domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018!


Que 2018 seja pleno de saúde, sucesso, tranquilidade, boas novidades e felicidade junto dos nossos e que Deus nos abençoe a cada dia e a cada caminho percorrido.
Feliz ano novo!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Reflexão para o ano novo

Pense que teoricamente o que sobressai deveria ser o melhor que tem num país, não é?
Daí você vê o Brasil e tem o quê?
Uma periquita que canta em cima da laje, um traveco que berra que nem gralha, dois irmãos iutubers um com cabelo de menina revoltada de 13 anos e o outro um gordo que se besunta de Nutella, comediantes sem graça, comentaristas esportivos lacradores.
Participantes de reality shows toscos, músicos medíocres que são mais famosos pelas opiniões polêmicas e palermas do que pelo que cantam ou tocam, mamadores de Rouanet, gente que tem como maior ambição na vida virar um meme, fora o resto, e no final das contas o único que está em evidência e presta é um chef de cozinha FRANCÊS.
Durma-se com um barulho desses.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Enquadrando o populacho

Já ficou curioso para saber porque profissionais do anti-petismo como o Reinaldo Azevedo, entre outros, de repente viraram "garantistas" e opositores da lava-jato, chegando até a defender o Lula? É fácil explicar.
Antes do impeachment da Dilma, durante os 13 anos de mandarinato do PT, essa gente enchia livrarias e palestras, vendia milhares de livros e conseguia milhões de acessos diários em seus blogs falando mal do PT e, na moita, fazendo proselitismo para o PSDB.
O desespero das pessoas de bem para se verem livres daquele partido tornava o público anti-petista presa fácil para qualquer um que descesse o cacete no PT e ajudasse a encorpar a oposição ao partido.
Só que depois do impeachment, essas pessoas passaram a tratar de outras pautas, como o desarmamento, escola sem partido, ideologia de gênero, etc., e isso não interessa a estes esquerdistas light que, no fundo, concordam e apoiam tal agenda.
Quantos acessos você acha que tem o Reinaldo Azevedo hoje, babando ovo do Gilmar Mendes ou falando mal da lava-jato e da "direita xucra" comparado com o que tinha quando escoiceava o PT? A volta do PT ao poder será muito boa para essa gente. Terão seu mercado consumidor de volta.
A volta do Lula seria indiferente para quem recebe gordos salários na imprensa, na academia ou em ONGs patrocinadas com dinheiro de empresário. Quem vai sofrer é a macacada, que voltará a se preocupar apenas em tirar o PT, deixando-os livres para empurrar o resto da agenda comum.
É o cenário dos sonhos: o Lula volta e todos voltam a viver exclusivamente de anti-petismo, sem precisar se preocupar se a gente pequena "jacobina" está saindo da linha.
É isso.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Feliz Natal!


Claro que é reunião familiar, comida, bebida, risadas, troca de presentes. É festa.
Jesus Cristo, Nosso Senhor e Nosso Salvador, nasce e anuncia a Boa Nova para o mundo: o Deus Santo, Forte e Imortal nos ama e está perto de nós.
Feliz Natal!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O país que detesta o trabalho

Uma página do Facebook chamada "Vagas Arrombadas" faz o maior sucesso. Sua premissa é mostrar vagas de emprego que, de tão ruins, só podem ser piada.
Mas a verdadeira piada é o mercado de trabalho brasileiro.
O sonho de 9 entre 10 cidadãos do país é passar num concurso público. Para trabalhar de verdade? Não. Para melhorar o padrão dos serviços prestados? Não. Apenas para receber um salário acima da média e ter "estabilidade no emprego", outro nome para muitos direitos e quase nenhuma cobrança.
Não é normal e nem racional que burocratas ganhem mais do que gente que realmente produz. Não é saudável que um carimbador de processos ou fiscal da natureza ganhe mais do que um empresário ou engenheiro ou dentista ou comerciante ou etc.
Só que é assim que funciona no país onde trabalho não garante nada além de mais trabalho.
Em paragens mais civilizadas são normais histórias de pessoas que começam lavando pratos e terminam donas de restaurante. Começam vendendo sapatos e terminam donos de várias lojas. Servem mesas para pagar os estudos e terminam como profissionais bem pagos e produtivos.
No Brasil o balconista muito provavelmente vai se aposentar como balconista, assim como a faxineira, o garçom, etc. Trabalho no país não significa ascensão social, upgrade na qualidade de vida, dinheiro para dar um futuro melhor para a geração seguinte.
Um mercado hiper regulado, leis anacrônicas que engessam a criatividade, carga tributária imoral e o peso de carregar o inchado setor público nas costas tornam a iniciativa privada um ambiente inóspito, daí a profusão de "vagas arrombadas".
Anúncios procurando advogados pelo salário de R$ 1.500, vendedores por R$800 + 2% de comissão, "estágios" pagando 400 reais e oferecendo o complemento em "café e videogames" no ambiente de trabalho, escalas de 6x1 com jornadas de 12 horas sem direito a hora-extra, enfim, propostas bizarras que se aproveitam do desespero das pessoas.
O desemprego deixado pela irresponsabilidade petista apenas potencializou este desprezo que o país tem para com o trabalho. Tudo o que um brasileiro sonha é não precisar se submeter a estas condições ridículas.
A qualidade dos empregos e salários oferecidos já basta para saber como a oferta de trabalhadores é muito maior do a procura, como a baixa qualificação e o alto custo das vagas desestimulam a mobilidade e por que o Brasil é um país onde o trabalho duro e honesto dificilmente leva a pessoa a lugar algum, no máximo a mantendo longe da fome.
E convenhamos, é muito triste um lugar no qual trabalho não significa elevação pessoal, mas tão e somente uma fuga conformada da miséria.
E não muito além disso.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Tentando entender Jerusalém

Quando era mais novo sempre tive problemas em compreender o que faz de um árabe também um "palestino" e qual, afinal, era a grande diferença de um para outro.
E se você também nunca entendeu direito o que é um "palestino", já que todos falam árabe, a culinária e a cultura são árabes, a maioria de tal povo é muçulmana como a maioria dos árabes, enfim, é TUDO árabe, menos o nome, está tudo bem, é porque não tem diferença mesmo.
Toda aquela região era conhecida como "Palestina", nome dado pelos romanos como forma de impor sua dominação, já que deriva da palavra "filisteu", que por sua vez deriva de uma palavra hebraica, "peleshet", que significa invasor. Olha que ironia.
Este termo se referia aos povos do mar, de origem grega, invasores cuja expansão partia do Mar Egeu e que ocuparam a Faixa de Gaza. Muita história se passou até que Nabucodonosor - que destruiu Jerusalém - e o rei persa Ciro - que permitiu a volta dos judeus à região - deram lugar à ocupação romana, logo após o fim das "guerras judaicas" de resistência.
Roma então cria uma nova província e a chama de "Palaestina", com a principal intenção de dissociar a região de qualquer reivindicação judaica.
Ao longo dos séculos seguintes aquele local esteve subdividido em diversos domínios, entre províncias bizantinas, árabes e otomanas. Viveu uma curta reunificação sob os Cruzados e logo depois passou a ser dividido novamente em distritos do califado otomano.
Somente em 1922, já na ocupação britânica, voltaria a ser chamada de "Palestina", sob inspiração do nome dado pelos romanos. Nesse momento dois mil anos haviam se passado sem que tal termo fosse sequer usado para nomear algum povo ou território naquela região.
Tanto que em 1947, quando foi sugerida a criação de dois estados na Palestina Britânica, a resolução que estabeleceu a divisão falava em "judeus" e "árabes", não havendo qualquer referência a "palestinos".
Desde então, seja sob ocupação jordaniana e egípcia, seja sob o comando da OLP (Organização para a Libertação da Palestina) o objetivo dos árabes era, antes de um estado árabe, a destruição de Israel e a expulsão dos judeus de toda a área. Não é outra a razão de jamais terem reivindicado um estado independente quando eram ocupados pela Jordânia e pelo Egito.
Por isso estes mesmos árabes se aproveitaram da ocupação jordaniana na JUDEIA E SAMARIA entre 1947 e 1967 para expulsar os judeus que ali viviam. Hoje o local é chamado de "Cisjordânia" na "Palestina" ocupada. E os jordanianos, sauditas e egípcios do local viraram "palestinos".
É uma excelente peça de ficção, um baita case de propaganda, mas não passa disso.
Agora que já sabe o que é um "palestino", você só cai nessa se quiser.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O único juiz do Brasil

