segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tributar as Igrejas, sim ou não?



Se depender de mim a resposta é simples: pra quê? Para coletar mais dinheiro para o estado doar aos Eikes Batistas, Marcelos Odebrechts e Joesleys da vida?

Se tem uma coisa que me choca no brasileiro - esse palhaço que entrega 5 meses de trabalho por ano ao governo - é a sua defesa quase unânime da arrecadação, na forma de condenar quem foge dela e/ou exigir a tributação de quem é isento.

É como pular numa água cheia de tubarões e ao invés de fugir das dentadas reivindicar que mais pessoas sejam atiradas ali.

Fugir dos impostos no Brasil é um ato patriótico. Os republicanos da era Reagan diziam "starve the beast", ou seja, mate o monstro de fome, e veja que o "monstro" americano pelo menos oferece o que morde de volta em forma de serviços.

O monstro brasileiro devora tudo e devolve aos seus provedores apenas os próprios excrementos. Ou você acredita mesmo que com MAIS dinheiro Brasília e demais capitais passariam a oferecer serviços um pouco melhores para a macacada ao invés de dar MAIS de mamar para Sarneys, Renans Calheiros, Rodrigos Maias, Lulas e o resto das famiglias?

O Rio, lugar onde se pagam impostos imorais e a vida custa uma fortuna, não passa de uma favela gigante cercada por água podre por todos os lados. O Rio, como os cariocas adoram dizer, é mesmo o retrato do Brasil. Ruim, corrupto e caro.

Logo, tributar Igrejas por quê? Para sobrar menos para as que mantém obras sociais que certamente não seriam absorvidas pelos coletores de impostos?

O dinheiro doado por fiéis já foi mordido pelo IR, ISS, ICMS, PIS, Cofins, etc., etc., etc. Tributar a Igreja seria tributar duas vezes quem doa e já pagou imposto. 

Que tara de molhar as calças é essa de vocês com o estado?

Por isso o país tem duas soluções: a sonegação justa em massa ou uma reforma que tire do lombo de quem produz o peso dos parasitas que infestam todos, literalmente todos os poderes.

Ao invés de mandar o boleto de arrecadação para o padre ou o pastor, aja para que mandem menos boletos para você. 

Fuja do tubarão.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A agenda da esquerda para a sua vida

O programa Pânico lançou um novo quadro que mostra aquele personagem do filme "Cidade de Deus", o Zé Pequeno, como o "Zé Pequeno do Consumidor", onde o personagem intervém em situações obviamente forjadas aos berros e palavrões, geralmente intimidando algum dos envolvidos, provavelmente um figurante contratado.
Uma cena da última semana mostra dois apresentadores acompanhando as ações do tal Zé Pequeno enquanto este xinga e bota pra correr homens que praticam "assédio" contra uma modelo em roupas de academia.

As cenas em si são absurdas para quem não acredita realmente que homens começam elogiando uma moça numa padaria e em três minutos a estão puxando pelo braço como se estivessem num trio elétrico de Salvador, mas o programa tenta passar exatamente essa imagem: que um elogio ou cantada são apenas o primeiro passo para uma abordagem física agressiva.
Em outra cena a moça passeia pela praia, um rapaz fala alguma coisa e logo em seguida a toca no braço. Os apresentadores prontamente comentam, como se estivessem chocados, algo mais ou menos assim:
- Olha, ele tocou nela!
- Jamais deve se tocar em uma mulher.
- Olha, mano, ele tá falando com a mina na padaria!
- Puta cara sem noção, meu.
E segue o quatro com situações sempre bem parecidas.
Não sei se vocês já perceberam, mas esse programa Pânico é mestre em enfiar agenda esquerdista no meio de esquetes cheias de palavrões para PARECER aos incautos algo politicamente incorreto, como se apenas xingar e fazer escatologias fosse sinônimo de politicamente incorreto.
Mas o pior nem é isso, é que, por certo, não é legal sair por aí agarrando moças pelo braço, mas quantas cenas dessas você presencia por dia? Por semana? Por mês? Não é o usual de aproximações entre homens e mulheres esse tipo de abordagem.
Mas você forçar uma barra e liberar uma histeria coletiva onde um "me dá seu WhatsApp?" equivale a um "ou dá ou desce" é de uma canalhice que só mesmo as mentes doentias da esquerda podem conceber.
No fim, com a desculpa de definir praticamente TUDO como "abuso" ou "assédio", ainda vão criminalizar as relações heterossexuais.
Exagero? Aguarde no local.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O que é abuso e o que não é

O brasileiro - vamos usar a entidade coletiva apesar de eu detestar isso - resolveu combater o que chama de "relacionamento abusivo". As aspas são necessárias porque o brasileiro não decidiu só combater o que chama de "relacionamento abusivo", mas também determinar o que é isso.
Um reality show acompanhado pelo típico brasileiro médio jogou o assunto de vez nas "redes sociais", essa praça com a estátua de um lacre (pesquise "lacração" no Google) gigantesco no meio.
Não quero jamais dizer que tal coisa não existe. Qualquer relacionamento no qual um dos parceiros atrapalha as relações pessoais do outro, a vida profissional do outro, as ligações familiares do outro, a escolha do que o outro vai vestir e por aí vai, muitas vezes de forma violenta, sim, é abusivo.
Mas discordar um do outro, ficar de mal, sem se falar, dizer coisas que se arrepende depois, gritar no meio de uma briga, falar palavrões ou coisas assim - sem chutes, socos ou pauladas, que fique bem claro - não é um relacionamento abusivo, é um relacionamento normal.
Parece que a militância lacradora tão moderna, prafrentex e contra a família tradicional anda querendo um conto de fadas daqueles com direito a príncipe, princesa e um felizes para sempre ao som de trombetas.
Tenho visto gente por aí descrever relacionamentos como abusivos onde: o cara não gosta do mesmo estilo de música que ela, olha para outra na rua, vai muito para a Igreja e ela é atéia, ele elogia o Bolsonaro e ela vota no Freixo, ele disse que uma roupa é feia, ele não quis sair com os amigos dela, ele, oh, gritou!
Notem também que é sempre "ele" como se nenhuma mulher tivesse a capacidade de ser agressiva, intolerante, violenta ou abusiva.
Finalizando, chegamos ou em breve chegaremos ao ponto onde se dirigir à uma mulher sem pedir desculpas antes pelos "privilégios" será abuso, assédio, estupro e caso de polícia.
O que, convenhamos, é caso de psiquiatria.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A incoerência do Ocidente

