domingo, 28 de agosto de 2016

Tchau, querida

Já disse uma vez e repito: Dilma Rousseff é um zero à esquerda que foi inoculada na presidência por um tiranete despreparado para lidar com o poder e com a popularidade transitória.
Foi um capricho alheio, um instrumento de massagem no ego para um homúnculo que até há pouco tempo nutria sonhos de poder absoluto.
Passado este período e devidamente esquecidas as saudações à mandioca e o cachorro atrás - piadas que pouco a pouco perderão a graça e serão apenas um souvenir dos tempos bizarros que vivemos - Dilma será esquecida num verbete qualquer da história.
Seu governo que nunca houve, seus votos que nunca teve, sua capacidade gerencial que nunca existiu, sua coragem que nunca deu as caras, tudo isso dará a medida do seu tamanho na história: nenhum.
Nem mesmo lembrada por sofrer um impeachment inédito será, porque até nisso chegou atrasada.
Quando listarem os presidentes do país - e mais ainda aqueles presidentes do período pós-redemocratização - os livros haverão de listar Collor, Itamar, FHC, Lula, um vazio simbólico de irrelevância total seguido Michel Temer e de mais quem o suceder.
A partir de amanhã o Brasil volta a contar a sua história, que há cinco anos e meio está suspensa por um vácuo.
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