Num intervalo de 48 horas, Gilmar Mendes, este ser onipresente que parece ser o único juiz do Brasil, desfez o que algumas operações da polícia federal levaram alguns anos para conseguir.
Soltou a esposa e comparsa do ex-governador Sérgio Cabral, soltou empresários que fraudaram a saúde pública no Rio de Janeiro, enterrou inquéritos contra o governador Beto Richa, proibiu conduções coercitivas e só faltou mandar entregar alguma medalha para o seu compadre Jacob Barata, uma espécie de Don Corleone do transporte público.
Há alguns anos a maioria dos brasileiros comuns sequer conhecia o nome de um ministro do STF. Os mais bem informados sabiam de dois, no máximo. A corte era, como o nome sugere, "suprema" e seus ministros não se comportavam como jurados de um programa de calouros.
Mas tudo mudou depois que o tribunal passou a ser tratado como apêndice das gangues partidárias que saqueiam o país. Hoje ministro do STF só falta aparecer em capa de revista de fofoca, estilo "Tititi", se é que já não aparece.
A constituição de 1988 é um cartapácio cheio de emendas que tratam de tudo. É um texto extenso que faz questão de se imiscuir em assuntos que não cabem a uma carta magna, que deveria, em tese, apenas sugerir e determinar linhas gerais.
Como tudo cabe na constituição, seus ministros passam a ter o poder de decidir sobre tudo. Este poder foi inócuo enquanto não haviam militantes políticos e sócios de empresários ali. Mas veio o tempo dos abusos.
O pior é que não há um instrumento legal para sustar certos tipos de ações. Até mesmo para remover um daqueles sátrapas do tribunal seria preciso que o senado - casa de investigados e protegidos pelas supremas togas - levasse adiante um improvável processo de impeachment. Uma mão suja a outra e fica tudo como está.
E caso o legislativo não se envolva - logo! - de fato numa reforma do caro, ineficiente e cartorial judiciário, a começar pela sua suprema corte, o país estará sujeito a qualquer tipo de aventura.
Porque basta chegar um candidato a presidente - liderando um movimento de base - e dizer que vai mandar prender e arrebentar todo mundo ou então um general que coloque a tropa na rua e devolva certos personagens para o buraco de onde saíram, que o grosso da população vai atrás.
É a volta da vergonha na cara ou a ruptura. E não tem nem como condenar quem já está de saco cheio.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Um espaço geográfico delimitado nem sempre é um país


Alguém teve a excelente idéia de colocar tomadas USB para carregar celulares e tablets num transporte público. 

Como sabemos, todo ser humano necessita de oxigênio, água, alimento e uma tomada USB para carregar baterias.

Só que no Brasil, pátria do povo alegre, hospitaleiro, festeiro e gente boa, nada é tão simples: um cidadão exemplar resolveu entupir a tomada com chiclete, certamente para facilitar a vida do seu semelhante.

Imagine ficar sem bateria e precisar fazer uma ligação, mas a tomada que poderia te ajudar está cheia de chiclete babado de alguém que achou engraçado vandalizar algo que pode servir a todos, inclusive ele mesmo ou a sua própria mãe um dia?

O que o brasileiro faz nas urnas (ou declara sem pudor aos institutos de pesquisa) elegendo e dando poder a quadrilheiros, mafiosos, facínoras e psicopatas da pior espécie é apenas o reflexo do que faz no seu dia a dia.

Não é um país, mas um espaço geográfico habitado por gente que não faz a menor questão de tentar que a sua existência não seja um obstáculo para a existência do próximo.

Seja por lucro fácil de dinheiro sujo, seja apenas por espírito de porco.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O STF do Gilmarzão

Uma pergunta para os crédulos: é com esse STF do Gilmar Mendes que soltou a Adriana Ancelmo a tempo de comer bacalhau comprado com dinheiro de empreiteira que vocês contam para manter um condenado fora da corrida presidencial?

Aliás, já passou da hora dos demais tribunais, MP e polícia passarem para a desobediência civil e ignorarem qualquer medida deste senhor. 

Já que o país está virando um bundalelê da legalidade, então que vire totalmente de uma vez.

P.S.: 
Num país onde as instituições viraram estamentos dedicados à auto-preservação, à pilhagem e à garantia da própria impunidade, desmoralizar uma corte que se auto-desmoraliza a cada dia - ZERO condenados na lava-jato - não tem nada de revolucionário e é um serviço à democracia. Se suas salvaguardas constitucionais estão nas mãos desse tipo de gente, então você não tem nenhuma, a menos que seja o Renan Calheiros ou algum "empresário" de ônibus.

domingo, 17 de dezembro de 2017

O frenesi das denúncias de assédio

Muito do que acontece nessa onda de denúncias de assédio nos EUA é que o femidoidismo finalmente conseguiu colocar a cantada no mesmo patamar de um quase estupro e aquele "tu é boa, hein, ah se te pego" virou caso de polícia.
Assim o "inocente até que se prove culpado" virou algo parecido com "inocente até que alguma desvairada acuse de assédio".

sábado, 16 de dezembro de 2017

A "nova direita" outra vez

Não se iluda: essa turma da "nova direita", equilibrada, sensata, insípida e inodora passará 2018 procurando um nome, vai facilitar o quanto puder a volta de um Lula ou a ascensão de um Ciro e depois da eleição vai passar período sabático nos EUA ou Europa.
E quando terminarem seus "cursos" e "reciclagens" em alguma universidade americana ou suas tertúlias em Londres, Paris ou Portugal, retornão para o Bananão bem a tempo de comentar o que estiver dando errado, como se eles não tivessem nada a ver com isso.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A cara (feia) do Brasil e no Maracanã


Provocação super sadia com a morte de 44 pessoas num submarino da Armada Argentina. O brasileiro e o carioca realmente se acham alegres, hospitaleiros e festeiros.
Tudo isso - fora as agressões fora do estádio, a invasão deste e os saques a vendedores dentro - por causa do que deveria ser um ESPORTE.
Poucos países do mundo têm um povo tão grosseiro, mal educado e agressivo quanto o Brasil e poucos lugares do Brasil têm um povo tão grosseiro, mal educado e agressivo quanto o Rio de Janeiro.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Vegetariano? Não. E nem babaca

Brasil: o país onde a esquerda idolatra um ditador fascista que se inspirou em Salazar para criar seu regime, implantou no país leis trabalhistas copiadas do Mussolini e que, se tivessem deixado, teria mantido neutralidade em relação a Hitler.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Getúlio Vargas

Brasil: o país onde a esquerda idolatra um ditador fascista que se inspirou em Salazar para criar seu regime, implantou no país leis trabalhistas copiadas do Mussolini e que, se tivessem deixado, teria mantido neutralidade em relação a Hitler.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Piada é que mata?