Em pleno Domingo de Ramos cristãos sofreram atentados no Egito que deixaram dezenas de mortos. Muçulmanos assumiram a autoria do atentado e já sabem o que vai acontecer por causa disso: nada.
No Irã pela primeira vez mulheres poderão participar da maratona de Teerã, ainda que o jornal The Independent conte que a cada momento as regras para elas mudam e que, veja que coisa, serão obrigadas a disputar a competição num circuito indoor, já que na cultura muçulmana mulheres e gado não são muito diferentes.
Dois episódios distintos que mostram primeiro o caráter degenerado e autoritário de muitos dos seguidores de Maomé e a pusilanimidade e auto-destruição que tomaram conta do ocidente.
Não se vê nenhuma marcha pelos direitos das mulheres em favor das suas "manas" oprimidas de verdade no Irã. Não se chama uma cultura que exige que a mulher mostre quatro testemunhas masculinas para provar que foi molestada ou que pune como adúltera uma mulher casada e abusada sexualmente por outro homem de "cultura do estupro".
Não se verte uma lágrima pelos cristãos perseguidos, desalojados, assaltados, torturados e mortos por muçulmanos na Síria, Egito, Iraque ou qualquer outro desses locais dominados pelo islã. Não vemos manifestações pedindo que essa gente perseguida de verdade - e não envolvidas em brigas internas de sua própria religião - seja recebida no ocidente como refugiada. Pelo contrário, países como a Polônia ou a Eslováquia, que declaram dar preferência à eles, são acusados de "intolerância".
Que a esquerda se alie ao islã para destruir a tal "sociedade ocidental" não é novidade. São suicidas que pensam que depois vão pactuar ou convencer o islã a não dizimá-los por último, mas o que dizer da imprensa? Da classe política? De formadores de opinião?
Uma parte é dominada pela mesma esquerda, mas e o resto? Será comprado com dinheiro de petróleo? Sinceramente eu não sei.
Mas é difícil de entender e aturar.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A casta dos concurseiros

Salários em média maiores do que os da iniciativa privada. Estabilidade no emprego. O país pode estar no fundo do poço que o dinheiro pode até atrasar, mas sempre chega. Triênio. Quinquênio. Licença prêmio. Assina o ponto e vai passear. Presta um serviço horroroso e se alguém reclamar ainda é "desacato". Se aposenta ganhando mais do que o resto da macacada. Faz greve e continua recebendo. Pendura viagem, compra, gasolina, diária, tudo o que puder no bolso do idiota que paga impostos. Quando o governo quer cortar algo, nunca é o deles. Quando o governo quer ferrar alguém, como são organizados nunca são eles os ferrados.
E agora no Rio de Janeiro ainda pode ter "licença menstrual".
Como é gostoso perder dois ou três anos "estudando pra concurso" (decorando macete) e depois passar o RESTO DA VIDA parasitando a sociedade.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quilombolas e antropólogos

Conheço um antropólogo que passou a vida estudando quilombola. Um baita salário para não fazer outra coisa, a profissão dele é estudar quilombola.
E a profissão do quilombola é ser estudado.
Tem um quilombo na lagoa Rodrigo de Freitas (!!!) que fazia feijoada com pagode nos finais de semana e cobrava entrada.
O eleitorado do PSOL todo ali e os quilombolas lá, morando na zona sul sem pagar imposto e fazendo casa de show sem precisar de alvará.
Outros ganham salário pra ser quilombola.
Não tem negocio mais lucrativo do que estudar quilombola, defender quilombola ou ser quilombola.
Talvez só ser indignado. Se indignar com qualquer coisa que os OUTROS façam, de preferência gente no campo ideológico oposto.
Se indignar é outra profissão em alta e ainda pode fazer sociedade com os estudiosos de quilombola e com os quilombolas.
Viva o Brasil!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Uma heroína brasileira

O pai de Maria Quitéria de Jesus Medeiros não teve filhos homens. Quando ela estava noiva, entre 1821 e 1822, iniciaram-se na Bahia movimentos contra o domínio português no Brasil e a província realizou recrutamento de soldados para o "exército libertador".
Já velho, o pai de Maria se recusou a colaborar e, para sua surpresa, sua filha se ofereceu para o alistamento, o que foi negado por ele. Ela então fugiu de casa, cortou os cabelos, se vestiu como um homem e se alistou no regimento de artilharia sob o nome de "soldado Medeiros".
Duas semanas mais tarde foi descoberta pelo pai, porém um major comandante do batalhão a defendeu e negou a sua dispensa, dizendo que sua habilidade com as armas e sua disciplina impecável eram necessárias para o Batalhão dos Voluntários do Príncipe.
Acrescentou ao seu uniforme um saiote à escocesa e seguiu para a luta. Participou de batalhas, fez prisioneiros e como cadete conquistou do governo da província autorização para portar sua espada. Foi recepcionada como heroína no seu retorno à Salvador, desfilando com seu uniforme azul e o saiote confeccionado por ela.
Recebida pelo próprio imperador do novo país que nascia, foi condecorada com a insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.
Reformou-se como alferes e pediu ao imperador que escrevesse uma carta ao seu pai para que a perdoasse. Reconciliada com ele, casou-se com o antigo noivo e teve uma filha.
Faleceu aos 61 anos de idade, cega e no anonimato.
Em 1996, Maria Quitéria foi reconhecida como patronesse do quadro complementar de oficiais do Exército Brasileiro.
Uma heroína em todos os aspectos: coragem, patriotismo, respeito à família, mulher independente, livre, enfim, um exemplo para todas.
Mas o "movimento feminista" e a esquerda preferem sair por aí defecando em fotos de políticos, urinando nas ruas, promovendo o que há de mais tosco possível e chamando isso de "empoderamento", além de cultuar uma mexicana monocelha conhecida por relacionamentos abusivos.
Dá dó desse país.

sexta-feira, 31 de março de 2017

O que dizer ao eleitor em 2018

Um fellow tuiteiro me disse isso sobre a situação política brasileira: 2014 foi louco, 2015 ainda mais, 2016 superou tudo e 2017 não vai ser diferente. Concordando com ele, acrescento: e 2018 será de arromba.
Só que...
Sim, é animado mas cansa. Nessa ciranda de manifestações, barracos no parlamento, CPIs, guerra virtual, brigas de família e a política reduzida à um teste do DNA no programa do Ratinho, a crise só piora e as pessoas não ganham dinheiro e nem vivem.
Essa é a real receita pra venezuelização. A Venezuela está nessa situação - culminando com um golpe de estado propriamente dito em 30 de março deste ano - por causa de um governo de socialistas marginais (pleonasmo) e de uma campanha eleitoral permanente que dura 18 anos.
O país não debate e resolve seus problemas, não cuida do ambiente de negócios, não cria empregos e renda, não movimenta a sua economia, apenas assiste ao telecatch entre "enchufados" e "escuálidos", que é a versão "mortadela" e "coxinha" de lá.
Guardadas as devidas proporções, a Venezuela vive desde 1998 como se o Brasil ficasse preso eternamente em 2016, numa espécie de ano da marmota. É crise, crise, crise e a classe política local não quer - e os que tentam não conseguem - virar a página.
Os braços armados do chavismo - gente encostada tal qual CUT e MST, só que literalmente armados - fazem a linha de frente e a cleptocracia bolivariana se encarrega de dominar o resto, tanto que hoje a suprema corte de lá não passa de uma reunião de moleques de recado do regime.
E este é o perigo para o Brasil. Nem uma infestação de pulgas num carpete é tão difícil de se livrar quanto do PT e seus apaniguados. Por outro lado, a pusilanimidade e a desonestidade do restante da classe política empurram o país para essa situação de guerra de baixa intensidade (e altos lucros).
O povo cansa de ir todo dia para rua e a cada absurdo consertado pela pressão popular, Brasília aparecer com outros dois. As pessoas querem trabalhar, querem viver, não querem respirar política 24 horas por dia (e nem ter a necessidade de fazê-lo, senão um bando de marginais rouba até o seu pijama enquanto você dorme).
Por isso a chave para 2018 será a volta da normalidade. Essa crise política/econômica/social já deu. Vencerá aquele que oferecer ao cidadão o vislumbre de uma vida normal de novo.
O candidato que disser: acabou a palhaçada, vamos te tirar dessa merda, você vai voltar a comprar, viajar, jantar fora, leva.
Que seja alguém que pelo menos tente cumprir o prometido.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Doria é Trump? Sim e não

