terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O círculo absurdo

World Trade Center, Paris, Bruxelas, Nice, Berlim e tantos outros locais atingidos pela perseguição religiosa e étnica, sim, porque o que acontece no mundo hoje é uma perseguição religiosa contra cristãos e ocidentais, e o mais bizarro é que você vê mais preocupação com as suscetibilidades dos seguidores do islã do que com as vítimas dos seguidores do islã.

São os aviões que bateram nas torres gêmeas, é a bomba que explodiu, é o caminhão que atropelou as pessoas e curiosamente ninguém se incomoda muito com o fato de aviões, bombas e caminhões não matarem pessoas sozinhos, mas precisarem de outras pessoas operando-os para fazer isso.

Mas todo o cuidado é pouco, afinal, a pior parte de um atentado cometido por um terrorista islâmico é que isso pode aumentar a "islamofobia" e dar discurso à "extrema-direita".

A sequência dos fatos parece ser monótona e absurdamente igual. Ocorre um atentado, as pessoas fazem uma hashtag "#PrayFor", trocam a foto de perfil nas redes sociais pela bandeira do país vítima da vez, surgem textões cobrindo o ocidente de culpa, a coisa cai no esquecimento e logo vem um novo atentado.

E você não pode nem se indignar, exigir medidas de segurança, sentir o medo natural de quem já foi mordido uma, duas, três vezes, não, o politicamente correto vai te dizer que você deve se sentar à mesa junto com a fera e o seu medo e preocupação são errados, você deve aceitar, aceitar, aceitar.

Obrigar os outros, através da culpa, a amar e tolerar quem os odeia é a obra mais macabra da esquerda.
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