Já notou que para a militância, todo mundo é fascista, machista e homofóbico, MENOS os muçulmanos?
Eles podem oprimir as mulheres, assassiná-las em nome da "honra", enforcar gays. Não interessa, se usar um turbante, tá liberado. Palavras machucam e piadas matam, mas não pode dizer que a corda do Muhammad machuca nem mata senão é islamofobia.
Mas é simples explicar a subserviência total dos esquerdistas ao islã, mesmo em relação ao tratamento dado aos gays: eles odeiam o cristianismo e o ocidente mais do que odeiam a família tradicional.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Liberalismo moreno

O Brasil precisa de liberalismo sim, mas o liberalismo tem que começar pela empreiteira que só lucra com o governo, pelo funça que ganha mais que CEO de empresa, pelo dono de clínica que mete a pata no SUS, pelo empresário de ônibus que paga propina para cobrar uma passagem cara por um serviço péssimo, pelo "empreendedor" estadodependente, pelo professor de federal que ganha muito para fazer bem pouco, etc., não é pelo salário, emprego ou aposentadoria da sua tia.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Reforma da previdência, por enquanto não

Enquanto ministros não almoçarem num bandejão, deputados não andarem de Uber ou dirigirem carros comprados por eles mesmos com seus salários, enquanto togas do STF não pagarem pelos próprios passeios na Europa, enquanto promotores, juízes e desembargadores não se aposentarem com o mesmo teto e pelo mesmo sistema do Zé das Couves, enquanto não houver mais um jatinho ou helicóptero sequer transportando "autoridades", enquanto seus banquetes não forem pagos com o fruto dos seus trabalhos e não do trabalho alheio, enquanto partidos não tiverem que vender idéias e não se vender em troca de verba suja e fundo partidário, enfim, enquanto um estamento privilegiado estiver vivendo num universo paralelo, seja em Brasília ou qualquer outro lugar, tenham a DECÊNCIA de não falar em "país quebrado" ou dizer que sem reformar a previdência DOS OUTROS, virá o apocalipse tropical.
Tomem vergonha nessas caras.

Apenas imagine

Imagine as reações da imprensa e da esquerda - separei os dois ainda que sejam a mesma coisa - caso o Sérgio Cabral ou o Cunha estivessem soltos por aí neste grotão pitoresco e triste onde um Gilmar Mendes é ministro da suprema corte, afrontando juízes, ameaçando metade do país e fazendo campanha antecipada.
No país do foro privilegiado, o chefe da organização criminosa tem desaforo ilimitado.

Educação x lacração


Crianças usando uma espécie de tirolesa para ir para a escola na Itália, em 1959. Mas hoje o aluninho da federal não tem condição psicológica de estudar se não o deixarem frequentar a faculdade de saia e batom.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Bolsonaro x Lula x a economia

Estão tentando forçar uma polarização entre o Lula e o Bolsonaro. Primeiro porque a imprensa acredita que isso favoreceria o Lula, depois porque os entendidos acham que o povo não saberá diferenciar alguém com idéias fortes de um condenado por corrupção.
Mas é cedo para acreditar nisso, porque apesar da justiça tão confiável quanto uma roleta de cassino que temos, Lula pode ficar inelegível. Depois porque o Bolsonaro pode, sim, ser desidratado por uma pancadaria generalizada contra ele.
A realidade é que o status quo precisa desesperadamente de alguém que não seja Lula - sua eventual eleição incendiaria o país - e que faça os acordões de sempre para parecer que vai mudar tudo, deixando tudo como está.
Só há um fato inegável: a economia vai, sim, ter papel fundamental na eleição do novo presidente. Ninguém se preocupa com ideologia de gênero se estiver com o bolso vazio.
Quem oferecer para o eleitor o vislumbre de uma vida menos sombria e mais pacífica, com dinheiro no bolso e sem tanto sofrimento, vai levar de colher, como diziam antigamente.
Mas não adianta só prometer, tem que entregar. Se o vencedor não entregar uma economia decente em pouco tempo, corre o sério risco de não terminar o mandato.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Nunca um presidente foi tão atacado quanto o Trump

O deep state vai tentar derrubar o Trump nem que para isso precise iniciar uma guerra civil. Nunca vi isso na minha vida: desde a posse esse homem não teve UM dia de paz sequer. Começou NO DIA DA POSSE.
Desde quantas bolas de sorvete ele toma no jantar até qual sapato sua esposa calça, tudo já foi usado como ataque.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Sugestão

Se os cariocas contrariarem o que o seu histórico de votos sugere e forem espertos, espalham cartazes com fotos do Lula junto do Sérgio Cabral por todos os lugares onde a caravana da vergonha passar naquele estado.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Caldeirada eleitoral

Quem está por aí tocando gaita de fole no saco do Luciano Huck não tem a menor, a menor moral de falar em candidaturas heterodoxas ou aventuras eleitorais. 

Tomem vergonha na cara.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ah, se polonês fosse negro

Semana passada o apresentador William Waack foi colocado no pelourinho das redes sociais e açoitado ferozmente porque durante uma conversa fora do ar - que teve seu vídeo desviado por militantes que trabalhavam na sua emissora - disse que buzinar repetidamente no trânsito é "coisa de preto".
Já disse uma vez mas não custa repetir: não existe nenhum comportamento anti-social que seja coisa de preto ou de branco, é tudo coisa de humano, seguramente uma das espécies mais sem noção que habitam este planeta.
O jornalista foi afastado de seus programas, virou tema de rodas de conversa e até o ministro Gilmar Mendes se meteu na história, provavelmente num intervalo entre a concessão de um habeas corpus e outro.
Só que logo em seguida, em razão das comemorações pela independência da Polônia, o palpiteiro da GloboNews Guga Chacra disse que aquela era uma manifestação com "60 mil neonazistas".
A Polônia é um país refratário à imigração islâmica e curiosamente o único da Europa onde não ocorrem atos terroristas. Cada país recebe quem quiser, mas nos dias de hoje ser prevenido virou crime aos olhos do politicamente correto.
Para quem nunca ouviu falar do palpiteiro da GloboNews, ele é aquele de cabelo engraçado que ao saber de um atentado parece mais preocupado com o crescimento da "islamofobia" do que com o atentado em si.
Pois bem. A embaixada polonesa no Brasil protestou, ele foi surrado impiedosamente nas redes sociais, e no final se fez de vítima dizendo que sua frase generalizando milhares de pessoas e taxando-as de nazistas, supremacistas ou qualquer outra porcaria "ista" dessas foi "distorcida" - oh, adivinhe - por "fascistas".
E a posição da emissora para qual Guga Chacra trabalha (a mesma do William Waack)? O silêncio.
Para a GloboNews "coisa de preto" é crime capital, mas "coisa de polonês" é perfeitamente normal.