Comecemos pelo não, que você provavelmente achava que seria o sim: o fato dele ter sido uma celebridade da TV, ser rico e bem relacionado faz dos dois apenas, digamos, dois automóveis.
Trump é uma limousine de 10 metros de comprimento com piscina. Doria é uma BMW ou Mercedes tão caros quanto a limousine, porém bem menos espalhafatosos.
Também não tem nada a ver o fato de serem supostamente "de direita", já que ambos possuem opiniões e posicionamentos bem distantes da direita hardcore, o que inclusive alimenta seus críticos.
Lá Trump foi acusado de ser um RINO (republicano apenas no nome) e aqui Doria é tachado de "socialista fabiano", algo que não é.
E é neste ponto que as semelhanças reais - o "sim" do início do texto - começam: eles representam, cada um a seu modo, um agente de mudança tão novo na política que confundem aqueled habituados com a política tradicional.
Não temem bater de frente com os adversários, não se dobram ao politicamente correto, sabem pautar o noticiário e controlar as narrativas e surram sem piedade a imprensa esquerdista e os justiceiros sociais de sempre.
E assim como é fato que Trump não é um republicano ortodoxo e muito menos o PSDB, partido do Doria, é "de direita", ambos souberam usar sua popularidade e seu talento em comunicação para tornar estes partidos, seus.
Trump não precisou de um outro partido, assim como Doria não precisará. Tudo o que ele precisa é tomar uma estrutura já pronta por dentro, como fez na eleição municipal, e fazer do PSDB o SEU PSDB, tal qual o presidente americano fez nas primárias republicanas.
Quem não quiser embarcar que se mude.

terça-feira, 28 de março de 2017

A moral do país

Muito se tem falado sobre o quanto a polícia federal prejudicou a economia brasileira por conta da operação carne fraca, afinal, de mais de 4 mil frigoríficos existentes no país, apenas 21 estão sob suspeita e 5 ou 6 efetivamente interditados.
Fosse o número de envolvidos apenas um já seria muito, mas tudo bem, concedamos o benefício da dúvida aos demais e admitamos que a polícia federal poderia ser mais cuidadosa ao dar publicidade ao feito, que somente um punhado de fiscais corruptos estava envolvido e que se fez mais espuma do que onda, e daí?
Nada disso apaga o fato de haver gente comercializando doença na comida, sabidamente envenenando pessoas para potencializar seus lucros. Fazendo - como tão bem disse Dilma Rousseff sobre a fórmula para vencer eleições - "o diabo" em troca de mais dinheiro.
Mas não foi a PF sozinha que prejudicou o país. A cultura do Brasil e a forma desonesta como praticamente tudo funciona no país é que ajudaram a narrativa.
O problema das descobertas da carne fraca é esse: fortalecem a narrativa de que no Brasil alimentos são adulterados e distribuídos ao consumo do populacho com uma frequência perturbadora.
Lembra da soda cáustica no leite? Dos gravetos no café? Etc., etc. Dia desses prenderam no Rio uns caras pintando frangos de granja com urucum para vender como frango caipira.
A desonestidade praticada amiúde no Brasil acaba voltando para morder o país nos calcanhares: de nós espera-se sempre o pior.

terça-feira, 21 de março de 2017

O ladrão de inauguração

O Brasil é mesmo um país surreal, a novidade agora é um ex-presidente desonesto e mitômano que sai por aí em caravanas inaugurando obras que ele não concluiu.
O negócio é tão louco que pode até abrir um precedente: qualquer dia desses, numa viagem no seu papel de "presidente não oficial do Brasil", o Lula vai a Nova York inaugurar a Trump Tower e logo após a doará para o Guilherme Boulos montar um acampamento.
Mas o pior não é o país ser exposto ao ridículo de ver o chefe do bando que o assaltou - e deixou obras inacabadas - inaugurando o que preferiu desviar a construir, mas o governador de um estado pobre como a Paraíba usar o dinheiro dos outros para patrocinar este circo.
Quem pagou o palanque, o sistema de som, os ônibus para transportar a claque e o jatinho que o penta-réu usou para ir até o sertão fazer sua inauguração fake?
E assim depois da Petrobras, do BNDES, das demais estatais e bancos públicos e das arcas da nação o PT, já fora do poder, está se dedicando à uma nova atividade: roubar inaugurações.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Carne e caráter fracos

O Brasil é um país de gente que quer levar vantagem em tudo.
Uma quadrilha composta por empresários que não vivem sem a política e políticos que não vivem sem dinheiro de empresários estava envenenando o país com carne podre, contaminada e adulterada com produtos tóxicos.
Antes deles foi a quadrilha do leite, mas já teve a dos remédios, do combustível, etc. O Brasil é, sim, vítima da sua cultura do jeitinho, mas o buraco é mais embaixo, o Brasil é vítima da impunidade sufocante que transforma o país num grotão esquecido e sem esperança do mundo.
Nem pagando caro você tem a garantia de não estarem matando você e a sua família através do que compra nos supermercados.
Fosse isso aqui só um pouco mais civilizado e todos, rigorosamente todos os responsáveis pela BRF, JBS e demais empresas envolvidas seriam condenados por tentativa de homicídio, fora o resto, e passariam algumas décadas se alimentando com comida de cadeia.
Fosse o nosso povo um pouco mais disposto à luta do que é à folia, essa gente seria obrigada a comer a carne podre que vendia aos outros todo dia até morrer.
O Brasil não precisa de reformas, a impressão que fica é que um país que envenena suas águas, seu ar, suas florestas, seu povo, está além de reformas. Primeiro seria preciso destruir tudo para erguer novamente.
Mas isso não é possível sem uma sanha revolucionária e assassina. E se não é desejável a revolução, é mais do que necessária a punição. O Brasil precisa da cultura do castigo para que se destrua a origem disso tudo, que é a corrupção generalizada.
Gente querendo levar vantagem em tudo e o país andando em círculos.
Tal qual esse artigo, que começou e quase terminou com a mesma frase.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Lula e os analfabetos

