terça-feira, 18 de outubro de 2016

O PSOL no governo é um Fusca desgovernado


Todo mundo que já conversou com algum esquerdista por meros cinco minutos sabe como eles adoram a vitimização.
Costumam dizer que há hoje no Brasil um "ódio" à esquerda, como se a merecida rejeição que sofrem tivesse brotado de uma espécie de coxinhização espontânea.
Não foi. E não existam tampouco ódio à esquerda, o que existe, de tempos em tempos, é cansaço em relação ao que não funciona e, pior, repete sempre os mesmos erros.

Nem o papo deles muda. Vivem hoje como se estivéssemos ainda na década de 70. Seu discurso, seus métodos, sua prática na administração pública, tudo tem cheiro de bolor e naftalina. Repetem sempre os mesmos erros como se fosse apenas uma questão de convencer os fatos de que estes é que estão errados.
E quando inovam, é pra fazer mais besteira ainda, como essa obsessão por ideologia de gênero, por homens de saia, mulheres de bigode e escolas que ensinam tudo, menos algo que preste.
Neste outubro de 2016 o Rio de Janeiro está vendo mais uma vez tudo isso, com o segundo turno entre Marcelo Crivella e Marcelo Freixo. Este último, candidato do PSOL, promete a criação até de um banco municipal, além de mais secretarias e conselhos populares para decidir até a marca de papel higiênico que vão usar nos banheiros das repartições.
E nós já sabemos onde para essa história de esquerda e papel higiênico, não é?
O PSOL venceu em 2012 a eleição para a prefeitura de Itaocara, no interior do Rio de Janeiro. A cidade de 23 mil habitantes passou quatro anos mal conseguindo aprovar o orçamento municipal, a prefeitura ficou paralisada, o prefeito desfilava em um Fusca com alto-falantes vociferando contra os vereadores e, ao fim desta bagunça administrativa, o prefeito considerou como "vitória" não ter sido reeleito, mas ter levado 7 dos 11 vereadores junto com ele para a sarjeta.
Agora imagine algo assim numa cidade com 6,5 milhões de habitantes? Seria uma Itaocara gigante, transformada em Venezuela e com uma qualidade semelhante ao que Eduardo Paes definiu tão bem Maricá, outro município do interior do Rio que deu 90% de votos ao PT em 2016, possui um hospital chamado Che Guevara e uma ponte que era um viaduto, mas o prefeito mandou escavar embaixo para que passasse água e justificasse o valor da obra.
Ninguém merece isso.
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