Prioridades

A humanidade deveria ter como obsessões a cura do câncer, da diabetes, das doenças renais, dos males de Parkinson e Alzheimer. Mas ao invés disso estamos discutindo se macho de vestido tem que ser chamado de "ela" ou se "palavras machucam".

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Duplo padrão não, padrão psicopata

Se esse episódio lamentável do William Waack sobre buzinar ser "coisa de preto" não acontecesse com ele, mas, por exemplo, com a Carolina Cimenti, sabem qual seria o assunto?
"Qual foi o machista que ROUBOU a imagem da moça e a EXPÔS na internet? Esse vídeo foi obtido de maneira legal? A polícia já identificou os criminosos?".
Por aí.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A canalhice contra William Waack

O William Waack disse, fora do ar, numa conversa privada, que buzinar sem parar no trânsito é "coisa de preto".
Não acho que exista isso de "coisa de preto" ou "coisa de branco", ainda que a turma de patrulheiros da justiça social, adepta da pitoresca tese da "apropriação cultural", acredite que exista sim "coisa de preto", "coisa de índio" e "coisa que branco não pode", esta última valendo para praticamente tudo.
Vemos nas redes sociais negros que namoram brancas sendo ofendidos e chamados de "palmiteiros" que "sujam a raça se misturando com ventres sujos". Vemos brancas serem destratadas porque ousaram colocar um turbante ou se fantasiar de Pocahontas. Enfim, certas categorias podem tudo.
E em público. Sem serem molestadas ou patrulhadas por isso. Vide as ofensas diárias que o negro (e gay) Fernando Holiday sofre na internet sem que NINGUÉM da grande imprensa altere o pulso.
Acho perfeitamente legítimo que um negro diga que detesta brancos, desde que não agrida brancos por aí ou cerceie seus direitos. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém.
Se o jornalista da Globo dissesse isso no ar, seria totalmente normal que fosse afastado, afinal o limite social e a educação devem existir, mas numa conversa fora do ar? Captada sem querer?
A frase do Waack é infeliz, lógico, mas ele tem o direito de dizer e pensar coisas até piores, desde que não invada a particularidade e o direito alheio.
Não se trata de defender sua frase tosca, mas de decidir se juntar ou não a este coro dos histéricos que usam a justiçagem social seletiva para exacerbar reações, perverter proporções e banalizar conceitos apenas para suprimir quem eles não gostam.
Falei isso - sob pedras - no meu Twitter: foi uma fala particular, pessoal, dita para permanecer fora do ar e as reações que causou só denotam que vivemos sob a patrulha de uma polícia do pensamento.
Do jeito como aconteceu, gravado e exposto de forma quase sub-reptícia, não se trata apenas de histeria fajuta sobre o que ele disse, mas principalmente sobre o que ele pensa e sobre quem ele é.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Jovem, sua geração é uma bosta

Jovem, sabe por que você fica aí igual um idiota idealizando os anos 80? Os filmes do Stallone, do Van Dame, os filmes de comédia, os astros de rock que agiam como verdadeiros loucos?
Sabe por que você sente saudades de programas de TV que nunca viu - como Os Trapalhões ou Perdidos na Noite ou Miami Vice - e comerciais que nunca assistiu, como o do cowboy do Malrboro ou Cremogema?
Sabe por que fica com essa sensação de que os tempos em que você vive são mais sem graça, mais insossos, bem menos interessantes do que o da turma que comia cigarros de chocolate, brincava de polícia e ladrão e contava e ouvia piadas sobre tudo?
Porque você é um otário que se deixou dominar pelo politicamente correto, deixou que os "ofendidos" sequestrassem a sua mente, permitiu que a intervenção estatal "do bem" tomasse conta do que te oferecem na propaganda, do que você consome nas lojas e até das suas aspirinas.
O mundo que você vive é mais chato e bem menos interessante mesmo, até a criatividade dos seus dias é resumida em "arte que existe para chocar", desde que não choque os protegidos da justiçagem social, desde que ofenda as pessoas certas de acordo com a agenda política.
No seu mundo o Stallone seria proibido, os Trapalhões seriam censurados e o Faustão (aquele legal do Perdidos na Noite, não esse castrado pela Globo) seria processado.
E, desculpe te dizer, tudo isso é culpa sua. Afinal, você mesmo gosta de encher o peito e dizer, de forma pejorativa, que qualquer reação à patrulha é uma tentativa de "volta ao passado".
O mesmo passado que você vive por aí choramingando que sente falta, mesmo sem nunca ter vivido.

domingo, 5 de novembro de 2017

Bolsonaro e a resistência

Sabe por que o Bolsonaro tem grandes chances em 2018? Porque acabaram as migalhas que atiravam para o brasileiro se distrair enquanto os donos do poder e sua corte se refestelavam no seu banquete imoral.
Um candidato de "centro", com aquele discursinho anódino e insosso, empurrando gentilmente a agenda social esquerdista e a agenda econômica da cleptocracia nacional tem grandes chances de ser ignorado, e espero que seja.
O país quebrado, com uma "retomada" lenta e que oferece empregos de R$1 mil para nível superior, sem segurança e os pilantras de "centro" só naquele papo de "não, porque a banda inflacionária...".
Abstrações e problemas acadêmicos são lindos, mas ninguém tem paciência para ouvir isso enquanto se afoga em boletos. Debater o papel do estado segundo o liberalismo ou o anarco-capitalismo é legal para ganhar curtida no Facebook e uma foto com pose de intelectual no rol de "colaboradores" de algum think tank, mas não enche barriga, não troca o carro de vez em quando e nem paga a viagem nas férias.
Quem não tem quem banque isso quer trabalhar, receber por isso e contar que seu imposto sirva para algo mais do que sustentar artistas Rouanet, políticos e intelectuais que "pensam" o país sem sentir o calor do sujeito que está ali na calçada sem tempo nem de pensar.
Não será dessa vez, espero eu, que algum debatedor em salinha refrigerada com cupcake no coffee break dirá: "não podemos ser passionais, o cidadão precisa aceitar um remédio amargo", e este ofereça a goela para tomar o purgante.
Pelo menos não sem resistir.

