segunda-feira, 13 de junho de 2016

O massacre em Orlando

Como todo mundo já deve estar saturado de opiniões sobre o atentado terrorista ocorrido em Orlando - e isso é só o começo, aguardem no local porque os textões vão virar teses, livros e palestras -, serei bem sucinto:
O que houve em Orlando foi um encontro da diversidade com a tolerância: a diversidade estava armada até os dentes e fuzilou a tolerância.
Dito isto, preciso apenas lembrar como a esquerda - as always - utiliza qualquer miséria humana para, nesta ordem, confundir cabeças fracas e impor sua agenda.
O assassinato em massa aconteceu num local onde era proibida a entrada de pessoas armadas. Qualquer símio que realiza truques de circo conseguiria juntar uma peça à outra e concluir que a proibição de armas no local não impediu o massacre.
Mas a esquerda diz que a solução é proibir mais.
O assassinato em massa foi cometido por um muçulmano horrorizado com a liberdade que gays têm nos Estados Unidos. Qualquer frango desfiado que sabe que milho em conserva só estraga o arroz à grega lembraria de Paris, de Bruxelas, de Tel Aviv, do ISIS, dos aiatolás atômicos do Irã e da intolerância do islã com o diverso e concluiria que trata-se de um problema muçulmano que o mundo precisa enfrentar.
Mas a esquerda diz que o problema são os conservadores, os homens brancos cis, os cristãos e a "islamofobia".
Junte esses fatos acima com outras declarações estúpidas no estilo "com o conservadorismo e a bancada evangélica em breve essas coisas acontecerão no Brasil" e você percebe facilmente que o ocidente tem hoje dois problemas que se retroalimentam: a cultura bundamolista ocidental fantasiada de tolerância, que abre portas para aqueles que odeiam o ocidente, e uma religião que, atualmente, é a única ou pelo menos a maior fonte de matança por razões religiosas do mundo.
Temperando isso temos o mau-caratismo da esquerda, que prefere morrer com o pescoço cortado por um muçulmano do ISIS do que permitir que o seu vizinho diga livremente o que pensa e tenha uma posição política diferente da sua. Nesse caso a diversidade que vá plantar batatas.
Afinal, esquerdista sempre confunde "discurso de ódio" com discurso que ele odeia.
E chegamos neste ponto. Discordar de um gay é "homofobia" caso você seja ocidental, branco, hétero e pagador de impostos, mas caso você seja um muçulmano de turbante e barba de hipster, aí você pode até atirar gays do alto de prédios, porque faz "parte da sua cultura".
Pronto, pode voltar ao debate sobre o Master Chef.
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