Alguém deveria avisar ao Lula que todos, sem exceção, nascem analfabetos.
Logo a mãe dele não era especial porque saiu da barriga da mãe sem saber ler ou escrever ou Lula é especial porque apesar de não ter um trabalho formal há quatro décadas, não se preocupou em deixar de ser um semi-analfabeto.
Eu entendo quem conta histórias como "minha mãe era analfabeta até adulta, estudou, se formou em medicina e hoje é uma mulher bem sucedida" ou "meu avô tinha que ir a cavalo até a faculdade de direito mais próxima e foi promotor".
Mas "fulano nasceu e morreu analfabeto"? Qual é o mérito nisso? É como dizer que o Rubinho e o Massa são os maiores pilotos da história da Fórmula 1 só porque começavam e terminavam seus campeonatos fora do primeiro lugar.
Lula é uma ode à mediocridade personificada. Um sujeito que alega ganhar "uns 50 mil por mês" (se diz pobre, mas trata 50 mil reais mensais como dinheiro de bico) e que até hoje faz questão de exaltar os benefícios da falta de educação e de estudo.
É a cara desse Brasil quebrado e falido financeira e moralmente que o PT deixou para trás.
E se tem algo que alivia o fato da sua mãe ter nascido e morrido analfabeta, é que nem de longe é a pior coisa que ela fez. Ter criado o arquiteto da maior destruição da história de um país pesa muito mais no currículo.
Como dizem que a culpa é sempre da mãe, talvez umas chineladas a mais tivessem poupado hoje tanto trabalho ao juiz Sérgio Moro.

terça-feira, 14 de março de 2017

O artista e o cidadão


A minha banda preferida de todos os tempo são os Smiths. Depois é a carreira solo do Morrissey. E não digo isso para conversar sobre música, mas para dizer como consigo em certos casos separar o que a pessoa diz por aí do que ela faz artisticamente.
O Morrissey é uma metralhadora de falar besteiras, não consigo lembrar de nada que concorde com ele depois que para de cantar. Outro que é assim é o Bruce Springsteen, que me fez ir sozinho até o Rock in Rio e aturar uns artistas teens metidos a rocker chatíssimos só para vê-lo. Mas quando abre a boca é outro pavor.
Lembrei disso por causa do rififi que a esquerda fez quando o Leandro Karnal - que está longe de ser um Morrissey ou um Springsteen, mas é um ídolo pop star lá dos esquerdopatas - publicou uma foto com o juiz Sérgio Moro.
De um minuto para o outro o sujeito equilibrado e isentão que só dizia as coisas certas - politicamente corretas e intelectualmente cretinas, claro - virou um reaça, fascista, golpista, vendido. A esquerda não carece só de limite, mas de margem de manobra, de tolerância mesmo.
A adesão é 100% ou então você não vale nada.
A Scarlett Johansson e o Ben Affleck são dois que considero politicamente imbecis, mas não deixo de achá-la uma excelente (e linda) atriz por isso e nem de acompanhar os filmes dele (que são quase sempre interessantes). Só não aturo mais quando a arte da pessoa não é boa o bastante para me fazer dissociar seu ser político palerma do seu trabalho.
Wagner Moura é um desses. Não vi Narcos porque não consigo separar o psolento do ator. Sempre acho que vai aparecer o Marcelo Freixo e começar um comício num filme dele. A Madonna é outra, mas precisou que sua música ficasse decadente para que eu enjoasse dela.
O que me leva a perguntar: a esquerda acha seus gurus ideológicos um primor de brilhantismo mesmo ou se contenta apenas com gabirus que digam o que eles querem ouvir?
Fica para pensar.

quarta-feira, 8 de março de 2017

O virtue signaling: nada mesmo é o que parece

Já percebeu como atualmente tudo é uma demonstração política? O virtue signalling (sinalização da virtude, uma forma de parecer que faz algo sem fazer efetivamente algo) está por toda parte.
Deixar de alisar os cabelos e "assumir seus cachos" não é só uma decisão pessoal estética, mas "demonstração de negritude empoderada contra os padrões da sociedade escravagista". Beber café orgânico - e postar a foto na internet, claro - não diz mais só respeito a uma alimentação mais saudável (e fresca, e cara), mas significa que aquele sujeito de barba de lenhador que nunca cortou nem um palito de picolé na vida é "sustentável", "ecológico", "consciente".
Pessoas se sentem melhores que outras porque curtem uma página no Facebook, compartilham algum texto, usam uma camiseta com frases de efeito, reclamam do "fiu-fiu" e ao mesmo tempo defendem a usina de estupros que é o islã sob a desculpa de defender refugiados, abandonam a música, as artes, a literatura, a publicidade, o jornalismo, o direito e passam a se dedicar à profissão mais em alta no momento: a lacração.
Campanhas publicitárias deixaram de servir para vender um produto, mas para te "educar". Novelas deixaram de ser uma diversão para sua avó e a empregada doméstica dela, mas veículos para "conscientizar" o povo. Um palco também é usado para cantar ou representar, mas também para virar palanque. E até cerimônias de premiação, discursos de agradecimento e blocos carnavalescos viraram local para discurseira política, quase sempre politicamente correta.
Por isso mesmo datas comemorativas como o dia do meio ambiente, dia da consciência negra ou o dia da mulher viram essa chatice: lacradores de todos os lados duelando para ver quem é o mais engajado, o que tem mais consciência social, o que tem mais "empatia", o que reconhece mais "privilégios" e o que é mais oprimido.
Bons tempos aqueles em que datas comemorativas significavam apenas esperar pelo coelhinho da Páscoa, o presente do dia das crianças, a fogueira de São João e os saquinhos de Cosme e Damião.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Lula candidato e o goleiro Bruno na seleção

2018 será mais ou menos assim: se Lula for mesmo candidato, ganhando ou perdendo, o país será derrotado.
Imaginem um debate e o Doria, por exemplo, aparentemente o único candidato viável do PSDB até lá, abrindo a sessão de perguntas assim:
- Candidato Lula, pra começar o senhor deveria estar preso e...
Entende o drama? É o país que vai para a cadeia no lugar dele.
Seus devotos (já virou caso de não serem mais nem seguidores) espalham por aí que como não apareceu uma gravação dele autenticada pela CIA confessando suas gatunagens para uma comissão composta pelo Papa, o Rabino-Chefe de Israel e o Dalai Lama, então ele não é culpado.
Note que ninguém - nem os devotos - têm coragem de dizer "é inocente", apenas balbuciam coisas como "se o Moro pudesse mesmo já teria prendido".
A medida da inocência do sujeito deixou de ser a "viva alma mais honesta" para "ainda está solto". Por isso Lula não deve ser candidato. O Brasil é um país exótico, longínquo, atrasado, mas aí seria demais.
Ainda que sua rejeição sugira que o vexame seria lindo - e que ele perderia um segundo turno de lavada até para o vírus ebola - sua candidatura já seria inaceitável.
Seria convocar o goleiro Bruno para a seleção só porque não conseguiram achar o corpo da vítima até hoje.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Milo e a esquerda