Trump e Bolsonaro

Nosso primeiro turno funciona mais ou menos como as primárias americanas e o que assistimos hoje é aquela busca pelo anti-Trump (Bolsonaro).
Os jornalistas e o estamento aboletado no poder vai tentar qualquer manobra para fugir do Bolsonaro e, caso não consiga, vai de Lula mesmo. A imprensa "entendida" inclusive já começou o trabalho sujo, comparando um homem honesto com um marginal, sob a lógica dos "dois lados radicais".
Hoje o Bush pai confessou ter votado na Hillary contra a "ameaça" Trump. Em quem vocês acham que o FHC e sua turma votariam aqui?
No fundo o que essa gente que vive desconectada da realidade quer dizer para o eleitor é o seguinte: você NÃO PODE votar como quiser.
Tentarão, usando de mentiras e terrorismo retórico, "proteger" o eleitor de si mesmo. Resta saber se este vai obedecer.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Professores não, doutrinadores

A educação no Brasil passou de mal a pior no momento que transmissores de conteúdo começaram a se achar "educadores".
Alunos brasileiros tem desempenhos pífios em praticamente qualquer avaliação comparativa com outros países, mas ao invés de ensinar as quatro operações básicas sem a ajuda da calculadora do iPhone ou a conjugar verbos e usar corretamente o infinitivo, esses professores doutrinadores preferem usurpar o papel das famílias e contrabandear suas agendas para o currículo escolar.

Se aproveitam de uma audiência cativa e de uma posição de superioridade para se imiscuir na educação de crianças e adolescentes ao arrepio dos pais.
E quando você ouve esses anormais falando sobre o próprio papel, sobrevalorizando sua importância, percebe como eles acreditam mesmo que a função deles é formar caráter, quase salvando a criança da própria família.
Ensinar um jovem a instalar um chuveiro, ventilador de teto, fazer um móvel ou princípios básicos de educação financeira os prepararia mais pra vida do que o lixo que se vomita nas salas de aula de escolas públicas e particulares do país.
O projeto escola sem partido nunca foi tão urgente.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Diversidade

- Branco cale a boca.
- Hétero só fala merda.
- Tem muito branco nesse comercial.
- Ai, que perfeito, aqui só entra preto.
- "Apropriação cultural".
- A raça é humana, não existem raças.
- Só pode usar turbante quem for da raça negra.
- Você não é europeu só porque seu avô era italiano, seu white pardo.
- Sou africana, meu tatatatatataravô foi escravo.
- Não existe racismo reverso.
- O que essa branca ridícula está fazendo com aquele palmiteiro?
- Me senti ofendido, vou cuspir na sua cara, homofóbico.
- Protesto de ódio contra cotas.
- Luta linda pelas cotas.
- O Brasil é multicultural.
- Porque você não toca um samba, coloca um batuque nisso aí, pra ficar com mais cara de Brasil?
- Só porquê sou mulher você não quer me ensinar isso?
- Mansplaining.
- O feminismo é sobre igualdade.
- Omi é uma raça maldita que precisa desaparecer.
- Menos ódio e mais amor.
- Alguém dê um tiro no Bolsonaro.
- Crente rezando em escola religiosa é intolerância.
- Bora ali quebrar a imagem de uma Santa?
- Uma criança de 17 anos não pode ter maioridade penal, ela não sabe o que faz.
- Uma criança de 5 anos já pode decidir sim qual é o seu "gênero", seu fascista.
- Vivemos numa democracia, censura nunca mais.
- Migos, vamos denunciar a página daquele coxinha para tirá-la do ar?
- Caramba, como você tá branquela, vai tomar um sol.
- Como assim você não acha penteado black power bonito? Racista.
- Trump xenófobo, yankees go home!
- Férias na Disney com mami e papi, kkkkkkkkk.
- Toda família é linda, não importa sua composição.
- Chora, família tradicional.
- Discurso de ódio não é opinião.
- Stalin matou foi pouco.
- Existe a extrema-direita, a extrema-direita e a extrema-direita.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A guerra da imprensa contra você e a sua família

Você e sua família estão sofrendo um ataque sistemático, determinado e diário.

Já percebeu a quantidade de notícias sobre travestis, drag queens e homossexualismo em geral que são veiculadas todos os dias em jornais e portais?

Não sei ao certo qual é a proporção de pessoas desse grupo na população. 10%? 5%? 1%? 0,5%? Mas com certeza quem observa o interesse da imprensa nacional, as polêmicas em museus, os programas, vai pensar que é pelo menos metade do país, tamanha a superexposição.

Respeito é uma coisa. Mas quando começam e levar crianças em exposições com sexo explícito, travestis em escolas para ensinar "gênero" e colocar na TV esses assuntos no horário matutino, eles atacam o seu direito de criar seu filho de acordo com os seus valores.

O problema não é o conteúdo em si, quem quiser que ensine porcaria para seus filhos, o pior é que essas escolas nem pedem mais autorização dos pais. Fazem e pronto. Obrigam a pessoa a reclamar DEPOIS.

E os motivos são simples: primeiro criam um fato consumado. É como se achassem no direito de determinar o que é melhor para suas crianças. Depois, ao obrigar os pais a se manifestarem CONTRA, vão expô-los como "homofóbicos".

Quando empresas são proibidas de anunciar brinquedos, mas liberadas para dizer que "não existe brinquedo de menina ou menino", é o seu direito de criar seu filho que é atacado.

Quando o ensino religioso voluntário é atacado mas a militância radical de esquerda incentivada até mesmo em idade pré-escolar, é o seu filho e a sua família que estão sendo atacados.

Num país com os piores índices de educação do mundo, ninguém parece se importar mais com matemática, português, inglês, espanhol, geometria, química, biologia.

Não. Tudo se resume e ensinar ideologia de gênero e lacração nas salas de aula.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Dilma, a esquecível

Essa semana lembrei da Dilma, coisa que não fazia já há algum tempo. Ela resolveu falar finlandês e nunca o dilmês soou tão parecido com outro idioma incompreensível.

Lembrei da Dilma e logo constatei: é uma presidente fadada ao esquecimento.

Antes de me xingar, te explico: qual foi a grande obra, lei, discurso ou ato enquanto presidente digno de entrar para a história que essa senhora fez?

Nada, rigorosamente nada. Foram anos de mediocridade, discurseira sem sentido, corrupção endêmica, paralisação das já parcas atividades governamentais, nenhuma idéia digna de lembrança, nenhum projeto, nenhum ato heróico num momento de necessidade do país, nada.

Somente sobrevoos de helicóptero em regiões atingidas por desastres, inaugurações de pedras fundamentais em obras que nunca saíram do papel e slogans criados por um marqueteiro que virou presidiário.

Você pode dizer que ela será sempre lembrada por ser a responsável pela pior recessão da história do país, mas quem gosta de lembrar de desgraça? Assim que o país sair do buraco, todos farão questão de esquecer esse período negro.

Dilma será um nome numa lista de ex-presidentes, tão ou menos importante do que aqueles presidentes da câmara que assumiram interinamente em momentos de convulsão nacional.

