segunda-feira, 18 de julho de 2016

O ocidente e o islã

Não sei se as pessoas estão ligando os pontos, se não estão por preguiça ou se estão mas pouco se importam, mas o fato é que só não vê quem não quer: o modo de vida ocidental, este onde "vítimas" do machismo andam de tetas de fora na rua sem serem importunadas, ou da "homofobia" podem se unir civilmente e até adotar crianças, ou do "racismo" elegem um presidente negro da nação mais poderosa do mundo ou ainda da "malvada" Igreja Católica debocham da crença alheia livremente onde quiserem, este modo de vida encontra-se ameaçado seriamente.
Por um lado um contingente insustentável de imigrantes predominantemente homens, muçulmanos e sem nenhum tipo de checagem de antecedentes literalmente invade a Europa e começa ali a espalhar um império do terror e do medo.
Ataques com facas, machados, estupros coletivos na Alemanha, bombas, caminhões, tiros em boates, todos curiosamente gritando "alahuakbar" não me deixam mentir.
Por outro lado o Oriente Médio, com a ajuda da política externa desastrada do governo Obama-Hillary e da frouxidão do resto do Ocidente está virando um campo de treinamento de jihadistas.
Mal ou bem ditadores canalhas como Saddam, Khadafi ou Mubarak mantinham esses lunáticos islâmicos na coleira e a ameaça que eles representam sob controle. Com a queda deles, Saddam por culpa do Bush Jr., não precisa me lembrar, virou tatu bola na ladeira.
Para agravar ainda mais a situação a Turquia, estado fundado sob a égide do secularismo está sofrendo há anos um ataque do islamismo mais nefasto, com tendência a se consolidar agora que um golpe fajuto serviu para que o "aiatolá" Erdogan prenda opositores, casse juízes e endureça de vez.
Quando eclodiu o "golpe" de 15 de julho de 2016 eu avisei: se isso não for de verdade ou se esse golpe não funcionar, a Turquia será um novo Irã. E infelizmente minhas previsões se mostraram corretas.
Frente a isso tudo o que o Ocidente faz? Eu digo: coloca filtros nas fotos do Facebook, lança hashtags no Twitter, vai para a rua abraçar praças e monumentos "desafiando" os terroristas, cria mais leis contra "discurso de ódio" e "islamofobia" e continua sem atacar o problema como deve.
Cada vez que um refugiado muçulmano acha que uma cidade da Europa é Raqqa e manda ver, deixando um rastro de vítimas, temos que ter coragem de responder uma simples pergunta: problema é mesmo a "islamofobia" ou é o islã?
A Europa simplesmente está vendo agora como seria viver em Israel sem medidas de defesa.
Logo não precisa nem inventar a roda, basta ir em Israel e ver como lidam com terroristas lá e copiar. Garanto que eles até ajudam. Israel é cercados de inimigos que odeiam o país, no entanto é mais seguro andar em Tel Aviv do que no Rio. Acho que eles têm algo a ensinar.
O que foi feito até aqui não funcionou. Quantas vítimas mais serão necessárias até que dona Angela Merkel e demais líderes ocidentais tomem uma atitude para que a pena dos bons não faça deles mesmos vítimas dos maus?
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