terça-feira, 27 de setembro de 2016

Férias


Vou tirar alguns dias na boa terra, Bahia, para descansar e curtir um acarajé - só com molho vinagrete, porque sou alérgico a camarão :/ - e ficar ausente daqui, mas sei que vocês entendem que é por um bom motivo. ;)

Até a volta!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Todos os gatos do mundo


Eu amo todos os gatos do mundo, os meus e aqueles que são meus por um segundo. Num afago, num carinho, num colo na rua, na casa de um amigo, em uma loja. Amo verdadeiramente todos os gatos do mundo.
Eles nos equilibram, nos acalmam, nos ensinam. Que honra viver e morrer rodeado por eles.
Escrevo isso e penso no sujeito lá na Síria, que se recusou a fugir da guerra e dos bombardeios para cuidar dos gatos que ficaram para trás. Gatos de amigos, das ruas, gatos que ficaram por ali desfilando sua graça no meio de tanta destruição.
Já são mais de 100 que ele alimenta, cuida e que cuidam dele. Veja que louco: não acho que esse sujeito seja louco. Talvez fizesse igual, quem sabe.
Ou fugiria levando todos comigo.
Mas o fato é: os gatos, deuses no Egito e reis na internet, mantém nosso mundo em ordem de certa forma. Ordemam com miados e ronronados o caos que nos cerca.
Vai saber se, sem eles, o mundo todo não seria uma Síria. Ou até pior.
Só sei que fazem mágica. Como eu, cristão já desconfiado e machucado pelo que fazem com outros cristãos no Oriente Médio, considerar Mohammad Alaa Aljaleel, sírio, muçulmano, meu irmão.
Meu irmão no amor por todos os gatos do mundo.
Sorte, cara. Deus está contigo.

domingo, 25 de setembro de 2016

Menos, candidato, menos

O candidato favorito à prefeitura de Curitiba, Rafael Greca, deu a seguinte declaração: "(...) a primeira vez que tentei carregar um pobre pra dentro do meu carro eu vomitei por causa do cheiro".
Reproduzida assim mesmo - e repetida à exaustão pela sub-imprensa petista - fica suprimida a sequência em que ele explica que era um homem que não tomava banho há dias, a ponto da freira que os atendeu no abrigo perguntar se o candidato também queria um banho.
Só quem nunca trabalhou num serviço público - principalmente de saúde - um dia na vida - e eu já trabalhei - não sabe como um morador de rua há dias e dias sem qualquer higiene pessoal pode exalar um odor que deixa qualquer um - por mais experiente que seja - até tonto. Isso é um fato.
Mas só quem nunca sentiu os próprios odores pode esquecer que, na mesma situação, você cheiraria igual.
E mais, só para finalizar, só quem esquece que ali está um outro ser humano tal qual você, com pai, mãe, família e história, pode dar uma declaração dessas numa entrevista e achar que não fez nada demais ou que existe um "contexto" aceitável para isso.

sábado, 24 de setembro de 2016

Golpe, que seja


Vieram perguntar se eu não me incomodava em apoiar um "golpe de estado". Primeiro tenho que dizer que não é questão de opinião, mas um fato inapelável: não houve golpe algum no Brasil. Somente cavalgaduras e farsantes seguem repetindo tal palhaçada.
Mas digamos que, pelo bem do argumento, tenha mesmo havido um "golpe parlamentar" ou "golpe brando" no Brasil. Teria eu algum problema em apoiá-lo?
Digo que não. Nenhum problema.

E já explico o porquê: só do novo governo ter acabado com a farra dos jatinhos oficiais que o "partido do povo" promovia e colocado a FAB à disposição, por exemplo, do transplante de órgãos, ato que mudou e salvou a vida de centenas de pessoas em apenas alguns meses, já justificaria um golpe até mais explícito do que esse que os petistas inventaram para se limpar da própria lama.
Pena foi não terem dado esse "golpe" antes.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Temer pode libertar a educação brasileira da doutrinação esquerdista