Milo Yiannopoulos é a personificação do pesadelo de todo justiceiro social: gay, avó judia, namora um negro. É como um Ben Carson ou Herman Cain branco, ou seja, alguém de um dos grupos que a esquerda diz defender - mas acredita possuir - que resolve "pular para o outro lado".
Fosse americano e democrata talvez tivesse chance até de se eleger presidente, já que para essa gente basta ter a cor da pele, o sexo ou a orientação sexual correta para virar alguém destinado a fazer história.
Barack Obama foi presidente basicamente por ser negro. Nunca tinha feito nada antes e ganhou até um Nobel da paz sem precisar amarrar os sapatos para isso. Hillary seria a próxima só que, ao contrário de Obama, fez demais, daí a ter perdido a eleição.
Milo é apresentado como um "provocador", quando na verdade ele apenas diz coisas que o cidadão médio pensa, mas tem sido proibido pela justiçagem social de dizer em voz alta.
Qualquer coisa que destoe da cartilha vira logo "discurso de ódio" e merece ser silenciado "fisicamente se necessário".
Milo é contra cotas raciais, chama o islã do que o islã é (e não é a religião da paz), é contra transsexuais em banheiros femininos, fala contra a cultura do oprimido profissional, do ofendido de vitrine.
Por causa disso foi impedido de dar uma palestra numa universidade na Califórnia, onde "anti-fascistas" impediram o evento dando porrada, incendiando coisas e jogando spray de pimenta nos participantes. Fizeram isso contra o ódio, claro.
Mas nesse final de fevereiro de 2017, Milo foi atingido em cheio por denúncias de "apologia à pedofilia" feitas por sites noticiosos ligados ao establishment republicano e ao partido democrata (pasme). Teve um contrato de um livro cancelado, seu convite para falar numa convenção conservadora retirado e se demitiu do site Breitbart, onde era editor.
O que houve é que numa entrevista descontraída, Milo relatou o abuso que ele mesmo sofrera na infância, utilizando um tom jocoso inaceitável quando se fala de pedofilia e deixando margem para ser atacado por seu discurso dúbio.
Não adiantou se retratar ou afirmar que considera pedofilia crime e que pedófilos devem enfrentar a lei, a sanha dos bons decidiu que era o momento do seu fim, o que ele se recusa a aceitar, já anunciando novos projetos.
A grande ironia aqui é a esquerda pegar em tochas e forcados para jogá-lo na fogueira, logo eles que cultuam um pedófilo condenado e fugitivo da justiça como Roman Polanski, que drogou e abusou de uma menor, ou uma pedófila confessa como Lena Dunham, que chegou a discursar na convenção democrata que nomeou Hillary Clinton, e conta em um livro como dava beijos e inspecionava as partes íntimas de sua irmã mais nova em "troca de três balas".
Para a esquerda, o absurdo cometido por Milo não foi o que ele disse na malfadada entrevista, mas tudo o que vem dizendo em todos os lugares fora dela.
A moral dessa história é: sempre desconfie quando a esquerda resolve defender a moral, porque nunca é a moral que eles defendem, mas a sua própria amoralidade.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Quem sente saudade da Telerj?

Depois da fantasia desconstruidona de carnaval o que mais ocupa a cabeça do carioca engajado atualmente é a privatização da Cedae.
A Companhia Estadual de Águas e Esgotos será privatizada para cobrir os rombos que sucessivos governos esquerdistas e peemedebistas causaram nas finanças do estado.
Absurdo! Dizem os eleitores de Marcelo Freixo entre um gole e outro de cerveja artesanal na praça São Salvador. Vão entregar tudo para algum empresário explorar o povo! Diz a turma do DCE entre uma batida e outra no bumbinho do maracatu universitário. A Cedae é patrimônio do povo! Berra o velho comunista de jeans surrado e pé com gota de tanto se empanturrar com linguiça de boteco.
Patrimônio de quem? Ah, sim, do "povo", essa entidade abstrata que a esquerda diz defender enquanto na verdade defende interesses de funcionários públicos encostados e parasitas de sindicato, todos ganhando muito mais do que qualquer outro membro do povo de verdade, aquele que vive no mundo real.
Mas uma outra pergunta pode responder se a privatização da Cedae - empresa que entrega 50% da água domiciliar com mais coliformes fecais do que o aceitável - seria boa ou não: quem sente saudade da Telerj?
A estatal de telefonia te deixava numa fila 10 anos para conseguir uma linha telefônica fixa que depois seria até deixada de herança, de tão cara que era. A incipiente telefonia celular funcionava na impressionante área de cobertura Centro-Barra nos primeiros anos.
Dirão que telefonia e água domiciliar são coisas diferentes. Sim, não precisa ser gênio para constatar isso, mas um pouco de memória nos fará lembrar como as novas concessionárias de telefonia perfuraram as cidades instalando novas redes de distribuição.
Bastaria fatiar o serviço e ao invés de uma empresa gigantesca cheia de barnabés haveriam várias empresas menores, atendendo regiões da capital e do estado separadamente e concorrendo entre si. Poderão dizer "furar para cabear é diferente de furar para passar canos e manilhas".
Bem, 30% da população do Rio não está ligada à rede de esgotos, 50% dos domicílios não estão ligados à estações de tratamento. 15% não possuem água encanada. Basta começar por aí.
É só uma idéia, outras idéias podem surgir, só não dá para continuar com o que claramente não funciona, que é toda e qualquer estatal.
O Brasil conseguiu quase levar à falência uma estatal de PETRÓLEO! E se isso não é motivo suficiente para privatizar tudo, aí vai um outro: a situação da baía de Guanabara, um penico fétido a céu aberto, é a prova definitiva e inapelável de que a Cedae já deu.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A nova contra-cultura

E de repente nos vemos numa época em que a esquerda quer cobrir corpos de mulheres, censurar palavras e frases "extremas", controlar a forma como as pessoas se relacionam, se defendem, se manifestam.
Divide a sociedade das formas mais bizarras, negros para cá, héteros para lá, gays por ali, brancos ficam aqui, índios fazem isso, hispânicos votam assim, aqui não se fala isso, ali não entra não sei quem.
Do outro lado a direita defende a liberdade de agir, se vestir, ficar nu, se defender, falar o que quiser onde quiser do jeito que quiser, votar como preferir, frequentar ou deixar de frequentar o lugar que for, escolher companhias ou optar por não escolher nenhuma.
Triste fim dos "prafrentex". Hoje são eles os "fascistas", autoritários, fiscais da vida alheia que sempre acusaram os outros de ser.
A verdadeira contra-cultura está na direita, na alt-right, nos reaças, em quem desafia o status quo do politicamente correto, da justiçagem social, em quem não se rende à encheção de saco da ditadura dos oprimidos e ofendidos que, curiosamente, oprimem e ofendem todos que não se sujeitam a eles.
Que delícia.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Os pontos fracos de Bolsonaro


Um dos filhos do deputado Jair Bolsonaro disse essa semana uma frase que considero infeliz, que o "escola sem partido é um tema mais importante do que economia".

Não é. Ponto.

Diria que o escola sem partido é o tema mais importante da área da educação. Quebrar a influência de sindicatos e obliterar completamente a doutrinação marxista nas escolas é urgente, nada é mais importante no Brasil. Na área da educação.

A economia é importantíssima, porque sem esta ir bem, nada mais tem chance de caminhar. Duvida? Pergunte para um pai de família que está desempregado ou ganhando uma miséria e precisa morar, comer, se vestir e até ter algum lazer se ele tem tempo - ou cabeça - para debater sobre gramscismo ou liberalismo.

