terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Dois pensamentos sobre a (imensa) crise de credibilidade pela qual passa o jornalismo no mundo todo

A imprensa abdica da sua relevância quando deixa de te informar o que você precisa saber pra se dedicar a te dizer o que você deve pensar.
Sempre perceber que estão mentindo para você - e é fácil, basta pesquisar fontes independentes - não clique mais nos links, não comente na caixa de comentários do site, não dê relevância para quem te trata como um idiota. Mate o monstro de fome.
Se for para aturar mentira, prefira aquela vendedora da loja de roupa dizendo que você está sensacional dentro daquela camisa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O ocidente, a esquerda e o islã


Uma pesquisa do jornal Washington Post descobriu que 9 entre 10 indígenas americanos não se sentem ofendidos com o termo "pele vermelha".

A pesquisa foi realizada porque justiceiros sociais faziam uma campanha para exigir a mudança do nome "ofensivo" do time de futebol americano "Washington Redskins". Mas quem liga? Os justiceiros decidiram que o nome é ofensivo sim e pronto, a campanha segue.

Contei isso para ilustrar com um caso menos grave como justiceiros sociais não ligam para os problemas de verdade, para as pessoas de verdade, mas apenas para sua agenda marxista anti-homem-branco-ocidental-cristão-hétero-de-família e seu universo paralelo.

Veja o que aconteceu no caso da suspensão de visto de entrada para imigrantes e refugiados vindos de sete países de maioria muçulmana decretada pelo presidente Donald Trump.

Como precisam de slogans, os justiceiros sociais passaram a chamar a suspensão temporária de "banimento de muçulmanos", mesmo sabendo que países também de maioria muçulmana como Indonésia ou Paquistão ficaram de fora do decreto, e correram para realizar protestos em aeroportos pelo país, chamando qualquer um que apoie a medida de "fascista islamofóbico".

Descontemos o fato do islã ser hoje a única fonte de terrorismo por razões religiosas do mundo e também o fato de ser extremamente idiota permitir a entrada de hordas de homens solteiros e em idade militar em qualquer país sem a devida checagem, vamos nos concentrar apenas na mente prejudicada dos esquerdistas.

Dias antes de deixar o cargo o ex-presidente Obama autorizou a DEPORTAÇÃO de refugiados cubanos, ou seja, os EUA, por ordem do queridinho do politicamente correto, passou não só a recusar cubanos que fugiam da ilha como também a enviá-los de volta para a ditadura dos Castro.

Você viu alguma manchete escandalosa, protesto ou gritaria da esquerda mundial? Nem eu.

Mas Trump mexeu com um de seus bezerros de ouro que é o mito da "religião da paz" que é "deturpada" por radicais. Alguma semelhança com as idéias de Marx, sempre "deturpadas"?

O fato é: a esquerda é tão doentia que por ódio aos "valores ocidentais burgueses" de um lado apoia a militância gay desgovernada e feminismo tosco e do outro, por ódio aos mesmos "valores ocidentais burgueses" apoia o islã, que pratica a submissão das mulheres e o assassinato de homossexuais. Fora a intolerância contra os "infiéis", mas essa é a parte que a esquerda gosta.

É hora de dizer um sonoro "chega". Porque, a seguir assim, o ocidente está condenado à derrota pela própria estupidez.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O verdadeiro golpismo contra Trump

Uns dois dias depois de se recuperar da tontura pela surra na eleição americana, a imprensa dominada pela esquerda começou seu trabalho sujo de desconstrução do presidente Donald Trump.
Sua família foi atacada, sua competência profissional posta em dúvida, sua vitória relativizada e diminuída de todas as maneiras, seus auxiliares difamados, seus planos ridicularizados e celebridades que até dois anos antes frequentavam os salões de seus prédios e mansões passaram a tratá-lo como a encarnação do próprio Hitler.

