se as torcidas de futebol e propagandas de cerveja são "machistas demais", fora o resto.
Sinceramente, mais uma ou duas gerações desse jeito e o brasileiro estará andando de quatro e sendo domesticado por chimpanzés.
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