Por isso não existe "tema mais importante", existem temas importantes e todos estão sujeitos à uma condição: o bem estar financeiro do cidadão. É isto, mais do que qualquer outra coisa, que derruba governos.

Mas fizeram um berreiro contra quem criticou a tal frase infeliz. "Isso é fazer o trabalho da esquerda". "Não se deve fazer críticas abertas". Não? Como não?

Primeiro que eu não quero fazer um Lula de direita, seja ele quem for, depois que esse processo de aglutinação de uma candidatura é justamente o momento de criticar, testar, consertar.

As primárias nos EUA servem para moer o candidato. Ali todas as falhas aparecem. Quem passa por elas, está quase pronto para receber a saraivada de ataques do outro lado.

No Brasil querem "proteger de críticas"? Vocês acham que os Joãos Santanas da vida já não estão vendo todos os pontos fracos de todos os adversários do PT e seus satélites? Acham que vão aliviar?

E já que é para falar em pontos fracos, cito alguns que vejo no Bolsonaro: o primeiro são seus filhos.

Um chega despreparado num debate, quase desmaia e faz uma campanha morna para a prefeitura do Rio. Outro viaja de férias para a Austrália e deixa de votar no pai para a presidência da câmara, dando à esquerda a narrativa "nem o filho votou nele". Todos precisam calibrar seus pés.

Querem "mitar" na internet ou querem vencer a presidência?

Um outro ponto fraco é sua pecha - justa ou injusta, mas real - de aventureiro e despreparado. Bolsonaro não tem grupo político, estrutura partidária apoiando-o e nem quadros, o que se por um lado é bom, já que o eleitorado de todo o mundo busca "outsiders", por outro lado é ruim porque gera dúvidas quanto à consistência de um eventual governo seu.

Minha sugestão: faça como Trump fez em relação às dúvidas que existiam sobre suas nomeações para a suprema corte americana. Ele divulgou uma lista de nomes notáveis que seriam indicados caso fosse eleito.

Bolsonaro pode fazer isso pelo menos com os ministérios mais importantes como a justiça, a educação, a saúde, a defesa, a infra-estrutura. Para não parecer um outro Collor, um aventureiro que coalhou o governo de nulidades, apresente os seus futuros ministros para o eleitorado.

A comparação com os ministérios fisiológicos dos demais será avassaladora.

Mas é só uma sugestão que dou após fazer as críticas. Quem não quiser enfrentá-las, funde uma seita, é melhor do que se lançar na política.

Apropriação besteirol

Chega a ser engraçado um país que gosta de samba (música de preto) do Noel Rosa, futebol (esporte de inglês) jogado pelo Pelé e come tapioca com açaí (comida de índio) falar em apropriação cultural.

Fora o verdadeiro massacre - sushi empanado com chocolate ou pizza de sushi, por exemplo - que fizeram com as culinárias japonesa e italiana.

O país da pizza de sushi schnitzel com chocolate e catupiry debatendo apropriação cultural.

Aliás, o catupiry sozinho já desautoriza o brasileiro a falar em apropriação cultural.

Apenas parem.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Os trending topics e a sharia

"Hashtag debochando de Trump chega nos trending topics mundiais".
Hoje em dia a esquerda mundial se especializou em hashtags, o que pra mim é uma excelente troca: enquanto esquerdistas colocam piadas e deboches nos TTs, a direita segue colocando gente que eles detestam no poder.
Mas o presidente Trump é um caso à parte. Como ele ousou tomar a presidência daquela que havia sido escolhida para ser a primeira mulher depois do primeiro negro na Casa Branca, vale tudo para atacá-lo, até defender a imigração indiscriminada de pessoas que seguem uma religião que oprime mulheres, gays e não tolera qualquer diversidade.
Imagino se algum dia os planos desse pessoal derem certo, a civilização ocidental tombar e seus adorados seguidores do islã transformarem tudo num grande califado, o que vai acontecer caso tentem fazer alguma hashtag debochando de Maomé.
Aliás, nem preciso imaginar, o Irã e a Arábia Saudita estão aí para mostrar como seria: você teria toda a liberdade do mundo para elogiar o "profeta", assim como a liberdade religiosa de se ajoelhar cinco vezes por dia voltado na direção de Meca, senão...
Imagine celebridades como a Katy Perry ou a Beyoncé, que ganham fama e fortuna cantando seminuas, sobrevivendo sob as regras dos mulás? Ou a escritora J.K. Rowling vendendo milhões de cópias de livrinhos adolescentes sobre bruxas e feitiçaria sob a lei da sharia.
Como sempre digo, quem se faz de bobo em nome de um multiculturalismo suicida merece viver sob o jugo dos xeques e aiatolás, quem não merece somos nós.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Casa grande e senzala 2017

E a menina que passou em medicina para a USP e resolveu celebrar do alto das suas carapinhas dizendo que "a casa grande surta quando a senzala blá blá blá"?
Eu sinto por uma pessoa que é aprovada em primeiro no concurso mais concorrido do país e ao invés de comemorar com a família, os amigos e aproveitar para fazer um networking para o seu futuro mercado de trabalho resolve vomitar bobajada que o professor comunista enfiou na cabeça dela no ensino médio.
A casa grande surta mesmo é quando você se acha um credor da sociedade só por causa de algo que não foi nem sua escolha como a cor da pele.
É isso.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O ensino brasileiro

Quer saber por que o ensino no Brasil como um todo e a maioria dos seus professores como agentes individuais não merecem valorização e nem respeito?
Porque é mais fácil um estudante brasileiro conhecer a história de Fidel Castro e Che Guevara na Sierra Maestra do que a campanha da FEB em Monte Castelo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Trump e "a resistência"

Você pode pegar tranquilamente todas as reações da esquerda americana desde a eleição do presidente Trump, todas sem exceção, desde a interrupção da imigração vinda de sete países de maioria muçulmana, passando pela escolha do secretário de estado, do procurador geral, do novo juiz da suprema corte, por qualquer decreto sobre impostos, saúde, educação e mais o que puder imaginar e resuma assim: é porque a Hillary perdeu.
A esquerda aceita democraticamente qualquer coisa, desde que ela vença e seja do jeito dela.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O Brasil e a Venezuela


Neste janeiro de 2017 os filhos do venezuelano Leopoldo Lopez comemoraram um aniversário do lado de fora de um presídio militar onde seu pai está encarcerado desde 2014.

Seu crime? Fazer um discurso contra o gorila bolivariano Nicolas Maduro e pedir a mudança do regime que empobrece, oprime e mata o povo do seu país.

Em 2015 a oposição venezuelana conquistou a maioria no parlamento do país e desde então tenta, sem sucesso, mudar leis e decretos que empurraram a Venezuela para o mesmo esgoto socialista em que se encontra Cuba. 

Em 2016 os cidadãos reuniram milhões de assinaturas para convocar um referendo revogatório que poderia determinar a saída antecipada de Maduro do poder.

