quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Temer pode libertar a educação brasileira da doutrinação esquerdista

O governo do presidente Temer vai propor uma mudança no currículo do ensino médio. Caso isso realmente seja implantado, as únicas matérias obrigatórias no currículo serão língua portuguesa, inglês e matemática.
Fora isso o aluno é que irá escolher quais matérias vai cursar, a partir de cinco grandes grupos: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
O aluno vai cursar o primeiro ano do ensino médio em um currículo comum e a partir do segundo ano poderá optar por um desses "itinerários". Por exemplo, se ele optar por ciências humanas, terá aulas de português, inglês e matemática (obrigatórias) e também de literatura brasileira, história do Brasil, história geral, geopolítica e espanhol. Os demais que não optem por este itinerário não estudarão as matérias específicas, que serão substituídas por matérias de sua área de escolha.
Teoricamente isso vai direcionar desde cedo o aluno para a área com a qual ele se identifica. Mas a mudança já está causando berraria de sindicatos de professores e políticos de esquerda, que dizem que além de tal currículo tirar dos estudantes uma tal de "formação crítica", é muito prematuro deixar que alunos do ensino médio possam escolher algo tão importante assim tão cedo.
Quer dizer, eles têm maturidade para votar, para pedir a liberação da maconha, para escolher o sexo, para ir para o colégio de saia, de shortinho enfiado nas nádegas, mas não podem escolher o que vão aprender.
Vamos ser claros: essa berraria contra as mudanças no ensino médio é porque os obreiros de seita da esquerda que doutrinam jovens em sala vão perder o público cativo.
Essas madraças do pensamento único vão acabar naturalmente, sem precisar nem do "escola sem partido" para isso, porque o professor de geografia que ensina cartilha do MST, o de história que ensina manual da CUT e o de sociologia que ensina o beabá do PT vão ter que procurar outro lugar para assombrar.
A verdade é que hoje o Brasil não tem educação crítica e nem sem crítica, o que se tem é um palanque onde tarados intelectuais ficam molestando alunos com suas ideologias fracassadas.
Porque o mais curioso é que depois de receber a tal "educação crítica", TODOS os alunos começam a pensar igual. Não é outro o motivo de estudantes do ensino médio e universitário serem o público alvo de excentricidades partidárias como o PC do B ou o PSOL.
Isso é fruto de um trabalho sistemático de doutrinação, que está ameaçado pela mudança do currículo do ensino médio, que vai representar um ganho sem igual para o Brasil.
Se o presidente Temer conseguir mesmo mudar o currículo dessa forma e tudo funcionar como está planejado, em uma ou duas gerações o Brasil estará praticamente limpo da mentalidade DCE.
E isso não é pouco. Vamos torcer.
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