O governo do presidente Temer vai propor uma mudança no currículo do ensino médio. Caso isso realmente seja implantado, as únicas matérias obrigatórias no currículo serão língua portuguesa, inglês e matemática.
Fora isso o aluno é que irá escolher quais matérias vai cursar, a partir de cinco grandes grupos: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
O aluno vai cursar o primeiro ano do ensino médio em um currículo comum e a partir do segundo ano poderá optar por um desses "itinerários". Por exemplo, se ele optar por ciências humanas, terá aulas de português, inglês e matemática (obrigatórias) e também de literatura brasileira, história do Brasil, história geral, geopolítica e espanhol. Os demais que não optem por este itinerário não estudarão as matérias específicas, que serão substituídas por matérias de sua área de escolha.
Teoricamente isso vai direcionar desde cedo o aluno para a área com a qual ele se identifica. Mas a mudança já está causando berraria de sindicatos de professores e políticos de esquerda, que dizem que além de tal currículo tirar dos estudantes uma tal de "formação crítica", é muito prematuro deixar que alunos do ensino médio possam escolher algo tão importante assim tão cedo.
Quer dizer, eles têm maturidade para votar, para pedir a liberação da maconha, para escolher o sexo, para ir para o colégio de saia, de shortinho enfiado nas nádegas, mas não podem escolher o que vão aprender.
Vamos ser claros: essa berraria contra as mudanças no ensino médio é porque os obreiros de seita da esquerda que doutrinam jovens em sala vão perder o público cativo.
Essas madraças do pensamento único vão acabar naturalmente, sem precisar nem do "escola sem partido" para isso, porque o professor de geografia que ensina cartilha do MST, o de história que ensina manual da CUT e o de sociologia que ensina o beabá do PT vão ter que procurar outro lugar para assombrar.
A verdade é que hoje o Brasil não tem educação crítica e nem sem crítica, o que se tem é um palanque onde tarados intelectuais ficam molestando alunos com suas ideologias fracassadas.
Porque o mais curioso é que depois de receber a tal "educação crítica", TODOS os alunos começam a pensar igual. Não é outro o motivo de estudantes do ensino médio e universitário serem o público alvo de excentricidades partidárias como o PC do B ou o PSOL.
Isso é fruto de um trabalho sistemático de doutrinação, que está ameaçado pela mudança do currículo do ensino médio, que vai representar um ganho sem igual para o Brasil.
Se o presidente Temer conseguir mesmo mudar o currículo dessa forma e tudo funcionar como está planejado, em uma ou duas gerações o Brasil estará praticamente limpo da mentalidade DCE.
E isso não é pouco. Vamos torcer.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Cunha não teve um PT do seu lado

Não vi protesto de rua a favor do Cunha. Não vi gente berrando que desrespeitaram os 232.708 votos que ele teve. Não teve um "classe média" me perguntando "se tirar o Cunha vai botar quem?".
Não rolou coxinha bloc na rua incendiando lixo pra defender o cara "perseguido por ajudar o povo". Não escreveram textão de Facebook fazendo cartinha pro Cunha em tom emocionado, dizendo "como ele era importante para o projeto" e desejando força nessa luta contra os fascistas.
Não vi ninguém colocando twibbon na foto de perfil dizendo que "não reconhece presidente da câmara golpista" ou "fica, querido" ou ainda pedindo uma nova eleição para todo o congresso só porque um dos preferidos foi pego com a boca na botija e cassado.
Não teve bancada da chupeta dando show na TV, protesto em universidade e nem gritinho de "guerreiro do povo brasileiro".
Aposto que na saída de seu apartamento funcional, ninguém vai nem aparecer para dar flores pra ele.
Mas isso é porque o Cunha não é petista, claro. Nem defendeu a todo custo os interesses do PT nessa época de decadência do partido, ainda que tenha sido seu aliado até mais ou menos o final de 2014.
Se ele soubesse que o PT não abandona os seus, principalmente se os seus fizerem correria no cofre alheio, talvez nem teria aceitado aquele pedido de impeachment.
Mas aceitou. E caiu. Junto com Dilma (essa é a parte boa).

Sobre a cassação de Eduardo Cunha


- Cunha caiu. Nem eu e nem qualquer outro que pediu Fora Dilma disse por aí que isso é golpe ou que não respeitaram os votos que ele teve em 2014.

- Agora sou eu que digo: o Cunha foi cassado, vamos ver se as mortadelas continuarão pedindo cadeia pra corrupto ou se pro companheiro Renan não vale.