Não foi dado um segundo sequer de paz durante os trabalhos de formação de seu governo, durante as cerimônias de posse ou nem no seu primeiro dia como presidente.
Não passou uma semana que ele está na Casa Branca e "grandes nomes" da mídia já pedem abertamente sua renúncia ou seu afastamento. Repórteres se comportam tanto com o presidente, como com o seu secretário de imprensa com um nível de truculência jamais ousado na gestão Obama, onde a menor crítica ao ex-presidente era prontamente rechaçada como racismo.
O acirramento nas redes sociais, com ataques ao seu filho de 10 anos, à sua filha e a qualquer ato de governo que ele tome - imaginem que horror, o homem está cumprindo as promessas que fez em campanha - e também nas ruas, com atos de vandalismo e confrontação grosseira, estão criando o ambiente que dará o tom de cada dia da sua administração: guerra permanente e de alta intensidade.
Mas golpista, fascista e intolerante são as pessoas que se opõem à esquerda, elegem democraticamente seus candidatos e depois ainda têm o desplante de não querer passar quatro anos sendo infernizadas pelos perdedores só porque ousaram vencer.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O BBB da lacração

Quando vi o anúncio dos participantes do BBB 17 - e olhe que detesto esse programa quase tanto quanto um petista detesta a polícia - já entendi tudo: será a edição da lacração.
Não precisei nem me familiarizar com todos, bastaram dois participantes: um camarada que circulou pela internet em fotos bebendo drinques que continham esperma humano (você leu certo) e uma moça de cabelo black power estilo "empoderada" que automaticamente foi classificada como "diva" pelas brigadas do Toddynho na internet.

Não se pode desprezar a capacidade destrutiva de um programa que atacou o país com um Jean Wyllys, logo, não demoraria muito até que alguma situação acontecesse para dar vazão à nossa sede por justiça social.
Atualmente é feio não querer uma imigração em massa e descontrolada vinda de países cheios de terroristas que prometem "matar infiéis no ocidente", mas está tranquilo ignorar os famélicos refugiados cubanos ou venezuelanos.
Hoje em dia um criminoso será menos criminoso se for "menos favorecido", dois gays que se sintam "ofendidos" por algum olhar na rua é mais intolerável do que gente pelada invadindo um templo religioso durante um culto para atacar as pessoas ali dentro, fazer "fiu-fiu" na rua (quem ainda faz isso?) é praticamente um estupro.
Numa época cansativa dessas, por que um programa dedicado a mostrar o que há de pior nas pessoas e fisgar gente interessada em polêmica haveria de ser diferente?
Já nos primeiros dias uma participante já disse que mandaria a empoderada do black power alisar os cabelos caso brigasse com ela. As redes sociais se encarregaram de levar tão importante questão aos trending topics do Twitter e ali descobri mais uma lei imposta pelos justiceiros sociais que nem sabia existir no país: você está obrigado a achar cabelo crespo bonito.
Caso contrário não ganha seu drinque de esperma.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A irrelevância da imprensa

A imprensa mundial caminha para a irrelevância. E não digo isso só porque eu quero ou porque ela diz coisas com as quais não concordo, mas porque é um fato.
Quando um médico começa a errar todos os diagnósticos ou um engenheiro não é mais capaz de fazer um cálculo acertado sequer, eles perdem a credibilidade. Por que raios gente que tem por trabalho informar, mas prefere, por razões ideológicas, desinformar, deveria merecer tolerância eterna?
Só neste final de semana da posse do presidente Trump, seguido por uma semana com a prisão do líder dos arruaceiros do MTST, Guilherme Boulos, a imprensa provou que merece tanta confiança quanto um cirurgião que esquece um serrote dentro do paciente.
A Veja, quem diria, retratou o playboy metido a revolucionário a serviço do PT, um sujeito bem fornido que não deve saber o que é uma fome de 3 horas sem comer na vida, como um "perseguido que está se reforçando junto à militância".
Já na imprensa americana, Trump é tratado como alguém que chegou na Casa Branca sem ter recebido um único voto sequer. Em apenas um dia de governo já está decidido: ele não presta.
Assim como as "conquistas" de Barack Obama, que ganhou um Nobel da paz sem ter nem alimentado as pombinhas brancas de alguma praça de Washington, Trump já é um técnico perdedor antes mesmo do time entrar em campo.
Lá entre o final do hino nacional e o apito inicial do juiz, ele já estará perdendo de 7x1.
O Globo noticiou com pompa e circunstância que seus filhos já estavam "aproveitando os luxos do poder", jogando boliche na Casa Branca.
Claro, porque os filhos do presidente Trump jamais poderiam pagar para jogar boliche antes dele chegar ao poder, inclusive um deles era guarda de zoológico antes do pai ser presidente e agora se prepara para virar um "Ronaldinho dos negócios".
Cito esses exemplos - muitos mais existem - para justificar meu diagnóstico lá em cima: a imprensa caminha para a irrelevância.
Num tempo onde podemos buscar informação das mais variadas formas, a mediação de gente enviesada e desonesta se torna desnecessária.
E o problema não é nosso, é deles.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sobre as rebeliões nos presídios do Brasil