Não devemos esquecer a destruição que foi seu legado, mas faremos muito bem em enviar esse personagem medonho da história do Brasil para uma nota de rodapé.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A "classe artística" vai à guerra

Esses dias descobrimos muita coisa.
Vestir uma menina de princesa é errado, isso pode atrapalhar sua formação. Mas vestir um MENINO de princesa é legal, isso pode ajudar na sua formação.
Elogiar uma moça na rua é praticamente um estupro. Fazer fiu-fiu, se apresentar, são todos movimentos agressivos e que prenunciam um estuprador em potencial. Por outro lado, pular completamente nu na frente de crianças no Parque do Ibirapuera é a perfeita tradução do bom e do belo. E quem não gostar é nazista.
Obrigar o pagador de impostos a sustentar via leis de incentivo fiscal uma "arte" que não só ele não gosta, como não consome e também o agride é democracia. Mas esse mesmo pagador de impostos preferir que seu suado dinheiro vá para escolas ou postos de saúde ou instituições de caridade é coisa de carola, retrógrado, mente presa na idade média.
Devemos proteger os animais - e devemos mesmo - MENOS quando algum grande "artista" resolve que zoofilia é o caminho para ele se tornar o próximo Monet.
Por falar em Monet, descobrimos que o Caetano Veloso, o Tico Santa Cruz, a Lilia Cabral, o Mateus Solano ou a Paula Lavigne - qual filme, quadro, música ou livro é de autoria dessa grande artista? - são os porta-vozes de Rembrandt, Mozart, Machado de Assis ou Beethoven, já que "falam pela arte".
A sua tia que vai no mercado toda semana, cozinha para a família e frequenta a Igreja é uma asquerosa que merece ser execrada. Seu avô que trabalha desde os 16 anos, criou 6 filhos e nunca fez mal nem a uma mosca é um nazista, afinal ele não acha certo um homem nu ser alisado por crianças num museu.
Exemplos são um travesti que canta pior do que uma gralha fanha, um quadrilheiro que fundou uma seita política que pula na cratera de um vulcão de bosta por ele e a feminista de cabelo azul viciada em Rivotril e que inventa dois casos de estupro por semana para "bombar nas redes sociais".
Segundo a "classe artística", essa gente que pouco produz e desse pouco quase nada presta, é assim que você, "gente pequena", deve pensar, senão...
Cabe a você acatar ou não.

domingo, 8 de outubro de 2017

Dicas para fazer sua "arte"


Faça "arte" à vontade, só se afaste das crianças, não toque nos animais e tire a mão do meu bolso.
A lei Rouanet e similares já deram o que tinham que dar, ou seja, nada, por isso já podem acabar.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A imprensa


Caso essa manchete fosse com o Trump: "Em encontro com jovens, Trump quebra o protocolo e constrange presentes tirando a roupa."

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Juninho Pernambucano e os "bolsominions"

Nunca em toda a minha vida eu soube qual era a opinião política do jogador de futebol Juninho Pernambucano sobre nada.
Não sei onde ele estava e o que pensava na época do mensalão, não conheço sua opinião sobre o assalto à Petrobras, a transformação de estatais em sesmarias, sobre a sistemática e planejada falência do sistema educacional.
Tampouco o que o Juninho, do alto de sua cidadania francesa, acha da imoral carga tributária brasileira, das caixas pretas dos sindicatos, dos "movimentos sociais" que confundem "social" com PT e muito menos o que ele acha do petrolão, do triplex do Lula, da crise parida pela Dilma ou do apoio vergonhoso da esquerda do país à ditadura venezuelana.
Mas curiosamente descobri que ele acha todo eleitor do Bolsonaro um "bolsominion preconceituoso que não merece respeito" e que não deve ter a "honra" (rs) de segui-lo no Twitter para conhecer suas demais opiniões tão importantes.
O que se vê - e para quem, como eu, não é vascaíno o Juninho não é nada - são "personalidades" de todas as áreas saindo das suas tocas para defender a agenda esquerdista, consciente ou inconscientemente.
Juninho pensa mesmo isso ou pelo menos desenvolveu esse pensamento por si só? Provavelmente não. Assim como vários outros que saíram em defesa daquela porcariada no MAM de São Paulo ou da exposição asquerosa em Porto Alegre.
O que eles fazem é pagar o pedágio ideológico que a esquerda sempre cobrou de "famosos", que são sumariamente simonalizados caso ousem sair da coleira.
Isso - uma elite econômica, artística, esportiva, jornalística que se acha melhor do que a "gente pequena" e foi pra cima desta tentando enquadrá-la - aconteceu nos Estados Unidos em 2016 e elegeu Trump.
Tomara que se engasguem no próprio fel também no Brasil.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Um caminho para atingir os corruptos

A PF fez uma operação envolvendo os filhos do Romero Jucá, aquele colosso de honestidade saído de Roraima.
Acho que pode ser um excelente caminho. Esses cretinos tem imunidade disfarçada de foro privilegiado? Vão em cima das famílias deles.
Claro que não por "culpa por associação", isso é coisa de comunista, mas a maioria das famílias desses corruptos não só desfruta do produto da corrupção como serve de laranja em esquemas, participa de negociatas ou pelo menos leva malas de dinheiro para lá e para cá.
O Paulo Roberto Costa, bandido e corrupto confesso da Petrobras, só resolveu falar depois que seus filhos foram pegos destruindo provas da sua corrupção.
Você acha quem eles amem, descobre se também estão sujos e aperta. Mas aperta com força.
Assim os cretinos condenados à impunidade pela inação do STF podem ser pegos e punidos.
De um jeito ou de outro.

Os lacradores

Não tem nada mais burro do que alguém ser um bom ator/cantor/esportista e estragar sua carreira bancando um péssimo palpiteiro de política.
Agora, se você é um medíocre ou um flopado que não emplaca um top 10 ou algum projeto sem Rouanet há anos, nunca subiu num pódio olímpico e não tem vaga nem no elenco do Íbis, só resta mesmo o LACRE.
Na maioria das vezes as pessoas gostam das histórias que o sujeito conta escrevendo, do que ele canta, de como joga em quadra ou campo. Mas se lixam para a sua opinião política.
Por isso mesmo ao usar um show ou evento esportivo para regurgitar bobajada política que comeu junto com o bobó de camarão no restaurante do Leblon você toma a platéia, que não pagou por isso, como refém.
Deixa de ser "artista" ou "esportista" para virar um sequestrador ideológico.
Tome vergonha.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

República Titanic

Observo essas maquinações, negociatas, esses casuísmos e corporativismos dos ladrões em Brasília como o iceberg observou a banda do Titanic.
Cada vez mais gente não só deixa de se opor, como torce por uma intervenção militar, por uma ruptura, mas segue o baile no transatlântico furado e meio emborcado do congresso nacional.
Talvez só percebam o tamanho do desastre quando o teto do salão desabar sobre as suas cabeças.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Giovanna Ewbank: 'Hoje, quero ver quantos negros estão no mesmo restaurante que eu

- Boa noite, a senhora quer ver o cardápio?
- Pera aí, não tem negros aqui?
- Senhora, a escravidão já acabou, só vendemos comida.
Só o que essa Giovanna Ewbank e marido gastaram de passagens para ir adotar uma criança na África já alimentaria um orfanato durante um ano, mas tudo bem, agora ela virou oficial da polícia da melanina.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Como acabar com as cotas

Um estudante branco causou (mais uma) polêmica ao se declarar negro e passar para medicina numa federal.
Mas e daí? Ele pode alegar que ninguém nasce negro, torna-se um, dando uma de Simone de Beauvoir do racialismo tupiniquim.
Ironias à parte, brancos se auto-declarando negros, "transraciais", pode ser uma boa forma de combater o vagabundo sistema de cotas.
Como não adianta argumentar, a melhor forma de acabar com isso é esculhambar o sistema de tal forma que ele se torne inócuo.
Mãos à obra! Rs.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Da caravela ao Boeing

Os bandidos da classe dirigente só trocaram a caravela pelo Boeing. O objetivo continua sendo o de sempre: saquear o Brasil e ir pra Europa.
Brasília é uma prostituta cara e que cultiva bem o seu cartão de milhagem com o dinheiro dos outros.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O Santander e a "arte"

Uma exposição chamada "queermuseu" patrocinada/exibida pelo banco Santander foi cancelada porque finalmente o brasileiro resolveu dizer chega às degenerações canalhas da esquerda.