Uma justiça controlada pelo bolivarianismo de galinheiro e uma autoridade eleitoral composta por comparsas e acoimados do regime sistematicamente sabotou - e venceu - todas as ações da oposição, que hoje conta com o apoio da ampla maioria do país.

Ao lado do governo apenas os muito miseráveis que seguem ameaçados de despejo das moradias populares "dadas" pelo chavismo caso se voltem contra este, um exército de sanguessugas do serviço público aparelhado e milícias paramilitares armadas pelo governo que atiram contra os cidadãos na rua.

A Venezuela chegou num ponto tal que não há saída institucional, pois como todo regime ditatorial que se preze - e ainda que por caminhos diversos - o chavismo apodreceu todas as instituições.

A saída passará, quase inexoravelmente e infelizmente, por uma ruptura que pode ser muito ou pouco violenta, mas que não dá mostras de que será absolutamente pacífica. 

Enquanto isso onde está o Brasil? Não falo dos cleptolulistas do PT, dos patifes defensores de ditaduras do PC do B ou dos lunáticos malandros do PSOL, falo do governo, dos (poucos) partidos que ainda têm algum compromisso com a democracia, da imprensa, das instituições.

Vamos seguir, canalha e covardemente, assistindo a este massacre? Sem sequer denunciá-lo? Se uma ditadura for de esquerda merece uma complacência que nem presidentes eleitos como nos EUA merecem por parte de nossa "inteligência" nacional?

Do que nos livramos ao derrubar o PT, hein?

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Dois pensamentos sobre a (imensa) crise de credibilidade pela qual passa o jornalismo no mundo todo

A imprensa abdica da sua relevância quando deixa de te informar o que você precisa saber pra se dedicar a te dizer o que você deve pensar.
Sempre perceber que estão mentindo para você - e é fácil, basta pesquisar fontes independentes - não clique mais nos links, não comente na caixa de comentários do site, não dê relevância para quem te trata como um idiota. Mate o monstro de fome.
Se for para aturar mentira, prefira aquela vendedora da loja de roupa dizendo que você está sensacional dentro daquela camisa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O ocidente, a esquerda e o islã


Uma pesquisa do jornal Washington Post descobriu que 9 entre 10 indígenas americanos não se sentem ofendidos com o termo "pele vermelha".

A pesquisa foi realizada porque justiceiros sociais faziam uma campanha para exigir a mudança do nome "ofensivo" do time de futebol americano "Washington Redskins". Mas quem liga? Os justiceiros decidiram que o nome é ofensivo sim e pronto, a campanha segue.

Contei isso para ilustrar com um caso menos grave como justiceiros sociais não ligam para os problemas de verdade, para as pessoas de verdade, mas apenas para sua agenda marxista anti-homem-branco-ocidental-cristão-hétero-de-família e seu universo paralelo.

Veja o que aconteceu no caso da suspensão de visto de entrada para imigrantes e refugiados vindos de sete países de maioria muçulmana decretada pelo presidente Donald Trump.

Como precisam de slogans, os justiceiros sociais passaram a chamar a suspensão temporária de "banimento de muçulmanos", mesmo sabendo que países também de maioria muçulmana como Indonésia ou Paquistão ficaram de fora do decreto, e correram para realizar protestos em aeroportos pelo país, chamando qualquer um que apoie a medida de "fascista islamofóbico".

Descontemos o fato do islã ser hoje a única fonte de terrorismo por razões religiosas do mundo e também o fato de ser extremamente idiota permitir a entrada de hordas de homens solteiros e em idade militar em qualquer país sem a devida checagem, vamos nos concentrar apenas na mente prejudicada dos esquerdistas.

Dias antes de deixar o cargo o ex-presidente Obama autorizou a DEPORTAÇÃO de refugiados cubanos, ou seja, os EUA, por ordem do queridinho do politicamente correto, passou não só a recusar cubanos que fugiam da ilha como também a enviá-los de volta para a ditadura dos Castro.

Você viu alguma manchete escandalosa, protesto ou gritaria da esquerda mundial? Nem eu.

Mas Trump mexeu com um de seus bezerros de ouro que é o mito da "religião da paz" que é "deturpada" por radicais. Alguma semelhança com as idéias de Marx, sempre "deturpadas"?

O fato é: a esquerda é tão doentia que por ódio aos "valores ocidentais burgueses" de um lado apoia a militância gay desgovernada e feminismo tosco e do outro, por ódio aos mesmos "valores ocidentais burgueses" apoia o islã, que pratica a submissão das mulheres e o assassinato de homossexuais. Fora a intolerância contra os "infiéis", mas essa é a parte que a esquerda gosta.

É hora de dizer um sonoro "chega". Porque, a seguir assim, o ocidente está condenado à derrota pela própria estupidez.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O verdadeiro golpismo contra Trump

Uns dois dias depois de se recuperar da tontura pela surra na eleição americana, a imprensa dominada pela esquerda começou seu trabalho sujo de desconstrução do presidente Donald Trump.
Sua família foi atacada, sua competência profissional posta em dúvida, sua vitória relativizada e diminuída de todas as maneiras, seus auxiliares difamados, seus planos ridicularizados e celebridades que até dois anos antes frequentavam os salões de seus prédios e mansões passaram a tratá-lo como a encarnação do próprio Hitler.

Não foi dado um segundo sequer de paz durante os trabalhos de formação de seu governo, durante as cerimônias de posse ou nem no seu primeiro dia como presidente.
Não passou uma semana que ele está na Casa Branca e "grandes nomes" da mídia já pedem abertamente sua renúncia ou seu afastamento. Repórteres se comportam tanto com o presidente, como com o seu secretário de imprensa com um nível de truculência jamais ousado na gestão Obama, onde a menor crítica ao ex-presidente era prontamente rechaçada como racismo.
O acirramento nas redes sociais, com ataques ao seu filho de 10 anos, à sua filha e a qualquer ato de governo que ele tome - imaginem que horror, o homem está cumprindo as promessas que fez em campanha - e também nas ruas, com atos de vandalismo e confrontação grosseira, estão criando o ambiente que dará o tom de cada dia da sua administração: guerra permanente e de alta intensidade.
Mas golpista, fascista e intolerante são as pessoas que se opõem à esquerda, elegem democraticamente seus candidatos e depois ainda têm o desplante de não querer passar quatro anos sendo infernizadas pelos perdedores só porque ousaram vencer.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O BBB da lacração

Quando vi o anúncio dos participantes do BBB 17 - e olhe que detesto esse programa quase tanto quanto um petista detesta a polícia - já entendi tudo: será a edição da lacração.
Não precisei nem me familiarizar com todos, bastaram dois participantes: um camarada que circulou pela internet em fotos bebendo drinques que continham esperma humano (você leu certo) e uma moça de cabelo black power estilo "empoderada" que automaticamente foi classificada como "diva" pelas brigadas do Toddynho na internet.