- A ironia nauseante do dia é ver PETISTA falando em ética e se achando no direito de fazer antagonismo a qualquer corrupto de Brasília.

- Jean Wyllys parecia um bambi purpurinado dando saltinhos no plenário, nem o nude do Paulo Zulu deve ter deixado @ deputad@ tão alegrinh@.

- Mas engraçado mesmo foi ver a Clarissa Garotinho, filha de um cara já condenado por FORMAÇÃO DE QUADRILHA, chamar alguém de mafioso, por mais que seja.

- Sílvio Costa mais uma vez provou que é o Lindberg Farias da câmara. Talvez se encontrem em 2019, quando Lindberg desistir do senado e resolver voltar a ser deputado pra continuar mamando. Isso se o Sílvio Costa for reeleito, né?

- Se continuasse mandando no baixo clero, o Cunha estaria lá até hoje, o problema é que resolveu transformar o baixo clero no próprio Titanic.

- Aliás, Cunha ter ido lá balbuciar apelos com voz de choro só prestou para uma coisa: dar aos seus adversários e aos ladrões do PT um gostinho de vitória.

- Ir VOLUNTARIAMENTE numa CPI, supostamente mentir e cair por conta disso é a perfeita definição de atravessar um banquete para cair de boca num prato de cocô.

- Com a queda de Eduardo Cunha vamos esperar que o PT e suas linhas auxiliares continuem nesse furor ético e se concentrem agora no companheiro Renan.

- Não se registrou nenhum protesto de coxinhas em todo o território nacional em defesa de Eduardo Cunha.

- Petistas, pelo contrário, seguirão nas ruas em defesa da corrupção, que eles resolveram rebatizar para "democracia".

- Cunha recebeu 53 pedidos de impeachment contra Dilma Rousseff. Rejeitou 40, ignorou 12 e aceitou um, mesmo assim mutilando-o, dando ensejo às acusações de "golpe". Serviu mais a quem mesmo?

- Mas não sejamos ingratos. Não fosse por ele, Dilma ainda estaria dilapidando o país com sua incompetência e o PT assaltado-o com sua esperteza.

- Dilma e Cunha já se foram, ainda que ela tenha sido beneficiada pela manobra de galinheiro de Lewandowski e Renan Calheiros e mantido os direitos políticos contra a constituição (isso, sim, é golpe).

- Agora falta Lula e o PT, não necessariamente nesta ordem.

- Que seja breve.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Como transformar o seu "fora, Temer" em realidade for dummies

Vocês que estão aí berrando "fora Temer", não precisam se desesperar, tem um jeito de tirá-lo do governo. Eu, que participei da derrubada do desastroso governo do PT com muito orgulho, posso ensinar de graça.

Vamos lá.

A receita é "simples": apresentar pedidos de impeachment na câmara, conseguir que um deles seja aceito, passar pela comissão especial do impeachment na câmara, passar pela votação no plenário da câmara, ser enviado ao senado e aceito, passar pela comissão especial do impeachment no senado, ter aprovado o parecer do relator na comissão, enviar ao plenário, debater e aprovar (ou não) o parecer do relator no plenário, ser instaurado o processo, voltar para a comissão especial do impeachment no senado e ser aprovado de novo, retornar ao plenário do senado para as oitivas de testemunhas, o depoimento do acusado, a votação final em plenário e o afastamento definitivo.

Tudo isso sem esquecer de colocar milhões nas ruas em pelo menos três ou quatro oportunidades sem que nenhuma lâmpada de um poste seja quebrada, esperar todos os muitos e demorados recursos ao STF com as devidas anulações de atos já tomados e a repetição de tudo, debater todas as questões de ordem e "pela ordem" levantadas todos os dias pelo menos umas 20 vezes, respeitar todos os "recursos da defesa" (chicanas) pacientemente sob pena de ser acusado de "violar o direito de defesa", cumprir centenas de horas de sessões tanto nas comissões quanto nos plenários, com discursos, depoimentos e protestos intermináveis, fora as confusões com suspensões de sessão.

Aí sim, com sorte, depois de uns 9 meses, o Temer sairá.