Não. Pedofilia, vilipêndio religioso e zoofilia não são "arte", nem "desconstrução", nem "estímulo ao debate". É apenas mais uma das - muitas - perversões que a esquerda quer promover à "arte" ou "ciência" em nome de sua ideologia destrutiva que tem apenas um alvo: a família, o núcleo da sociedade que essas mentes doentias pretendem solapar.

Mas tenho certeza que outras pessoas falarão disso em vários textões, então prefiro fazer aqui um exercício de adivinhação.

Também quero brincar de artista e vou fazer uma exposição. Pedirei verbas ao governo via lei Rouanet e vou, através da minha "arte", fazer "provocações" que causarão revolta apenas em mentes fechadas e da "idade média", afinal, "arte" precisa incomodar, não é mesmo?

Minha exposição se chamaria "Esquerda cucu-dádá" e mostraria os seguintes "trabalhos":

- A escultura de um gorila vestido de general defecando em um penico colocado na boca de um Jean Wyllys cênico. Sob o nome de "dita-a-dura militante", a obra estimularia o debate sobre os efeitos de se consumir e falar muita merda.

- Uma obra interativa chamada "múltipla escolha": nela o público poderá decidir se atira com um fuzil em forma de pênis em fotos de Lamarca, Marighella ou Che. O fuzil dispara tiros de marshmallow coloridos sob o som de "Star Spangled Banner".

- A pintura sensorial "um tapinha não dói": uma tela com bundas grotescas feitas de espuma montadas sobre fotos dos rostos de Gleisi Hoffmann, Maria do Rosário, Jandira Feghali e Dilma Rousseff. A intenção desta pintura é a interação com o espectador, que escolherá se prefere alisar ou bater nos rostos representados sobre as bundas.

- Um delírio pictórico em 3D: lulas mortas são atiradas numa panela em formato de cela de presídio. No alto da sala uma placa com a inscrição: Atibaia-Guaruhell. O público será estimulado a aplaudir ou vaiar a cena.

- Aquarelas e desenhos toscos das cabeças de Lula, José Dirceu, Antônio Palocci e Lindbergh Farias representadas em corpos de crianças com a inscrição "Criança Ladrona".

- E finalmente uma enorme cabra de pelúcia sodomizada por uma estrela vermelha com um gigantesco falo onde se lê "Petrobras-BNDES". A estrela se movimentará simulando um coito e a cada estocada a cabra berrará "mééééé sou o povo brasileiro".

Todas estas obras seriam expostas ao lado de cópias de tuítes, textões e colunas defendendo a exposição no Santander Cultural que ofendia a religião alheia e normalizava a pedofilia e a zoofilia em nome da "arte" e pela "liberdade de expressão".

Certamente a esquerda compreenderia a minha exposição e não faria nenhum protesto, processo, pedido de socorro ao MP ou reclamações para a tia OAB, não é mesmo?

Ou será que iriam?

sábado, 12 de agosto de 2017

Cabeça de esquerdista

O feminismo enlouquecido não representa todas as mulheres que lutam por direitos. 
O sectarismo racial malandro não representa todos os negros.
O ISIS e demais terroristas islâmicos não representam todos os muçulmanos.
Movimentos neonazistas e supremacistas representam todos os brancos sim.
Dane-se a lógica.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Direita isentinha

A "nova direita" ponderada e isentinha na guerra:
- O que você tá fazendo, soldado?
- Atirando no inimigo, ué.
- Tá doido?
- Mas ele atirou primeiro.
- Pare já, não podemos nos igualar.

A esquerda quer rendição

Comparar, ainda que guardando todas as devidas proporções, uma homenagem a um ex-capitão do exército na formatura de um colégio militar com a doutrinação, coação e diria até assédio intelectual que professores esquerdistas fazem TODO DIA em sala de aula, se aproveitando de uma posição de superioridade para transformar sala de aula em palanque, é o tipo de isentismo pachorrento e encimadomurismo pusilânime.
Assim como o esquema de roubo do PT é pior do que o dos demais partidos porque se destina à subtração de numerário mas também à montagem de um estado totalitário, nada se compara ao projeto sistemático de doutrinação que marginais de esquerda travestidos de "educadores" praticam em sala de aula.
Os heróis da rendição da direita estão sempre se pautando pelos parâmetros que a esquerda exige dos outros - já que ela mesma não os seguem - e parecem querer a aprovação da esquerda o que, acreditem, jamais virá.
Não faz diferença para essa gente se você demonstra mesmo "ódio" ou apenas se opõe às idéias deles, porque eles odeiam qualquer oposição.
Tentar dialogar ou conviver pacificamente com a esquerda é como tentar dividir um bife com uma hiena faminta.
Eles não querem diálogo, querem capitulação.
Não se rendam.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Jair é pop

Criticar o Jair Bolsonaro rende cliques, visibilidade, polêmica e propaganda gratuita, por isso mesmo eu, legítimo representante da direita esclarecida e que entende as regras do cricket, digo aqui para vocês:
Bolsonaro é bobo, feio e cara de melão.
Pronto, podem começar a compartilhar. Um microfone numa rádio é o limite!

Quanto sai a corrida?

Quando e se houver um segundo turno entre Lula e Bolsonaro ou entre Bolsonaro e algum outro esquerdista, aí sim vamos ver se há uma direita esclarecida ou só direita com taxímetro.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O desacanalhamento do Brasil

A transformação do Brasil em um país menos patife passa pelo fim da estabilidade do funcionalismo público. Não é compatível com a decência.
Por isso é que a reforma mais urgente no Brasil é a do serviço público: fim da estabilidade, teto, demissão em massa, redução drástica de cargos em comissão.
O cara muitas vezes pensa que estudar para uma prova na vida e depois nunca mais fazer nada é mérito. Mérito tem é quem está na iniciativa privada, produz e ainda é sugado em impostos para sustentar um monte de barnabés que só atrapalham e atrasam a sua vida.
Quero ver quem vai fazer concurso sabendo que acabou essa história de paletó na cadeira, greve remunerada e viver como se estivesse de férias, com a garantia de que não importa o serviço que preste - bom ou ruim - o seu salário pago pelos outros estará na conta no fim do mês.
O funcionalismo público é uma das chagas da desigualdade que afrontam esse país e isso precisa mudar.