Longe de mim fazer falsas acusações, mas já pensou que doido se essas rebeliões em presídios fossem uma ação orquestrada entre as quadrilhas do tráfico e as quadrilhas da política - que de vez em quando trocam arregos - para desestimular o envio de políticos para essas instituições?
Pois pensemos: as cadeias brasileiras viraram masmorras de 2016 para cá ou foi nesse ano que ex-ministros e ex-governadores foram parar na jaula e ex-presidentes estão ameaçados com o mesmo destino?
Fica fácil concluir que deve-se soltar quem já está preso e nem prender quem está solto, afinal, nos presídios brasileiros a taxa de mortalidade é quase tão alta quanto no SUS, aquele sistema de saúde que suas excelências administram.
Mas deve ser só coisa da minha cabeça.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Doria está fazendo mal à cabeça da esquerda

(Clique na imagem para ampliá-la)


O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., conseguiu junto à Unilever uma doação de 1 milhão de itens de higiene pessoal, que serão distribuídos nos abrigos da prefeitura.
O prefeito disse que a auto-estima também é importante, por isso essa é mais uma medida para ajudar a recuperar vários moradores de rua.
A revista Fórum, uma daquelas que chamavam o impeachment da Janete de "golpe", acusou o prefeito de ser "higienista" (???) por causa disso.
Só posso supor que o brilhante jornalista que escreveu a coluna associou higiene pessoal à higienismo e mandou bala na crítica social. Mas melhor do que uma revista petista para mostrar o cipoal de sandices que corre na cabeça da companheirada só mesmo os comentaristas do Facebook da revista.
Com eles aprendemos que:
1) Quem não tem onde deitar não precisa tomar banho.
2) Ou você resolve todos os problemas de uma vez só e no mesmo dia ou então é melhor não resolver nenhum, um de cada vez, porque isso é coisa de quem deseja fazer marketing eleitoreiro.
3) O prefeito não deseja que os moradores de rua comam, apenas que escovem os dentes.
4) De que adianta tomar banho, fazer a barba, escovar os dentes, usar desodorante e melhorar sua auto-estima se você já está na rua mesmo? Melhor continuar imundo, não ter estímulo para melhorar de vida e pedir esmola na beira da ciclovia.
5) Medidas emergenciais - que eles chamam de "paliativas" - são inúteis, seria melhor o prefeito pichar muros, andar de bicicleta, criar uma secretaria para promover concertos com orquestras bateção de lata, cantar RAP freestyle e deixar as pessoas abandonadas nas ruas, afinal, cracolândias são antropologicamente importantes para os estudantes de humanas exercitarem suas boas intenções.
6) Cecê e bafo de onça são condições primordiais do proletariado consciente. Quem toma banho e escova os dentes vira de elite - ou pelo menos "capitão do mato" da elite - na mesma hora.
7) Doria ainda distribuirá perfumes franceses para os moradores de rua, assim não precisarão nem de água para não incomodar as sensíveis narinas do prefeito.
8) Doria é um egoísta que fica por aí arrumando exame para pobre no Sírio e Libanês e tentando cuidar da auto-estima e da dignidade de pessoas que moram nas ruas. Melhor era o PT, que criava algumas comissões e nomeava centenas de cargos comissionados para estudar o problema e publicar uma tese em algum caderno do partido depois.
9) Uma doação da Unilever é algo muito suspeito. Esse prefeito só pode estar envolvido em coisa séria por conta disso. Se ele pelo menos estivesse por aí assaltando os cofres públicos junto com empreiteiros corruptos ou quebrando a Petrobras ainda vá lá, mas conseguindo doações para a prefeitura em prol de moradores de rua? Aí tem coisa.
10) Não importa o que faça, os órfãos do prefeitão Suvinil sempre criticarão ferozmente o João Doria, simplesmente porque eles não estão sabendo lidar com as comparações que certamente virão e que serão mais ou menos como comparar a ficha corrida do Lula com a do Dalai Lama.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Trump que se cuide