O problema é que até lá a constituição - que não prevê plebiscito para terminar mandato ou eleição antes da hora sem a cassação da chapa ou a renúncia da chapa - diz que a eleição tem que ser indireta, porque já terá passado da metade do mandato.

E aí quem vai escolher o presidente num colégio eleitoral é ESSA câmara dos deputados que está aí, a mesma que o PT e seus satélites chamam de "corrupta, conservadora, fascista e golpista".

Façam sua escolha.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Já desisti de buscar lógica na esquerda, mas está cada dia mais difícil sequer respeitá-la


Circulam na internet - e me recuso a reproduzir aqui - duas imagens tão perturbadoras quanto esclarecedoras sobre a incoerência da esquerda.
Uma delas é uma montagem das cabeças do casal presidencial, Michel e Marcela Temer, sobre dois corpos fazendo sexo com a legenda:

- Gozo onde, Marcela?
- Fora, Temer.


A segunda é a de uma menininha bem pequena sobre os ombros do pai segurando um cartaz onde se lê "fora, Michelzinho", o filho de 7 anos do presidente e da primeira-dama.

Vendo essas duas imagens me lembrei instantaneamente de uma outra - que também me recuso a reproduzir aqui - de uma montagem da cabeça da presidente cassada, Dilma Rousseff, sobre um corpo feminino com as pernas abertas, que era colado nos automóveis na entrada do tanque de combustível, simulando um ato sexual sempre que o carro era abastecido.

De igual mau gosto, essa imagem mereceu uma gritaria por parte dos petistas, notas de repúdio de bandos de feministas e o espanto teatral da imprensa cooptada.

Por que será que as mesmas pessoas que se escandalizaram com a imagem de Dilma na montagem de mau gosto estão agora espalhando a imagem da primeira-dama em uma montagem do mesmo teor?
Marcela não é política, não foi candidata a nada, não mentiu na propaganda eleitoral e em debates, não difamou adversários, não aparelhou o governo e empresas estatais, não deu o dinheiro do pagador de impostos para sustentar vagabundos da CUT, MST, MTST, UNE, UJS e demais apaniguados, enfim, Marcela Temer não entrou no "jogo" político e mesmo assim merece por parte dos petistas e seus sabujos um tratamento que eles não achavam justo para Dilma, que fez tudo o que citei acima.
Mas pior é o caso do filho de 7 anos do presidente, exposto nas redes sociais e na sub-imprensa de aluguel porque recebeu uma herança em vida do pai, porque mudou de escola, porque ajudou a escolher o logotipo do governo.
Quer dizer que os filhos do Lula, nababos trintões e quarentões que se juntar tudo o que trabalharam na vida não dá uma semana útil sem um feriado no meio, não podem ser citados em nada que é "invasão de privacidade" e "desrespeito à família", mas uma criança de 7 anos pode ser atacada de todas as formas mais vis possíveis, inclusive usando outras crianças para isso, só porque os eleitores do seu pai se arrependeram do seu voto?
Fora que artistas Rouanet-dependentes e demais puxa-sacos do PT não podem levar uma vaia na rua que as acusações de "agressão" e "fascismo" são berradas a plenos pulmões, mas a vizinha de Michel Temer em São Paulo, que nunca levou uma boquinha de incentivo fiscal ou nomeação companheira, teve seu carro incendiado e está tudo bem?
Sinceramente, já deixei de tentar enxergar alguma lógica na esquerda faz tempo, mas está cada dia mais difícil sequer respeitá-la.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Fora, Temer?

Já tive vergonha de ter votado no Fernando Collor para presidente, mas hoje, olhando para tudo o que aconteceu desde aquela eleição, não sinto mais, porque me lembro qual era a opção.
Mas se tem uma coisa da qual nunca senti vergonha foi de pegar uma cédula de papel (na época era assim), marcar um "X" no número 20 da chapa Collor-Itamar e depois fazer o papel ridículo de ir para as ruas berrar "fora, Itamar, presidente sem voto", quando o Collor sofreu impeachment.