Gilmar Zanin

Que bom que o Gilmar Mendes parou de fingir que é um juiz de suprema corte e assumiu de vez esse seu papel de Cristiano Zanin do PSDB e PMDB.
Menos um teatro nesse país das péssimas interpretações.

domingo, 6 de agosto de 2017

Prioridades

O Editora Humanas - um dos melhores Twitters do Brasil - chamou atenção para algo muito interessante: um padre foi degolado dentro de uma Igreja na França e não se viu por aqui nem 1% da atenção da imprensa ou da indignação das pessoas como se viu porque um vendedor de hot-dog xingou o Mohamed numa briga por um ponto de venda em Copacabana.

sábado, 5 de agosto de 2017

Quem defende o bolivarianismo não merece o seu voto

Não se engane: sempre que você se deparar com alguém que relativiza a ditadura venezuelana simplesmente por não tratá-la como o regime criminoso, brutal, assassino e asqueroso que é, você está diante de um canalha e com um potencial destrutivo e deletério tão grande quanto o de Nicolas Maduro ou Diosdado Cabello, os dois gorilas que comandam o regime assassino.
Não é que os que fazem isso não mereçam seu voto, é que eles merecem seu repúdio, seu asco e sua total intolerância.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

As instituições estão funcionando

Num país onde o judiciário acoberta bandidos endinheirados, onde o ethos na política é o assalto às arcas do país, onde os impostos sufocam e atrasam a vida do cidadão que não recebe nada em troca do que lhe é tomado à força.
Num país onde quadrilhas se alternam no poder, onde "capital político" é passado de pai para filho através do título de propriedade conferido pela ignorância que grassa nos currais eleitorais, onde o cinismo, a arrogância e a indiferença com o cidadão médio é a regra.
Num país como esse Brasil que vemos hoje, que balança entre um Lula, um Temer, um Rodrigo Maia ou opções tão pavorosas quanto, me respondam: a quem interessa a "solidez" ou a "manutenção ou o "funcionamento" das tais "instituições"?
Se são estas que garantem a cafajestagem e a escroqueria que chamam de Brasil?

Procura-se um estadista

Dizem que Temer deve ficar em nome da economia e da "estabilidade". Que estabilidade? A que garante ao estabilishment o direito de viver num padrão muito acima do resto do país?
E não se engane: sempre que um deputado falar que está votando "pela economia", é do próprio saldo bancário que ele fala.
Dizem também que precisam que você concorde em se aposentar aos 65 anos, com uma fortuna de 1 mil a 2 mil reais, porque senão o país quebra. Claro, afinal, os juízes, desembargadores e demais sultões do poder público precisam garantir seus 20, 30, 50 e até 100 mil por mês de "benefício".
Hoje existem no Brasil exatamente 99.817 cargos em comissão, segundo o jornal Correio Brasiliense. Temer cortou alguns, mas na sua luta para não cair já renomeou quase 500 encostados. Fora as emendas. Fora o resto que só podemos supor em troca dos 200 e poucos votos que salvaram seu pescoço da justiça.
Dizem que você precisa "fazer sacrifícios" para "salvar o país". Dizem que você precisa aceitar os bons ladrões senão o PT volta. Será?
Enquanto o governo mantém o cidadão sufocado, quer cortar tudo o que der e coletar mais impostos, criar um cargo sequer é de uma imoralidade tão grande que já justifica derrubar a república inteira. Mas eles não ligam para isso.
A festa é deles. A comédia de mau gosto é deles. A conta é sua.
E o Lula é um excelente bicho-papão, afinal, "vamos deixar o Temer aí, senão ele volta", "vamos aceitar as covardias do PSDB, senão ele volta", "vamos aguentar qualquer tranco, senão ele volta".
O país precisa de um estadista, alguém que compreenda que é obrigado a dar o exemplo.
Chega de carro oficial, verba de gabinete, séquito de puxa-sacos bem pagos, passagens, cartões. Pode representar uma economia desprezível numericamente, mas vai mostrar para o resto do país que eles também vão sentir o calor.
Dirão que isso está no campo da "emoção" e não da economia. Que cortes, reformas e mais sacrifícios são necessários não importando o que as pessoas sofram.
Mas o engenheiro demitido que está dirigindo um Uber 12 horas por dia e vai pagar mais pelo combustível porque o governo precisa de mais dinheiro para sustentar a corte certamente vai te dizer que emoções valem muito.
Não dá para pedir sacrifícios para a plebe enquanto a corte continua se refestelando.
Mas precisamos de um estadista para isso. E isso é justamente o que não temos.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Atenção nas "narrativas"

Imagine se o Lula consegue ser candidato. No país do STF garantista e do TSE coveiro de prova viva tudo é possível.
Agora visualize um locutor dizendo assim no horário eleitoral: você aí fazendo conta, cansado de sofrer, vem voltar a ser feliz.
E o cara em casa vendo isso e pensando "eu viajava, comprava, vivia".
Ah, mas a culpa é dele, tentarão explicar. E o locutor volta: não, a culpa é dela, no tempo dele não era assim.
Mas foi ele que a colocou lá. E lá vem o locutor: ela é limitada, arrogante, não fez nada do que ele aconselhou.
O que pretendo ao dizer isso? Torcer contra? Botar medo nos outros? Virar a casaca?
Não.
Apenas avisar: quem vender austeridade enquanto aumenta salário de funcionário público, quem defender cota de sofrimento enquanto manda os coletores atrás de mais niqueis para sustentar a corte, quem não oferecer o vislumbre do fim de toda essa bosta em que o país está enfiado, vai disputar colocação com o Levy Fidelix na contagem de votos.
Que haja um plano, mas que este plano inclua aspirações. Senão já sabem quem leva, com mentira e tudo.
O aviso está dado.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Minha escolha para 2018

Ainda não tenho candidato para 2018, mas já tenho alguns parâmetros que decidirão isso por mim.
Por exemplo, meu candidato terá que apoiar o escola sem partido. Terá que concordar em rever o estatuto do desarmamento e respeitar o plebiscito de 2005. Apresentar um plano realista sobre a segurança pública é a cereja no bolo.
Espero que meu candidato, para conquistar meu voto, seja abertamente contra a ideologia de gênero e a favor de reformas política e tributária.
Mas principalmente desejo que ele, através deste ano e do ano que vem, seja capaz de mostrar ainda que um vislumbre de como será o país - ou pelo menos como o país estará tentando ser - sob o seu governo.
A volta à normalidade não pode significar "business as usual", o país (e eu) não suporta mais.
Todo eleitor poderia fazer o mesmo, estabelecer parâmetros e exigir que aqueles que cortejam seu voto esclareçam suas posições.
O que for ambíguo, "vaselina", demagogo ou evasivo, "articulador", "conciliador" demais, esqueça. Você já sabe onde vai dar.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Crivella corta a verba para o carnaval

Carnaval é fonte de turismo desqualificado e mais nada.
As cidades enchem de gringos que ficam vagando pelas ruas enchendo a cara e andando atrás de mulher.
Não visitam um ponto turístico, não compram quase nada, só fazem a baderna que não fazem na terra deles e depois vão embora.
Se o Temer achou por bem usar o dinheiro da sua alta de impostos e dar a metade que o Crivella tinha cortado para a "folia", então que o prefeito corte a metade que havia mantido e assim economize 100% para gastar no que preste.