Em 2000, quando assumiu a presidência, o republicano George W. Bush sofreu por parte da imprensa uma perseguição parecida com a que sofre hoje Donald Trump.
Parecida mas nem de longe com a mesma virulência, que fique bem claro.
E uma comparação que pode ser realizada oito anos depois deixou isso evidente. Bush gostava de se exercitar - até hoje faz trilhas com sua mountain bike - e a imprensa dizia ser um absurdo que o homem mais poderoso do mundo se ausentasse diariamente de suas atividades para fazer exercícios.
Uma frivolidade, uma falta de noção, uma demonstração de egoísmo.
Quando Obama tomou posse também foi noticiado que ele gostava de se exercitar. Diariamente praticava musculação e jogava basquete regularmente. A mesma imprensa que criticava Bush afirmou que Obama dava um exemplo aos mais jovens, de que até o homem mais poderoso do mundo se preocupava em cuidar da saúde.
Trump não é uma pessoa atlética, mas chegou a vencer torneios amadores de golf e certamente trará consigo alguns hábitos da vida privada para o poder.
Não esperem nada parecido com o que a imprensa fazia com Bush, esperem algo pior. Trump, ao contrário do filho de um ex-presidente, é um outsider que "roubou" a presidência de uma mulher que estava destinada a ser a primeira presidente do país.
Com Trump, até uma pausa para o cafezinho vai servir de prova que ele é a reencarnação de Mengele, já que até a posse provavelmente as analogias com Hitler estarão todas esgotadas.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O partido que não se constrange

O PT promete lançar ainda este ano a candidatura do Lula para presidente, mas na verdade é apenas uma candidatura para não ir para a cadeia.
Ninguém com mais de 50% de rejeição consegue vencer uma eleição num sistema com dois turnos, onde a rejeição é que define.
Claro que pode haver uma surpresa, urna no Brasil e a tampa de privada da empresa fechada depois do almoço são verdadeiras loterias às avessas: você não sabe se vai encontrar algo e apenas torce para que, ao abrir, seja pelo menos nada.
Um nada faz menos mal do que o que costuma sair das urnas no Brasil.
Mas em condições normais o Lula está fadado a levar uma surra quando os milhões de brasileiros que detestam o PT se unirem atrás de um candidato, qualquer candidato.
O PT vai dizer que o objetivo da lava-jato é impedir a candidatura do Lula, só que é a candidatura do Lula que tem por objetivo impedir a lava-jato. E se não for possível, pelo menos constrangê-la.
Já que constrangimento é algo que não existe no PT há bastante tempo.

A candidatura de Lula e a lava-jato

O PT promete lançar ainda este ano a candidatura do Lula para presidente, mas na verdade é apenas uma candidatura para não ir para a cadeia.

Ninguém com mais de 50% de rejeição consegue vencer uma eleição num sistema com dois turnos, onde a rejeição é que define.

Claro que pode haver uma surpresa, urna no Brasil e a tampa de privada da empresa fechada depois do almoço são verdadeiras loterias às avesaaa: você não sabe se vai encontrar algo e apenas torce para que, ao abrir, seja pelo menos nada.

Um nada faz menos mal do que o que costuma sair das urnas no Brasil.

Mas em condições normais o Lula está fadado a levar uma surra quando os milhões de brasileiros que detestam o PT se unirem atrás de um candidato, qualquer candidato.

O PT vai dizer que o objetivo da lava-jato é impedir a candidatura do Lula, só que é a candidatura do Lula que tem por objetivo impedir a lava-jato. E se não for possível, pelo menos constrangê-la.

Já que constrangimento é algo que não existe no PT há bastante tempo.