O vale-tudo da estupidez


Quer saber o quanto a esquerda hoje no Brasil é perniciosa? Basta ver o que fizeram durante a olimpíada com as vitórias da judoca Rafaela Silva e, num caso ainda pior, com a seleção feminina de futebol.
De repente o ouro de uma judoca que enfrentou dificuldades, treinou, foi derrotada, humilhada, treinou mais, voltou e venceu virou não apenas uma vitória dela e de sua equipe, mas um "tapa na cara da sociedade", uma razão para a "classe média pirar", etc.
O futebol feminismo foi pior porque um início bom de competição virou um exemplo de como o feminismo é necessário num país que "não dá valor às meninas", que "paga milhões para um babaca como o Neymar e não valoriza a Marta".

Não vou me deter no fato do time sueco da Marta ter falido enquanto o Neymar gera milhões para o seu clube e nem que todo esse pessoal do "valorize o futebol feminino" não gastar um real num ingresso de um jogo ou sequer lembrar que o esporte existe fora da olimpíada, o assunto aqui é como a esquerda é perniciosa.
E não é perniciosa apenas por transformar vitórias em barracos, momentos de comemoração em shows de ressentimento em praça pública, por serem sempre os espalha-rodinhas, os chatos com "consciência social" que ainda por cima se orgulham de serem chatos.
Mas porque foram emburrecidos por algum burro que veio antes deles e porque seguem emburrecendo outros à sua frente como que para passar uma doença e para manter o público cativo. Sem o idiota útil, que compõe 90% do seu contingente, a esquerda é inviável.
Não existe outra explicação para pessoas entrarem em universidades federais pensando diferente umas das outras e em alguns anos estarem praticamente todas pensando de forma igual e curiosamente chamando isso de "educação crítica".
E não existe outra razão para o seu abuso de jargões e slogans sem sentido, para a repetição autômata de bordões e idiotices que se propagam como gripe.
"Seje menas", "apaga que dá tempo", "close certo, close errado", "sambou na cara", "lacrou", "sororidade", "primeiramente fora Temer", "coxinha, coxinha, coxinha" e não poderia deixar de citar o "fascista".
Isso não é coisa de gente que pensa criticamente e muito menos de gente que pensa, é coisa de chimpanzé amestrado, de encoleirado ideológico, de quem abdicou de usar o cérebro para decodificar o mundo e se comunicar para transformá-lo numa fossa séptica de lixo ideológico e piadas ruins.
Uma gente tão abestalhada que se torna automaticamente autoritária, já que perante tais colossos de estupidez, qualquer argumentação um pouco mais encadeada é capaz de levá-los ao curto-circuito e a única alternativa é silenciar o outro.
Por isso a esquerda é perniciosa. Ela aglutina estúpidos que fabricam mais estúpidos que usam a estupidez como cimento para a coesão da horda.
E a partir daí nada é proibido, desde que seja do seu lado.

sábado, 3 de setembro de 2016

Política é base e aliança


Política é base e aliança. Você precisa de uma base ideológica clara, concisa, coerente e confiável. Gente que vota contigo porque acredita nas suas idéias e nas suas propostas.
O cara precisa saber que você é conservador, liberal, de direita, de esquerda, etc. Não o amplo eleitorado, mas aquela sua base, aquele seu nicho que você contará para o seu partido ser alguém na vida, porque partido sem voto não passa de uma página de rede social.
Aliança com quem você puder se entender. Não adianta pensar que é do meu jeito ou não vai ser de jeito nenhum. Se outro partido existe é porque tem votos e quem somos nós para contrariar o eleitor? Não sendo alianças pornográficas como as que o PT fez para assaltar o poder, a política é a arte de negociar, ceder, pactuar e isso deve ser feito sempre que possível.
E acredite em mim, mesmo nesse ambiente tóxico da política brasileira isso ainda é possível.
Dito isso e por diversos motivos, acho que esses partidos que surgiram/se reestruturaram recentemente por aí precisam ser claros no que pretendem e se abrirem para alianças.
Não adianta querer defender casamento gay e ser de direita. Não adianta defender a propriedade privada e achar que direito à manifestação abrange até um black bloc que destrói a propriedade alheia. Senão você vira um samba do político doido e consegue desagradar a todo mundo, quando achava que agradaria a todos.
Não adianta querer ser partido político e não fazer política, que significa alianças, acordos, pactos. Você vira um sectário e pra isso é melhor montar uma seita.
Sem citar nomes, fica a dica, porque tudo o que a política brasileira menos precisa é mais do mesmo.