Não se pode desprezar a capacidade destrutiva de um programa que atacou o país com um Jean Wyllys, logo, não demoraria muito até que alguma situação acontecesse para dar vazão à nossa sede por justiça social.
Atualmente é feio não querer uma imigração em massa e descontrolada vinda de países cheios de terroristas que prometem "matar infiéis no ocidente", mas está tranquilo ignorar os famélicos refugiados cubanos ou venezuelanos.
Hoje em dia um criminoso será menos criminoso se for "menos favorecido", dois gays que se sintam "ofendidos" por algum olhar na rua é mais intolerável do que gente pelada invadindo um templo religioso durante um culto para atacar as pessoas ali dentro, fazer "fiu-fiu" na rua (quem ainda faz isso?) é praticamente um estupro.
Numa época cansativa dessas, por que um programa dedicado a mostrar o que há de pior nas pessoas e fisgar gente interessada em polêmica haveria de ser diferente?
Já nos primeiros dias uma participante já disse que mandaria a empoderada do black power alisar os cabelos caso brigasse com ela. As redes sociais se encarregaram de levar tão importante questão aos trending topics do Twitter e ali descobri mais uma lei imposta pelos justiceiros sociais que nem sabia existir no país: você está obrigado a achar cabelo crespo bonito.
Caso contrário não ganha seu drinque de esperma.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A irrelevância da imprensa

A imprensa mundial caminha para a irrelevância. E não digo isso só porque eu quero ou porque ela diz coisas com as quais não concordo, mas porque é um fato.
Quando um médico começa a errar todos os diagnósticos ou um engenheiro não é mais capaz de fazer um cálculo acertado sequer, eles perdem a credibilidade. Por que raios gente que tem por trabalho informar, mas prefere, por razões ideológicas, desinformar, deveria merecer tolerância eterna?
Só neste final de semana da posse do presidente Trump, seguido por uma semana com a prisão do líder dos arruaceiros do MTST, Guilherme Boulos, a imprensa provou que merece tanta confiança quanto um cirurgião que esquece um serrote dentro do paciente.
A Veja, quem diria, retratou o playboy metido a revolucionário a serviço do PT, um sujeito bem fornido que não deve saber o que é uma fome de 3 horas sem comer na vida, como um "perseguido que está se reforçando junto à militância".
Já na imprensa americana, Trump é tratado como alguém que chegou na Casa Branca sem ter recebido um único voto sequer. Em apenas um dia de governo já está decidido: ele não presta.
Assim como as "conquistas" de Barack Obama, que ganhou um Nobel da paz sem ter nem alimentado as pombinhas brancas de alguma praça de Washington, Trump já é um técnico perdedor antes mesmo do time entrar em campo.
Lá entre o final do hino nacional e o apito inicial do juiz, ele já estará perdendo de 7x1.
O Globo noticiou com pompa e circunstância que seus filhos já estavam "aproveitando os luxos do poder", jogando boliche na Casa Branca.
Claro, porque os filhos do presidente Trump jamais poderiam pagar para jogar boliche antes dele chegar ao poder, inclusive um deles era guarda de zoológico antes do pai ser presidente e agora se prepara para virar um "Ronaldinho dos negócios".
Cito esses exemplos - muitos mais existem - para justificar meu diagnóstico lá em cima: a imprensa caminha para a irrelevância.
Num tempo onde podemos buscar informação das mais variadas formas, a mediação de gente enviesada e desonesta se torna desnecessária.
E o problema não é nosso, é deles.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sobre as rebeliões nos presídios do Brasil

Longe de mim fazer falsas acusações, mas já pensou que doido se essas rebeliões em presídios fossem uma ação orquestrada entre as quadrilhas do tráfico e as quadrilhas da política - que de vez em quando trocam arregos - para desestimular o envio de políticos para essas instituições?
Pois pensemos: as cadeias brasileiras viraram masmorras de 2016 para cá ou foi nesse ano que ex-ministros e ex-governadores foram parar na jaula e ex-presidentes estão ameaçados com o mesmo destino?
Fica fácil concluir que deve-se soltar quem já está preso e nem prender quem está solto, afinal, nos presídios brasileiros a taxa de mortalidade é quase tão alta quanto no SUS, aquele sistema de saúde que suas excelências administram.
Mas deve ser só coisa da minha cabeça.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Doria está fazendo mal à cabeça da esquerda

(Clique na imagem para ampliá-la)


O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., conseguiu junto à Unilever uma doação de 1 milhão de itens de higiene pessoal, que serão distribuídos nos abrigos da prefeitura.
O prefeito disse que a auto-estima também é importante, por isso essa é mais uma medida para ajudar a recuperar vários moradores de rua.
A revista Fórum, uma daquelas que chamavam o impeachment da Janete de "golpe", acusou o prefeito de ser "higienista" (???) por causa disso.
Só posso supor que o brilhante jornalista que escreveu a coluna associou higiene pessoal à higienismo e mandou bala na crítica social. Mas melhor do que uma revista petista para mostrar o cipoal de sandices que corre na cabeça da companheirada só mesmo os comentaristas do Facebook da revista.
Com eles aprendemos que:
1) Quem não tem onde deitar não precisa tomar banho.
2) Ou você resolve todos os problemas de uma vez só e no mesmo dia ou então é melhor não resolver nenhum, um de cada vez, porque isso é coisa de quem deseja fazer marketing eleitoreiro.
3) O prefeito não deseja que os moradores de rua comam, apenas que escovem os dentes.
4) De que adianta tomar banho, fazer a barba, escovar os dentes, usar desodorante e melhorar sua auto-estima se você já está na rua mesmo? Melhor continuar imundo, não ter estímulo para melhorar de vida e pedir esmola na beira da ciclovia.
5) Medidas emergenciais - que eles chamam de "paliativas" - são inúteis, seria melhor o prefeito pichar muros, andar de bicicleta, criar uma secretaria para promover concertos com orquestras bateção de lata, cantar RAP freestyle e deixar as pessoas abandonadas nas ruas, afinal, cracolândias são antropologicamente importantes para os estudantes de humanas exercitarem suas boas intenções.
6) Cecê e bafo de onça são condições primordiais do proletariado consciente. Quem toma banho e escova os dentes vira de elite - ou pelo menos "capitão do mato" da elite - na mesma hora.
7) Doria ainda distribuirá perfumes franceses para os moradores de rua, assim não precisarão nem de água para não incomodar as sensíveis narinas do prefeito.
8) Doria é um egoísta que fica por aí arrumando exame para pobre no Sírio e Libanês e tentando cuidar da auto-estima e da dignidade de pessoas que moram nas ruas. Melhor era o PT, que criava algumas comissões e nomeava centenas de cargos comissionados para estudar o problema e publicar uma tese em algum caderno do partido depois.
9) Uma doação da Unilever é algo muito suspeito. Esse prefeito só pode estar envolvido em coisa séria por conta disso. Se ele pelo menos estivesse por aí assaltando os cofres públicos junto com empreiteiros corruptos ou quebrando a Petrobras ainda vá lá, mas conseguindo doações para a prefeitura em prol de moradores de rua? Aí tem coisa.
10) Não importa o que faça, os órfãos do prefeitão Suvinil sempre criticarão ferozmente o João Doria, simplesmente porque eles não estão sabendo lidar com as comparações que certamente virão e que serão mais ou menos como comparar a ficha corrida do Lula com a do Dalai Lama.