quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Presidente Trump


Ufa! Quem esperava isso? Confesso que eu esperava, aliás, torcia, mas não achava que seria possível. Não com esse massacre da grande mídia, dos artistas de sempre, do politicamente correto, dos globalistas.

Mas Trump acreditou, seus "deploráveis" (como assim Hillary definiu os eleitores dele) acreditaram e os Estados Unidos mostraram um dedo médio gigante para todos os que diziam, praticamente mandavam, em quem eles deveriam votar para provar que não eram racistas, machistas, homofóbicos, xenófobos, fascistas, enfim, deploráveis.

E aí está a primeira grande lição desta surpreendente eleição americana de 2016: o cidadão médio, aquele que acorda, trabalha, paga impostos, luta contra os problemas diários e quer apenas ser deixado em paz para tocar sua vida, criar seus filhos e cultivar seus valores, encheu o saco da reengenharia social da esquerda.

Teorias de gênero, banheiros mistos, luta de classes, pessoas sendo jogadas contra outras pessoas pela cor da pele, religião, sexo. O cidadão médio, cristão, de família, "de bem" - como a esquerda diz, quase xingando - cansou. E deu o troco. Big.

A esquerda dos Estados Unidos - assim como a do Brasil nas eleições municipais - foi sovada nas urnas, punida, doutrinada. Mas pelas suas reações aqui e lá, ainda bem, não aprendeu nada.

Sociólogos de DCE e cientistas políticos cheerleaders acham que o erro foi do eleitor e não deles. Seguem na sua arrogância e elitismo, na sua guerra ao pensamento das pessoas comuns, que é, sim, conservador.

O mesmo cidadão que é chamado de ignorante, burro, imbecil, fascista, retrógrado, que é mandado "ler, estudar, melhorar", como se marxismo de botequim fosse a solução para melhorar a cabeça de alguém, este mesmo cidadão é o que pega um trem lotado, mora numa casa modesta, paga crediário e desliga o ar-condicionado no meio da noite para economizar na conta de luz.

Prazer, esquerda, este é o verdadeiro oprimido.

Não a militante feminista, o militante gay ou o ongueiro afro da faculdade, que acha que escrever "fora Temer" no copo do Starbucks ou chamar Ivo de Eva é uma grande revolução.

Esse militante de esquerda, no DCE, na GloboNews, na CNN, no New York Times, na academia, que acha que pode "mudar o mundo" enfiando sua idéia distorcida de amor ou tolerância ou diversidade pela goela dos outros abaixo, prazer, esquerda, este é o verdadeiro opressor.

E ele é você. E é por isso que tudo está saindo do seu controle.




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